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sábado, 3 de abril de 2010

A "Paixão" de Bento XVI


Eis quem se esconde atrás do ataque ao Papa dos valores inegociáveis.
Mas “as portas do inferno não prevalecerão”.

Traduzido e adaptado de Ginaluca Barile www.papanews.it

O primado sobre a Igreja, conferido por Cristo a Pedro e a seus sucessores, não é “simplesmente” a faculdade de guiar o povo terreno na caminhada rumo a Deus. É algo mais. É a entrega do martírio. O próprio Cristo revelou isso ao Apóstolo escolhido para apascentar o Seu rebanho: “Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te vestias sozinho e ias onde querias; mas, quando envelheceres, estenderás a tua mão e um outro te vestirá e te levarás onde não queres” (Jo 21,18).

A profecia de fato se cumpriu, em Roma, pelas mãos de Nerone, sobre a colina do Vaticano, onde Pedro foi crucificado, como o seu Mestre, mas de cabeça para baixo, conforme seu pedido, porque se sentia indigno de morrer da mesma maneira que o Messias.

Nós, católicos, sabemos que Pedro, hoje, é Bento XVI. Não temos dúvida disso. Mas quem, vestindo os paramentos de Nerone, assopra sobre o fogo do escândalo da pedofilia? Aqueles que desejam silenciar o Papa dos valores não negociáveis; o Pontífice que não se esquivou por medo diante dos lobos; o Chefe da Igreja, sem hesitação ou compromissos na defesa da vida, na condenação do aborto e da eutanásia, na tutela do matrimônio natural.

Trata-se dos potentíssimos lobbys econômicos, farmacêuticos, homossexuais, a quem seria certamente mais cômodo um Papa débil e silencioso ou, melhor ainda, mais “tolerante”. Se trata de verdadeiras e próprias organizações criminais, cínicas e cruéis, que agem em uníssono com a maçonaria para fazer uma caricatura de Bento XVI como o “número 1” da mais ativa e ameaçadora Associação para delinqüir e violentar sexualmente crianças que já existiu em toda a história: a Igreja Católica.

Bem, eles não terão sucesso. Ou, melhor, para dizer tudo, já faliram. Primeiro porque as acusações são infundadas: ninguém como este Pontífice, desde quando era Cardeal Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, combateu com tantos resultados a pedofilia e os abusos sexuais praticados em geral pelo Clero; depois, porque nenhuma pessoa de bom senso poderia colocar em dúvida a estatura e honestidade intelectual de Joseph Ratzinger.

Depois da “lenda negra” de Pio XII sobre os judeus, há quem queira, hoje em dia, criar a “lenda negra” de Bento XVI, como aquele que passou a vida encobrindo casos de padres pedófilos.

Estamos ainda na Quaresma, mas a “paixão” do Santo Padre já começou dolorosamente.

Avante! Força! Coragem! Ajudemo-lo com a oração, confiando-o e confiando-nos a Maria Santíssima.

Façamo-nos “Cireneus”. Tomemos um pouco da sua Cruz e acompanhemo-lo sem hesitação.

Desde o atentado contra João Paulo II, não se via mais um ataque tão direto e cruel ao Sumo Pontífice.

Mas não podemos e não devemos nos render, até porque a promessa de Cristo a Pedro é irrevogável:

“As portas do inferno não prevalecerão…”

.http://fimdostempos.net/paixao-bento16.html


quinta-feira, 1 de abril de 2010

Agora é oficial: aquecimento global é uma farsa

Texto reproduzido do blog Pensadores Brasileiro.
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Agora está desmascarada a farsa graças à hackers (ou alguém infiltrado) que baixaram mais de 156 Mb de dados da Unidade de Pesquisa Climática (CRU) da universidade de East Anglia na Inglaterra.

Os dados incluem emails extremamente comprometedores e que revelam como os dados que apóiam a tese de aquecimento global foram completamente fabricados.

Alguns trechos dos emails capturados revelam:

* os truques usados para mascarar o declínio nas temperaturas:

"I've just completed Mike's Nature trick of adding in the real temps to each series for the last 20 years (ie from 1981 onwards) amd from 1961 for Keith's to hide the decline.

* os esforços para manipular os dados até que eles se conformassem à vigarice do aquecimento global:
"I really wish I could be more positive about the Kyrgyzstan material, but I swear I pulled every trick out of my sleeve trying to milk something out of that."

* a frustração deles em ver que alguns dados, por mais que fossem manipulados, ainda não serviriam para "provar" o aquecimento global:
"I don't think it'd be productive to try and juggle the chronology statistics any more than I already have"
"The fact is that we can't account for the lack of warming at the moment and it is a travesty that we can't."


* Em um dos documentos, 47 dos 91 modelos climáticos assumem que o dióxido de carbono atmosférico aumentaria à uma taxa de 1% ao ano, quando na verdade, durante os últimos 33 anos, a taxa foi medida em 0.4% ao ano.


* Um dos arquivos encontrados tem o título "Regras do Jogo" (RulesOfTheGame.pdf) e descreve os métodos usados para convencer o público da "crise".

Mais informações em:
- Climategate
- Global Economic Trend Analysis
- Climate Depot

Links para baixar os arquivos:
Junk Science (rápido)
File dropper
RapidShare (demorado)
A Swedish server (direto)
Warwick Hughes
Megaupload (demorado)
Via torrents (Mininova)
URL Original (era um FTP na Rússia, já tiraram do ar)

Site de busca completa (não precisa baixar arquivos):
http://www.eastangliaemails.com/

A Família Cristã

A família, conforme o Papa Bento XVI constitui um patrimônio da humanidade. Vale, pois a pena investir nela. Em primeiro lugar, no seu valor de unidade e de amor. Depois, na situação de sua precariedade atual. Encontram-se casais de segunda união, com enormes problemas pela frente. Toca-se ali numa chaga pastoral que deixa angustiadas muitas pessoas e se enfrentam crises capazes de sacudir a própria estrutura da família. Sabemos que o ser humano não é apenas indivíduo, ou seja, o indivíduo humano constitui uma abstração. Não corresponde à realidade humana. Desconhece seus relacionamentos e suas circunstâncias. Na verdade, o ser humano é família. Atingir um de seus membros é afetar toda a família. Costuma ser mais dolorosa a perda de um membro da família que a amputação de um membro do próprio corpo. Viver, na realidade, é conviver, o que vale dizer que quem não convive também não vive humanamente.


Olhando o conspecto histórico dir-se-ia ser difícil definir o que seja a família. Pergunta-se, por isso, mais especificamente não o que os homens dizem ou pensam ser a família, mas o que Deus nos revelou a seu respeito. Podemos partir do modelo da Sagrada Família - José, Maria e Jesus - e ampliá-lo para seu parentesco, de modo a, semiticamente, se falar dos irmãos e irmãs de Jesus, para designar todo o envolvimento familiar. É casal que se transforma em pai e mãe; são filhos e, conseqüentemente, irmãos e demais parentes, de linha reta e colateral. Em síntese, a família é relação de amor: amor conjugal, amor paterno-materno para com os filhos; amor filial para com os pais e amor fraterno entre os irmãos, para classificar a múltipla e complexa relação familiar.

Falamos, em conseqüência, de um tríplice parentesco; de consangüinidade, quando envolve o DNA; afinidade, que resultado casamento, entre parentes de um lado com os do cônjuge; e de espiritualidade, produzido pelos sacramentos, através do apadrinhamento. O primeiro é, sem dúvida, indissolúvel porque se baseia no sangue. O segundo sofre os revezes da instabilidade dos laços matrimoniais, e o terceiro se prende à firmeza da fé. A revelação divina nos certifica da indissolubilidade do matrimônio. Liga-a ao Sacramento e, por isso, a torna símbolo da união indefectível entre Cristo e a Igreja. O casal cristão, ao contrair o matrimônio, recebe uma graça especial que o configura por este amor indissolúvel à relação que existe entre Cristo e a Igreja. Visibiliza assim o amor que Cristo tem pela Igreja e vice-versa. Não pode, pois, ser mentiroso nem infiel.

A Igreja assumiu a realidade terrestre do matrimônio em tal profundidade que a tornou critério da vivência cristã de seus membros. Não admite, em seu seio, uma união conjugal que não se conforme a este ditame. Considera toda tentativa de outro modelo de família uma negação da identidade cristã. De outro lado, porém, a mesma família tem consciência, expressa pelo Concílio Vaticano II, de ser, ao mesmo tempo, santa e pecadora. Compõe-se de membros pecadores, que necessitam continuidade da misericórdia divina. Passa, por isso, para a vanguarda da a parábola do Pai misericordioso, do Bom Pastor, do Perdão até setenta vezes sete. Não é, pois, de estranhar que acolha, com especial carinho e cora pastoral, os casais de segunda união. Sabe que enfrentam problemas. Inclina-se sobre eles como o Bom Samaritano, para colocar lenitivo sobre suas feridas. O Papa João Paulo II, em sua exortação apostólica possinodal, Familiaris Consortio, exorta vivamente os pastores da Igreja e toda a comunidade eclesial a acolherem com carinho a estes casais e abrir-lhes espaço em seu seio.



Dom Dadeus Grings - Arcebispo de Porto Alegre