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sábado, 10 de março de 2012

Muçulmanos anunciam plano para ‘erradicar’ o cristianismo na Nigéria


Campanha de terror mirando cristãos em ataques violentos.

Membros do grupo jihadista Boko Haram estão prometendo “erradicar o Cristianismo” na Nigéria.
Informes vindos da Nigéria nos últimos dias mostram que o grupo cujo nome significa “A educação ocidental é maligna” está lançando uma nova campanha de terror objetivando matar cristãos e judeus no norte da Nigéria.
O site de notícias nigeriano Bikya Masr informa que o grupo jihadista declarou guerra a todos os cristãos que vivem no norte da Nigéria.
Jonathan Racho do grupo de direitos humanos International Christian Concern confirma os relatos e diz que a notícia é alarmante.
“Os informes indicam que membros da Boko Haram recentemente declararam uma guerra aos cristãos no norte da Nigéria. O grupo prometeu erradicar os cristãos de certas áreas da Nigéria”, Racho disse.
“O representante do grupo (Boko Haram) diz que o grupo irá lançar vários ataques cujos alvos são os cristãos”, Racho disse. “Então há um alarmante desenrolar dos fatos enquanto falamos”.
Estimativas indicam as baixas na campanha de Boko Haram em mais de 100 mortos desde o Natal.
O serviço de imprensa do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários IRIN informa que nas últimas 48 horas, mais de 100 crianças fugiram da Nigéria para o Chad a fim de escaparem dos violentos ataques de Boko Haram.
A ONG Human Rights Watch também informa que desde o Natal, Boko Haram queimou cerca de quinze escolas.
Racho confirma o número de vítimas.
“Boko Haram já matou centenas de pessoas. Desde o Natal, o grupo martirizou cerca de 100 cristãos no norte da Nigéria”, Racho disse.
“Mas eles acham que não atingiram suas metas para exterminar os cristãos”, Racho disse. “Eles estão preparados para derramar mais sangue”.
Racho acrescenta que o ICC está irado com o desenvolvimento dos acontecimentos.
“Nós estamos muito indignados. Como pode um país como a Nigéria com todos os seus recursos, seus recursos de petróleo, segurança, militar e todos os recursos. Como esse país falha em proteger seus inocentes desse tipo de ataques?”, Racho disse.
“Boroko Haram tem tido sucesso em atacar cristãos sem serem presos e isso é revoltante!”, Racho disse. “É inaceitável!”
“Nós estamos realmente preocupados com os contínuos ataques contra os cristãos no norte da Nigéria”, Racho disse.
Racho está pedindo que os cristãos nos Estados Unidos e em outros países ajam.
“Exorto os cristãos ao redor do mudo a fazerem contato com seus governos e pedir-lhes que convençam a Nigéria a proteger seus cidadãos”, Racho disse.

Tradução: Eliseu P. L. J.
Publicado no WND: Muslims announce plans to ‘eradicate’ Christianity

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O Fedor da verdade na Noruega.

Pessoas mais próximas a mim puderam conversar comigo a respeito do atentado em Oslo na Noruega e são testemunha de que eu achei tudo muito estranho e nebuloso desde o princípio.
Um ataque completamente sem sentido e propósito, sem dizer nefasto e desumano. Não é um padrão comportamental da Direita. Nunca foi.
Como sabemos bem, tendo Lenin como exemplo, marxistas e orgãos ilãmicos, atribuiram aos cristãos e judeus a responsabilidade do ataque ao melhor estilo "Acuse-os do que fazemosXingue-os do que somos."
 Com uma rapidez ímpar a mídia mundial em total consonância com estes grupos imputaram aos cristãos, sionistas e conservadores a autoria deste pútrefo episódio. 
Até mesmo o Hamas, quem diria, manifestou-se contrário ao atentado, profundamente entristecido e bestificado com o ocorrido.
Cada qual atribuiu o ataque a seus inimigos, os Terroristas do Hamas aos Judeus e os marxistas aos cristãos conservadores.
Vários políticos de Direita foram acusados de incutir estas ideias no terrorista norueguês, Mas tudo que é podre não demora a feder e a mostrar de onde vem. Leia abaixo:


Fonte: Mídia Sem Máscaras por Olavo de Carvalho.


Breivik esteve várias vezes na Belorússia, aí recebendo treinamento terrorista da seção local da FSB.
A facilidade com que o comentário político se deleita em miudezas, deixando de lado o essencial, impõe a quem compreende a gravidade do fenômeno a obrigação de avisar ao distinto público que aquilo que hoje lhe vendem como jornalismo é na verdade um produto novo e distinto, com finalidade inversa à daquilo que uma geração atrás se consumia sob essa denominação.
A palavra "notícia" vem do verbo "notar", que quer dizer captar, apreender, perceber. Quando as notícias que você recebe de vários canais vêm com conteúdo uniforme e num tom acachapantemente idêntico, é claro que elas não expressam a percepção humana, variada e individualizada por natureza, e sim um trabalho de engenharia, um molde prévio imposto aos fatos, não para refleti-los e sim para substituí-los. O caso dos atentados em Oslo é exemplar, sob esse aspecto. Informações flagrantemente erradas disseminaram-se pelo mundo em poucos minutos, num tom de certezas universalmente reconhecidas, ao passo que seus desmentidos só vieram aparecendo aos poucos, um aqui, outro ali, sem força de rechaçar a massa homogênea de falsidades que, como a "bolha assassina" do famoso thriller, já havia engolido multidões inteiras. Atentados terroristas, convém repetir, nunca são a finalidade de si mesmos. Estão sempre inseridos em alguma estratégia geral que, por meios políticos e midiáticos incruentos, prepara o seu advento e colhe (ou produz) os seus resultados. A destruição física deve ser precedida e seguida de empreendimentos de demolição moral ou chantagem política que transfigurem a mera carnificina em vantagem política concreta.
Só para dar dois exemplos clássicos, o 11 de setembro apoiou-se numa década inteira de propaganda anti-americana crescente e em seguida conseguiu inverter a impressão inicial de horror ao terrorismo, transformando-a numa onda mundial de ódio aos EUA (v. http://www.olavodecarvalho.org/traducoes/ terrorism2.htm); na Espanha, menos de 24 horas depois do atentado de 2004 já estava nas ruas uma gigantesca manifestação popular, não contra os terroristas, mas contra... o governo conservador do primeiro-ministro Aznar (v.http://www.olavodecarvalho.org/semana/040325jt.htm).
Mas nem precisaríamos ir tão longe: no Brasil, entre 1964 e 1988, cada bomba, cada roubo de armas, cada sequestro foi seguido de intensa propaganda baseada no slogan de que a culpa desses crimes não era de seus autores, e sim do governo que combatiam. A lenda dos "jovens idealistas em luta contra a tirania" veio
a render seus frutos com o retorno maciço dos comunistas ao país e sua irresistível ascensão ao poder (http://www.olavodecarvalho.org/semana/110428dc.html). Cito os meus artigos anteriores para enfatizar a continuidade das análises que venho fazendo, capítulos aliás de um estudo de muitos anos sobre o fenômeno da mentalidade revolucionária.
Ora, no caso norueguês a única campanha de propaganda que se observou foi voltada contra o próprio terrorista, mas associando-o a evidentes bodes expiatórios, os sionistas e os cristãos conservadores. A regra áurea, na análise de atentados terroristas, é: veja contra quem vai a campanha que se segue,
e entenda que a autoria do crime vem necessariamente da direção oposta.
O próprio Anders Behring Breivik deu-nos uma indicação preciosa ao declarar, no seu Manifesto, que não era um cristão, mas apenas um darwiniano persuadido de que a civilização cristã Ocidental era evolutivamente superior às outras. Isso não apenas desmentia a versão oficial da "grande mídia", mas alinhava decididamente Breivik no padrão ideológico da Nouvelle Droite Francesa, materialista e evolucionista, chefiada por Alain de Benoist.
E outra coisa que os iluminados comentaristas políticos não sabem é que a Nouvelle Droite é uma aliada incondicional... do "projeto Eurasiano" de Alexandre Duguin e Vladimir Putin!
Baseado nessa informação, anunciei no meu programa True Outspeak, de 27 de julho último, que, por trás de
todas tentativas perversas de inculpar sionistas e cristãos, a verdade não tardaria em aparecer ostentando na testa um rótulo de três letras: K,G,B, ou, em versão modificada pela enésima vez, F,S,B.
Não tardou nem 48 horas: sexta-feira, 29, recebi da minha amiga romena Anca Cernea esta notícia da agência russa RiaNovosti: Breivik esteve várias vezes na Belorússia, aí recebendo treinamento terrorista da seção local da FSB (v.http://en.rian.ru/world/ 20110728/165436665.html).
É verdade que aí ele teve também contato com um "extremista de direita", Viacheslav Datsik, mas Datsik, preso na Noruega por contrabando de armas, acabou confessando que trabalhava para a FSB.
Para tornar as coisas ainda mais claras, Breivik, no seu Manifesto (v. http://www.asianews.it/news-en/Russia-as-the-mass-murderer%E2%80%99s-political-model-22193.html) declara
que o alvo ideal de sua luta seria substituir a estrutura política europeia, que ele qualifica de "disfuncional", por um modelo de democracia autoritária "similar à da Rússia" (sic).
E, de quebra, faz os maiores louvores a Vladimir Putin.
Completando o quadro, o interesse russo em desestabilizar o governo norueguês é o mais óbvio possível: a Noruega é o único concorrente da Rússia no fornecimento de gás ao continente europeu - quer dizer, o único obstáculo que se opõe ao sonho de Vladimir Putin, de um dia colocar a Europa de joelhos mediante a simples ameaça de fechar a torneira.

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Lá vem a frota da paz de novo


Turkish_IHH_Peace_activistsExistem e nós vimos as imagens gravadas por Israel. Os soldados são recepcionados no barco com pauladas e facadas humanitárias. Foi bonita de ver a cena em que um soldado é humanitariamente arremessado do convés.
Você se lembra da cineasta e pacifista brasileira/coreana Iara Lee, aquela que dizia ter filmado imagens horripilantes de soldados israelenses dizimando "ativistas humanitários" a bordo do barco da paz que levava "ajuda humanitária" à Faixa de Gaza?

Em maio de 2010, uma "Flotilha da Liberdade" carregada de terroristas, relações públicas de terroristas, amigos de terroristas, inocentes úteis para terroristas, granadas, facas e outros utensílios inócuos partiu em direção à Faixa de Gaza com a desculpa de sempre: estamos levando ajuda humanitária.
A flotilha foi bancada pela organização turca IHH, íntima do Hamas. O Hamas é aquela entidade filantrópica empenhada em matar judeus e destruir Israel.

Considere mais este lance: Israel se ofereceu a receber em seus barcos a tal ajuda humanitária contida na flotilha e transportá-la até a Faixa de Gaza para os seus pretensos destinatários. E aí aconteceu o quê? Os pacifistas rejeitaram a oferta. "Por que terá sido?", indaga o leitor ingênuo.

Israel é um país territorialmente pequeno sob a ameaça constante do terror ao seu redor. Fez o que tinha que fazer: não deixou que empregados do Hamas seguissem viagem sem ter os barcos inspecionados. Armada a tocaia, não restou opção aos soldados israelenses senão abordar os passageiros do barco.

As cenas do massacre alardeado por Iara Lee não apareceram, coisa que surpreende, pois imagens gravadas com equipamento profissional de integrantes das forças armadas de Israel chacinando indefesos discípulos de Gandhi teriam potencial de virar DVD e ser distribuídas ao mundo inteiro, gratuitamente, com o selo ONU de aprovação (nos extras, o doutor Noam Chomsky explicaria por que Israel é um crime contra a humanidade).

Em compensação, existem e nós vimos as imagens gravadas por Israel. Os soldados são recepcionados no barco com pauladas e facadas humanitárias. Foi bonita de ver a cena em que um soldado é humanitariamente arremessado do convés. Fora do alcance da câmera, um outro soldado é espancado e arrastado para um compartimento inferior. Resultado da resistência pacífica: nove estudiosos do budismo mortos, e manchetes e editoriais revoltados com a petulância dos israelenses de atirar em legítima defesa.

Lembro o episódio porque nesta semana ou na próxima outra flotilha partirá em direção à Faixa de Gaza, e seus passageiros novamente alegarão razões muito nobres e etc. e tal. Antecipo as manchetes para o leitor amigo: variações sobre "Israel reprime ativistas humanitários e impede entrega de ajuda humanitária".


Publicado no jornal O Estado.
Bruno Pontes é jornalista - http://brunopontes.blogspot.com
Fonte: Mídia Sem Máscaras

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cruzados... Precisam-se!

http://saudedalma.blogspot.com/2010/11/cruzados-precisam-se.html

(Sua Santidade, o Papa Pio XII, Radiomensagem de natal em 1942)
Imagine uma tarde de sexta-feira em Detroit, com uma mesquita cheia de seguidores de Maomé, reunidos para rezar. De repente, vários terroristas “cristãos” armados invadem o local, matam o imã e fazem reféns os presentes. Quando começam a perder o tiroteio que se seguiu com a polícia e militares que acorreram ao local, eles explodem seus cinturões-bomba. O resultado é de 58 mortos e 75 gravemente feridos ou mutilados.
Qual seria a reacção da assim chamada opinião pública mundial, ou melhor, da media liberal, “celebridades” e líderes políticos? Haveria um coro ensurdecedor contra esse grande ato de crueldade e infâmia: Como alguém pode atacar pessoas pacíficas, no próprio ato de orar?

Então, por que o espectáculo do sangrento ataque de Al-Qaeda à catedral siríca católica de Nossa Senhora da Salvação, em Bagdá, no passado dia 31 de Outubro (que deixou mais de cinquenta mortos e quase uma centena mutilados) não provoca o mesmo alvoroço e indignação? As notícias, análises e comentários de jornalistas, “celebridades” e funcionários governamentais foram discretos e comedidos.
Nos dias em que o comunismo dominava metade do mundo e influenciava os intelectuais na outra metade, o “politicamente correto” estabelecia que a indignação devia manifestar-se somente quando era a esquerda que sofria um ataque. Os massacres comunistas foram ignorados ou relatados em linguagem “neutra” e soporífera. A mesma “correcção política” parece estar sendo agora aplicada ao terrorismo islâmico.
Mas voltemos ao massacre na catedral católica siríaca de Bagdá.
“Em todo lugar há sangue. A atmosfera está muito tensa. Eles entraram no confessionário e atiraram no padre “, disse um jovem de 18 anos que não quis ser identificado e sobreviveu ao pesadelo.
Foi um massacre lá …. Nós cristãos não temos protecção suficiente. O que devo fazer agora? Deixar o país e pedir asilo?” − comentou Raed Hadi, membro da família de uma das vítimas.
De acordo com um jovem que estava presente e sobreviveu, os terroristas “entraram na igreja com as suas armas, vestindo uniformes militares. Invadiram o local de orações e imediatamente mataram o padre.
Monsenhor Pio Kasha, da Igreja Católica Siríaca, comentou: “Foi uma carnificina”.
O mesmo Monsenhor descreveu o ataque: “Os homens que realizaram os ataques eram muito bem organizados, [como fica patente] pela maneira como entraram … bem preparados e armados com metralhadoras, cintos de explosivos, e tudo o mais que poderiam precisar …. Como eles rapidamente fecharam as portas e encerraram os fiéis. Então, as forças de segurança vieram e …. foi uma verdadeira tragédia, tantas vidas perdidas …”
O Pe. Douglas Yousef Al-Bazy, que fora sequestrado em 2006 e trabalhara com os dois padres executados, fez a seguinte declaração: “Aqueles que dizem que estamos seguros, que podemos viver em paz no Iraque, são mentirosos. Mas nós vamos ficar neste país, porque ainda há pessoas cristãs aqui e ainda temos uma missão aqui”.
O Pe. Wassim Sabih, um dos dois sacerdotes assassinados na igreja, empunhou um crucifixo e pediu aos terroristas que matassem a ele e poupassem os fiéis: a resposta deles foi jogá-lo no chão e crivar o seu corpo de balas.
Marie Freij, uma paroquiana, foi ferida na perna e ficou por três horas no chão, encharcada no próprio sangue e no dos padres. Sua declaração no hospital mostra a sublimidade da fé: “Eu pensei que talvez escapasse com vida, mas mesmo que não conseguisse, eu estava na igreja, e estaria bem”.
“Vários sobreviventes”, relata The New York Times, “disseram que muitas das mortes ocorreram quando os homens armados entraram e começaram a disparar indiscriminadamente nas pessoas, nos ícones da igreja e até mesmo nos vitrais das janelas. Eles descreveram a ferocidade dos atacantes, alguns dos quais falavam em dialectos de outros países árabes, como se a própria visão do interior da igreja os tivesse enraivecido. ‘Eles pareciam loucos’, disse Ban Abdullah, um sobrevivente de 50 anos de idade.
O bárbaro acto de terrorismo foi reivindicado por um grupo terrorista ligado a Al-Qaeda, o “Estado Islâmico do Iraque”. De acordo com o site na Internet Intelligence Group, esse grupo divulgou o seguinte comunicado:
“Os Mujahidins invadiram um imundo ninho do politeísmo, que tem sido há muito considerado pelos cristãos do Iraque como quartel-general de uma guerra contra a religião do Islão, e foram capazes, pela graça de Deus e Sua glória, de capturar aqueles que estavam ali reunidos e assumir pleno controle de todas as entradas do local”.
A Missa é a renovação sacramental incruenta do Santo Sacrifício do Calvário, em que nosso Redentor derramou seu sangue por nós na mais terrível das mortes, aceita voluntariamente para nossa salvação. Nesta Missa em Bagdá, no domingo 31 de outubro, o sangue dos fiéis se misturou com o do Salvador, fazendo com que o Santo Sacrifício, que é sem derramamento de sangue em sua essência, se tornasse sangrento em seus acidentes.
“O sangue dos mártires é semente de cristãos” (sanguis martyrum semen Christianorum), segundo a expressão consagrada de Tertuliano. Possa o sangue derramado pelos nossos irmãos na Fé, oprimidos pelo islamismo no Iraque e noutros países, obter do Deus Todo-Poderoso a graça de despertar no Ocidente, a coragem necessária para enfrentar os inimigos do Cristianismo bem como a vontade de lutar pela verdadeira Fé de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A agência de Notícias AsiaNews, publicou mais um ataque brutal contra Cristãos no Iraque. Dessa vez dois fiéis foram mortos ontem, 07 de Novembro,Louay Daniel Yacoub, 49 anos, estava na frente de seu apartamento quando desconhecidos o mataram a tiros. Outro cristão foi assassinado no mesmo dia, mas sua identidade ainda não foi divulgada, segundo fontes locais, por questões de segurança.
As mortes acontecem, uma semana depois do massacre na Igreja Nossa Senhora da Salvação, em Bagdá.

Os Cristãos de Bagdá realizaram ontem a primeira missa na catedral católica-sírio de Nossa Senhora da Salvação, após o massacre de 31 de Outubro. O interior estava sem bancos, por toda a extensão do corredor centenas de velas foram colocadas no chão, formando uma grande cruz no meio dos quais foram colocados os nomes de 46 vítimas do massacre do domingo. "Hoje nós rezamos por aqueles que que atacaram nossa igreja e mataram os nossos fiéis e nossos sacerdotes", disse o padre Mukhlas Habash em sua homilia, citando os nomes de dois padres de 32 e 27 anos de idade que morreram no ataque. Seus rostos sorridentes são exibidos em cartazes colados nas paredes crevadas de bala da catedral.

* * *
É POR ISTO QUE NÃO ADMITO QUE ALGUÉM FALE, INSINUE, CRITIQUE OU SE INSURJA À MINHA FRENTE, CONTRA AS GLORIOSAS CRUZADAS!


CRUZADOS DO SÉCULO XXI
CONTRA OS INFIÉIS, POR DEUS, POR CRISTO, PELA CRUZ

Os tempos mostrarão e porão a nu toda A VERDADE sobre a História.

Foram e sempre serão plenamente legítimas as Cruzadas.
Isso será mostrado, pelos tempos, aos melosos sentimentalistas - mesmo católicos - defensores dos malditos "respeitos humanos", dos assassinos e criminosos.
Isto é o começo desses tempos.

Fonte: Blog Saúde da Alma.
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Comentários de Leonardo Campos/ Apostolado Shemá

Todos nós temos o direito de culto e temos o dever de respeitar o culto alheio. Em contra partida, não se igualando a terroristas, também temos o dever Católico de defender nossa fé tal como ela é e denfender nosso direito de culto.
Isso foi o que fizeram as cruzadas de outrora, estas que os inimigos da igreja com muita competência conseguiram desfigurar e torcer, trasformando a verdade no engodo do ódio aos Cruzados. 
Estes honrados homens que defenderam os fiéis católicos destas mesmas barbáries que vemos nesta postagem devem clamar nos céus pelo surgimento de seus herdeiros.
Muitos deram suas próprias vidas em troca de vidas inocentes.
Que sejamos hoje novos Cruzados.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Cruzados, heróis ou vilões???





Por Prof. Deborah Azevedo:

É incrível como as pessoas têm a tendência de criar heróis e vilões dentro da historiografia, Fazem isso, sem ao menos analisar o contexto histórico, os valores sócio-culturais-econômicos de uma determinada época, e pior, transportam seus valores atuais, para um passado onde estes, nunca existiram, criando seus “bandidos e mocinhos”.
Muitos destes, ou são desinformados sobre os acontecimentos e personagens históricos, ou em muitos casos, podemos dizer que são desonestos mesmo, pois usam determinados recortes históricos para passar uma visão totalmente falseada dos fatos, de acordo com seus interesses.
Como exemplo, podemos citar as acusações contra a Inquisição Católica pelos protestantes. Eles acusam enquanto também tiveram a sua Inquisição.
Um outro exemplo do qual gosto muito são dos marxistas-comunistas, que usam Lênin como bandeira, um homem que pretendia a igualdade de todas as classes, este dizia que iria destruir a mentalidade pequeno-burguesa, mas na prática, a incentivou, causando mais desigualdades sociais, dando privilégios e benefícios a algumas lideranças étnicas locais, enquanto outras ficaram à margem da sociedade soviética, em um país composto de mais de 100 nacionalidades, apenas 15 foram reconhecidas.
Estes são alguns exemplos de vilões e heróis, criados pela historiografia tendenciosa. O mesmo pode-se dizer que acontece com os Cruzados, eleitos os vilões da História, enquanto os muçulmanos são as vítimas, Saladino foi eleito o herói!!!
Mas o quanto existe de real em tudo isso?
A primeira pergunta que devemos fazer, quanto ao episódio das Cruzadas e a tomada de Jerusalém é a seguinte:
O que cristãos e muçulmanos estavam fazendo neste local, em meados de 1097, época da Primeira Cruzada?

Como é sabido de todos, o cristianismo nasceu em Jerusalém com seu fundador Jesus, e após sua morte, foi expandido por seus discípulos e principalmente por Paulo para regiões adjacentes e Europa.
É então natural que os primeiros cristãos tenham se fixado em Jerusalém, com sua crença tendo neste solo, seus locais sagrados e de peregrinação, afinal este é seu berço.
E os muçulmanos, de onde vieram, onde nasceu o Islã?
O Islamismo nasceu em Meca com seu fundador Maomé, na Península Árabe, por volta do ano 610. Após a morte do profeta, em 632, sucessores começaram a política de dominação e expansão islâmica, aliás, islã, em árabe significa submissão, e em menos de um século chegaram à Europa. Enfim, em 637 chegaram a Jerusalém, que na época fazia parte do Império Bizantino.
Durante toda expansão islâmica é sabido que onde encontraram resistência converteram povos à força da espada, com os locais cristianizados não seria diferente!

Mapa da expansão Islâmica, retirado do livro: História Geral, Para a Criação de uma História Consciente, 2º Grau. Gilberto Cotrim Editora Saraiva, pág. 95

Ao dominar Jerusalém, impuseram a princípio a destruição de igrejas e sinagogas, um bom exemplo é que construíram sua Mesquita, Al-aksa, terceiro local mais sagrado para o Islã, em cima de um local sagrado para os judeus e cristãos, as ruínas do Templo, e obrigaram aos judeus e cristãos a pagarem pesados impostos e os escravizavam segundo suas necessidades.
Enquanto dominavam a terra que pertencia ao povo judeu, continuava sua expansão rumo a Europa.
Segundo documentação histórica, o Papa Urbano II em 1097, ao convocar soldados para a defesa dos lugares santos, e de Bizâncio, lembrou a população todos os atentados sofridos e males causados aos cristãos na Terra Santa e na Europa, como documentou Foucher de Chartres. Segue parte do discurso usado por Urbano II:
“De fato, como a maioria dentre vós já tem conhecimento, um povo vindo Pérsia – os turcos – invadiu o país deles. Avançou até o Mediterrâneo e, mais precisamente, ao que chamamos de Braço de São Jorge. Nas terras da România, eles aumentaram seus territórios continuamente, em detrimento das terras de cristãos, depois terem-nos vencido em sete ocasiões fazendo guerra.Muitos tombaram sob seus golpes, muitos foram reduzidos á escravidão. Estes turcos destroem igrejas, saqueiam o reino de Deus.”
Como o leitor pode observar, o Papa falava a um povo conhecedor de todas as misérias causadas pelos muçulmanos. É natural que a população tivesse muita mágoa deste povo, afinal tomaram suas terras, escravizavam os seus, destruíram suas igrejas, é compreensível que os homens, as mulheres, os jovens e os velhos quisessem ir às cruzadas. É sabido, também, que durante toda Idade Média, ocorriam peregrinações européias à Jerusalém, e que os maometanos capturavam os peregrinos no meio do caminho, para servi-los e no caso de resistência e não conversão, matavam sem pensar duas vezes!
É fato conhecido, como afirma José Jobson A. Arruda em sua obra, História Antiga e Medieval, que os muçulmanos compravam jovens escravas cristãs capturadas na Costa do mar Adriático para mandar para os seus haréns no Egito e Síria, e isso tudo com certeza revoltava a população do Ocidente.
Portanto, quanto o Imperador de Bizâncio Aleixo Commeno, pediu ajuda a Urbano II, contra os muçulmanos, sabia exatamente o que iria acontecer à sua bela cidade e capital Bizâncio, visto que estes, já tinham ocupado e dominado a cidade cristã de Nicéia.
Poderia o Papa deixar o Ocidente e Oriente cristão a mercê do Islã? Poderia ele deixar de prestar socorro a Igreja do Oriente? Isso, segundo sua mentalidade medieval talvez não parecesse falta de caridade? Não sabia ele, que depois da conquista de Bizâncio, Roma seria o próximo destino? Deveriam os cristãos ficar esperando seu fim, sem fazer nada?
Ora, qualquer um no lugar, teria feito o mesmo! Se defender! E por isso foi reunida uma força militar organizada, os Cavaleiros Pobres de Cristo, embora seja sabido que a primeira vez, o que se reúne para ir a Jerusalém, é exatamente um exército de homens e mulheres pobres e maltrapilhos, que não estavam preparados militarmente, e que foram exterminados pelo exército muçulmano, mas quem os pode acusar? Todos só queriam defender aquilo que estava sendo profanado, sua cidade Santa, todos só foram lutar pelo Cristianismo, que estava sendo ameaçado, juntamente com sua vida e dignidade! E sim, como prometera o Papa, aqueles que lutassem para que o Cristianismo não acabasse, ganhariam o céu! E acredito que o ganharam!
Este é o tempo que começam a surgir também as Ordens como a dos Mercedários.
Segundo o Pe. José Herculano de Negreiros O.M, em seu livreto: Novena a N. Senhora das Mercês:
“Os cristãos eram capturados e submetidos a trabalhos forçados e à dura escravidão, da qual podiam melhorar ou livrar-se renunciando à fé Católica e abraçando as doutrinas e costumes muçulmanos. Infelizmente, muitos, ante a impossibilidade de agüentar uma vida tão ignominiosa, terminavam fazendo a vil troca de Cristo e sua Igreja por Maomé e seus costumes.”
Foi devido a esse tipo de situação que surgiu a Ordem dos Mercedários, para o resgate dos cristãos escravos.
Segundo o mesmo padre:
“Os maometanos saíam da península Ibérica onde também dominavam para ir aos mares da Itália e França assaltar embarcações, roubar, matar e levar para o cativeiro no norte da África os homens, mulheres e crianças que encontravam.”
A História registra também o surgimento de uma outra Ordem, Ordem dos Hospitalários segundo o Historiador George Tates, especialista em Oriente dos séculos III ao XII D.C e professor na Universidade de Versailles, esta surge para cuidar dos doentes e peregrinos, que se encontravam próximos a Igreja do Santo Sepulcro em por volta de 1070, esta Ordem de caridade acabou se transformando em Ordem militar, para proteger peregrinos dos sarracenos, aos monges de tal Ordem também foram dados numerosas fortalezas no Condado de Trípoli, e a eles cabia a defesa das mesmas.
Agora leitor, pense comigo: Se não houvesse necessidade, para quê os monges deixariam suas orações para pegar em armas? Se não houvesse perigo porque fazer fortalezas fortificadas? Será que a Terra Santa era tão segura? De quê tinham medo? Afinal de contas, não afirma a historiografia que a Igreja neste tempo, era a toda poderosa?!
Antes da chegada dos maometanos, todas as casas dos Hospitalários eram conventos, casas de oração, tiveram então, que se adaptar aos novos tempos tão perigosos!
Segundo Tates, surge também a “Cavalaria dos Pobres de Cristo” ou, os Cavaleiros do Templo, como passaram a ser chamados pela população, os Templários, sua função, a proteção dos peregrinos, que seguiam nas estradas que conduziam a Jerusalém e Jericó.
Surge então no cenário uma figura tão criticada nos dias de hoje, São Bernardo, com bases nas opiniões e moralismos atuais, que não leva em conta os tempos difíceis em que este homem viveu.
São Bernardo foi então convocado para animar os cavaleiros de Cristo, afirmando que aqueles que morressem em batalhas o fariam por amor a Cristo, portanto não tivessem medo de matar ou morrer para defender a Terra Santa que pertencia a Cristo. Infelizmente, essa defesa teria que ser feita com armas, pois o inimigo não deixava outra escolha!
Caro leitor, São Bernardo tinha razão!!! Não há como imaginar os cristãos pedindo educadamente para os maometanos irem embora, e vê-los partindo sem reação. Os conflitos existentes entre judeus e palestinos até hoje, e o 11 de setembro, nos mostram que eles são guerreiros, que não desistem fácil daquilo que querem!
É perfeitamente compreensível que os homens da Idade Média pensassem assim, afinal, em toda parte estava o flagelo muçulmano. Porém é interessante ressaltar o seguinte trecho do discurso de São Bernardo, segundo documentação histórica, citada por Jean Richard, in L’ Espirit de croisade, Paris, 1969:
“Contudo não convém matar os pagãos, se for possível encontrar um outro meio de impedi-los de perseguir ou de oprimir os fiéis.”
Outro trecho interessante diz o seguinte:
“Que sejam repelidos para longe da cidade do Senhor, aqueles que contém a iniqüidade, aqueles que se esforçam para roubar as inestimáveis riquezas que Jerusalém reserva ao povo cristão, aqueles que querem profanar lugares santos e se apropriar dos santuários de Deus.”
Percebe-se que no primeiro fragmento exposto, a intenção não era simplesmente matar, como sugerem muitos professores e historiadores desonestos, quando falam dos Cruzados, mas sim, se fosse possível manda-los embora sem conflitos, mas sabemos que isso não ocorria, não havia como evitar a luta.
No segundo fragmento S. Bernardo nos fala de igrejas e lugares santos profanados, porque será que diz isso?
A arqueologia atual tem a resposta, qualquer um que visite Israel em turismo, hoje pode verificar as ruínas desse período. Os guias explicam aos turistas que a partir do ano de 969, começaram as perseguições contra cristãos e judeus, igrejas e sinagogas foram destruídas e o Santuário do Santo Sepulcro também o foi.
Por isso a defesa do legado cristão e da gente cristã era necessária!!!
A partir desta mesma época, com a expansão islâmica, sabe-se que em todos os lugares ocupados pelos muçulmanos, as peregrinações de cristãos tanto a Israel como a outros lugares santos ocupados, foram proibidas, e os cristãos neste lugares, oprimidos pelo novo sistema, que os obrigava à escolher entre conversão forçada ou morte!
Diante desta opção não tinham os cristãos outra opção a não ser lutar!
Quando chegaram às portas de Bizâncio, ficou claro, que a capital, onde existiam tantas relíquias cristãs e Igrejas e centro comercial da Europa deveria sim ser defendida, uma vez que já tinham tomado a cidade cristã de Nicéia, tão cara aos cristãos! Entram em cena os Cruzados!
Saladino “herói” e vencedor, no episódio da tomada de Jerusalém, é retratado no filme hollywoodiano “A Cruzada”, como um homem justo que permitiu que todos os cristãos fossem embora sem sofrer prejuízo. Mas será que ele foi tão bonzinho assim?
Segundo o professor de História francês Damien Carraz, em sua tese intitulada Ordres militaires, croisades et sociétés méridionales. L’ordre du Temple dans la basse vallée du Rhône. 1124-1312. A história não foi bem assim.
Ele cita que cristãos capturados eram em geral executados, embora todos saibam que o costume medieval em guerras, era as trocas de prisioneiros e os resgates.
Após a derrota Cristã de Haittin, em julho de 1187, Saladino mandou decapitar 200 Templários e Hospitalários, e ainda teria dito:
“Quero purificar a terra dessas duas ordens imundas, cujas práticas são sem utilidade, e jamais renunciarão à sua hostilidade e jamais servirão como escravos.”
Ao contrário da imagem que Hollywood quis passar, Saladino não foi tão bonzinho assim e a intenção dele era clara, fazer dos cristãos, escravos, aqueles que para ele não serviam, acabavam mortos!
Sabemos ainda que após Saladino um outro sultão inflingiu grande perseguição aos cristãos e judeus. Ainda hoje o turista ao ir a Israel, pode ver as ruínas de cidades cruzadas, de igrejas e sinagogas destruídas por Baibars I, sultão mameluco que reinou no Egito e na Síria, por volta de 1260 a 1277.
Portanto é muito conveniente para aqueles que não viveram as difuculdades dos cristãos da Idade Média apontar o dedo no rosto daqueles que apenas tentaram defender os seus, e sua religião. O julgamento daquela gente não pertence a nós, que não vivemos e não entendemos os sentimentos, as dificuldades e necessidades deles, e sim a Deus que tudo vê e tudo sabe.
Você que está lendo este texto agora, permitiria que alguém entrasse na sua casa, destruísse todos seus móveis, roubasse seus bens, destruísse sua casa, matasse seus amigos e parentes, levasse seus filhos como escravos e ainda sua esposa e suas filhas para um harém? Se sua resposta for sim, então, caro leitor, pode começar a dormir sem passar trancas nas portas de sua casa, e esperar o ladrão.
Quem de nós numa situação dessas podendo pegar em armas para se defender não o faria?
Fica claro que aos cristãos não restou outra opção, a não ser se organizar e lutar. E se eles não o tivessem feito, você, caro leitor, talvez nem soubesse hoje o que é cristianismo.

Por Deborah Azevedo - Professora de História.

Fonte:
O Oriente das Cruzadas, George Tate, editora Objetiva, 2008.
Discurso de Urbano II pág. 130
Discurso de São Bernardo pág. 146 e 147
Tese do professor Damien Ferraz, Ordres militaires, croisades et sociétés méridionales. L’ordre du Temple dans la basse vallée du Rhône. 1124-1312. Disponível em:
Livreto: Novena a N. Senhora das Mercês, Pe. José Herculano de Negreiros, OM, edições Loyola, págs. 3 e 4.