ÚLTIMAS POSTAGENS

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A besteira do ''Estado laico".


Quem nunca ouviu a expressão "o estado é laico"?
Mas quem realmente a entende?

Então vamos pensar um pouco a respeito.
A idéia de um estado laico tem uma razão de ser e não é simples aversão ao religioso, como se Estado e Religião fossem água e óleo. Dando um exemplo sobre a construção do Estado democrático norte americano podemos ver a preocupação e a necessidade da construção imaginária de um Estado laico, pois existindo várias vertentes religiosas cristãs que contribuíram para a formação da sociedade americana, todas, logicamente, exigiam seus direitos de acordo com suas próprias convicções. Desta forma se o Estado defendesse religiosamente uma vertente, logo teria que combaterem as outras. Isso tornaria o Estado incapaz de preservar os direitos de todos.
A Idéia de um Estado laico se dá quando as instituições e organismos que compões o Estado não desfavoreçam outras religiões simplesmente por não se enquadrarem em religião A ou B. É ai que está à confusão.
Muitas pessoas julgam que um Estado laico é aquele que despreza qualquer religião e não pode com ela ter nenhuma representação e com isso deve banir de todas as suas estruturas qualquer vestígio religioso. Isso é uma enorme besteira.
Primeiramente devemos definir o que e o Estado (Governo).
O Estado (Governo) é um conjunto de instituições e representações (Algumas eleitas pelo povo outras não) que tem a função de fazer a sociedade funcionar, garantido a execução de uma série de regras e normas e com isso presta serviços importantes para o bem comum.
Mas de onde são tirados estes representantes?
Da própria sociedade, certamente. Não são alienígenas.
Portanto estas instituições e representações devem transparecer a própria sociedade e não formá-la ou moldá-la.
Nesta lógica percebemos que o estado deve sim ser laico, mas não laicista, pois a sociedade é composta de cidadãos religiosos em sua maioria. Sempre.
Não existe uma só nação que não tenha a maioria religiosa, pois foram justamente às religiões as responsáveis por lançar os fundamentos de todas as civilizações, tornando possível sua existência.
Olhando desta forma percebe-se ai o erro.
Como pode o Estado (como no exemplo brasileiro, que é um país cristão de maioria católica) tentar tirar de sua raiz cultural e institucional toda a marca do cristianismo?
Um exemplo disso é do caso do Capitão Bombeiro Militar José Natalino de Camargo que, com a desculpa de que o Estado é laico mandou retirar todos os crucifixos dos quartéis sob sua responsabilidade (lembre-se que este é apenas um recente exemplo, e muitos outros estão por ai). O que isso quer dizer?
O Estado, pela lógica, deve ter influencias da sociedade, pois é composta dela própria e é evidente que o contrário nunca pode acontecer.
O Estado não pode influenciar o comportamento da sociedade, pois se transforma, imediatamente, em um Estado totalitário.
A idéia de Estado democrático de representação é justamente que seja um governo onde as idéias sejam votadas e a maioria vença, Lógico que deve ser garantido direitos de existência das minorais, desde que estes direitos não sobreponham ao direito da maioria de tal forma que sejam como superpoderes para o controle do restante da sociedade.
No entanto, nos últimos tempos, o estado (entendam estado neste caso como representantes políticos da situação e autoridades representativas do estado diversas) tem tentado moldar toda a sociedade conforme sua própria ideologia. Isso se chama totalitarismo. Onde poucos detêm o poder para controlar a muitos.
Gostem ou não, a nossa sociedade está banhada, até as raízes, da cultura Católica e ela ainda é a religião majoritária do País. Não só isso, ela foi construtora de boa parte, através das ações dos Jesuítas. Posteriormente, fugidos de Portugal, a família Real portuguesa fixou-se aqui.
Então pensem:
Como pode um Estado de raízes católicas e de maioria católica rechaçar a cultura de sua própria sociedade?
Traduzindo:
Como pode a sociedade brasileira aceitar que alguns representantes, ideologicamente movidos, consigam tirar dela o que a ela é valioso?
Isso serve para este caso dos crucifixos, mas também serve para outras situações, como é a situação das leis que favorecem os homossexuais em detrimento de toda a maioria.
O Homossexualismo é, até o momento, apenas uma preferência sexual e como tal não é o suficiente para dar direitos particulares a seus praticantes e não é sacrossanto que não possa ser criticado. Devemos respeito aos homossexuais? Sim, como a qualquer outro ser humano, seja ele católico, ateu, islâmico, budista e etc. Todos têm o direito de ser respeitados. Não merecemos respeitos pelo que somos (ideologicamente ou religiosamente falando), mas pelo que somos realmente (seres humanos).
Com isso levanto uma reflexão para o que o Estado têm nos imposto, quando percebe-se claramente que a maioria da sociedade não o quer.
Estado laico? Sim.
Laicista? Não.
O Estado deve refletir a vontade da maioria da sociedade e não a vontade da ideologia-partidária ou pessoal do representante eleito, concursado ou indicado.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mídia mundial e a enganação como ferramenta de trabalho.

    

   Sem sombra de dúvidas as distorções e mentiras sobre o pronunciamento do Papa ao reporte alemão Peter Seewald revela o espírito da mídia mundial a respeito igreja. Este acontecimento demonstra não só o desrespeito pela fé católica, mas o desrespeito a verdade (que deveriam prezar) e a vontade de que Ela (Igreja) se renda aos anseios delirantes desta (mídia), como se a Igreja fosse uma enorme pedra no sapato da alma humana. O que não deixa de ser, pois, como disse o próprio Papa no mesmo pronunciamento que a mídia faz questão de não divulgar na integra e distorce o significado para que pareça concordante com seus próprios interesses, precisamos chegar à consciência "de que nem tudo está permitido e de que não se pode fazer tudo o que se quer.” (Bento XVI ao reporte Peter Seewald dobre a camisinha). O clero e os leigos católicos deveriam se pronunciar severamente sobre esta tentativa de ludibriar o fiel católico a cerca de sua própria doutrina. Levá-los ao tribunal não é má idéia.
    Hoje pela manhã o Jornal do SBT mais uma vez afirmou categoricamente que o Papa Bento XVI liberou o uso da camisinha.
Se isso não é enganar o telespectador eu não sei mais o que é. E independente de que, você leitor, concorde, discorde, acredite ou rejeite a fé e a doutrina católica (isso é uma escolha pessoal de cada um), todos deveríamos exigir a verdade de quaisquer veículos de notícias e não engolir mentiras deste naipe.

     Isto é muito sério. Eles nos (des) informam com aquilo que queriam que fosse e não com o que realmente é. Deformam-nos com suas fantasias e não com realidade.

     Com toda essa discussão sobre uma imprensa livre, nestes últimos meses, percebemos que ela já não é livre há muito tempo, pois está presa a uma ideologia anticristã que mente sistematicamente, constroem verdades (sabemos que a verdade não podem ser construída, apenas observada e constatada), criam e distorcem diálogos e ninguém toma alguma atitude.

     E parte do clero da Igreja Católica leva culpa nisso justamente, pois não toma as atitudes cabíveis, não processa os enganadores e não exige o direito de resposta que deveria lhe ser garantido.
     Com isso Ela acaba deixando muitos católicos a mercê destes enganadores e, infelizmente, alguns deles se escondem dentro do próprio clero.

     Alguma atitude concreta precisa ser tomada, pois não somos ovelhas sem pastor e o repórter precisa ter liberdade, mas também responsabilidade sobre o que escreve.
Se um pronunciamento tão simples se torna uma bandeira contra a doutrina católica de sempre, graças a distorções e frases retiradas de seu contexto, tente então imaginar o prejuízo que semelhantes acontecimentos causaram e causam, há séculos, a construção moral do fiel católico.
     Seguindo desta forma, não é a toa que a Igreja tem enormes dificuldades para prosseguir sua missão de evangelizar no mundo de hoje.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O Papa Bento XVI NÃO liberou o uso de preservativos.

 
Fonte: Blog do Marcelo Maia.

As grandes mídias mundiais e até parte do clero estão vinculando a “noticia” que o Papa Bento XVI teria liberado o uso de preservativos como a camisinha para prostitutas. Essas Notícias são mentirosas e são baseadas em Trechos do livro, que tem como título “Luz do Mundo: O Papa, a Igreja e os Sinais do Tempo”, que é baseado em 20 horas de entrevistas conduzidas pelo jornalista alemão “Peter Seewald”.
Veja algumas manchetes absurdas que circularam nos jornais de hoje:

G1 – Uso de preservativo pode ser justificado, diz Papa (Líder cita uso na prostituição como possível ‘passo para moralização’);

Folha.com – Papa Bento 16 defende uso da camisinha em casos de prostituição

As matérias chegam ao absurdo de dizer que o Papa DEFENDE o uso de camisinhas

A VERDADE:
O Papa Bento XVI em sua entrevista diz que a relação sexual com preservativos perde a expressão de amor que ela deve ter e é considerada uma espécie de droga e banaliza a sexualidade humana. Ele completa ainda que é necessário um grande esforço no sentido de VALORIZARMOS os corretos sentidos da sexualidade humana que é o Amor e a procriação conforme nos diz a Palavra de Deus:
“Crescei, disse ele, e multiplicai-vos” (Gn 1, 28)
Em casos de prostituição, onde não existe nenhum valor moral na relação sexual, onde a relação deixa de ser uma relação sexual humana (ou seja dentro do plano de Deus) o Papa diz que a utilização do preservativo PODE ser UM PASSO para desenvolver de novo a consciência do real valor da sexualidade humana. PODE SER UM PASSO para que essa pessoas compreendam que ELAS NÃO PODEM FAZER TUDO O QUE SE QUER!
Veja a integra do que disse Bento XVI sobre o assunto:
“Concentrar-se só no preservativo quer dizer banalizar a sexualidade e esta banalização representa precisamente o motivo pelo qual muitas pessoas já não veem na sexualidade a expressão de seu amor, mas só uma espécie de droga, que se fornecem por sua conta. Por este motivo, também a luta contra a banalização da sexualidade forma parte do grande esforço para que a sexualidade seja valorizada positivamente e possa exercer seu efeito positivo no ser humano em sua totalidade. Pode haver casos justificados singulares, por exemplo, quando uma prostituta utiliza um preservativo, e este pode ser o primeiro passo para uma moralização, um primeiro ato de responsabilidade para desenvolver de novo a consciência sobre o fato de que nem tudo está permitido e de que não se pode fazer tudo o que se quer. No entanto, este não é o verdadeiro modo para vencer a infecção do HIV. É verdadeiramente necessária uma humanização da sexualidade.”
O Texto esta muito claro . Em nenhum momento ele liberou o uso ou muito menos incentivou o uso de preservativos. Ele esta dizendo que em casos extremos onde a relação sexual não tem nenhuma das sua finalidades (Unitiva e procriativa), mas tem uma finalidade financeira, nesses casos onde a relação sexual não tem nenhuma moral e está totalmente desviada e desumanizada, a utilização de preservativos seria considerado como um passo para um dia essas pessoas possam ENTENDER que NÃO EXISTE “SEXO SEM COMPROMISSO”, que não pode ser feito de qualquer maneira ate um dia santificarem a sua sexualidade.
O Papa não iria contra o seu próprio discurso em viagem aos Camarões e Angola de 2009:
“Não se pode superar o HIV com a distribuição de preservativos: ao contrário, aumentam o problema.” (viagem apostólica do Santo Padre Bento XVI aos Camarões e Angola -17-23 de março de 2009) [1]
O Vaticano já se pronunciou contra essas falsas notícias dizendo:
“O Papa considera uma situação excepcional em que o exercício da sexualidade representa um verdadeiro risco para a vida do outro. Nesse caso, o Papa não justifica moralmente o exercício desordenado da sexualidade, mas considera que a utilização do preservativo para diminuir o perigo de contágio é ‘um primeiro ato de responsabilidade’, ‘um primeiro passo para o caminho para uma sexualidade mais humana’, em lugar de não utilizá-lo, colocando em risco a vida de outra pessoa”. [2]
Deus Abençoe nossas Famílias
Marcelo Maia
Sempre em busca da Verdade