quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Apostolado Shemá no TWITTER
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Viva!! Um País socialista só nosso, companheiro!!

Não é novidade para ninguém que o PT (partido dos trabalhadores) é um partido que tem por base de suas idéias o socialismo marxista (se for novidade para alguém... diga: muito prazer ao PT).
País intolerante, mestre da propaganda, e que vive da aparência (lembrando do embaraçoso acontecimento da menina cantora nas olimpíadas). A China impõe leis contra a liberdade de culto (matando muitos cristãos para o cumprimento de suas leis. Essas notícias são pouco ou nada divulgadas), de imprensa (Neste quesito a China também matou e mata muita gente), a construção das famílias segundo a vontade das mesmas (submetendo crianças a condições subumanas). Ali o Estado decide como você deve viver e você deve amar isso.
Que tal a Venezuela de Chaves ou a Bolívia Evo Morales?
Chaves já estatizou várias rede de TVs de seu País e a última foi a sua opositora, RCTV. Chaves ataca matam estudantes em protesto, impondo ao povo programas estatais, instigando os seus seguidores revolucionários bolivarianos a agirem com violência contra os opositores e etc.
Já na Bolívia assistimos sentados na cadeirinha o que o índio Morales fez com a Petrobras (é a mão grande Socialista).
O que todos estes países têm em comum, além de governos socialistas?
De acordo com a oportunidade e abertura que tiveram esses governos, todos, sem exceção, tentaram ou tentam controlar a mídia, a fé, a vida (a sobrevivência dela ou não), a lei e a moral que rege uma sociedade, bem como tentaram se instalar definitivamente no poder. Alguns tiveram sucesso na empreitada destruidora, outros nem tanto (veja exemplo de Zelaya, que foi escorraçado do poder, legalmente, pelos hondurenhos).
“A Igreja já havia dito que “Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro” (Quadragesimo Anno, nº
Essa falta de amor ao ensinado pela Igreja, que não condenou o socialismo por motivos pequenos e mesquinhos, mas pela sua incongruência com a Revelação cristã, atingiu seu ápice quando em 1968, religiosos, que já traziam de outrora suas heresias ideológicas, comungaram e ratificaram atitudes terroristas e revolucionárias. Frei Betto, e seus comparsas, aliados a Carlos Marighela, levantaram pontos ao longo da Rodovia Belém-Brasília para implementar uma guerrilha rural, usando o Convento do Araguaia como o centro logístico. Nesse momento os dominicanos se transformaram, Frei Ivo, virou Pedro, Frei Osvaldo, Sérgio ou Gaspar I, Frei Magno, Leonardo ou Gaspar, Frei Beto, Vítor ou Ronaldo, tudo isso para que pudessem contactar Marighela e Joaquim Câmara Ferreira, os cérebros do Agrupamento Comunista de São Paulo (AC/SP), que depois virou Ação Libertadora Nacional (ALN).
Esse grupo terrorista tinha como financiador o governo cubano. O presidente, Carlos Marighela, fundou o AC/SP depois que foi expulso do PCB. Interessante que sua obra, Minimanual do Guerrilheiro Urbano, transformou-se em norte de vários grupos fanáticos de esquerda, como Brigadas Vermelhas, da Itália, e Baader-Meinhoff, da Alemanha. A ALN assaltou trens-pagadores (o roubo de Santos-Jundiaí rendeu NCr$ 108 milhões), seqüestrou homens de importância, como o embaixador americano, em conjunto com o MR-8 (de Franklin Martins e Fernando Gabeira). Depois da morte de Marighela, em 1969 (por delação do Frei Fernando), a ALN passou a ser liderada por Joaquim Câmara Ferreira, que viajou para a Cuba com o fim de receber ordens de Fidel Castro. Além desse extenso currículo, a ALN se envolveu em centenas de assassinatos, tanto com a ação solo, como em parceria com outros grupos terroristas; VAR-Palmares (de Dilma Rousseff), PCBR, MOLIPO, Tendência Leninista (esses dois últimos gerados da própria ALN). Tudo isso com a participação, ou no mínimo conhecimento, de religiosos dominicanos.
Os terroristas não lutavam por liberdade, mas sim para que houvesse o triunfo da revolução comunista no Brasil. No regime militar o número de mortos chegou a aproximadamente 400 (lembrando que os guerrilheiros de esquerda cometeram cerca de 200 assassinatos), enquanto o histórico do marxismo mundial beirava os 100 milhões de mortos. Alguns casos são bastante significativos; na China 65 milhões morreram depois que Mao Tse Tung iniciou o “Grande Salto para a Frente”, um desastroso projeto. Na URSS, só de
Lembrando que não é segredo para ninguém que Frei Betto é amigo de longa data de Fidel Castro, no entanto, este carinha, continua participando de palestras para jovens católicos, especialmente de comunidades franciscanas.
Não se perturbavam (Frei Betto e Cia.) quando seus ícones falavam barbaridades como“Fuzilamentos, sim, temos fuzilado, fuzilamos e continuaremos fuzilando enquanto seja necessário. Nossa luta é uma luta de morte”. (Che Guevara, na Assembléia Geral da ONU em 11 de dezembro de 1964) ou “Não sou Cristo nem filantropo; sou todo o contrário de Cristo” (“Che” Guevara em carta familiar).
A teologia da libertação tem sua presença no meio religioso reduzida ( única parte em que eu, Leonardo, não concordo com o texto.), mas ainda é ativa na política da América Latina. O próprio PT surgiu nas sacristias das igrejas TL, e ainda hoje Frei Betto, Boff, e companhia, são ativos e essenciais na articulação esquerdista nacional e internacional. O frade dominicano tem relações amistosas com Fidel Castro, seu mentor político, as FARC, tendo o comandante da narcoguerrilha, Raul Reyes, informado que um dos seus maiores contatos junto ao governo do PT era o religioso católico, e com diversos partidos marxistas do continente, sendo um dos membros principais do Foro de São Paulo, dirigindo sua revista quadrimestral, “America Libre”. Ele sem nenhuma timidez ou receio barbarizou ao dizer em pleno II Fórum Social Mundial, que “a sociedade do futuro mais livre, mais igualitária e mais solidária se define em uma só palavra: socialismo. Pediu uma salva de palmas para Karl Marx e disse que o homem novo deve ser filho do casamento de Ernesto Che Guevara e Santa Teresa de Jesus”, como pontuou Carlos I. S. Azambuja.
A ideologia revolucionária desta gente não deixa nada em paz, mesmo quando já ocupam o poder tão sonhado. Por isso necessitam garantir-se no poder eternamente, para que seu castelo de cartas não seja derrubado.
Ultrapassando qualquer limite da honestidade, da ética e da moral (nuca, jamais visto na história deste país), o PT de Lula e Dilma oferece-nos, com um cinismo de dar medo, um programa que amarra e amordaça a mídia brasileira; que reinventa nossa história e enterra a influência do cristianismo na formação da nossa nação; acaba com a expressão sincera da nossa religiosidade CRISTÃ (que seja bem divulgado que o problema é com o cristianismo. O pessoal do cacique cobra coral, índio sete fechas e cia. fazem parte das comissões que promovem o documento); que da o “Direito”, ao dono de terra, de negociar para chegar a um acordo com um carinha que invadiu sua fazenda, para tê-la de volta (imagina se a moda pega e alguém entra na sua casa e a reivindica como dele? vai ter que ir pro Juiz, conversar. Quem sabe você não terá que ceder um quartinho pro pobre rapaz.); que acabar com o direito que um ser humano tem de nascer; que revê a história segundo apenas a sua ideologia, para punir pessoas e pagar milionárias indenizações a quem outrora era terrorista e cometeu tanto ou mais crimes do que seus adversários, matando pessoas inocentes.
Estamos dando os primeiros passos. Logo poderemos nos orgulhar:
Revolucionários, tradicionalistas ou conservadores: de qual grupo você quer fazer parte?
Diante da crise interna que a Igreja vive, apresento uma relação onde existem 3 grupos: os revolucionários, os tradicionalistas e os conservadores. Cada um deles assume uma posição em relação ao momento que a Igreja vive. Certamente, existem alguns grupos intermediários e grupos específicos, que tratam de assuntos como a ‘reforma da reforma’, a reforma do Direito Canônico, passando pela formação dos sacerdotes e sobre a função dos leigos.
Pe. Paulo Ricardo Azevedo Júnior, Reitor do seminário ‘Cristo Rei’ de Cuiabá (MT), é o responsável pela análise:
"O que é um revolucionário? É aquele que afirma, ao olhar para a árvore frondosa da Igreja: 'Vamos arrancar a árvore e colocar em seu lugar um pé de abóbora'.
O que é um tradicionalista? É aquele que vê a árvore frondosa da Igreja perdendo folhas e corre para colá-las novamente à árvore, porque nela nada pode ser mudado. O revolucionário quer mudar tudo, o tradicionalista não quer mudar nada.
E o conservador? É aquele que deseja conservar a vida da árvore. Para conservá-la, por vezes é preciso podar um galho, cavar ao redor, colocar adubo. Conservar, como se vê, não é transformar a Igreja num museu.
Entre tradicionalista e conservador há, como indicado, muita diferença. Não obstante, as pessoas tendem a confundi-los.
'Não se pode mudar nada', diz o tradicionalista. Pode e deve mudar, porque a Igreja é um organismo vivo, e todo organismo precisa mudar para crescer. Entretanto, uma coisa é Nosso Senhor Jesus Cristo ter deixado na Terra um carvalho e alguém querer substituí-lo por um pé de abóbora, ou em algo sem vida, como em um museu onde só há coisas antigas que não podem ser mudadas". (...)
A atitude do Papa é a de saber o que precisa conservar, mas de forma viva. Essa é a mentalidade de Bento XVI. Por esse motivo, o verdadeiro conservador é agredido por ambos os lados: pelo revolucionário, pelo fato de querer conservar; pelo tradicionalista, pelo oposto, por querer mudar. Essa é a grande dificuldade.
Concluindo: a suprema autoridade da Igreja é o Papa, juntamente com os Bispos. Estes têm a missão, delegada por Nosso Senhor Jesus Cristo, de conservar. Fica evidente o que significa conservar: a vida da Igreja"
(Vaticano II - ruptura ou continuidade? Ecclesiae - 2009. Págs. 8-9)
Só para dar uma descontraída no texto:
“Os verdadeiros amigos do povo não são revolucionários, nem tradicionalistas, mas conservadores”.





