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domingo, 13 de dezembro de 2009

O caos da Ordem Franciscana.


O Papa condenou novamente a Teologia da Libertação. São Francisco NUNCA pregou uma heresia, foi um relativista. É vergonhsoso entrar no blog oficial da Ordem Franciscana e ver algo assim. O sincretismo religioso é uma sequela que a Teolgoia da Libertação deixou na Ordem. São Fracisco tinha um amor caloroso pela Eucaristia e pela Santa Missa. São francisco, apresente Cristo as seus filhos.

sábado, 12 de dezembro de 2009

LANÇAMENTO SHEMÁ: DOM JOSÉ CARDOSO SOBRINHO: A VITORIA DA FÉ


O Apostolado Shemá em parceria com o Prof.Dr.Elcias Ferreira da Costa tem a honra de apresentar aos leitores do blog o Livro: DOM JOSÉ CARDOSO SOBRINHO: A VITÓRIA DA FÉ. O livro mostra os dados históricos no período de 23 anos vividos por Dom josé Cardoso Sobrinho a frente da Arquidiocese de Olinda e Recife, o desejo de prestar uma homenagem a ordem Carmelitana por se ele e a história vai confirmar muito em breve um dos seus filhos mais ilustres.

Os prinicpais eventos de natureza pastoral que ocorreram em seu governo, puseram as claras o genuino espirito carmelitano, que recebera no convivio de seus confrades e no exemplo de seus mestres.

Aceitou a investidura do episcopado na decisão única de Servir a Jesu Cristo, com aquela mesma disposição que em 1154, inspirou os colegas de Brocardo a pedir a Alberto, patriarca de Jerusalém, uma regra para vida eremítica no Monte Carmelo. Confirma este próposito a opção que fez pelo lema " In Obsequio Jesu Christi" , que lê-se no prólogo da regra carmelitana para definir seu brasão.

Na sua memória contemplativa, estava gravada a imagem do inspirador da espiritualidade carmelitana, o profeta Elias, inflamado de santo ciúme pela glória de Deus numa época em que a sociedade parecia obscurecida por uma espécie de estelionato religioso, praticado por aqueles que se diziam israelitas, mais nao viviam como israelitas.

O profeta Elias, cujo nome D.José Cardoso adotou ao ingressar no noviciado- frei Elias foi o seu nome de Ordem- viveu numa sociedade que a si mesma se enganava, querendo participar da aliança com Jahveh , sem abandonar o sincretismo com a idolatria.

Séculos mais tarde, com a chegada dos cruzados na Terra Santa, ainda ressoavam nas grutas do monte Carmelo os brados do profeta de fogo.

Próximo a expirar o mandato como Arcebispo de Olinda e Recife ( o livro foi escrito no período em que o mesmo ainda se encontrava como metropolita) é exigência de justiça que se destaque

para os diocesanos de D.José uma face de sua personalidade de pastor. Antes que a poeira do tempo estenda o manto do esquecimento sobre certos fatos que o envolveram e engrandeceram, antes que a verdade histórica seja obnubilada por uma interpretação tendenciosa, qual se verifica na imprensa pernambucana durante o período de 1986 a 2008, o autor entende útil e necessário para o julgamento da posteridade, revocar os casos que constituiram uma pagina cinzenta ma história da Igreja Catolica em Pernambuco.

Por outro lado, considerando o que disse o Mestre: a saber , que nao se deve deixar debaixo do Alqueire a luz que reflete a Glória de Deus, pensamos oportuno destacar, para o julgamento da História, alguns aspectos da personalidade do Arcebispo, que breve estará se despedindo do seu rebanho.
A paciência que Dom josé teve em suportar a campanha caluniosa e difamatoria, difundida por adversarios ideologicos, o seu zelo pelo bom nome dos padres, cujas condutas quando merecedoras de correção, foram sempre tratadas na privacidade possivel, sao virtudes que podem atrair imitadores. Nao menos digna de registro a modéstia que o manteve afastado dos flashes da televisão,e a usa aversao pela falsa humildade, ensaiada- quantas vezes!- a luz de espelhos.
O Apostolado Shema tem a honra de ser o único revendedor desta bela obra de amor e fé a Igreja, que DEVERIA SER LIDAS POR ALGUNS PRELADOS DA CNBB, bem como alguns abortistas e feministas, bettistas,boffistas e acima de tudo pelo verdadeiro católico. a História de um pastor contado por que conviveu diretamente com ele por mais de 02 décadas.

O Autor:

Elcias Ferreira da Costa (88) é doutor em Filosofia do Direito, pela Universidade Federal de Pernambuco,professor aposentado da Faculdade de Direito do Recife, ex-professor do Centro de ciências Juridicas da Universidade Católica de Pernambuco, Coordenador do curso de Direito da Faculdade de Direito Osman costa Lins (FACOL), de Vitória de Santo Antão (PE), fundador e presidente do Instituto de Pesquisas Filosóficas Santo Thomás de Aquino, vinculado ao Círculo católico de Pernambuco. Tem curso de de filosofia ( 03 anos) e de Teologia (04 anos ) conferidos pelos seminários carmelitanos de Goiana e São Paulo, respectivamente. De sua produção jurídica e filosófica, autor de diversos livros.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Entra em vigor acordo entre Brasil e Santa Sé

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- O Palácio Apostólico Vaticano acolheu esta manhã a cerimônia de intercâmbio de instrumentos de ratificação do Acordo entre a Santa Sé e a República Federativa do Brasil, o que significa sua entrada em vigor.

O Acordo, firmado a 13 de novembro de 2008, “consolida ulteriormente os tradicionais vínculos de amizade e de colaboração existentes entre as duas partes”, indica um comunicado da Santa Sé.

“Compõe-se de um Preâmbulo e de vinte artigos, que regulam vários âmbitos, entre os quais: o status jurídico da Igreja Católica no Brasil, o reconhecimento dos títulos de estudo, o ensino religioso nas escolas públicas, o matrimônio canônico e o regime fiscal”, acrescenta o comunicado.

Realizaram o intercâmbio o secretário para as Relações com os Estados, Dom Dominique Mamberti, em representação da Santa Sé, e o embaixador Luiz Felipe de Seixas Corrêa, em representação do Brasil.

Assistiram ao ato, por parte da Santa Sé, o chefe de Protocolo, Dom Fortunatus Nwachukwu, e os monsenhores Antoine Camilleri e Angelo Accattino.

Por parte da República do Brasil, os conselheiros da embaixada perante a Santa Sé Silvana Polich, Orlando Timponi e Alexandre Campello de Siqueira.

Também presenciou o ato o prefeito da Congregação para o Clero, cardeal Claudio Hummes.

O Acordo prevê o ensino religioso nas escolas públicas e a inserção de espaços dedicados ao culto nos ordenamentos urbanos, exime do pagamento de impostos instituições religiosas e reconhece as sentenças eclesiásticas em matéria matrimonial e os títulos acadêmicos eclesiásticos.

O episcopado brasileiro sugeriu em 1991 a oportunidade de estipular um Acordo internacional entre Igreja e Estado. As negociações entre Governo e Santa Sé começaram oficialmente em 2006.

Em novembro do ano passado, o Acordo foi firmado durante uma visita do presidente do Brasil, Lula da Silva, ao Vaticano, e esta quinta-feira entrou em vigor