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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Quando o óbvio não importa mais.

Hoje mais uma vez me divirto com o que faz o movimento gay, torcendo a realidade para que se enquadre em sua agenda.

Em um texto profundamente sentimentalista um rapaz lamenta a morte de mais um gay no Brasil. Mais um crime para entrar para as estatísticas de aproximadamente 200 e poucos gays mortos por ano no Brasil. Estatística inflada, diga-se de passagem, e que não destaca a motivação das mortes colocando todas como crimes por preconceito. Ignorando os 50.000 brasileiros que morrem assassinados todos os anos, tirando os 200 pseudo assassinatos homofóbicos teríamos 49.800 assassinatos de brasileiros e não vemos nenhuma campanha que destaque a necessidade de pararmos com estes outros assassinatos.

Pois bem, no texto, que segue abaixo para quem tiver vontade de lê-lo, o ativista gay destaca a brutalidade e o machismo com que o crime foi executado, destaca também que um outro jovem gay está sendo ameaçado pelo assassino que ainda está foragido.

O crime não deve ser ignorado de forma alguma, pois como ser humano todos, gays ou não, estão amparados pela lei, e esta pessoa deve pagar pela atrocidade que cometeu. Mas quem seria este machista e homofóbico, como o texto quer tratar, que realizou este crime?

É meus amigos, o assassino era o próprio parceiro da vítima, era o namorado do rapaz assassinado. Que machismo motivou um gay a matar outro gay?

Poderíamos perguntar melhor: Quem matou o outro era o “macho” da relação?

O texto é profundamente tendencioso a colocar a culpa de todos os crimes nos homens ou ao menos nos “machos”, que por sua virilidade e brutalidade tendem a tentar dominar o lado ... digamos, mais sensível.

Pura palhaçada.

É só lembrarmos de casos onde mulheres mataram seus companheiros, e não são poucos. Tivemos um nestes dias.

Em resumo é que este será mais um crime colocado na conta dos “machos” e, consequentemente, héteros e também será tratado como crime de homofobia. Se eles, gays, são os assassinos ou as vítimas não importa, tudo será homofobia.

Tudo será usado como propaganda para promover uma falsa impressão de que existe uma sistemática matança de gays no Brasil. Mesmo que para isso tenha que se torcer um assassinato de um gay por outro gay, atribuindo ao assassino o status de “machista”.

O Brasil é o único país onde shows de travestis acontecem em rede nacional em horário nobre e todos da família param pra assistir e ainda opinam sobre quem vai ganhar o concurso de dublagem, é o país onde concursos de travestis acontecem as 3 horas da tarde e a vovó vai assistir junto com o netinho sem a menor preocupação (já dizia o Olavo de Carvalho). Onde esta toda esta homofobia que dizem haver aqui?

Alguma semelhança com os casos dos negros, índios, quilombolas e feministas? Nesta mentalidade eles sempre serão as vítimas, sejam agentes ou passivos na situação.
E, como nos casos acima, tudo será usado para promover a ideia de preconceito, dívida e reparação, intolerância e exclusão. Tudo será torcido para que se adéqüe a realidade inventada nas mentes de ativistas tarados por jogar o peso de suas vontades ao restante da sociedade.

Não é à toa que estes sempre são os programas preparatório dos governos comunistas.

Segue abaixo o texto:

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terça-feira, 2 de agosto de 2011

O Fedor da verdade na Noruega.

Pessoas mais próximas a mim puderam conversar comigo a respeito do atentado em Oslo na Noruega e são testemunha de que eu achei tudo muito estranho e nebuloso desde o princípio.
Um ataque completamente sem sentido e propósito, sem dizer nefasto e desumano. Não é um padrão comportamental da Direita. Nunca foi.
Como sabemos bem, tendo Lenin como exemplo, marxistas e orgãos ilãmicos, atribuiram aos cristãos e judeus a responsabilidade do ataque ao melhor estilo "Acuse-os do que fazemos. Xingue-os do que somos."
 Com uma rapidez ímpar a mídia mundial em total consonância com estes grupos imputaram aos cristãos, sionistas e conservadores a autoria deste pútrefo episódio. 
Até mesmo o Hamas, quem diria, manifestou-se contrário ao atentado, profundamente entristecido e bestificado com o ocorrido.
Cada qual atribuiu o ataque a seus inimigos, os Terroristas do Hamas aos Judeus e os marxistas aos cristãos conservadores.
Vários políticos de Direita foram acusados de incutir estas ideias no terrorista norueguês, Mas tudo que é podre não demora a feder e a mostrar de onde vem. Leia abaixo:


Fonte: Mídia Sem Máscaras por Olavo de Carvalho.


Breivik esteve várias vezes na Belorússia, aí recebendo treinamento terrorista da seção local da FSB.
A facilidade com que o comentário político se deleita em miudezas, deixando de lado o essencial, impõe a quem compreende a gravidade do fenômeno a obrigação de avisar ao distinto público que aquilo que hoje lhe vendem como jornalismo é na verdade um produto novo e distinto, com finalidade inversa à daquilo que uma geração atrás se consumia sob essa denominação.
A palavra "notícia" vem do verbo "notar", que quer dizer captar, apreender, perceber. Quando as notícias que você recebe de vários canais vêm com conteúdo uniforme e num tom acachapantemente idêntico, é claro que elas não expressam a percepção humana, variada e individualizada por natureza, e sim um trabalho de engenharia, um molde prévio imposto aos fatos, não para refleti-los e sim para substituí-los. O caso dos atentados em Oslo é exemplar, sob esse aspecto. Informações flagrantemente erradas disseminaram-se pelo mundo em poucos minutos, num tom de certezas universalmente reconhecidas, ao passo que seus desmentidos só vieram aparecendo aos poucos, um aqui, outro ali, sem força de rechaçar a massa homogênea de falsidades que, como a "bolha assassina" do famoso thriller, já havia engolido multidões inteiras. Atentados terroristas, convém repetir, nunca são a finalidade de si mesmos. Estão sempre inseridos em alguma estratégia geral que, por meios políticos e midiáticos incruentos, prepara o seu advento e colhe (ou produz) os seus resultados. A destruição física deve ser precedida e seguida de empreendimentos de demolição moral ou chantagem política que transfigurem a mera carnificina em vantagem política concreta.
Só para dar dois exemplos clássicos, o 11 de setembro apoiou-se numa década inteira de propaganda anti-americana crescente e em seguida conseguiu inverter a impressão inicial de horror ao terrorismo, transformando-a numa onda mundial de ódio aos EUA (v. http://www.olavodecarvalho.org/traducoes/ terrorism2.htm); na Espanha, menos de 24 horas depois do atentado de 2004 já estava nas ruas uma gigantesca manifestação popular, não contra os terroristas, mas contra... o governo conservador do primeiro-ministro Aznar (v.http://www.olavodecarvalho.org/semana/040325jt.htm).
Mas nem precisaríamos ir tão longe: no Brasil, entre 1964 e 1988, cada bomba, cada roubo de armas, cada sequestro foi seguido de intensa propaganda baseada no slogan de que a culpa desses crimes não era de seus autores, e sim do governo que combatiam. A lenda dos "jovens idealistas em luta contra a tirania" veio
a render seus frutos com o retorno maciço dos comunistas ao país e sua irresistível ascensão ao poder (http://www.olavodecarvalho.org/semana/110428dc.html). Cito os meus artigos anteriores para enfatizar a continuidade das análises que venho fazendo, capítulos aliás de um estudo de muitos anos sobre o fenômeno da mentalidade revolucionária.
Ora, no caso norueguês a única campanha de propaganda que se observou foi voltada contra o próprio terrorista, mas associando-o a evidentes bodes expiatórios, os sionistas e os cristãos conservadores. A regra áurea, na análise de atentados terroristas, é: veja contra quem vai a campanha que se segue,
e entenda que a autoria do crime vem necessariamente da direção oposta.
O próprio Anders Behring Breivik deu-nos uma indicação preciosa ao declarar, no seu Manifesto, que não era um cristão, mas apenas um darwiniano persuadido de que a civilização cristã Ocidental era evolutivamente superior às outras. Isso não apenas desmentia a versão oficial da "grande mídia", mas alinhava decididamente Breivik no padrão ideológico da Nouvelle Droite Francesa, materialista e evolucionista, chefiada por Alain de Benoist.
E outra coisa que os iluminados comentaristas políticos não sabem é que a Nouvelle Droite é uma aliada incondicional... do "projeto Eurasiano" de Alexandre Duguin e Vladimir Putin!
Baseado nessa informação, anunciei no meu programa True Outspeak, de 27 de julho último, que, por trás de
todas tentativas perversas de inculpar sionistas e cristãos, a verdade não tardaria em aparecer ostentando na testa um rótulo de três letras: K,G,B, ou, em versão modificada pela enésima vez, F,S,B.
Não tardou nem 48 horas: sexta-feira, 29, recebi da minha amiga romena Anca Cernea esta notícia da agência russa RiaNovosti: Breivik esteve várias vezes na Belorússia, aí recebendo treinamento terrorista da seção local da FSB (v.http://en.rian.ru/world/ 20110728/165436665.html).
É verdade que aí ele teve também contato com um "extremista de direita", Viacheslav Datsik, mas Datsik, preso na Noruega por contrabando de armas, acabou confessando que trabalhava para a FSB.
Para tornar as coisas ainda mais claras, Breivik, no seu Manifesto (v. http://www.asianews.it/news-en/Russia-as-the-mass-murderer%E2%80%99s-political-model-22193.html) declara
que o alvo ideal de sua luta seria substituir a estrutura política europeia, que ele qualifica de "disfuncional", por um modelo de democracia autoritária "similar à da Rússia" (sic).
E, de quebra, faz os maiores louvores a Vladimir Putin.
Completando o quadro, o interesse russo em desestabilizar o governo norueguês é o mais óbvio possível: a Noruega é o único concorrente da Rússia no fornecimento de gás ao continente europeu - quer dizer, o único obstáculo que se opõe ao sonho de Vladimir Putin, de um dia colocar a Europa de joelhos mediante a simples ameaça de fechar a torneira.

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Sem mais...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

HEREGE ! DOM TOMÁS BALDUÍNO DENUNCIA CONSTRUÇÃO DE CATEDRAIS "SUNTUOSAS"

Em carta aberta aos bispos da Igreja Católica, o bispo Dom Tomás Bulduíno critica a construção de catedrais suntuosas. De acordo com o bispo, as comunidades precisam de belos, dignos e venerados para se reunirem e terem seu culto. Entretanto, "o templo é símbolo da comunidade e não o instrumento do poder clerical ou episcopal, construído nos mesmos critérios dos templos que antigamente legitimavam o domínio dos poderosos do mundo."

Leia a íntegra da carta.



Goiânia, GO, 18 de julho de 2008.

Queridos Irmãos no episcopado, do Regional Centro-Oeste,
A paz do Senhor esteja com vocês!

Peço-lhes licença para colocar aqui umas reflexões que venho tendo com outros colegas, inclusive dando a forma de carta. Trata-se da concepção de igreja e, de modo especial, de igreja catedral. Fui motivado sobretudo pelo fato da catedral de Goiânia ter de se mudar para uma obra que ficará próxima do atual Paço municipal, em terreno doado por Lourival Lousa, dono do Flamboyant, porém do outro lado da rodovia 153, em local de acesso difícil e distante do povão. Será então uma catedral tipo monumento moderno, atualizado, tudo bem planejado, de concepção semelhante à de Brasília, a mesma que vai se reproduzir futuramente também em Palmas. Enquanto isso, por exemplo, as chamadas catedrais da Igreja Universal do Reino de Deus, que não deixam de ser também portentosas construções, ficam bem perto do povo e se enchem de gente. O que pensar, então, a respeito de nossas igrejas? Isso também faz parte da nossa responsabilidade pastoral.Digite aqui o resto do post
1. O sacramento do Templo na Bíblia

O Senhor nos deu um ensinamento bem preciso e nos evangelizou sobre o templo. Enquanto as nações vizinhas do Povo de Israel tinham todas seu templo, os profetas do Senhor diziam que Deus não quer templo. Deus quer acampar com seu povo nômade. Construir um templo seria traição desse caminhar de Deus com seu povo. Até mesmo quando o rei Davi quis levantar um templo, o Senhor mandou o profeta Natan lhe dizer: "Desde que Deus tirou o seu povo do Egito, sempre morou em tenda e nunca pediu templo". (2 Sm 7,7).
Segundo Isaías (Is 66,1), Deus é aquele que o universo inteiro não pode conter. Tem o céu por seu trono e a terra como escabelo de seus pés. Como pode morar em uma casa edificada pelo homem? O problema é que, de fato, desde o começo, até hoje, o templo tem servido de legitimação do poder dos reis e dos donos do poder. Não é, pois, de graça que o rei e os poderosos dão todo apoio econômico à sua construção suntuosa e em lugar privilegiado. Por isso, os profetas sempre criticaram o templo e pediram que a fé se libertasse e fosse para além do templo.
Alguns profetas, como Isaias e Jeremias, tiveram que assumir o templo como um fato consumado, mas tiraram partido dele como lugar do ensino da Palavra, não como lugar de sacrifício. E Jesus retomou esta tradição profética. Na hora da sua prisão declarou aos seus algozes: "Todos os dias eu ensinava no templo e não me prendestes". (Mc 14,49). O templo, com efeito, não era tradicionalmente lugar de ensino, mas sim de sacrifício. Fazer daquele lugar um lugar de profecia foi um ato crítico e subversivo.
Depois do exílio da Babilônia, os judeus fiéis se reuniam em sinagogas (casas da comunidade). Começou, então, uma tensão entre o judaísmo da sinagoga (baseado na Palavra) e o judaísmo do templo (baseado nos sacrifícios e no culto). O Cristianismo surgiu no meio do judaísmo das sinagogas e não no do templo. As reuniões dos primeiros cristãos, que marcaram a liturgia até hoje, seguiram o esquema da sinagoga, não do templo. Das sinagogas para as casas. E, de casa em casa, o Evangelho foi irradiando.
Na cena da limpeza do templo o zelo vigoroso demonstrado por Jesus não foi em defesa daquela obra feita pela mão do homem. "Ele se referia ao templo do seu corpo" (Jo 2,21) e também à morada de Deus, isto é "àquele que o ama e cumpre sua palavra" (Jo 14,23) e sobretudo ao faminto, ao sedento, ao migrante, ao nu, ao doente, ao preso, às vítimas da opressão e da exploração. (Cf. Mt 23). Jesus se proclama maior do que o templo (Mt 12,6). Ele veio construir um templo não feito por mão humana (Mc 14,58). Ao celebrar sua oblação perfeita ao Pai Ele optou por fazê-la fora do templo e fora da cidade. O templo novo é o seu corpo ressuscitado (Jo 2,20). No Apocalipse, quando é anunciada a nova Jerusalém, o autor insiste que ela não tem mais templo porque o próprio Deus é o seu templo (Ap 21,22).

2. Templos e catedrais na história da Igreja
Há um paradoxo e uma contradição no fato dos judeus, para os quais o templo se tinha tornado o sacramento da presença divina, não terem querido reconstruir o templo depois de sua destruição no ano 70, enquanto os cristãos, que receberam tantas advertências de Jesus, multiplicaram os lugares de culto.
À medida que a Igreja se incorporou ao Império e se tornou uma Igreja Cristandade, ocupou os antigos templos pagãos e os transformou em templos da nova religião oficial que era a Igreja cristã. Da Idade Média até os nossos dias, as catedrais, construídas nas praças centrais e ao lado do poder político se tornaram símbolos de uma Igreja que o Concílio Vaticano II procurou superar. Segundo a Lúmen Gentium, "Assim como o Cristo consumou a obra da redenção na pobreza e na perseguição, assim a Igreja é chamada a seguir o mesmo caminho. Cristo foi enviado pelo Pai para ‘evangelizar os pobres, sanar os contritos de coração' (Lc 4,18), semelhantemente a Igreja cerca de amor todos os afligidos pela fraqueza humana, reconhece mesmo nos pobres e sofredores a imagem do seu Fundador pobre e sofredor" (LG nº 8). Dom Hélder Câmara, por exemplo, fiel a este novo espírito, foi na direção da periferia. Escolheu "a igreja das fronteiras" e fez das comunidades de periferia o lugar da cátedra do pastor. Dom Paulo Evaristo Arns, em 1973, vendeu o palácio episcopal e com o dinheiro construiu inúmeros centros comunitários na periferia de São Paulo, onde as Comunidades Eclesiais de Base passaram a se reunir para círculos bíblicos, celebrações da Palavra e da vida e lutar pelos direitos humanos. Mesmo em plena Cristandade, pastores como João Crisóstomo, Basílio e, no Ocidente, Ambrósio e Agostinho insistem que o verdadeiro templo de Deus e a glória da Igreja são os pobres. E João Crisóstomo fazia os pobres sentarem em sua cátedra na Igreja de Constantinopla.
A celebração dos sacramentos polarizada pelo altar, assim como a devoção e o culto dos santos polarizados pelo santuário, tornaram-se, durante séculos, a marca característica das igrejas católicas, infelizmente esvaziadas da Palavra. Inversamente, as igrejas da Reforma protestante deram um lugar primordial ao púlpito e à Bíblia, lida e assumida, com muito empenho, por todos os membros da comunidade. Foi o Concílio Vaticano II que, através das Constituições Dei Verbum e Sacrosanctum Concilium, restabeleceu o equilíbrio original entre o altar e o púlpito, valorizando a Palavra, que passou a integrar as celebrações dos sacramentos e readquiriu o lugar que ela tinha na vida da primitiva Igreja dos Apóstolos e dos mártires. Na construção das novas igrejas começaram até a aparecer soluções arquitetônicas criativas preocupadas em garantir a boa acústica, que favoreça a audição clara, para todos os participantes, de tudo o que é proclamado na liturgia.
As comunidades precisam sim de lugares para se reunirem e terem seu culto. Elas gostam que estes lugares sejam belos, dignos e venerados. Entretanto, é importante esclarecer que o templo é símbolo e sacramento da comunidade viva e deve ser o lugar da comunidade e não o instrumento do poder clerical ou episcopal, construído nos mesmos critérios dos templos que antigamente legitimavam o domínio dos poderosos do mundo.
"Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro (Mamon)", disse Jesus. (Mt 6,24). O termo "servir" refere-se ao culto e o nome "Dinheiro" é sinônimo de "Mamon", o ídolo. O povo de Deus, povo sacerdotal, ao mesmo tempo que no templo ou fora do templo, isto é, na vida prática, cultua o Senhor, deve ser uma clara denúncia da monstruosa idolatria que domina no mundo. Em l989, para preparar a conferência do Conselho Mundial de Igrejas sobre "Justiça, Paz e Defesa da Criação", Ulrich Ducrow escrevia: "Quando vemos os mecanismos de um sistema econômico que, ano após ano, cria milhões de vítimas da fome e milhões de desempregados, quando vemos as florestas morrerem para permitir o lucro das empresas e vemos as superpotências continuarem a louca corrida armamentista, devemos admitir que estamos diante de um monstro demoníaco. De fato, os capítulos 13 a 18 do Apocalipse, com a sua descrição da Fera que sobe do abismo, são ainda a melhor descrição do atual sistema econômico, político e de seus meios de comunicação". Pois bem, esta terrível idolatria tem seus "Templos". Os bancos centrais superam em visibilidade arquitetônica qualquer catedral de qualquer parte do mundo. Eles são Templos. Têm seus sacerdotes, seu santo dos santos, seus sacrários de segurança máxima, acessíveis a poucos e onde guardam seu deus. Vamos nos contrapor a isso usando os mesmos critérios de grandiosidade e de poder ou seguiremos os caminhos da pequenez e do não-poder apontados por Jesus como força imbatível na construção do Reino de Deus?
Eram estas reflexões, Irmãos, que queria lhes comunicar, com simplicidade, na certeza de que podem surtir algum efeito prático. Do meu lado fico à disposição de vocês para qualquer reação a isto que não deixa de ser uma fraterna provocação.

Saúdo-os com fraterna amizade no Senhor Jesus, nosso Templo vivo.

Dom Tomás Balduino

Bispo emérito de Goiás

dombalduino@cptnacional.org.br

fonte:http://www.cebi.org.br/noticia.php?secaoId=1¬iciaId=2144

COMENTO: Nosso "querido" bispo, mais uma vez perde a oportunidade de ficar calado, deveria utilizar o pouco tempo que resta de vida para pedir perdão a Deus pelos desfavores que prestou a Igreja e quantas vezes ensinou o erro aos seus filhos, a Igreja não precisa desse tipo de pastor, será que ele esquece que é sempre o melhor para Deus? O "povão" ao qual ele se refere não é digno de uma bela Igreja? ou será que o dinheiro da construção da Igreja deveria ser dividido entre os bandidos do MST, ou "partilhado" com os irmãos da CPT da qual ele tanto defende ? Será que ao menos uma vez na cabeça desse senil episcopo passou o sentimento de estar em desacordo com a Intituição que ele jurou fidelidade e obediência? Mais o que esperar de um senhor que concordou com o pseudoBispo Lugo assumiu os seus filhos bastardos? Que Deus tenha misericórdia de Dom Tomás e que o mesmo se arrependa antes da morte, pq se ele morrer nao haverá ninguem para rezar pela alma dele porque os irmãos da CPT não acreditam no poder da oração, somente no poder da enxada no chão.