ÚLTIMAS POSTAGENS
Mostrando postagens com marcador politicamente correto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador politicamente correto. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A vitória da mulher de mentira sobre a mulher de verdade?

1 de fevereiro de 2012

Por Julio Severo no Blog do Julio severo

A mulher de verdade tinha valor no passado? Meu artigo “As mulheres e o futuro da humanidade”, publicado em 2008, mostra o que os homens faziam pelas mulheres:
“No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor, não eram necessárias placas ‘Preferência para mulheres grávidas’. A própria responsabilidade social dos homens impunha respeito e proteção às mulheres — sem placas. Quando um navio afundava, as mulheres tinham direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver”.
Então, vieram as feministas e disseram para as mulheres: “Vocês só são objetos dos homens!” Mas já viu, no momento do afundamento de um navio, um homem colocar todos seus objetos pessoais no bote salva-vidas e dizer: “Primeiro, meus objetos! Perco minha vida, mas salvo meus objetos.”
Mulher de verdade: apenas objeto dos homens no passado?
Os homens faziam questão de abrir a porta para as mulheres e ajudá-las no que fosse possível. Se uma mulher gritasse, “Há um homem no banheiro feminino!”, outros homens viriam e dariam uma surra no sem-vergonha. A proteção à mulher era garantida.
Hoje, um homem pode entrar no banheiro feminino, desde que disfarçado de mulher, e os homens de verdade não podem bater no sem-vergonha. Eles não podem nem mesmo abrir a boca porque o movimento feminista os castrou. Eles têm medo da mulher de verdade e da mulher de mentira, por causa da cobertura estatal sobre ambas.
De forma igual, as mulheres pouco ou nada podem fazer contra um homem disfarçado de mulher no banheiro feminino, pois a mulher de mentira, fortalecida pelo movimento feminista, tem agora prioridade sobre a mulher de verdade.
A mulher de verdade calou-se quando a mulher feminista exigiu a queda e rebaixamento do homem.
Mulher de mentira: agora é minha vez!
Quem falará agora pela mulher de verdade quando a mulher de mentira exigir sua queda e rebaixamento, não só no banheiro, mas também em todas as outras áreas?
“Ah, o Estado poderá nos ajudar! O Estado moderno sempre disse que nos protegeria dos homens!” Isso é verdade — até o aparecimento da mulher de mentira. A vez das mulheres de verdade está indo. O que está vindo agora é a preferência às mulheres de mentira.
O Estado continuará dando preferência para as mulheres em todos os casos envolvendo homens.
Mas nos casos envolvendo homens disfarçados de mulher, as mulheres de verdade levarão a pior. Mesmo quando a mulher de verdade é apenas uma menina de dez anos, a mulher de mentira — um marmanjo sem vergonha — leva a melhor.
Concordo: agora é a vez da mulher de mentira!
Com a igualdade sexual imposta pelo movimento feminista e a castração dos homens, já vimos que quando um barco está afundando, homens e mulheres brigam igualmente pelos botes salva-vidas. Viva a igualdade sexual, não?
E o que foi que aconteceu com a “tradição patriarcal masculina” de se dar preferência para as mulheres e crianças? Esse lugar foi ocupado pela mulher de mentira. Os holofotes agora estão sobre essas mulheres falsificadas (também conhecidas pela sigla LGBT), que têm a preferência da mídia e do governo.
Aliás, mulheres e homens serão obrigados a ceder os botes salva-vidas às mulheres de mentira, sob risco de serem acusados de “homofobia” no próprio afundamento do navio.
Depois, poderão entrar nos botes crianças que foram doutrinadas a adorar o homossexualismo. Depois, as feministas pró-aborto e pró-homossexualismo. Por último, os homens castrados.
Os cristãos e todas as pessoas conservadoras, inclusive mulheres e crianças que se opõem à agenda gay, serão deixados no navio que está afundando.
No passado, as mulheres eram prioridade de salvamento. E hoje, com a moderna “igualdade”, como fica a situação delas?
A cultura feminista/homossexual coloca o homem abaixo da mulher, e a mulher abaixo do homossexual.
Não era melhor a cultura “patriarcal”, onde o homem era cabeça, e na hora do perigo, salvavam-se as mulheres primeiro?
Os homens “patriarcais” davam a vida pelas mulheres.
Quem hoje dará a vida por elas?

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

É nisso que este país está se tornando. A menina, o banheiro e o marmanjo gay

ESCRITO POR JULIO SEVERO | 28 JANEIRO 2012
O jornal Folha de São Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina de apenas dez anos está envolvida.
Uma menina de dez anos entra no banheiro feminino de uma pizzaria e se assusta. Ela volta para sua mãe e cochicha: “Tem um homem lá dentro do banheiro! Ele tá vestido de mulher!”
A mãe não tem dúvida: numa reação natural que qualquer outra mãe teria, reclama para o dono da pizzaria.
O dono, em atenção à mãe e à segurança dela e sua filha, pediu, quase que implorando, para que o homem vestido de mulher não voltasse mais ao banheiro feminino.
Toda a humilhação e imploração do dono de nada valeram. O caso chegou à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que telefonou — não para a mãe e sua filha —, mas para o homossexual, de nome Laerte Coutinho, dizendo que a pizzaria violou a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. A pizzaria será multada e ameaçada por forças governamentais a serviço e seviciadas pelo movimento gay. Laerte está determinado a exigir essa truculência estatal contra a pizzaria, como lição para todas as meninas do Brasil que encontrarem um gay no banheiro das mulheres.
A Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação.
O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro.
Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe.
Mas se a menina tivesse denunciado, “Tem um homem vestido de mulher no banheiro!”, a resposta governamental nunca viria para punir o sem-vergonha. Viria, isso sim, para ameaçar o dono do estabelecimento, a mãe da criança (por ter ensinado “homofobia” para a menina) e para dar uma bronca na menina por deixar sua mãe lhe ensinar “preconceito, discriminação e ódio”.
O governo e a mídia incitam crianças a denunciar os pais, que são os maiores protetores de seus filhos.
Mas o governo e a mídia nunca incitam crianças a denunciar predadores homossexuais. Tudo indica que, na visão governamental e midiática, pais são muito mais perigosos do que esses predadores.
Folha de S. Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina estava envolvida. Nenhum jornalista nem autoridade governamental e muito menos um membro do Conselho Tutelar apareceu para dizer: “Ei, temos de colocar a menina antes do homossexual!” É uma vergonha colossal que o Estado de São Paulo sob o PSDB e a Folha de S. Paulo estejam colocando o homossexual na frente da menina.
Poderia haver perigo com a presença de um homossexual num banheiro feminino com uma menina por perto? Homens homossexuais também ameaçam meninas. Apesar de seu padrão politicamente correto, até mesmo a Globo não deixou de noticiar o caso de dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma menina de 9 anos.
Qualquer caso de uma menina na presença de um homem no banheiro feminino é suficiente para despertar justa indignação em qualquer pessoa normal, especialmente nos pais. Tal indignação só aumenta diante da injustiça de uma imprensa e até governo que tratam com descaso uma menina e sua mãe a fim de prestigiar um marmanjo homossexual.
Casos como esse só tendem a inflamar e incitar a violência contra os homossexuais, porque embora a imprensa e até o governo coloquem homossexuais na frente de uma menina e sua mãe, as pessoas normais sempre defenderão uma menina ameaçada pela presença de marmanjos em banheiros femininos.
Se até nos banheiros masculinos os homens estão enfrentando problemas provocados por homossexuais, por que estender agora essa insegurança aos banheiros das mulheres?
Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição gay — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor da obsessão anti-“homofobia”, os homens olhem e ignorem. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de sexo.
A lei 10.948/2001, que está sendo usada para garantir que o marmanjo gay tenha acesso aos banheiros femininos, é uma insanidade do PSDB. Embora o PLC 122 não tenha sido aprovado como lei federal, o governo estadual do PSDB aprovou uma lei anti-“homofobia” no Estado de São Paulo em 2001. A lei foi criada em resposta à reivindicação de dois homossexuais que estavam se beijando em público e se queixaram de pessoas próximas que se sentiram ofendidas. A lei do PSDB foi criada especificamente para proteger o erotismo homossexual em público.
Como resultado direto dessa lei:
Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.
* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.
* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.
* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.
* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.
Todas essas consequências vieram de uma lei específica para beneficiar dois gays que queriam a liberdade de se beijar em público, na frente de adultos e crianças.
Que tipo de lei farão agora para atender ao marmanjo gay que exige estar com meninas e suas mães nos banheiros femininos?
Enquanto isso, o que uma mãe deverá dizer à sua filha de dez anos que testemunhar um marmanjo gay no banheiro feminino? Ficar em silêncio para não ofender o marmanjo?

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Hora de reagir: O Enem se transformou no maior vestibular do mundo, orientado por critérios ideológicos e gerido por incompetentes



 Fonte: blog Veja do Reinaldo Azevedo


O estudante Michael Cerqueira de Oliveira, bolsista da escola Lourenço Castanho, em São Paulo, que teve a sua nota de Redação alterada de “anulada” para “880 pontos” (de um total de mil), recebeu do MEC os critérios da correção da prova. O ministério se limitou a reproduzir os quesitos que já eram públicos, acrescentando, e isso não se sabia, que cada um deles vale 200 pontos:

1 - Demonstrar domínio da norma culta;
2 - compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo;
3 - Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista;
4 - Demonstrar reconhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação;
5 - Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, demonstrando respeito à diversidade e aos direitos humanos

Muito bem! Mas por que a redação de Michael - um rapaz de família modesta, que só tem bolsa numa escola privada porque excelente aluno - tinha sido anulada? Porque o primeiro corretor escreveu em sua prova: “Fuga ao tema”. O estudante recorreu à Justiça, o texto foi relido, e, como se sabe, ele não só “estava no tema” como deve ter tido um ótimo desempenho em cada um dos itens. Lembremo-nos: a redação vale nada menos de 50% da nota do Enem, o que já é um absurdo! Um erro, ainda que nem tão escandaloso como esse, pode prejudicar terrivelmente a vida dos jovens, que já não sabem, em razão da aplicação da tal Teoria da Resposta ao Item (TRI), por que obtiveram, nos testes, essa ou aquela nota. Hoje, a situação é rigorosamente esta: “Façam a prova; pouco importa se vocês vão acertar ou errar: a nota será sempre uma surpresa…

A cada vez que leio esses cinco itens da correção, sou levado a pensar na miséria moral e intelectual do ensino no país.  Há muito tempo chamo a atenção para o fato de que o Enem convida o aluno a dissertar sobre uma tese previamente definida, sempre com viés de esquerda. Em nenhum país do mundo democrático um exame público serve como filtro para barrar os que não se orientam pela metafísica do poder. Isso está em curso no Brasil, e é uma vergonha que as escolas privadas ainda não tenham botado a boca no trombone. Estão deseducando os estudantes.

Ora, prestemos atenção àquele quinto quesito da correção: “Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, demonstrando respeito à diversidade e aos direitos humanos”. Digam-me: pode haver algo mais subjetivo do que isso? No raiar de 2009, o governo federal lançou, vocês devem se lembrar, o “Plano Nacional (Socialista) dos Direitos Humanos”. Entre outros mimos, havia lá a defesa da descriminação do aborto - lembro que a Declaração Universal dos Direitos do Homem defende a vida… -, a censura à imprensa e a decretação, na prática, do fim da propriedade privada: no caso de uma invasão, um juiz só poderia determinar a reintegração de posse depois de ouvidos invadidos e invasores… Ou seja: o criminoso era considerado parte da solução.
Muito bem! Um aluno que, por qualquer razão, argumentasse contra a invasão de terras - e em defesa, pois, da Constituição - estaria ou não “respeitando os direitos humanos”? Cito um outro exemplo, este ainda mais polêmico: o autor de uma redação que, sei lá, criticasse o casamento gay, evidenciando que o Supremo, ao tomar a decisão que tomou, desrespeitou um artigo da Constituição, estaria indo contra a diversidade?

Notem: estamos lidando com valores. A sociedade brasileira é plural e pluralista. Não cabe ao Estado - ou a qualquer uma de suas franjas - decretar o “certo” e o “errado” no terreno das escolhas individuais, morais. Um estudante que, no curso de uma argumentação qualquer, defendesse, por exemplo, a ação da Polícia Militar de São Paulo na cracolândia estaria, entendo, fazendo a defesa dos direitos humanos dos moradores da região, dos comerciantes honestos e, sim!, dos viciados. Mas será esse o “valor” de quem está corrigindo a prova? Não é preciso ser muito sagaz para perceber que o quesito nº 5 incorpora como critério objetivo de correção de redação a patrulha politicamente correta.

Ouvia outro dia a conversa de alguns adolescentes que já perceberam como toca a música. Todos eles dominam os, como chamarei?, maneirismos ideológicos do Enem e de boa parte dos vestibulares concorridos. Isso quer dizer que já sabem o que podem e o que não podem escrever. Desenvolveram suas técnicas para passar pela vigilância esquerdopata. Fizeram até uma listinha das coisas que devem ser defendidas e das que devem ser criticadas.
- movimentos ‘occupy’ isso e aquilo”: a favor;
- novo Código Florestal: contra;
- energia eólica: a favor;
- hidrelétricas: contra;
- “consumo consciente”: a favor;
- influência americana no mundo: contra;
- Cuba: a favor…

Um gaiato ainda brincou: “Mulher feia: a favor; mulher bonita: contra”! E veio a galhofa da área feminina: “Homem rico: contra; homem pobre e limpinho: a favor”. E caíram na gargalhada.
Todo o “trabalho de conscientização” das esquerdas nos ensinos fundamental e médio tem servido para criar ou um geração de idiotas - os que levam a sério aquela baboseira - ou uma geração de pragmáticos cínicos, que escrevem aquilo que o “examinador” - eventualmente, o professor - quer ler, ainda que sua convicção seja outra. Ora, por que correr riscos?
Não nos damos conta do absurdo daquele quinto quesito. Um examinador não pode jamais ser um juiz das convicções de um candidato a uma vaga na universidade. Ainda agora, como sabemos, arma-se um cerco ideológico contra a correta atuação da Prefeitura e do governo de São Paulo na cracolândia. Segundo os críticos, manter aqueles pobres zumbis nas ruas é uma questão de respeito aos… direitos humanos!!!

O Enem se transformou no maior vestibular do mundo, orientado por critérios ideológicos e gerido por incompetentes. Uma redação “880″ tinha sido “anulada”. Imaginem quantas tolices anuláveis não ganharam 880 só porque repetiram os chavões e clichês do humanismo oficialista…

Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Quando o óbvio não importa mais.

Hoje mais uma vez me divirto com o que faz o movimento gay, torcendo a realidade para que se enquadre em sua agenda.

Em um texto profundamente sentimentalista um rapaz lamenta a morte de mais um gay no Brasil. Mais um crime para entrar para as estatísticas de aproximadamente 200 e poucos gays mortos por ano no Brasil. Estatística inflada, diga-se de passagem, e que não destaca a motivação das mortes colocando todas como crimes por preconceito. Ignorando os 50.000 brasileiros que morrem assassinados todos os anos, tirando os 200 pseudo assassinatos homofóbicos teríamos 49.800 assassinatos de brasileiros e não vemos nenhuma campanha que destaque a necessidade de pararmos com estes outros assassinatos.

Pois bem, no texto, que segue abaixo para quem tiver vontade de lê-lo, o ativista gay destaca a brutalidade e o machismo com que o crime foi executado, destaca também que um outro jovem gay está sendo ameaçado pelo assassino que ainda está foragido.

O crime não deve ser ignorado de forma alguma, pois como ser humano todos, gays ou não, estão amparados pela lei, e esta pessoa deve pagar pela atrocidade que cometeu. Mas quem seria este machista e homofóbico, como o texto quer tratar, que realizou este crime?

É meus amigos, o assassino era o próprio parceiro da vítima, era o namorado do rapaz assassinado. Que machismo motivou um gay a matar outro gay?

Poderíamos perguntar melhor: Quem matou o outro era o “macho” da relação?

O texto é profundamente tendencioso a colocar a culpa de todos os crimes nos homens ou ao menos nos “machos”, que por sua virilidade e brutalidade tendem a tentar dominar o lado ... digamos, mais sensível.

Pura palhaçada.

É só lembrarmos de casos onde mulheres mataram seus companheiros, e não são poucos. Tivemos um nestes dias.

Em resumo é que este será mais um crime colocado na conta dos “machos” e, consequentemente, héteros e também será tratado como crime de homofobia. Se eles, gays, são os assassinos ou as vítimas não importa, tudo será homofobia.

Tudo será usado como propaganda para promover uma falsa impressão de que existe uma sistemática matança de gays no Brasil. Mesmo que para isso tenha que se torcer um assassinato de um gay por outro gay, atribuindo ao assassino o status de “machista”.

O Brasil é o único país onde shows de travestis acontecem em rede nacional em horário nobre e todos da família param pra assistir e ainda opinam sobre quem vai ganhar o concurso de dublagem, é o país onde concursos de travestis acontecem as 3 horas da tarde e a vovó vai assistir junto com o netinho sem a menor preocupação (já dizia o Olavo de Carvalho). Onde esta toda esta homofobia que dizem haver aqui?

Alguma semelhança com os casos dos negros, índios, quilombolas e feministas? Nesta mentalidade eles sempre serão as vítimas, sejam agentes ou passivos na situação.
E, como nos casos acima, tudo será usado para promover a ideia de preconceito, dívida e reparação, intolerância e exclusão. Tudo será torcido para que se adéqüe a realidade inventada nas mentes de ativistas tarados por jogar o peso de suas vontades ao restante da sociedade.

Não é à toa que estes sempre são os programas preparatório dos governos comunistas.

Segue abaixo o texto:

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Lá vem a frota da paz de novo


Turkish_IHH_Peace_activistsExistem e nós vimos as imagens gravadas por Israel. Os soldados são recepcionados no barco com pauladas e facadas humanitárias. Foi bonita de ver a cena em que um soldado é humanitariamente arremessado do convés.
Você se lembra da cineasta e pacifista brasileira/coreana Iara Lee, aquela que dizia ter filmado imagens horripilantes de soldados israelenses dizimando "ativistas humanitários" a bordo do barco da paz que levava "ajuda humanitária" à Faixa de Gaza?

Em maio de 2010, uma "Flotilha da Liberdade" carregada de terroristas, relações públicas de terroristas, amigos de terroristas, inocentes úteis para terroristas, granadas, facas e outros utensílios inócuos partiu em direção à Faixa de Gaza com a desculpa de sempre: estamos levando ajuda humanitária.
A flotilha foi bancada pela organização turca IHH, íntima do Hamas. O Hamas é aquela entidade filantrópica empenhada em matar judeus e destruir Israel.

Considere mais este lance: Israel se ofereceu a receber em seus barcos a tal ajuda humanitária contida na flotilha e transportá-la até a Faixa de Gaza para os seus pretensos destinatários. E aí aconteceu o quê? Os pacifistas rejeitaram a oferta. "Por que terá sido?", indaga o leitor ingênuo.

Israel é um país territorialmente pequeno sob a ameaça constante do terror ao seu redor. Fez o que tinha que fazer: não deixou que empregados do Hamas seguissem viagem sem ter os barcos inspecionados. Armada a tocaia, não restou opção aos soldados israelenses senão abordar os passageiros do barco.

As cenas do massacre alardeado por Iara Lee não apareceram, coisa que surpreende, pois imagens gravadas com equipamento profissional de integrantes das forças armadas de Israel chacinando indefesos discípulos de Gandhi teriam potencial de virar DVD e ser distribuídas ao mundo inteiro, gratuitamente, com o selo ONU de aprovação (nos extras, o doutor Noam Chomsky explicaria por que Israel é um crime contra a humanidade).

Em compensação, existem e nós vimos as imagens gravadas por Israel. Os soldados são recepcionados no barco com pauladas e facadas humanitárias. Foi bonita de ver a cena em que um soldado é humanitariamente arremessado do convés. Fora do alcance da câmera, um outro soldado é espancado e arrastado para um compartimento inferior. Resultado da resistência pacífica: nove estudiosos do budismo mortos, e manchetes e editoriais revoltados com a petulância dos israelenses de atirar em legítima defesa.

Lembro o episódio porque nesta semana ou na próxima outra flotilha partirá em direção à Faixa de Gaza, e seus passageiros novamente alegarão razões muito nobres e etc. e tal. Antecipo as manchetes para o leitor amigo: variações sobre "Israel reprime ativistas humanitários e impede entrega de ajuda humanitária".


Publicado no jornal O Estado.
Bruno Pontes é jornalista - http://brunopontes.blogspot.com
Fonte: Mídia Sem Máscaras