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terça-feira, 24 de julho de 2012

AIDS - A doença moral.




Durante décadas , desde a descoberta do vírus HIV, ouve uma campanha mundia para desfazer o obvio, existe pessoas que estão mais vulneráveis a contrair o vírus da AIDS.
Isso é um fato tão facilmente observado, mas que no entanto é abafado e desmentido pela mídia e por grupos formados exatamente pela pessoas que estavam dentro destes grupos.

Logo que a AIDS surgiu os grupos mais vulnerável eram gays, usuários de drogas e prostitutas.
Em alguns casos pessoas que viviam uma aparente vida heterossexual e monogâmica, mas mantinham relacionamentos ocultos com gays ou prostitutas começaram a transmitir o vírus para heteros, adicionando ai mais um grupo, mas de menor envergadura.

Toda esta situação evidenciou ainda mais que o ensinamento da doutrina católica sobre a sexualidade era e é mais que eficiente para a prevenção da gravides indesejável, DSTs e principalmente a AIDS.
A Castidade e a monogamia oferecem 100% de proteção contra as doenças de causas sexuais.

Retornando ao assunto vi uma reportagem do Fantástico do ultimo dia 22/07 mostrando a eficácia do tratamento e uma possível cura para os portadores da AIDS. Em si só isso é realmente uma boa notícia, pois são muitos que sofrem com esta doença, embora os avanços no tratamento sejam grandes. No entanto duas coisas se revelaram através da reportagem:

O egoísmo humano e que os grupos de risco não só existiram como ainda existem.

Os grupos de risco existem sim e a própria reportagem acaba demonstrado.
O primeiro grupo de risco são os dos homossexuais e, obviamente, são o grupo mais beneficiado pela melhora do tratamento e mais ansioso pela cura definitiva. Veja o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=SK0KDKV7D_I


Quanto ao egoísmo humano, embora seja um assunto delicado e que cabe pensar com um pouco mais de calma, este assunto fica por conta de uma exemplo também dado no vídeo acima, onde Marta Fernandez, diagnosticada soro-positivo, faz um tratamento para engravidar. Este tratamento reduz muito a probabilidade de sua filha contrair o HIV, mas apenas reduz o risco, não acaba com ele.

Se o risco existe é lícito, moral e desejável ter esta criança assim mesmo? É lógico que não. Se há chance de que uma criança  seja infectada neste processo é muito egoísmo fazer com que a criança passe por este isso mesmo assim. Tudo apenas porque eu tenho o desejo, o sonho de ser Pai ou Mãe. Para satisfazer a si mesmo e não pela vido do que vai chegar.

Lógico que as investigações devem ocorre e a ciência deve estudar possibilidades, mas isso deve ser feito sem por a vida humana em risco e qualquer processo que o faça não é moralmente valido, ainda que os resultados sejam bons. Os fins não justificam os meios.

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Apostolado Shemá
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