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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Viva!! Um País socialista só nosso, companheiro!!



Não é novidade para ninguém que o PT (partido dos trabalhadores) é um partido que tem por base de suas idéias o socialismo marxista (se for novidade para alguém... diga: muito prazer ao PT).

Os marxistas, ou o marxismo, vive da tentativa de fazer uma Análise Marxista da História, para, utopicamente, resolver os problemas mundiais, enfiando goela abaixo de quem quer que seja, as suas soluções mirabolantes (que até hoje só serviram para os propósitos totalitários dos camaradas companheiros, que tem o revanchismo entranhado na alma a ditadura como meio mais eficaz). No entanto vamos fazer um breve resumo..., uma breve Análise Histórica do Marxismo.

Aviso que não entrarei nos méritos da gestação do marxismo (que é mais suja que pau de galinheiro), mas somente em suas aplicação mais importante e que, diga-se de passagem, nunca deram certo. Se alguém lembrar de algum país socialista que tenha funcionado direito, por favor, não deixe de me avisar.

Analisando a antiga URSS, sem querer ser simplista, mas também não fazendo um trabalho de historiador (mancharia de sangue as páginas deste blog), vemos que o socialismo foi opressor, totalitário, ditatorial e levou o país e suas vizinhanças a falência. Sem contar o genocídio.

Pra minha surpresa (sendo irônico), a Cuba tem a mesma trajetória. Um regime que tem verdadeiro ódio à oposição e a mentes pensantes. Mentes que poderia trazer luz aos olhos dos quem, apesar de vivendo nas dificuldades do regime, estão inertes pela propaganda (que também é uma arma muito bem utilizada pelo marxismo) ou do medo.

O que podemos dizer também da China?

País intolerante, mestre da propaganda, e que vive da aparência (lembrando do embaraçoso acontecimento da menina cantora nas olimpíadas). A China impõe leis contra a liberdade de culto (matando muitos cristãos para o cumprimento de suas leis. Essas notícias são pouco ou nada divulgadas), de imprensa (Neste quesito a China também matou e mata muita gente), a construção das famílias segundo a vontade das mesmas (submetendo crianças a condições subumanas). Ali o Estado decide como você deve viver e você deve amar isso.

Temos outros exemplos mais recentes.

Que tal a Venezuela de Chaves ou a Bolívia Evo Morales?

Chaves já estatizou várias rede de TVs de seu País e a última foi a sua opositora, RCTV. Chaves ataca matam estudantes em protesto, impondo ao povo programas estatais, instigando os seus seguidores revolucionários bolivarianos a agirem com violência contra os opositores e etc.

Já na Bolívia assistimos sentados na cadeirinha o que o índio Morales fez com a Petrobras (é a mão grande Socialista).

Existiram vários outros exemplos que poderiam ser mencionados, mas já acho esses suficientes.

Mais alguém poderia perguntar:

O que todos estes países têm em comum, além de governos socialistas?

É bem simples.

De acordo com a oportunidade e abertura que tiveram esses governos, todos, sem exceção, tentaram ou tentam controlar a mídia, a fé, a vida (a sobrevivência dela ou não), a lei e a moral que rege uma sociedade, bem como tentaram se instalar definitivamente no poder. Alguns tiveram sucesso na empreitada destruidora, outros nem tanto (veja exemplo de Zelaya, que foi escorraçado do poder, legalmente, pelos hondurenhos).

Em uma matéria que retirei do site Sociedade Católica, intitulado A cruz, a foice e o martelo, por Pedro Ravazzano é dito:

“É bastante pertinente o ocorrido na Guerra Civil espanhola. O historiador Hugh Thomas diz que “Em tempo algum no curso da história da Europa (citando o combate comunista contra a Igreja), Talvez mesmo de todo o mundo, viu-se um ódio tão apaixonado à religião e suas obras.” Tanto na Espanha quando no Brasil os marxistas tinham apoio direto da URSS, a diferença era que na península ibérica os religiosos eram martirizados e perseguidos, enquanto aqui se convertiam à barbárie comunista...”.

Eis que agora chegou a nossa vez de ter um governo legitimamente socialista só nosso. Não aquela maquiagem que vimos nos dois primeiros mandatos de LULA, onde tudo acontecia por debaixo dos panos e encoberto pelas ações dos movimentos sociais e ONGs, não! Hoje é bem às claras.

A tentativa de manipulação da Imprensa, as diversas formas de minguar a liberdade de culto religioso, as tentativas de implantar o aborto legal para o controle da população, a tentativa (pelos meios possíveis no Brasil) de uma continuada escalada a um país totalmente socialista, sem a noção de propriedade privada é fato com vários projetos em tramitação, incluindo o PNDH-3.

O que também é simples de notar é que, por lógica de sua própria criação, os governos socialistas precisam de um adversário para governar. Eles precisam de um inimigo, do antagonista. Seguindo o mapa da mina de Gramsci não é difícil de saber quem é. Não é mesmo?

No passado foram os militares que, graças a Deus, impediram a implantação do socialismo no Brasil, embora tenham entregado de bandeja aos comunistas, as nossas universidades, meios artríticos e mídia.

Hoje, quem são os inimigos da agenda socialista no Brasil?

Qualquer um que preze pela moral e pela ética humana, em especial, ela mesma, a portadora de todo o mal (segundo Gramsci e Marcuse) a Igreja Católica apostólica Romana (prefiro crer em Cristo que afirmou que as portas do inferno não prevaleceriam sobre Ela).

Infelizmente, os mesmos que, hoje, vêem a Igreja como problema, foram e, em alguns casos, ainda são ajudados por loucos que acham que fazem parte da Igreja de Cristo, mas estão sempre na contramão da ética crista (será que alguém ainda tem dúvidas sobre quem estou falando? Bettistas , boffistas e cia.), em favor das idéias marxista, que só mataram e semearam o ateísmo, e nunca deram certo em lugar nenhum do mundo trazendo sofrimento ao povo que prometia libertar.

Vejamos o que diz a mesma matéria de Pedro Ravazzano:

“A Igreja já havia dito que “Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro” (Quadragesimo Anno, nº 117 a 120), mas isso não impediu que religiosos em rebeldia plena com o Magistério afirmassem que “o Reino de Deus é concretamente o socialismo” (L. Boff e Cl. Boff. Da Libertação, p. 96). Genésio Boff disse ao Jornal do Brasil que o proposto pelos seus irmãos em Marx “não é Teologia dentro do marxismo, mas marxismo (materialismo histórico) dentro da Teologia”.

Essa falta de amor ao ensinado pela Igreja, que não condenou o socialismo por motivos pequenos e mesquinhos, mas pela sua incongruência com a Revelação cristã, atingiu seu ápice quando em 1968, religiosos, que já traziam de outrora suas heresias ideológicas, comungaram e ratificaram atitudes terroristas e revolucionárias. Frei Betto, e seus comparsas, aliados a Carlos Marighela, levantaram pontos ao longo da Rodovia Belém-Brasília para implementar uma guerrilha rural, usando o Convento do Araguaia como o centro logístico. Nesse momento os dominicanos se transformaram, Frei Ivo, virou Pedro, Frei Osvaldo, Sérgio ou Gaspar I, Frei Magno, Leonardo ou Gaspar, Frei Beto, Vítor ou Ronaldo, tudo isso para que pudessem contactar Marighela e Joaquim Câmara Ferreira, os cérebros do Agrupamento Comunista de São Paulo (AC/SP), que depois virou Ação Libertadora Nacional (ALN).

Esse grupo terrorista tinha como financiador o governo cubano. O presidente, Carlos Marighela, fundou o AC/SP depois que foi expulso do PCB. Interessante que sua obra, Minimanual do Guerrilheiro Urbano, transformou-se em norte de vários grupos fanáticos de esquerda, como Brigadas Vermelhas, da Itália, e Baader-Meinhoff, da Alemanha. A ALN assaltou trens-pagadores (o roubo de Santos-Jundiaí rendeu NCr$ 108 milhões), seqüestrou homens de importância, como o embaixador americano, em conjunto com o MR-8 (de Franklin Martins e Fernando Gabeira). Depois da morte de Marighela, em 1969 (por delação do Frei Fernando), a ALN passou a ser liderada por Joaquim Câmara Ferreira, que viajou para a Cuba com o fim de receber ordens de Fidel Castro. Além desse extenso currículo, a ALN se envolveu em centenas de assassinatos, tanto com a ação solo, como em parceria com outros grupos terroristas; VAR-Palmares (de Dilma Rousseff), PCBR, MOLIPO, Tendência Leninista (esses dois últimos gerados da própria ALN). Tudo isso com a participação, ou no mínimo conhecimento, de religiosos dominicanos.

Os terroristas não lutavam por liberdade, mas sim para que houvesse o triunfo da revolução comunista no Brasil. No regime militar o número de mortos chegou a aproximadamente 400 (lembrando que os guerrilheiros de esquerda cometeram cerca de 200 assassinatos), enquanto o histórico do marxismo mundial beirava os 100 milhões de mortos. Alguns casos são bastante significativos; na China 65 milhões morreram depois que Mao Tse Tung iniciou o “Grande Salto para a Frente”, um desastroso projeto. Na URSS, só de 1917 a 1953, o regime bolchevique havia matado 20 milhões de pessoas, muitos deles religiosos da igreja ortodoxa russa que cometiam o crime de serem cristãos. Na Coréia do Norte, que até hoje vive no jugo do regime comunista, o número chegou a 2 milhões de mortos. No Camboja, o Khmer Vermelho matou em três anos 1/3 da população. Na América Latina, países como Cuba, Nicarágua e Peru, que estavam intrinsecamente ligados nas arquitetações comunistas, carregam cerca de 150 mil mortos. A ilha de Fidel ainda tem cerca de 2,2 milhões de pessoas, 20% da população de Cuba, de refugiados, principalmente nos EUA. Outros números; África, 1,7 milhão, entre Etiópia, Angola e Moçambique, Afeganistão 1,5 milhão, Vietnã 1 milhão.”

Lembrando que não é segredo para ninguém que Frei Betto é amigo de longa data de Fidel Castro, no entanto, este carinha, continua participando de palestras para jovens católicos, especialmente de comunidades franciscanas.

Veja:

Não se perturbavam (Frei Betto e Cia.) quando seus ícones falavam barbaridades como“Fuzilamentos, sim, temos fuzilado, fuzilamos e continuaremos fuzilando enquanto seja necessário. Nossa luta é uma luta de morte”. (Che Guevara, na Assembléia Geral da ONU em 11 de dezembro de 1964) ou “Não sou Cristo nem filantropo; sou todo o contrário de Cristo” (“Che” Guevara em carta familiar).

A teologia da libertação tem sua presença no meio religioso reduzida ( única parte em que eu, Leonardo, não concordo com o texto.), mas ainda é ativa na política da América Latina. O próprio PT surgiu nas sacristias das igrejas TL, e ainda hoje Frei Betto, Boff, e companhia, são ativos e essenciais na articulação esquerdista nacional e internacional. O frade dominicano tem relações amistosas com Fidel Castro, seu mentor político, as FARC, tendo o comandante da narcoguerrilha, Raul Reyes, informado que um dos seus maiores contatos junto ao governo do PT era o religioso católico, e com diversos partidos marxistas do continente, sendo um dos membros principais do Foro de São Paulo, dirigindo sua revista quadrimestral, “America Libre”. Ele sem nenhuma timidez ou receio barbarizou ao dizer em pleno II Fórum Social Mundial, que “a sociedade do futuro mais livre, mais igualitária e mais solidária se define em uma só palavra: socialismo. Pediu uma salva de palmas para Karl Marx e disse que o homem novo deve ser filho do casamento de Ernesto Che Guevara e Santa Teresa de Jesus”, como pontuou Carlos I. S. Azambuja.

Se o que Frei Betto diz não for heresia eu não sei mais o que é. Voltando.

A ideologia revolucionária desta gente não deixa nada em paz, mesmo quando já ocupam o poder tão sonhado. Por isso necessitam garantir-se no poder eternamente, para que seu castelo de cartas não seja derrubado.

Retornando ao presente, vemos a tentativa de Lula e Cia. (isso inclui Dilma, que tem o oficio de avaliar os documentos que chegam ao presidente) em dar os primeiros passos aos, já tão mumificados, erros marxistas do passado, com o PNDH-3 e a comissão da verdade (verdade cínica, meia verdade ou mentira deslavada?).

Ultrapassando qualquer limite da honestidade, da ética e da moral (nuca, jamais visto na história deste país), o PT de Lula e Dilma oferece-nos, com um cinismo de dar medo, um programa que amarra e amordaça a mídia brasileira; que reinventa nossa história e enterra a influência do cristianismo na formação da nossa nação; acaba com a expressão sincera da nossa religiosidade CRISTÃ (que seja bem divulgado que o problema é com o cristianismo. O pessoal do cacique cobra coral, índio sete fechas e cia. fazem parte das comissões que promovem o documento); que da o “Direito”, ao dono de terra, de negociar para chegar a um acordo com um carinha que invadiu sua fazenda, para tê-la de volta (imagina se a moda pega e alguém entra na sua casa e a reivindica como dele? vai ter que ir pro Juiz, conversar. Quem sabe você não terá que ceder um quartinho pro pobre rapaz.); que acabar com o direito que um ser humano tem de nascer; que revê a história segundo apenas a sua ideologia, para punir pessoas e pagar milionárias indenizações a quem outrora era terrorista e cometeu tanto ou mais crimes do que seus adversários, matando pessoas inocentes.

Abrir os olhos é necessário e urgente (2010 esta ai), Pois Lula, Dilma e o PT, ou qualquer outro partido ou entidade que se baseie no socialismo marxista, não tem compromisso com a nação e sim com o próprio marxismo e suas ideologias utópicas que, não custa lembrar, não deu certo em parte alguma do mundo, trazendo miséria, morte e opressão.

Estamos dando os primeiros passos. Logo poderemos nos orgulhar:

Temos um país socialista só nosso!!!

O que é isso, companheiro?!

Fonte: Texto, A Cruz, a foice e o martelo. (www.sociedadecatolica.com.br)

Revolucionários, tradicionalistas ou conservadores: de qual grupo você quer fazer parte?



Diante da crise interna que a Igreja vive, apresento uma relação onde existem 3 grupos: os revolucionários, os tradicionalistas e os conservadores. Cada um deles assume uma posição em relação ao momento que a Igreja vive. Certamente, existem alguns grupos intermediários e grupos específicos, que tratam de assuntos como a ‘reforma da reforma’, a reforma do Direito Canônico, passando pela formação dos sacerdotes e sobre a função dos leigos.


Pe. Paulo Ricardo Azevedo Júnior, Reitor do seminário ‘Cristo Rei’ de Cuiabá (MT), é o responsável pela análise:


"O que é um revolucionário? É aquele que afirma, ao olhar para a árvore frondosa da Igreja: 'Vamos arrancar a árvore e colocar em seu lugar um pé de abóbora'.

O que é um tradicionalista? É aquele que vê a árvore frondosa da Igreja perdendo folhas e corre para colá-las novamente à árvore, porque nela nada pode ser mudado. O revolucionário quer mudar tudo, o tradicionalista não quer mudar nada.

E o conservador? É aquele que deseja conservar a vida da árvore. Para conservá-la, por vezes é preciso podar um galho, cavar ao redor, colocar adubo. Conservar, como se vê, não é transformar a Igreja num museu.

Entre tradicionalista e conservador há, como indicado, muita diferença. Não obstante, as pessoas tendem a confundi-los.

'Não se pode mudar nada', diz o tradicionalista. Pode e deve mudar, porque a Igreja é um organismo vivo, e todo organismo precisa mudar para crescer. Entretanto, uma coisa é Nosso Senhor Jesus Cristo ter deixado na Terra um carvalho e alguém querer substituí-lo por um pé de abóbora, ou em algo sem vida, como em um museu onde só há coisas antigas que não podem ser mudadas". (...)


A atitude do Papa é a de saber o que precisa conservar, mas de forma viva. Essa é a mentalidade de Bento XVI. Por esse motivo, o verdadeiro conservador é agredido por ambos os lados: pelo revolucionário, pelo fato de querer conservar; pelo tradicionalista, pelo oposto, por querer mudar. Essa é a grande dificuldade.

Concluindo: a suprema autoridade da Igreja é o Papa, juntamente com os Bispos. Estes têm a missão, delegada por Nosso Senhor Jesus Cristo, de conservar. Fica evidente o que significa conservar: a vida da Igreja"


(Vaticano II - ruptura ou continuidade? Ecclesiae - 2009. Págs. 8-9)

Só para dar uma descontraída no texto:

“Os verdadeiros amigos do povo não são revolucionários, nem tradicionalistas, mas conservadores”.