Não se trata de uma apologética, mas de uma posição pessoal que quero compartilhar. Não me estou ‘carismatizando’. Talvez, esta seja a época de minha vida onde eu esteja mais seguro de minhas convicções. Hoje, posso sem dúvidas ser considerado um “tradicionalista”. Para falar a verdade, eu já estou traumatizado pela imaginação e pela loucura de alguns, mas isso é assunto para outra ocasião. E, por favor, não vá me julgando sem antes me conhecer, pois, segundo a dialética fabiomeliana, você perde a oportunidade de amar minhas idéias.
Dia 23/07/2010, estou chegando à Canção Nova para participar do Acampamento PHN, comandado pelo missionário Dunga. Ao chegar à pousada fui com meus amigos para o “Lual”, que se estenderia até as 3 da madrugada. De volta ao quarto, a conversa rolou até as 4:30. 7 horas da manhã, estamos todos nos levantando para tomarmos banho, café e irmos para a manhã na Canção Nova. Neste momento, lembrei dos meus 6 acampamentos anteriores e percebi o quão é bom a união, a partilha de experiências e as amizades que um evento como este nos proporciona. Durante a manhã, vi uma situação um tanto estranha, Dunga, o fundador do PHN, pregava firmemente contra o aborto e dizia que a conversão se dá no dia-a-dia, na vivência dos SACRAMENTOS. Na questão do aborto, só de lembrar que Dilma esteve naquele mesmo palco não faz muito tempo, e até abençoou o povo (benção de abortista? Cruzes), me fez pensar que a CN estava sendo um tanto incoerente, já na questão dos sacramentos, vi que ela estava me surpreendendo mesmo. Mas, foi à tarde, durante a Missa presidida por um tal de Pe. Paulo Ricardo Azevedo Júnior, que eu “entrei no espírito PHN”. Pe. Paulo Ricardo presidiu uma Missa que teve a presença do então fundador Mons. Jonas Abibb, que andava desaparecido. Curiosamente, essa Missa não teve um abuso litúrgico sequer, nem mesmo palmas. Curiosamente também, essa Missa não teve ‘Glória’. Nada de palmas, nada de oração em línguas, nada de dança... até então, a CN só fazia a sua obrigação. Mas, Pe. Paulo Ricardo foi mais além, e em pouco mais de uma hora abordou temas como Nazismo, Marxismo, Comunismo, aborto, pedofilia, protestantismo, e tudo aquilo que pode ser classificado na classe “ortodoxia”. E a cada defesa que ele fazia da nossa sã doutrina, citava Bento XVI e era aplaudido pela multidão de jovens. Mas, Pe. Paulo Ricardo não pode levar a “CN nas costas”.
Domingo de manhã, vejo um jovem sacerdote falando sobre o desafio de ser cristão. Para a minha surpresa e alegria, parece que Olavo de Carvalho está realmente fazendo escola na CN, pois, além de seu fiel e mais famoso discípulo, Pe. Paulo Ricardo, Pe. Fabrício parece ter absorvido tanto os conceitos quanto o linguajar do mestre. Pois, como ele próprio disse, “só quem leva um chute no saco, sabe como dói”. E nessa manhã, houve uma “pregação” para ir no “saco” de muita gente, principalmente os discípulos de Freud, Foucault, Marx, etc. Mas, ainda não era o suficiente. Embora até aqui a CN só tenha demonstrado ortodoxia, não é i suficiente para superar seu passado. Nesse instante, vale uma reflexão: Deus nos ensinou a acreditar na conversão das pessoas. Não podemos nos esquecer que Bento XVI já foi o Cardeal Ratzinger, e que o Cardeal Ratzinger já foi o Pe. Ratzinger. Distinção um tanto difícil para alguns tradicionalistas entenderem. Para alguns, uma vez modernista, sempre modernista. Certamente que podem ser inclusas na classe de penitências, coisas como “aulas sobre Transubstancição” com Pe. Joãozinho, de Ecumenismo com o Pe. Fábio de Melo, ou sobre o Dom das línguas com o Mons. Jonas Abibb. Aliás, falando nisso, por onde anda o Pe. Fábio? Ao ver que ele anda desaparecido, percebi que até ele deixou de falar heresias (!!!). Ou seja, a CN está realmente mudando.
Chegando ao fim do PHN, a Missa do encerramento pode fechar com chave de ouro esse acampamento. Dessa vez, com “Glória”, as palmas apareceram. Mas, eu quero que alguém me prove que bater palmas é abuso litúrgico, sem incluir também certas celebrações que já ocorreram em Roma, com cardeais e o Papa presentes como abusivas. Isso só mostra que a raiz de todo esse problema está lá atrás, e vai trazer à vida muita gente morta e eu não tenho medo de pensar assim. Eu não concordo em tudo com a CN (aliás, não dá pra concordar MESMO) Não concordo em tudo nem com meus pais. Você costuma concordar em tudo com sua esposa? Seu esposo? Sua mãe? Mas, porque não ajudá-los? Onde haverá um meio tão forte – e agora, ortodoxo – para a evangelização das pessoas? Ficou provado que a juventude católica precisa ser tratada com seriedade, não como crianças, precisamos de maturidade e firmeza, não de superficialidades e sentimentalismos. E isso quem mostrou foi a própria CN, sem ninguém chegar e dizer, ela foi lá e fez. E foi vendo a alegria dos jovens daquele acampamento estampada no rosto de cada um, que eu resolvi dar esse voto de confiança. Parabéns, Canção Nova.
Dia 23/07/2010, estou chegando à Canção Nova para participar do Acampamento PHN, comandado pelo missionário Dunga. Ao chegar à pousada fui com meus amigos para o “Lual”, que se estenderia até as 3 da madrugada. De volta ao quarto, a conversa rolou até as 4:30. 7 horas da manhã, estamos todos nos levantando para tomarmos banho, café e irmos para a manhã na Canção Nova. Neste momento, lembrei dos meus 6 acampamentos anteriores e percebi o quão é bom a união, a partilha de experiências e as amizades que um evento como este nos proporciona. Durante a manhã, vi uma situação um tanto estranha, Dunga, o fundador do PHN, pregava firmemente contra o aborto e dizia que a conversão se dá no dia-a-dia, na vivência dos SACRAMENTOS. Na questão do aborto, só de lembrar que Dilma esteve naquele mesmo palco não faz muito tempo, e até abençoou o povo (benção de abortista? Cruzes), me fez pensar que a CN estava sendo um tanto incoerente, já na questão dos sacramentos, vi que ela estava me surpreendendo mesmo. Mas, foi à tarde, durante a Missa presidida por um tal de Pe. Paulo Ricardo Azevedo Júnior, que eu “entrei no espírito PHN”. Pe. Paulo Ricardo presidiu uma Missa que teve a presença do então fundador Mons. Jonas Abibb, que andava desaparecido. Curiosamente, essa Missa não teve um abuso litúrgico sequer, nem mesmo palmas. Curiosamente também, essa Missa não teve ‘Glória’. Nada de palmas, nada de oração em línguas, nada de dança... até então, a CN só fazia a sua obrigação. Mas, Pe. Paulo Ricardo foi mais além, e em pouco mais de uma hora abordou temas como Nazismo, Marxismo, Comunismo, aborto, pedofilia, protestantismo, e tudo aquilo que pode ser classificado na classe “ortodoxia”. E a cada defesa que ele fazia da nossa sã doutrina, citava Bento XVI e era aplaudido pela multidão de jovens. Mas, Pe. Paulo Ricardo não pode levar a “CN nas costas”.
Domingo de manhã, vejo um jovem sacerdote falando sobre o desafio de ser cristão. Para a minha surpresa e alegria, parece que Olavo de Carvalho está realmente fazendo escola na CN, pois, além de seu fiel e mais famoso discípulo, Pe. Paulo Ricardo, Pe. Fabrício parece ter absorvido tanto os conceitos quanto o linguajar do mestre. Pois, como ele próprio disse, “só quem leva um chute no saco, sabe como dói”. E nessa manhã, houve uma “pregação” para ir no “saco” de muita gente, principalmente os discípulos de Freud, Foucault, Marx, etc. Mas, ainda não era o suficiente. Embora até aqui a CN só tenha demonstrado ortodoxia, não é i suficiente para superar seu passado. Nesse instante, vale uma reflexão: Deus nos ensinou a acreditar na conversão das pessoas. Não podemos nos esquecer que Bento XVI já foi o Cardeal Ratzinger, e que o Cardeal Ratzinger já foi o Pe. Ratzinger. Distinção um tanto difícil para alguns tradicionalistas entenderem. Para alguns, uma vez modernista, sempre modernista. Certamente que podem ser inclusas na classe de penitências, coisas como “aulas sobre Transubstancição” com Pe. Joãozinho, de Ecumenismo com o Pe. Fábio de Melo, ou sobre o Dom das línguas com o Mons. Jonas Abibb. Aliás, falando nisso, por onde anda o Pe. Fábio? Ao ver que ele anda desaparecido, percebi que até ele deixou de falar heresias (!!!). Ou seja, a CN está realmente mudando.
Chegando ao fim do PHN, a Missa do encerramento pode fechar com chave de ouro esse acampamento. Dessa vez, com “Glória”, as palmas apareceram. Mas, eu quero que alguém me prove que bater palmas é abuso litúrgico, sem incluir também certas celebrações que já ocorreram em Roma, com cardeais e o Papa presentes como abusivas. Isso só mostra que a raiz de todo esse problema está lá atrás, e vai trazer à vida muita gente morta e eu não tenho medo de pensar assim. Eu não concordo em tudo com a CN (aliás, não dá pra concordar MESMO) Não concordo em tudo nem com meus pais. Você costuma concordar em tudo com sua esposa? Seu esposo? Sua mãe? Mas, porque não ajudá-los? Onde haverá um meio tão forte – e agora, ortodoxo – para a evangelização das pessoas? Ficou provado que a juventude católica precisa ser tratada com seriedade, não como crianças, precisamos de maturidade e firmeza, não de superficialidades e sentimentalismos. E isso quem mostrou foi a própria CN, sem ninguém chegar e dizer, ela foi lá e fez. E foi vendo a alegria dos jovens daquele acampamento estampada no rosto de cada um, que eu resolvi dar esse voto de confiança. Parabéns, Canção Nova.





