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sexta-feira, 27 de abril de 2012

STF Aprova lei de cotas para negros nas universidade.


Sendo incoerente com ele mesmo O STF aprova a lei de Cotas.

Para a aprovação da lei que endossa a união civil de homossexuais o STF passou 2 vezes sobre a constituição dizendo defender um ponto dela.
Usando a letra da Lei que afirma que Todos somos iguais perante a lei, o STF passou por cima do legislativo (legislando em seu lugar) e passou sobre a constituição que afirma que o casamento acontece com a união de um homem e uma mulher. (Art. 226 § - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento. (L-009.278-1996 - Regulamentação))

Eis que agora o Tribunal se contorce mais uma vez para a aprovação de sua Ideologia.
Aprovou a Lei de cotas para negros nas universidades. O princípio de que Todos somos iguais perante a lei, usado para a aprovação do casamento gay, agora é esquecido conveniente mente.
O novo presidente do STF, Ayres Britto, afirmo: “quem não sofre preconceito de cor já leva enorme vantagem comparativa na escala social”. E que o princípio fundamental da igualdade está na Constituição, exatamente, para proteger aqueles que não estão “em igualdade de condições, em termos de bem estar”, com os socialmente privilegiados. 

Usando o princípio por ele mesmo dito não seria melhor criar cotas para pobres? Isso abrangeria a todos que não estão em igualdade de condições, em termos de bem estar.
Mas é engraçado como geralmente os pesos e medidas se alteram constantemente na justiça.
Para decretar o que é igual e desigual é necessário uma âncora que defina um padrão e a partir daí traçar os Iguais e desiguais.
Quem são os iguais? Quem são os desiguais?
Se usarmos o julgamento racial veríamos que a maioria da população brasileira se autoproclama negra ou parda e ainda podemos incluir outras minorias como os indígenas. (http://www.jb.com.br/pais/noticias/2011/11/16/populacao-negra-e-parda-passa-a-ser-maioria-no-brasil-mostra-ibge/).
Como é possível que exista cotas para uma parcela majoritária da população? E a autoproclamação torna ainda mais subjetivo os critérios usado para definir quem tem ou não direito as cotas.
Mas ainda, temos a questão das pessoas que não aparentam, mas em seu DNA tem sua porcentagem negra e(ou) indígena. Judicialmente poderiam facilmente conseguir seu direito as cotas.
Com toda a miscigenação brasileira é impossível determinar , além dos pontos superficiais da percepção, quem tem ou não direito as cotas e a intenção é exatamente esta.
Quem pode definir que hoje um rapaz pobre com aparência caucasiana não está nesta condição pelas dificuldades financeiras e intelectuais de seus antepassados negros?
Ou que uma menina negra esteja nos melhores colégios ou com os melhores empregos por conta da boa criação e tradição que sua família teve com seus antepassados europeus?
Bem, se estas possibilidades existem é necessário enxergar com uma visão mais ampla e atuar no pobre e não no negro, porque ele não é sempre, única e exclusivamente socialmente.
Este tipo de política, agora endossada pelo STF, só serve para a criação de conflito entre os aparentemente negros “pobres” e os aparentemente brancos “ricos”, pois no DNA a probabilidade é que ambos tenham um pouco um do outro,  e cria problemas aos aparentemente negros ricos e os aparentemente brancos pobres.
É uma ação revanchista de quem ainda acha  que brancos precisam pagar pela a escravidão de negros, como se a escravidão de etinias africanas fosse uma ação exclusiva de europeus e não tivesse dedo de nenhuma outra etinia também de cor de pele escura.
Também esquecem que em outras épocas europeus foram escravos e não precisaram de cotas para se tornarem potencia do princípio da cultura ocidental.

Enquanto escrevo estas linha uma amiga me alerta que minha filho(a) pode nascer com o tom da pele claro. Apesar de eu ser negro minha esposa é branca.
Sou pobre. Como ficaria meu filho nesta situação? Espero ensiná-lo a não depender de cotas e conseguir seus feitos por seus méritos e não por ser "digno" da pena de alguém.

As aprovações de Aborto de anencéfalos, do casamento gay e agora das cotas para negros nas universidades são provas suficientes que o número de juízes indicados pelo PT surtiu efeito.
A Esquerda conseguiu por a mão no Judiciário e este é a ultima instancia que ainda restava. Após eles, como disse Reinaldo Azevedo, só o golpe de Estado.



Leonardo Campos.

Apostolado Shemá
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