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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Aprenda a ser um anti-Fedeli em 10 passos básicos!

1º Passo: Fedeli é cismático! ( por Rafael Vitola)
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Fedeli é o Boff às avessas. Se um é herege, o outro é cismático. E assim, como Boff insiste em dizer que não é herege, Fedeli teima em dizer que não é cismático.
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Que entrevistem um católico de verdade, defensor do Magistério Vivo da Igreja!
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Já o fizeram com D. Odilo, e foi uma entrevista muito boa, muito educada da parte dele, sempre reagindo com ponderação e dando tapa de luva na cara do Fernando Mitre.
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=55975&tid=2525682946075128835&kw=Fedeli
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2º Passo: Fedeli é louco da cabeça e doente dos pés! (por Lucas Cardoso Santos)
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Como alguém disse logo no comecinho, para não misturar achismo com os fatos, vou separar as coisas.
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O que eu sei do site é: já enviei diversas cartas ao Prof. Fedeli, com diversos pseudônimos, abordando diversos assuntos, e pude constatar o seguinte:
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a) Se o tema é fácil de ser ratificado ou condenado, eles respondem o seu e-mail e o publicam no site. Verdade ou mentira, ninguém consegue contra-argumentar com eles pois todos já têm a resposta na ponta da língua. É o caso de desmerecer totalmente o conteúdo do CVII, com aquela ladainha toda que o concílio é pastoral, etc.
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b) Se o tema é um pouco mais difícil de ser tratado, eles respondem ao seu e-mail, mas não o publicam no site. Pois quem tivesse um pouco mais de conhecimento poderia facilmente descobrir os erros que eles escrevem em suas respostas. Porém, para que o leitor acredite neles, eles respondem baseado no nível de conhecimento que o leitor aparenta ter.
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c) Se o tema é inquestionável da forma como eles gostariam, eles simplesmente não respondem e nem publicam a sua carta.
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Isso é o que eu sei.
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3º Passo: acredite em fontes confiáveis ( por Lucas Santos)
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O que fontes confiáveis me disseram é:
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O Prof. Fedeli é completamente louco (no sentido literal, e não pejorativo). Age de uma forma no site, mas seu fanatismo vai muito mais além do que consta lá. E esse fanatismo não pode ser encarado apenas como uma interpretação errônea da Igreja, mas muito provavelmente ele as faz de má fé.
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Segundo Fedeli, vivemos numa época de apostasia total, pois com a "Missa Nova" todos os ritos são inválidos, bem como a ordenação dos novos sacerdotes. Assim, com a morte de praticamente todos os sacerdotes que celebravam o rito tridentino, nenhuma Missa é mais válida. Não apenas é ilícita, mas inválida.
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Sei de acusações gravíssimas que o Fedeli fez a respeito do Papa João Paulo II, coisas verdadeiramente escandalosas, que não posso revelar aqui por minha própria segurança. Sei também de atos de vandalismo nos quais ele e seus seguidores estariam envolvidos. Também não posso dar maiores detalhes.
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Isso é o que fontes confiáveis me disseram.
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4º passo: cite novamente suas fontes confiáveis ( por Lucas Santos)
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Esse site Montfort é herético. 90% do que está lá é tendencioso, para desmerecer o Concílio Vaticano II. A visão de modernismo, ecumenismo, liberdade religiosa e autoridade do Papa também são bastante deturpados.
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Mas acreditei que este artigo de Orlando Fedeli tivesse algum fundo de verdade. Por isso queria que alguém o confirmasse ou o negasse.
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Não vi que tinha vídeo, vou assistir e depois comento.
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E repare que eu falei essas coisas dizendo não que SEI, mas que FONTES CONFIÁVEIS me asseguram. Não posso provar nada, e seria no mínimo anti-ético fazer alguma acusação liteal e pública sem ter provas. Agora, se vocÊ quiser, posso te revelar mais sobre o que FONTES CONFIÁVEIS me disseram, e que eu sinceramente não tenho motivos para duvidar.
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Paz!
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4º passo: Fedeli o mais arrogante do Mundo (por Lucas Santos)
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Eu não conheço o tal de Rafael, nem estou preocupado se ele é arrogante ou não, e para falar a verdade nem estou preocupado se tudo o que ele diz faz sentido. Apenas usei esse exemplo para mostrar ao quão ridículo uma pessoa (no caso o Fedeli) pode chegar, com seus argumentos.
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Mesmo que o tal Rafael fosse o segundo cara mais arrogante do mundo (o primeiro é o Fedeli), isso justificaria a forma como a carta foi elaborada??
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E olhar o orkut dos outros é normal e ninguém pode reclamar, mas usar a foto da namorada como fato para desmerecer a integridade de alguém é no mínimo risível. Mesmo que a pessoa "mereça" umas patadas assim, elas não se justificam.
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Ah, e valeu por postar o link, assim as pessoas podem ver por si só os absurdos que estão lá ^^
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5º passo: Fedeli não é bem vindo aqui ( por Marcos Feijó)
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Motivo simples, a presença dele ou de seguidores decididamente não é bem vinda nessa comunidade.
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6º passo: cite um testemunho pessoal ( Por André Luís)
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Eu era um leitor assíduo do Montfort, chegando muitas vezes a falar por telefone com o Prof Fedeli. Mas meu diretor espiritual percebeu que eu estava ficando igualzinho a ele (ou piorando) quanto a arrogância, a prepotência e (que a Izabel falou) falava muito mal de todo mundo.
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Mas com a graça de Deus tenho um grande pai que me dirige espiritualmente que me proibe de ler sites que são cismáticos.
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Hoje não leio pela proibição. Mas por reconhecer que o Prof Orlando Fedeli não age como Católico.
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7º passo: Fedeli é sedevacantista ( por André Luís)
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Marlene,
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Orlando Fedeli é sedevacantista.
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Tome cuidado!
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8º passo: Não faça propaganda do Fedeli se não é ban! ( por Marcos Feijó)
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Só para não acontecer... se postar propaganda do Fideli aqui o post vai sumir, e se voltar a postar o usuário vai sumir.
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Enquanto ele estiver fora da Igreja e atacando a Igreja não é bem vindo.
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9º Passo: A Montfort quer IBOPE ( por Alex e Célia)
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Sabe o que a Montfort quer? Aparecer! Se não dermos ibope para eles, não acessarmos o site, não discutir nem debater com eles, tenham certeza que cairão no esquecimento.
Não vamos dar ibope para eles nem se importar com o que dizem.
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10º Passo: enumere críticas à Montfort ( por Marcio Antonio de Campos)
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em q especificamente eles descem o cacete?
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Na eclesiologia, no ecumenismo, na liberdade religiosa, na questão da liturgia (embora a reforma litúrgica tenha ocorrido só em 1969), na ausência de condenação ao comunismo (na verdade houve condenação sim), na abordagem do Concílio como um todo.
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A Montfort é especialista em distorcer o que os papas (especialmente Bento XVI) dizem para tentar colocá-los contra o Concílio, a Montfort considera que o Novus Ordo é "protestantizado", enfim, é praticamente um cisma não-declarado.
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FONTES:
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http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=55975&tid=2525682946075128835&kw=Fedeli
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http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=55975&tid=2496346294400399767&kw=Fedeli
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http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=55975&tid=2560771280547206494
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http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=58612&tid=2575188886730114138&kw=Montfort&na=1&nst=1

A Reforma litúrgica do Rito romano – parte I


Já faz tempo que venho estudando e debatendo sobre esse tema, então já era hora de escrever sobre isto. Vou dividir esse tema em duas partes para abordá-lo afundo. Primeiramente, irei demonstrar os erros da reforma litúrigca, tranzendo opiniões de grandes especialistas e tecendo a minha opinião.

Dietrich von Hildebrand, em Devastated Vineyard, obra originalmente publicada no ano de 1973, arrasa a reforma litúrgica do VII:

“No curso do segundo Concílio do Vaticano se esperou a grande Renovação da Religião, sua “desconvencionalização” e seu aprofundamento. Porém, se qualquer um vir a considerar, sem partido prévio, a Igreja de hoje e compara-la a Igreja de 1956, o que saltará mais a seus olhos? Mudanças, certamente, mas quanto a uma renovação e aprofundamento da fé na Revelação de Cristo, como ela está formulada no “depositum fidei”, quanto a uma vida mais ativa em Cristo, a uma imitação mais fiel de Cristo, tudo isso foi buscado em vão.

(...)

A nova liturgia, pode-se dizer, não veio da mão dos santos, dos “homines religiosi”, ou mesmo da dos artistas ou poetas. Ela foi fabricada pelos auto-proclamados especialistas, que não tinham consciência de sua inaptidão para uma empreitada dessas no nosso tempo e de sua falta de talento. Hoje, encontramos homens extraordinários nos domínios da tecnologia e da pesquisa médica. Infelizmente eles não podem produzir novas expressões no domínio religioso. Nosso mundo é despoetizado. Ele é prático. Ele é vulgar. Além disso, a razão parece nos indicar um infinito respeito aos tesouros religiosos que nos foram transmitidos de épocas mais felizes, e não tentar fazer melhor que os santos e artistas dos séculos passados!

Em verdade, se um dos demônios do romance “Screwtape Letters” de C. S. Lewis fosse enviado para sabotar a liturgia, não teria feito melhor!

Ontem, a atitude de nosso corpo tinha um papel na expressão religiosa, quão profunda: sentar para ouvir a Leitura e no Ofertório, ficar de pé no Glória, no Evangelho e no Credo e se ajoelhar em adoração durante o Cânon. E hoje? Uma sucessão contínua de “senta”, “levanta”, como numa caserna ou na escola, que acaba com toda meditação.

(...)

O universal latim, que, ao longo dos séculos, permaneceu a linguagem coroada da Igreja Católica Romana, foi substituído por uma língua vulgar e pior, foi traduzido de uma maneira que torna difícil, até impossível, entrar no mundo sobrenatural que tende a ser substituído pelo profano. – Que dizer da supressão do canto gregoriano, a voz gloriosa da Igreja, que plana acima do tempo e que tem quase um caráter “sacramental”? – Nós perguntamos: todas essas mudanças serviram para renovar a fé? Nota-se exatamente o oposto! As vocações ao sacerdócio são cada vez mais raras e o mesmo se pode dizer das conversões.

Nós falamos francamente. O Novo “Ordo Missae” (assim como a reforma do ano litúrgico) é tão maçante, inarticulado e artificial que não pode subsistir longo tempo. A missa tridentina, não podemos esquecer, foi celebrada, em sua substância, bem antes do Concílio de Trento. O arranjo das festas de Nosso Senhor, da Santa Virgem e dos santos (e mesmo do “Commune Santorum”) emana uma atmosfera pulsante de organicidade e beleza, em particular com o canto gregoriano. Pelo efeito de suas virtudes, a liturgia tem uma força viva que os séculos passados não puderam embaçar nem enclausurar. Tudo que foi sacrificado pela reforma. É legítimo, portanto, ter a esperança de que a nova liturgia não vai durar. De um ponto de vista pastoral (que prevalece hoje) é um desapontamento geral. Nós esperamos. A Igreja, logo, retornará a gloriosa missa de São Pio V e sua admirável estrutura do ano litúrgico”.

Quando se fala em reforma litúrgica, é comum vermos comentários dizendo que ela ‘não seguiu um desenvolvimento orgânico’, que ‘ foi fabricada’, e que foi influenciada pelo modernismo do ‘arqueologismo’ do Mons. Bugnini. Tudo isso é verdade, mas, eu creio que há muito mais coisa por aí. Antes de qualquer outra coisa, o ‘arqueologismo litúrgico’ é uma variação do ‘arqueologismo teológico’, condenado por Pio XII na Encíclica Humani generis e na Mediator Dei. O fato de idealizar o tempo primitivo e achar que são melhores e, por isso, devemos ter um rito igual ou semelhante ao da Igreja primitiva, é uma espécie de gnose, ou ainda um romantismo falso. Negar que o Espírito Santo suscita perfectibilizações ao logo da história da Igreja é um erro tremendo, uma heresia sem fim. Sobre o ‘Arqueologismo teológico’, ele é mais conhecido como ‘Nova teologia’. A ‘Nova teologia’ não é só uma pretensa volta às origens patrísticas, como também um sentimento de repulsa à filosofia e à teologia medieval. Alguns teólogos modernistas foram tentar dar uma definição diferente ao Dogma da Eucaristia e acabaram por contradizer o que Trento ensinou infalivelmente, só pelo fato de ter-se usado do aristotelismo na definição.

Todos esses conceitos foram implantados na reforma do Rito Paulo VI, que é mais do Mons. Bugnini do que do Papa. Sobre o ‘algo a mais’ que eu citei mais acima, eu creio que há uma espécie de idealismo gnóstico racionalista, muito próximo do Catarismo medieval , essa reforma não poderia não sair drástica e resultar na única reforma litúrgica que se afastou dos grandes tesouros que fizeram parte da Igreja ao longo do tempo. Não é por menos que o Cardeal Ratzinger disse que o rito Paulo VI não representa fielmente os elementos da liturgia católica. Como disse o Pe. Paulo Ricardo, ‘a Igreja não é Museu’, é um organismo vivo! Como renegarmos aos elementos gálicos? Como esquecermos os ganhos culturais que nossa Igreja obteve com a conversão dos Celtas e dos Bárbaros ? Querer um rito ‘puro’ é coisa de gnóstico.

Só para finalizar, as críticas às mudanças ocorridas na reforma litúrgica não torna a Missa ‘herética’, ou ‘ilícita’. O fato de o rito Paulo VI ter todos os problemas acima elencados não faz do Rito um atentado à fé, muito menos ‘cancerígena’ como o Prof. Orlando Fedeli insiste em dizer que o Mons Klaus Gamber escreveu isso em sua obra sobre o reforma. Mas, aí já é coisa da parte II. Aguardem.



terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Cosmólogo recebe prêmio defendendo existência de Deus


da BBC Brasil

Um padre e cosmólogo polonês que sustenta a possibilidade de comprovar matematicamente a existência de Deus foi o vencedor do mais polpudo prêmio acadêmico do mundo.

O professor Michael Heller, 72, de formação religiosa, com estudos em filosofia e doutorado em cosmologia, receberá em maio, em Londres, o prêmio Templeton, outorgado pela fundação homônima de estudos religiosos sediada em Nova York. O valor da premiação é de 820 mil libras esterlinas (cerca de R$ 2,87 milhões).

Os trabalhos mais recentes de Heller abordam a questão da origem do Universo, debruçando-se sobre aspectos avançados da teoria geral da relatividade, de mecânica quântica e de geometria não-comutativa.

"Vários processos no Universo podem ser caracterizados como uma sucessão de estados, de maneira que o estado anterior é a causa do estado que o sucede", explicou o próprio Heller em um comunicado divulgado por ocasião do anúncio do prêmio.

Ele rejeitou a idéia de que religião e ciência são contraditórias. "A ciência nos dá o Conhecimento e a religião nos dá o Sentido. Ambos são pré-requisitos para uma existência decente".

"Invariavelmente eu me pergunto como pessoas educadas podem ser tão cegas para não ver que a ciência não faz nada além de explorar a criação de Deus."

Críticas

Alguns céticos atacam a Fundação Templeton por sua inclinação a favor de ideologias conservadoras da religião.

Um dos principais críticos à instituição é o biólogo evolucionista Richard Dawkins, que já descreveu o prêmio Templeton como "uma soma de dinheiro muito grande que se concede normalmente a um cientista disposto a falar coisas boas da religião".

Para os jurados, Heller mereceu o prêmio por desenvolver "conceitos precisos e notavelmente originais sobre a origem e as causas do Universo, muitas vezes sob intensa repressão governamental".

Heller conhecia o Papa João Paulo 2º, nascido polonês sob o nome de Karol Wojtyla, que personificou a reação da Igreja Católica contra o avanço do comunismo nos países do Leste Europeu.

"Apesar da opressão das autoridades comunistas polonesas a intelectuais e padres, a igreja, impulsionada pelo Concílio Vaticano 2º, garantiu a Heller uma esfera de proteção que o permitiu alcançar grandes avanços em seus estudos", diz sua biografia.

Heller disse que usará o dinheiro do prêmio Templeton para financiar futuras pesquisas.

Fonte:http://www 1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u382105.shtml

PS: O que os ateus vão dizer agora? Vão insistir na lorota de que fé e ciência são contrárias?