Depois das denuncias contra obama, que inclui ser muçulmano e socialista, começam os frutos do serviço que prestou ao egito. Segue abaixo:
Perseguição: Aumenta violência contra cristãos no Egito
Para Dom Antonios, "é importante que as pessoas consigam estar em paz consigo mesmas, com Deus e com os outros". Ele considera que os fatores que desencadeiam a violência extremista são a pobreza e a ignorância.
O bispo explicou que a Igreja dá testemunho do amor "sem falar diretamente de Cristo nem recorrer à Bíblia", fazendo muito em favor da convivência pacífica entre cristãos e muçulmanos. A diocese de El Gîza tem cerca de 9 mil católicos, distribuídos em nove paróquias. (CM/BF)
Fonte: Rádio Vaticano
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Extremistas muçulmanos atacam lojas e igreja cristã no sul do Egito
18.12.2007 - Treze negócios pertencentes a cristãos assim como a fachada de uma igreja foram atacados por extremistas muçulmanos durante a última semana na Isna, na região sul do Egito.
Conforme informam fontes da segurança egípcia, ao menos sete muçulmanos foram presos por ser suspeitos de ter participado de algum dos ataques.
De acordo à agência Agi, "as tensões entre a comunidade cristã local e a muçulmana se incrementaram a última quarta-feira quando um grupo de seguidores islâmicos rodeou um negócio de um cristão e destruiu as vitrines, provavelmente a maneira de vingança".
A agência também indica que dois dias antes, um cristão tinha denunciado um roubo por parte de uma muçulmana quem foi em seguida presa e libertada de imediato sem mediar acusação alguma.
Fonte: ACI
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Mas isso tudo parece ser uma onda mundial. O Brasil conduz o país a uma ditadura gay contra cristão, no egito eles (cristãos) são mortos e na Europa:
Denunciam ante a ONU violações à liberdade religiosa na Espanha
A Associação Estatal de Advogados Cristãos (AEAC), pediu ao Alto Comissário para os Direitos humanos da ONU, Navi Pillay, que investigue as mais de 150 violações ao direito à liberdade religiosa na Espanha e sancione o Governo espanhol "em caso de responsabilidade provada".
A AEAC informou na segunda-feira que entregou um relatório que apresenta as "violações reiteradas, persistentes e manifestas dos direitos humanos relacionados com a liberdade de religião ou de crenças na Espanha".
Entre as denúncias estão as declarações públicas de membros do Governo ou altos cargos, como o ex-comissário para as vítimas do terrorismo Gregorio Peces-Barba, que no dia 11 de abril fez comentários denigrantes aos católicos, em referências às medidas considerava que deveriam ser adotadas contra a Igreja.
Os advogados pediram que Pillay investigasse esta "crescente onda de ataques laicistas ou anti-religiosos" e obrigue o Estado espanhol a cumprir com as resoluções da ONU sobre liberdade religiosa. "Em caso de comprovar os fatos, as sanções poderiam contemplar a retirada do direito a voto da Espanha na Comissão de Direitos humanos", indicaram em uma nota de imprensa.
A AEAC também se referiu aos ataques contra igrejas ou a recente procissão atéia organizada pela Associação da Madrilenha de Ateus e pensadores livres que convocava a "castigar a consciência católica" e "fazer dano sem contemplações".
Fonte : ACI
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