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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

CNBB nomeia membro do Apostolado Shemá para comissão especial da Igreja No Brasil











A CNBB(Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), órgão administrativo da Igreja Católica no Brasil, nomeou o caríssimo Anderson Macena para uma comissão extraordinária no segmento da Igreja

Andreson Macena é membro do Apostolado Shemá desde Fevereiro de 2009. Trabalha também como missionário leigo da Ordem dos Redentoristas.

“A juventude deste Brasil precisa se identificar cada vez mais com Cristo e com sua Igreja” – afirma Macena.

Em tempos de relativismo religioso, de uma sociedade cada vez mais longe dos padrões morais e de fé Católicos, se torna um desafio pregar o Evangelho de Cristo e sua doutrina. Cada vez mais jovens caem na imoralidade e na cultura cega de viver longe dos valores Cristãos anteriormente tão presentes na cultura do Brasil.

Que Deus lhe conceda força e coragem para ser fiel aos novos desafios, Amém.

domingo, 2 de agosto de 2009

José Fernandes de Oliveira mais conhecido como Pe. Zezinho SCJ

Padre Multimídia:

Ele acha o título engraçado e diz com um leve sorriso: - Eu mais 500 outros. Sou tão multimídia que 9 entre cada 10 jornalistas novos nunca ouviram falar de mim e os mais antigos apenas sabem que eu existo. E não é culpa deles. Foi escolha minha! Sou cantor de bastidores. Mais faço cantar do que canto. Não me tornei conhecido para divulgar minha canção e o meu pensamento. Divulguei o meu pensamento e minha canção para um pequeno grupo e, quando o que cantei ou escrevi chegou mais longe, alguém me procurou e assim tornei-me um nome conhecido entre católicos e protestantes.

No âmbito de Igreja meu trabalho aparece, mas meu rosto e minha pessoa ficam nos bastidores, pedindo que joguem os holofotes nos jovens e não em mim. Sei usar o palco, mas prefiro mostrar os novos talentos. A Igreja tem que se renovar. Só apareço quando é preciso. Não sou homem de holofotes. Os holofotes é que de vez em quando me acham. Há duas doenças que não tenho: holofotite e microfonite agudas. E há uma santa da qual não sou devoto: Santa Mesmice. Quem se repete demais não está comunicando, está regurgitando!... ( se o Pe. Marcelo e Fabio de Melo lerem este parágrafo vão perceber algo para eles)

Professor de comunicação por 25 anos no Instituto S.C.J, hoje Faculdade Dehoniana de Taubaté, com palavras claras define o papel do padre comunicador: Ele tem que deixar claro que veio e vem depois. Há sempre alguém maior e melhor do que ele em alguns aspectos e em algum lugar do país e até na sua região. Por isso ele deve resistir em misturar altar com palco, ou em permitir que os marketeiros da diocese ou da paróquia ponham sua foto em tamanho gigante no fundo do palco ou do átrio: Alguma coisa está errada no coração ou na cabeça do padre que aceita celebrar com um pôster dele dez vezes maior do que o altar onde ele preside a missa, ou no que põe 40 fotos suas no seu CD de 12 canções. Tem “ eu” demais e pregador de menos ali!

Sobre o padre e a fama diz ele:

Sei de outros colegas padres que procuram espaço na televisão e no rádio para se tornarem conhecidos. E esse é um legítimo direito deles. Depois que se tornam conhecidos escrevem ou cantam e esperam ser convidados a pregar pelo país ou pelo mundo. Não é errado sonhar alto. Os apóstolos também viajaram. Mas vejam que mestre eles tiveram. Se no tempo deles houvesse Internet talvez tivessem, cada um, o seu site. Mas eu me pergunto se dariam o seu endereço oferecendo-se para ir dar palestras e shows. É um caso a ser debatido. Da minha parte espero que me achem. Nunca me ofereci para shows ou palestras. Sempre esperei ser convidado. Nos períodos em que ninguém me chamou escrevi mais de 80 livros. Não dependo de rádio e de televisão. Sei viver sem estes veículos e imagino que Paulo também saberia, embora sejam muito úteis Mas são como cavalo xucro. Quem monta de qualquer jeito não chega aos oito segundos... Respeito a mídia porque sem ela um povo acaba menos povo, mas não faço média para poder fazer mídia. Não a procuro. Se alguém da mídia me procura confio no seu senso profissional porque sei que o jornalismo é uma profissão difícil. Não é fácil ser isento. Se o repórter for injusto para comigo e se percebo que não registrou corretamente o que eu lhe disse e até me deturpou, entendo que nosso encontro gerou duas vítimas: eu que fui pisoteado nos meus direitos e ele que brincou com uma profissão que considero sagrada. A verdade passou por ele e ele a poluiu.

São ainda idéias dele passagens como esta:

Querer ser conhecido é bom. Querer virar ídolo é coisa de gente desmiolada. É pedir para perder a liberdade. A maneira como alguém ficou famoso ou conhecido é um caminho pessoal. O que acontece depois que se atinge a notoriedade na Igreja ou fora dela é que revela a pessoa que somos. Um atleta que escala um pico de 8 mil metros e lá finca para a posteridade uma bandeira com o próprio nome, demonstra qual a sua ética. O outro que põe lá a bandeira do seu país é muito mais pessoa.

Nos mais de 80 livros que publicou e nos mais de 115 álbuns de canções que já gravou, Pe Zezinho scj foi sempre o educador. Fez pensar. Sempre insistiu em ver seus jovens de livro na mão. Mais fez cantar do que cantou. Chamou gente para comunicar com ele. Revelou talentos. No tempo da febre da discoteca tentava entender aceitar aquela modalidade de diversão, mas preferia os jovens de biblioteca. Trouxe vários escritores para Igreja. Quem foi aos seus programas, às vezes acabou ganhando espaço próprio. Fundou grupos e obras que passou para as mãos de outros assim que entendeu que outros poderiam liderar.

Raramente fala de si mesmo. Nos seus shows é raro que dê testemunho de sua vida pessoal. Fala de seus pais e seus irmãos, mas nunca de si mesmo. De vez em quando lembra que seus pais que eram paralíticos, fala dos amigos de outras religiões, ou pessoas de quem aprendeu algo importante. Sua pregação tem pouco “eu” . Aponta sempre para os outros. No show de 30 canções, ele canta pessoalmente 8 e as outras 22 ele as confia aos outros cantores.

Quando cantou, foi para fazer cantar. Por isso das 1.600 canções gravadas, mais de 100 ainda são cantadas em igrejas do mundo inteiro. Seus estribilhos são de conteúdo catequético forte mas fáceis de repetir. As letras traduzem encíclicas sócio-políticas dos últimos papas, do Celam, da CNBB ou textos de algum teólogo famoso. Desde jovem padre foi escolha sua musicar esses temas para que o povo tomasse conhecimento deles. Inspira-se em Santo Efrém um diácono cantor do século III que evangelizava através de textos curtos, poemas, teatro e canção. Costuma brincar, dizendo que o herege Ário também era bom de canção, de palco e de canto e que nas igrejas há cantores santos e cantores religiosos!

Percebe-se pelos títulos de suas obras que Pe Zezinho canta as perplexidades , o Coração de Jesus e o coração do povo, a compaixão, a libertação e histórias de cruz e de ressurreição. Sua pregação é reflexo do grupo de padres ao qual se filiou, os Padres Dehonianos (scj- Sagrado Coração de Jesus) cujo fundador Leão Dehon era sociólogo, filósofo, advogado, teólogo e jornalista e promotor de sindicatos católicos de patrões e de operários...

Cantou para Paulo VI, três vezes para João Paulo II e recentemente foi convidado a cantar para Bento XVI na noite dos jovens. Sua primeira observação foi: - Agora tenho 65 anos.Não seria melhor chamarem um padre mais jovem? Se acham que devo ir, permitam-me levar um grupo de seis a oito jovens comigo. Permissão concedida.

Lecionou por 25 anos Prática e Crítica de Comunicação nas Igrejas. São dele, entre mais de 80 livros escritos, os livros Do Púlpito para as Antenas- a difícil transição; Novos Púlpito e Novos Pregadores; A Fé Humilde ; O amor Humilde; Apenas um rio que passa; Palavras que não passam; Orar e pensar como Família; E Deus te quis mulher; O direito de ser jovem; A geração insatisfeita; Adolescentes em busca de um porquê; Adolescentes em busca de algo mais.

Estão a caminho: Maria do jeito Certo, Meu jeito de ser católico, Adolescentes em busca de si mesmos, Adolescentes em busca do outro; Da família sitiada à família situada; De volta ao catolicismo; Quando os pais também não sabem; Dizem que Jesus lhes disse...

Apesar que muitos digam que nao gostam dele, digam que ele é TL, mais de uma coisa temos que concordar, ao menos ele nunca se auto promoveu nem nunca foi entrevistado pelo Jô ao menos eu nao tenha conhecimento.

http://www.padrezezinhoscj.com/interna.php?id_menu=2

sábado, 1 de agosto de 2009

SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO BISPO E DOUTOR DA IGREJA PADROEIRO DOS MORALISTAS E CONFESSORES


Santo Afonso Maria de Ligório nasceu em Marianella, no Reino de Nápoles, no dia 27 de Setembro de 1696. De rara inteligência, recebeu em 1712 o doutorado em direito civil e canônico, formando-se um dos advogados mais célebres e requisitados de Nápoles. Não lhe faltaram temperamento e dons artísticos: poeta, músico, arquiteto, pintor... A experiência do mundo, uma causa inesperadamente perdida nos tribunais, a corrupção aí existente, mudam radicalmente a sua vida.
Ordenado
sacerdote, em 1726, desenvolve seu ministério entre os "lazzaroni" da cidade de Nápoles, massa excluída e marginalizada pela sociedade e Igreja. Para eles cria as célebres “Capelas Vespertinas” ("Cappelle Serotine").
Em
1732 reúne um grupo para evangelizar os mais abandonados. Nasce assim a Congregação do Santíssimo Redentor.
Nomeado bispo, após fecundo ministério, renuncia, por motivos de idade e saúde.
Morre aos 91 anos, no dia 1° de agosto de
1787
, em Pagani.
Foi canonizado em 1831 pelo Papa Gregório XVI e declarado Doutor da Igreja (1871) e Padroeiro dos Moralistas e Confessores (1950
).

De família nobre, Afonso era advogado de causas civis e eclesiásticas, tribunais, que são a vida de Afonso e dos Ligório, estão indo otimamente. Surgiu, por´em,um processo entre duques, envolvendo grande soma em dinheiro. Devido à corrupção da Corte Judicial, Afonso perde a causa. Sonho acabado!
Afonso refugia-se em seu quarto. Por três dias reflete sobre o desastre, sem comer, sem se comover com as preocupações da mãe. Ao terceiro dia, os Ligório vêem um novo Afonso.
- "Mundo, agora te conheci! Adeus, tribunais! Não me vereis jamais!".
Ao pai Afonso responde: "Os tribunais são uma página virada em minha vida". Afonso decide ser padre! O pai tenta tudo para demovê-lo da idéia. Em 21 de dezembro de 1726 Afonso é ordenado padre. Não será apenas mais um entre os dez mil que vivem em Nápoles. Será um padre que se destaca. Afonso tem 30 anos de idade.

Afonso, depois de muitos trabalhos apostólicos, fica doente. O médico recomenda descanso. Parte então para Amalfi, com alguns amigos. - Por que não ir para Santa Maria dos Montes, logo acima de Scala? Estamos em
1730. Santa Maria dos Montes é lugar de pastores de cabras. Gente rude, pobre, fora da sociedade e da Igreja. Aproximam-se do grupo e começa a evangelizá-los. O descanso vira missão!
Visita o bispo de Scala, que o convida para pregar na catedral. A uns 200 metros, religiosas de um mosteiro suplicam que reparta com elas o Pão da Palavra.
É preciso voltar para Nápoles. O descanso acabou. Afonso, porém, volta diferente. Lá nas montanhas estão os cabreiros a esperar... Deixou ali seu coração e uma preocupação o persegue: quem irá evangelizar esse povo? Vendo sua necessidade, rezava, pedindo a Deus que suscitasse alguém para servi-los
Em Scala, uma freira chamada Maria Celeste Crostarrosa tem uma missão: Afonso deveria juntar um grupo de missionários para a pregação.
Afonso assusta-se. - Seria verdade ou ilusão? Inicia-se um longo processo de discernimento. Seu diretor espiritual aconselha não dar muito crédito e continuar sua vida de missionário. E ele parte em missões com alguns companheiros.
Voltando a Nápoles, seu diretor espiritual anuncia-lhe: a obra é de Deus! Consulta outros homens sábios e prudentes É preciso partir! "Fazendo a Jesus Cristo um sacrifício de Nápoles, ele se oferece para viver o resto de sua vida nas estrebarias, nas choças, na cabanas e morrer cercado pelos pastores”.
Sofre a resistência dos pais, a zombaria de muitos. Nápoles não queria perdê-lo. Era precioso demais para a evangelização dos pobres. – E Nápoles não tem pobres?!
Afonso venceu a tentação e deixou Nápoles. Os cabreiros de Scala sorriam.
Dois de novembro de 1732. Afonso deixa tudo para seguir o chamado-provocação de Deus.
Com mais dois companheiros, montando um burrico, deixa a cidade, os amigos, a fama e o sucesso garantido. Troca de grupo, abraçando o grupo dos cabreiros de Scala. "O Espírito do Senhor está sobre mim. Ele me ungiu e me enviou para proclamar a Boa Nova aos Pobres". . .

Enfim, Scala. Começa o tempo bonito de consolidar uma opção. Reuniões, orações sobre o novo projeto, a missão que agora se inicia. A fundação oficial do novo grupo de evangelizadores dos pobres será no dia 9 de novembro de 1732.
Serão os congregados do Santíssimo Salvador. Adotam um escudo: sobre três montes, a cruz; esponja e lança, sinais da paixão. Os monogramas de Jesus e Maria. E a senha de identificação: "Copiosa Apud Eum Redemptio"— "Junto Dele a Redenção é abundante".
Um novo grupo de evangelizadores dos abandonados? - Para quê? Nápoles já tinha tantas congregações. Afonso também fizera para si mesmo todas essas perguntas. Mas havia os que ninguém abraçava, porque eram pobres, grosseiros, que só entendiam de cabras. Gente que não dava retorno algum. Só incômodo, despesas e sacrifício. Por isso, viviam abandonados. E o grupo dos congregados do Santíssimo Redentor era para eles.

Uma característica do grupo: não morar fora e longe dos abandonados . As residências do grupo não serão em Nápoles, mas o mais próximo possível dos pobres. Assim o grupo poderá girar mais facilmente entre eles e eles poderão participar mais da vida dos missionários. Irão às suas Igrejas, reunir-se-ão em suas casas para os exercícios espirituais... Não apenas pregam missões: a comunidade, a casa, tudo é missão e missão contínua. Assim os redentoristas, como serão chamados mais tarde, continuam Jesus Redentor que armou sua tenda no meio de nós.
Afonso foi sinal de contradição. Em primeiro lugar, para a Igreja da época, que deixava no abandono os pobres dos campos.

Diante de uma mentalidade rigorista, que punha a lei e o pecado em primeiro lugar, Afonso apresenta o amor e a misericórdia. Deus nos ama: eis o anúncio predileto de toda a vida de Afonso.
Faz da pastoral, e principalmente da moral, a moral do amor de Deus que se transforma em misericórdia. Afonso convida a uma resposta de amor: diante do amor tão grande de Deus, nós somos levados a amá-lo também.
O amor misericordioso de Deus revela-se de modo especial no sacramento da Reconciliação. Esse sacramento será marcante em sua vida. É o homem da escuta aberta, amiga, amorosa. O homem da reconciliação.
Ele dizia que o confessor deve ser "rico de amor e suave como o mel". Em 1950, o
Papa Pio XII o declarava padroeiro dos confessores e dos moralistas. Até hoje os redentoristas têm na Igreja essa missão: anunciar que em primeiro lugar vem o amor e a misericórdia.
Afonso foi um hábil escritor. Deixou mais de cem obras para ajudar o povo cristão. Em sua época havia uma mentalidade rigorista e muitos pregavam uma religião elitista, sem lugar para o sentimento e a devoção popular. Afonso vai contra a corrente e quer mostrar o rosto verdadeiro de Deus. Por isso escreve e coloca seus livros nas mãos do povo.
Para os sacerdotes escreveu sua
Teologia Moral, inaugurando um novo método de fazer moral: a moral do amor e da misericórdia.

Mostrou ao povo a beleza de Maria, em seu livro "Glórias de Maria". Deixou-nos o livro “Prática de Amar a Jesus Cristo", as “Visitas ao Santíssimo Sacramento”.
Célebre sua frase: "Quem reza se salva, quem não reza se condena!"

Escreveu sobre os mistérios de Cristo, sobre sua encarnação, paixão-morte.
Escreveu para as religiosas, para os leigos…
Afonso colocou todos os seus dons a serviço da evangelização dos empobrecidos.
Revela-nos uma vida totalmente consagrada a uma missão. Formou a consciência religiosa de sua época. É considerado o melhor prosador religioso do século XVIII na Itália.

Em 1762, com 66 anos, Afonso é nomeado bispo. De novo era preciso partir, desta vez para outra insignificante cidadezinha, Santa Ágata dei Goti. De nada valera apelar para a saúde abalada: "Dom Ligório de sua cama governa melhor a diocese que muitos bispos jovens e com saúde".
Em Santa Ágata dei Goti, por treze anos mostrou zelo invejável. Renovou o seminário; organizou Missões Gerais para a diocese; aprofundou a formação do clero. Envolveu todo o povo na solidariedade e no cuidado dos pobres.
Em 1775, deixa a diocese e retorna para sua congregação. Continuou na sua vida fecunda de oração, orientação e publicações.
Em 1 de agosto de 1787, com noventa e um anos, falece, rodeado de seus co-irmãos, redentores dos empobrecidos. Eram doze horas.
Afonso partia, mas deixava consolidada a grande obra de Deus, a Congregação do Santíssimo Redentor, que na época contava com cento e oitenta e três religiosos.
Afonso morreu. Seu sonho, porém, continua vivo na vida de seus seguidores. Principalmente por obra de Clemente Maria Hoffbauer, os redentoristas espalharam-se pelo mundo. Neles o Redentor continua derramando vida no coração dos pequenos e abandonados. A Congregação do Santíssimo Redentor
é o lugar-presença onde o Redentor prossegue sua missão: "Enviou-me para evangelizar os pobres".
- Hoje em dia estão presentes em cerca de setenta e cinco países.


SANTO AFONSO, ROGAI POR NÓS !