ÚLTIMAS POSTAGENS

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Nova provocação humanitária em Gaza

Vem por ai uma nova "ajuda humanitária" através de flotilhas que tentarão quebrar (claro que em vão) a barreira de vistoria que Israel realiza aos portos de Gaza.

Gostaria de lembra-los do acontecimento passando onde uma gigantesca palhaçada teatral, que custou duas vidas humanas, foi armada pela IHH para deixar Israel em desconsertado perante a opinião pública(da) mundial.
A flotilha "humanitária" que traziam vários ativistas armados com facas, paus, barras de ferro, entre outras coisas atacou os jovens soldados israelenses antes mesmo que estes pusessem os pés nas embarcações, como podem ver no vídeo abaixo:


A Imprensa não mostrou estas imagens.


A mídia influente armou todo o restante da mídia mundial com um discurso ant-israel afirmando que os soldados israelenses promoveram um massacre. Massacre teria acontecido se os soldados israelenses não fizessem uso da legítima defesa contra os terroristas disfarçados de ativistas humanitário.
Ficando provado o engodo toda a impressa fez um enorme silencio sobre o assunto.Tudo sumiu dos jornais e TVs.

Eis que agora os ativistas novamente irão tentar furar a barreira de revista.
Vale lembrar também que o que Israel pretende é fazer um revista nos navios e conduzi-los ao porto de Ashdod, onde toda a ajuda humanitária (séria, diga-se de passagem) são destinadas.
Em Ashdod Israel conduz, sem ônus aos doadores, toda a ajuda para Gaza, arcando com toda a logística.
Portanto, se existe uma maneira pacífica (que deve ser o princípio de um pensamento humanitário) de entregar qualquer tipo de ajuda humanitária a Gaza e ainda por cima de forma mais barata, Já que a intenção a ajudar, porque gastar mais para criar conflito com a Marinha Israelense?
Só há uma resposta. O principal, e talvez o único, propósito não é ajudar Gaza, mas sim desafiar Israel,  fazer-se de vítima e prestar serviços ao Hamas (Não é atoa que esquerdistas do mundo inteiro adoram entidades humanitárias como o Hamas e o hezbollah).
É incrível que na Líbia e na Círia não existam grupos ativistas com repórteres ao vivo entregando ajuda humanitária.

Enquanto isso Gaza esta precisando de ajuda tanto quanto qualquer outro país (lembrando que gaza não é um país) que tenha pobres, isso inclui o Brasil, China, Cuba e etc. Mas Cuba , até hoje, é vendida como a ilha da fantasia. Veja abaixo a situação de Gaza:
http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4088354,00.html


É incrível como esta este mundo. A mentira ideológica impera.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Quando desejos eróticos se tornam motivo de direitos civis é porque a situação está braba.

Imagino que este texto possa causar polêmica, logicamente sem motivo, mas como hoje é politicamente incorreto criticar qualquer movimento ou ong que esteja ligado ao movimento gay... Sigamos em frente.
A questão é o seguinte:

O que representa a palavra homossexualismo (homoerotismo)?
Hoje algumas organizações, trabalhando como polícia do vocabulário politicamente correto, tentam mudar a forma como se falam algumas coisas para que a idéia sobre elas possam ser gradativamente alteradas.

As Palavras homossexualismo e homossexual são o alvo da vez, contudo, é certo que somente a idéia, ou seja, a projeção mental delas será alterada porque o que é real e verdade não se altera pela mera mudança da compreensão ou releitura das palavras.
 Ainda que toda a humanidade decida por unanimidade que as pedras tornem-se, a partir de agora, esponjas, sua matéria não se alterará pela força democrática do voto. A Realidade não é democrática, ela simplesmente é.

Pois bem, agora estamos em meio a uma mudança de significado, como havia dito antes. Estão trocando homossexualismo ou homoerotismo por homoafetividade. Mas analisemos:

Homo = Do Grego homos, quer dizer mesmo ou igual.
Sexual = indica, como já diz o nome, algo de natureza sexual. Neste caso o interesse.

O Homossexual caracteriza-se pelo desejo sexual pelo igual, indicando uma forma de atração sexual do individuo em questão por outro indivíduo do mesmo gênero. Homo indica o mesmo gênero e sexual a forma como se relacionam, ou seja, desejo sexual pelo mesmo gênero.         O mesmo se dá ao homoerótico, ao heterossexual e etc. Cada qual indica seu interesse sexual e seu prefixo aponta a qual gênero destina-se este interesse.

OBS.: Lembro, que o erotismo, diferente do que é propagado, não quer dizer uma coisa pecaminosa ou faz referencia somente a materiais e idéias pornográficas. Erotismo é a palavra, do grego Eros, que simboliza o desejo sexual, o amor eros, e , consequentemente, a expressão do amor através do sexo. O sexo, não é um ato de pecado em si quando praticado de acordo com sua forma biológica e moral estabelecida por Deus.

Então vamos ao centro da polêmica. A palavra “Homoafetivo” que significa o amor (afeto) pelo mesmo gênero , onde um ser tem afeto por outro igual (Homem por homem e mulher por mulher.). Começa a surgir uma enorme campanha que deseja transformar a questão homossexual em homoafetiva. Isso é possível? É fácil chegar a conclusão que Não!
Em resumo, homossexualismo ou homoerótico é o ato ou tendência em prática sexo entre indivíduos do mesmo gênero e homoafetivo é a relação de afeto direcionada ao mesmo gênero. Com esse simples raciocínio é possível entender o homoerotismo, homossexualismo ou homossexualidade como sinônimos de homoafetividade?

Este neologismo tem a intenção de ser um eufemismo que irá amenizar o que realmente é a questão do assunto. Não se trata do amor entre iguais, mas a relação sexual entre estes, pura e simplesmente. Sem o desejo sexo uma relação entre homens ou entre mulheres é apenas uma amizade ou um companheirismo.
Homoafetividade é o que sente qualquer pessoa por qualquer outra do mesmo gênero. É o que eu sinto pelo meu pai, pelo meu irmão, meus sobrinho, cunhado e amigos. É o que sente qualquer mulher por sua amiga, mãe ou irmã.

O afeto entre pessoas do mesmo sexo não pode ser considerado ato gay, somente o pode quando surge o desejo sexual, podendo posteriormente surgir o ato.
Desfazendo este novo mito, podemos entender o porquê é absurda a concessão de direitos civis e políticos embasados no mero desejo sexual de algum grupo.
As Leis como são nas tradições ocidentais, que herdaram o pensamento greco-romano (ao menos em sua maioria), sempre tiveram o intuito de englobar a pessoa humana como um todo, e não apenas alas ou grupos distintos, menos ainda minorias, levando em consideração que vivemos em tradições democráticas onde se segue a norma escolhida pela maioria. A opção ou tendência sexual não pode ser condições determinantes para garantias de direitos civis, Pelo simples fato de que são condições transitórias não fundamentadas em princípios sólidos. A exemplo da condição humana, que não se pode mudar, essa tendências sexuais ocorrem sem muitas explicações, pouquíssimos fundamentos e muitas vezes por mero desvio moral. Logo são exceções, se comparando com o universo das culturas ao longo de toda a história da humanidade, por isso não podem dar direito a regras (Leis).

É fato que não se pode deixar de ser humano (ao menos em tese, pois muitos se esforçam para isso), esta não é uma qualidade transitória, diferente do homossexualismo, onde existem relatos de troca de posicionamentos entre heteros e homos a torto e a direito.
Então, como dar direitos civis globais a grupos que podem passar por metamorfoses, sabendo que elas terão impactos em outras esferas, de muito maior representatividade? E o que é pior, sabendo que mesmo estas minorias já são contempladas nas leis vigentes.

Vemos que leis como estas tem somente dois objetivos:

Primeiro: Um revanchismo sobre aqueles a quem estas militâncias entendem como inimigos, burgueses, detentores do poder e dos meios de produção (Nestes casos o meio de produção da vida). Mentalidade puramente Marxista.

Segundo: A Instabilidade Jurídica.

York Bezmenov (Ex agente da KGB – faça download do vídeo aqui) alertava em uma palestra em 1987 que grupos gays eram utilizados pelos movimentos socialistas como trampolim para a desestabilização da sociedade. Não é a toa que grupos socialistas/marxistas/comunistas dão apoio irrestrito a estes movimentos, quando não são os próprios cabeças.
Querem calar séculos da nossa civilização em favor da alguns anos de militância. Usam a democracia contra a democracia. Usam o direito que tem a expressão para amordaçarem a outros, dizendo que não podem se expressar contra aquilo que acham que é correto. Porque se pode criticar tudo, mas o movimento gay é intocável, blindado?
Se a moda pega realmente e direitos civis forem cedidos a cada grupo que se manifesta embasados em suas preferências o mundo entraria em caos.
Masoquistas, necrófilos, pedófilos, zoófitos, sádicos entre outras expressões eróticas teriam um precedente para pedirem direitos próprios em detrimento do resto da sociedade. Não se poderia dizer mais que a zoofilia, por exemplo, é uma doidêra, Quem poderia abrir a boca contra a pedofilia? E assim ficaríamos a mercê das interpretações de juízes que interfeririam em esferas que não são a deles. E quem me garante que um juiz tendencioso a certo grupo agiria com isenção? Poderão chegar ao ponto, que não me parece tão distante assim, de declarar as relações heterossexuais contra a lei. Manifestar o pensamento hetero já é ilegal.

Assim como ocorre com as leis de cota, Laís de proteção da mulher e outras que subdividem burramente o ser humano, esta é mais uma que tem como objetivo o conflito.
Um exemplo que poucos têm coragem de dar é com relação às leis especiais de proteção a mulher. Como se agredir uma mulher já não fosse crime suficiente para a lei ordinária.  Não são necessárias leis especiais, apenas que se faça cumprir a que já temos.

Lembrando que a Igreja Católica diz sobre os gays:

§2357 CASTIDADE E HOMOSSEXUALIDADE A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade se reveste de formas muito variáveis ao longo dos séculos e das culturas. Sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que "os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados". São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.
§2358 Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição.
§2359 As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.

Portanto, até a Igreja se preocupa e tem intenção de cuidar e dar amparo a todos. O que vemos não é uma procura por paz, compreensão, igualdade e todos os clichês que gostas de esbravejar por ai. O Objetivo é uma tentativa de revolução do “proletariado” sobre quem julgam ser a burguesia. Daí a semelhança dos movimentos negros, de mulheres, do aborto, dos indígenas, dos sem terra e etc.

Consequencia do STF. Ativismo gay senten-se seguros para começar a provocação


ESTUPIDEZ! Lideranças do sindicalismo gay partem para o confronto com os católicos e levam à avenida “santos” em situações “homoeróticas”. Que a Igreja Católica tenha a coragem de enfrentar a imprensa e reaja à altura!

Como poderão ler no poste acima (blog do Reinaldo Azevedo) já começa o segundo passo do ativismo gay. O primeiro é usar dos meios democráticos para tirar direitos dados pela democracia aos grupos que não compartilham de seus pensamentos, já o segundo e simplesmente usufruir do primeiro.

Gays pretendem distribuir preservativos com fotos de homens (com claro apelo erotizado) travestidos de Santos Católicos, em uma clara provocação a Igreja.. Para entender melhor os fatos leiam o texto do link acima.

E quem não sabia que este era o objetivo? 

Esperemos para ver o que a CNBB fará sobre isso.

Alguém acha que fará algo?

Reflexões de um leigo sobre a CNBB

A imagem da CNBB está associada a uma corrente política avessa à sua missão.
Quando a CNBB, organização que congrega o episcopado brasileiro, ergue sua voz para defender a família, a vida humana desde a concepção, a educação religiosa, a preservação das tradições cristãs da sociedade (aí incluídos o respeito ao descanso dominical, feriados e símbolos religiosos), eu me ponho a pensar... De qual lado do espectro político vem chumbo grosso contra tudo isso? Qual ou quais os partidos mais avessos a essas posições essenciais à missão da Igreja? O mais mal informado dos leitores não hesitará um segundo antes de cravar a resposta certa às duas perguntas. Dez para todo mundo. Impõe-se, no entanto, um outro par de indagações. Com quais partidos e instituições o leitor considera a CNBB mais estreitamente identificada? A qual lado do quadrante ideológico pertencem tais órgãos e movimentos? Novamente, dez para todo mundo.

Se a nota do leitor é dez, o conceito da CNBB perante tamanha contradição há de andar um pouco abaixo disso. Com efeito, não parece sensato nem compatível com a missão eclesial o apoio da organização àqueles que mais atacam os valores cristãos. Perante tal disparate, é possível que o leitor comece a repensar as respostas anteriores. "Será que respondi certo antes? Terei sido induzido ao erro?". Isso nos leva a propor a prova dos nove para verificação do raciocínio que estou desenvolvendo: quantas vezes, nos últimos anos, o leitor encontrou na imprensa alguma crítica desses partidos e/ou organizações à CNBB? Vamos lá. Pense bem. Puxe pela memória. Nada? Veja que temos como objeto da busca organizações que não poupam adversários! Pois é, se marcou "nenhuma", o leitor cravou, de novo, a resposta certa e óbvia. Nunca aconteceu isso, apesar de esses segmentos jamais serem condescendentes com quem se atravesse no caminho de suas propostas ou projetos.

A coisa fica ainda mais grave porque os mesmos setores vivem clamando que o Estado é laico, que a moral cristã não pode pretender espaço nas normas que incidem sobre a vida social, que os símbolos religiosos têm que ser retirados dos lugares públicos, que o Papa é um retrógrado e que a Igreja é um dos males da humanidade. Mas contra a CNBB, nem um pio! O nome disso é parceria. É companheirismo. E torna inevitável a constatação: a imagem da CNBB está associada a uma corrente política avessa à sua missão. Essa não é uma questão pequena, nem recente, nem vazia de sentido moral. Bem ao contrário. Para a CNBB, desde os anos 70 do século passado, a convergência ideológica supera em significado e importância a divergência moral e religiosa.

Antes que alguém saia com o clássico - "Isso é o que você diz!", vale lembrar que em fins de dezembro do ano passado, falando aos bispos brasileiros do Sul III e IV, quando com ele estiveram em visita ad limina, Bento XVI os advertiu para "o perigo que comporta a assunção acrítica, feita por alguns teólogos, de teses e metodologias provenientes do marxismo, cujas sequelas mais ou menos visíveis, feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa e anarquia fazem-se sentir ainda, criando, nas vossas comunidades diocesanas, grande sofrimento e grave perda de forças vivas". Não sou só eu quem diz.

A CNBB está ao lado dessas correntes. A elas convergem suas pastorais sociais. Com elas se alinham os desvios doutrinários propostos pela Teologia da Libertação. Com elas andam a CPT, as CEBs, o CIMI, as CFs, bem como muitos de seus documentos e estudos. Com elas a CNBB se engaja em promoções nacionais, como foi a campanha pelo calote da dívida externa, e pela limitação, em 20 módulos, da extensão das propriedades rurais. Procede, enfim, como o Chapeuzinho Vermelho que levasse o Lobo Mau pela mão até a casa da vovozinha.

Artigo publicado originalmente na Revista Voto, edição de junho de 2011.

Fonte: Mídia Sem Máscaras 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O Espírito Coletivo

Depois de uma conclusão rápida e lógica acerca da reportagem de ontem no Jornal Hoje, resolvi escrever algumas linhas sobre o assunto.
Apenas para relembrar, a reportagem tratou da denuncia da ação de manobristas (Valets) que, sem o menor pudor ou peso na consciência, se apoderavam dos bens alheios, certos de que aquilo não faria falta ao dono por serem alguns trocados ou objetos menores e certos da impunidade.
Nunca me cansei de dizer que as pessoas que tomam estas atitudes são as mesmas que vivem a reclamar dos políticos que esvaziam os cofres públicos em favor de uma causa beneficente, o próprio bolso.
Sempre notei também que os mesmo primeiros que reclamam dos segundos afirma que fariam a mesma coisa se tivessem oportunidade. Não duvido que, no lugar de um Valet, os Brasilienses de profissão tomariam a mesma atitude.
Então, certamente, é apenas uma questão de oportunidade. Hora! Os políticos não são alienígenas, nasceram no meio do povo que os demoniza. Matérias como esta mostram que o povo não é muito diferente de seus governantes. Talvez a proporção (da honestidade política e populacional) seja também a mesma apresentada na matéria.

Mas porque tratar de um assunto assim em um blog religioso?
Simples.

Esta matéria reflete bem como anda a moral da sociedade brasileira. Não quero com isso afirmar que todos nós somos ladrões, mas somente salientar que todos, ou quase todos, agem ilicitamente em algum momento. E de forma grave, ainda que em questões menores.
A quem vá dizer que: Claro, todos nós pecamos.
Sim, mas algumas atitudes mostram o espírito, egoísta e hedonista, dos tempos atuais em uma proporção única na história.
O que rouba um real hoje não o fará, quando sentindo-se seguro, com um, dois ou cem milhões? A demais é uma quantia irrisória frente ao que se tem no porta-moedas do carro ou na verba do estado, desculpar-se-iam alguns.
Outros também poderiam dizer: Não há comparação entre o roubo de uma moeda de real ou do assalto aos cofres público.
E porque não?
Se o princípio é o mesmo. Pegar algo que não é seu sem nem mesmo pensar se aquilo irá fazer falta ou não ao dono. Há de lembrar que, fazendo a falta ou não, o valor ou objeto, é alheio e tomar posse do que não é seu é o maior problema. No entanto é evidente que esta falta poderá agravar a culpa quando prejudica ainda mais a vítima.
Em uma das observações do livro O Imbecil Coletivo, de Olavo de Carvalho, citando outra obra do mesmo (O Jardim das Aflições), o autor faz uma consideração bem interessante que nos cabe como luvas neste assunto. Falando de ações de maior e menor magnitude, afirma que:  “... à luz de uma metafísica da História, não há propriamente acontecimentos menores – o grande e o pequeno estão coeridos na unidade orgânica de um Sentido que tudo pervade. Aquilo que nada pesa na ordem causal pode muito revelar na ordem da significação." (Olavo de Carvalho - O Imbecil Coletivo (1997). Pag.: 28,29)
Nesta linha podemos observar que a atitude do primeiro grupo (Valets), em uma situação de segurança, é extremamente idêntica a do grupo usado como comparação (políticos), e tudo isso nos mostra, como um gráfico, a crise moral que vivemos hoje. Onde só não se pratica coisas piores por medo da punição ou da vergonha da exposição, pois, como diz um ditado bem popular atualmente, vergonha é roubar e não poder carregar. Esta frase, que antes apenas demonstrava irreverência a frase real, começa a tomar contornos de verdade da conduta popular.
Os valores cristão estão cada vez mais minguados pela ditadura moral da malandragem e do prazer, a ponto de renderem homenagens especiais a quem age com honestidade, pois já esperamos o contrário. A honestidade não deve ser somente motivo de festa ou espetáculo, como um eclipse ou a visita do cometa Halley, e sim uma exigência na prática diária. Mas quem presta homenagem à virtude a reconhece como tal ou apenas a enxerga como um milagres distante que apenas alguns mortais, por vezes bobos, conseguem ostentar?

Terá retorno esta mentalidade? Espero em Deus que sim.

Obs.: O título desta postagem faz referencia direta ao nome do livro de Olavo da Carvalho mencionado acima.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Resposta a um anônimo protestante

Recebi um comentário nesta semana que dizia isso, sobre o texto crítico ao Padre fábio de Melo:

Anônimo diz:
Não sou católica mas leio muito a respeito da doutrina pregada pela Igreja Católica. E sei que contem vários erros inclusive o erro no catecismo quando mudam os mandamentos Divinos.
Gostei do pulso firme que o escritor teve para criticar os erros do padre Fábio gostaria de ve-lo defender a Bíblia como defende a Igreja. Prega por favor em seu sermão que o segundo mandamento da Lei Divina escrita pelo próprio dedo de Deus que podemos ler na Bíblia em exôdo 20 combate a idolatria.Se defenderem a verdade Bíblica acima de tudo, com certeza não vai mas haver prossições idólatras como vemos sempre.E também acabariam os feriados santos se pregassem que o único dia Santo registrado na Bíblia é o Sabado do sétimo Dia. E isso o padre Fábio aprendeu e até ensinou.Deus o guarde dos líderes romanos que tanto mancharam a história cristã com sua maldade na idade média.


Achei que esta postagem merece uma resposta especial. Vamos a ela:


Primeiramente precisamos abandonar o campo protestante para entrar no campo católico para debatermos sobre o assunto da mediação, interceção e santos.
Como fazemos isso?  Em um debate não devemos nos submeter as condições do oponente, se não fatalmente cairemos em uma armadilha lógica, logo não se pode admitir que toda a revelação cristã esta contida somente na bíblia. Como pode um Deus eterno e infinito caber dentro de um livro finito?
Então vamos as provas do que eu falo:

Como o respondi nos comentários, sabendo que a bíblia não é um só livro, e sim uma biblioteca de livros e que não caiu do céu com capa, ziper e etc em nossas mãos, então com algumas pergunta é fácil pegar o engodo e a desonestidade intelectual. Façamos as perguntas e respondamos:

P.:Quem reuniu os livros bíblicos (composto por livros da torá, outros livros revelados dos Judeus de Alexandria e os livros do novo testamento) em um só volume? 
R.:A Igreja Católica

P.:Dentre vários livros que existiam na época (porque vários livros tratavam de jesus e dos apóstolos e hoje são conhecidos como apócrifos), quem, por meio de concílios, determinou quais destes livros eram revelação de Deus e comporiam a bíblia que todos os cristãos tem hoje nas mãos?
R.:A Igreja Católica

P.:Hoje temos a imprensa (tecnologia que realiza a impressão de livros que surge no século XIX).Porém antes que pudesemos imprimir livros quem conservou toda a doutrina de Cristo trasmitida aos apóstolos durante 18 séculos, sabendo que poucos podiam ter as escrituras em papírus ou couro, restanto, em maioria, a conservação da doutrina por via oral?
R.:A Igreja Católica

Quem conserva a sucessão apostólica , desde Pedro, até os dias atuais? Se não acredita:
 R.:A Igreja Católica
Fonte: Montfot / Mane Nobiscum Domine
Lista dos Sumos Pontífices da Igreja fundada por Cristo


1
São Pedro
Betsaida
33
67
2
São Lino
Túscia
67
76
3
Santo Anacleto
Roma
76
88
4
São Clemente I
Roma
88
97
5
Santo Evaristo
Grécia
97
105
6
Santo Alexandre I
Roma
105
115
7
São Sisto I
Roma
115
125
8
São Telésforo
Grécia
125
136
9
Santo Higino
Grécia
136
140
10
São Pio I
Aquiléia
140
155
11
Santo Aniceto
Síria
155
166
12
São Sotero
Campânia
166
175
13
Santo Eleutério
Epiro
175
189
14
São Vitor I
África
189
199
15
São Zeferino
Roma
199
217
16
São Calisto I
Roma
217
222
17
Santo Urbano I
Roma
222
230
18
São Ponciano
Roma
230
235
19
Santo Antero
Grécia
235
236
20
São Fabiano
Roma
236
250
21
São Cornélio
Roma
251
253
22
São Lúcio I
Roma
253
254
23
Santo Estevão I
Roma
254
257
24
São Sisto II
Grécia
257
258
25
São Dionísio
-
259
268
26
São Félix I
Roma
269
274
27
Santo Eutiquiano
Luni
275
283
28
São Caio
Dalmácia
283
296
29
São Marcelino
Roma
296
304
30
São Marcelo I
Roma
308
309
31
Santo Eusébio
Grécia
309
309
32
São Melquíades
África
311
314
33
São Silvestre I
Roma
314
335
34
São Marcos
Roma
336
336
35
São Júlio I
Roma
337
352
36
Libério
Roma
352
366
37
São Dâmaso I
Espanha
366
384
38
São Sirício
Roma
384
399
39
Santo Anastácio I
Roma
399
401
40
Santo Inocêncio I
Albano
401
417
41
São Zósimo
Grécia
417
418
42
São Bonifácio I
Roma
418
422
43
São Celestino I
Campânia
422
432
44
São Sisto III
Roma
432
440
45
São Leão Magno
Túscia
440
461
46
Santo Hilário
Sardenha
461
468
47
São Simplício
Tivoli
468
-
48
São Félix III (II)
Roma
483
492
49
São Galásio I
África
492
496
50
Anastácio II
Roma
496
498
51
São Símaco
Sardenha
498
514
52
São Hormisdas
Frosinone
514
523
53
São João I
Túscia
523
526
54
São Félix IV (III)
Sâmnio
526
530
55
Bonifácio II
Roma
530
532
56
João II
Roma
533
535
57
Santo Agapito I
Roma
535
536
58
São Silvério
Campânia
536
537
59
Vigílio
Roma
537
555
60
Pelágio I
Roma
556
561
61
João III
Roma
561
574
62
Bento I
Roma
575
579
63
Pelágio II
Roma
579
590
64
São Gregório I
Roma
590
604
65
Sabiniano
Túscia
604
607
66
Bonifácio III
Roma
607
608
67
São Bonifácio IV
Marsi
608
615
68
São Adeodato I
Roma
615
618
69
Bonifácio V
Nápoles
619
625
70
Honório I
Campânia
625
638
71
Severino
Roma
640
640
72
João IV
Dalmácia
640
642
73
Teodoro I
Grécia
642
649
74
São Martinho I
Todi
649
655
75
Santo Eugênio I
Roma
654
657
76
São Vitaliano
Segni
657
672
77
Adeodato II
Roma
672
676
78
Dono
Roma
676
678
79
Santo Ágato
Sicília
678
681
80
São Leão II
Sicília
682
683
81
São Bento II
Roma
684
685
82
João V
Síria
685
686
83
Cônon
-
686
687
84
São Sérgio I
Síria
687
701
85
João VI
Grécia
701
705
86
João VII
Grécia
705
707
87
Sisínio
Síria
707
708
88
Constantino I
Síria
708
715
89
São Gregório II
Roma
715
731
90
São Gregório III
Síria
731
741
91
São Zacarias
Grécia
741
752
92
Estevão II
Roma
752
757
93
São Paulo I
Roma
757
767
94
Estevão III
Roma
768
772
95
Adriano I
Roma
772
795
96
São Leão III
Roma
795
816
97
Estevão IV
Sicília
816
817
98
São Pascoal I
Roma
817
824
99
Eugênio II
Roma
824
827
100
Valentim I
Roma
827
827
101
Gregório IV
Roma
827
844
102
Sério II
Roma
844
847
103
São Leão IV
Roma
847
855
104
Bento III
Roma
855
858
105
São Nicolau I
Roma
858
867
106
Adriano II
Roma
867
872
107
João VIII
Roma
872
882
108
Mariano I
Gellese
882
884
109
Santo Adriano III
Roma
884
885
110
Estevão V
Roma
885
891
111
Formoso
Pôrto
891
896
112
Bonifácio VI
Roma
896
896
113
Estêvão VI
Roma
896
897
114
Romano
Gallese
897
897
115
Teodoro II
Roma
897
897
116
João IX
Tivoli
898
900
117
Bento IV
Roma
900
903
118
Leão V
Árdea
903
903
119
Sérgio III
Roma
904
911
120
Anastácio III
Roma
911
913
121
Lando
Sabina
913
914
122
João X
Tossignano
914
928
123
Leão VI
Roma
928
928
124
Estevão VII
Roma
929
931
125
João XI
Roma
931
935
126
Leão VII
Pavia
936
939
127
Estêvão VIII
Roma
939
942
128
Marino II
Roma
942
946
129
Agapito II
Roma
946
955
130
João XII
Roma
955
964
131
Leão VIII
Roma
963
965
132
Bento V
Roma
964
966
133
João XIII
Túsculo
965
972
134
Bento VI
Roma
973
974
135
Bento VII
Roma
974
983
136
João XIV
Roma
983
984
137
João XV
Roma
985
996
138
Gregório V
Saxônia
996
999
139
Silvestre II
Alvérnia
999
1003
140
João XVII
Roma
1003
1004
141
João XVIII
Roma
1004
1009
142
Sérgio IV
Roma
1009
1012
143
Bento VIII
Túsculo
1012
1024
144
João XIX
Túsculo
1024
1032
145
Bento IX
Túsuculo
1032
1045
146
Silvestre III
Roma
1045
1045
147
Bento IX (2ª vez)
-
1045
1045
148
Gregório VI
Roma
1045
1046
149
Clemente II
Saxônia
1046
1047
150
Bento IX (3ª vez)
-
1047
1048
151
Dâmaso II
Baviera
1048
1049
152
São Leão IX
Egisheim-Dagsburg
1049
1055
153
Vitor II
Dolinstein-Hirschberg
1055
1057
154
Estêvão X
Lorena
1057
1059
155
Nicolau II
Borgonha
1059
1061
156
Alexandre II
Milão
1061
1073
157
São Gregório VII
Túscia
1073
1085
158
Beato Vitor III
Benevento
1086
1087
159
Beato Urbano II
França
1088
1099
160
Pascoal II
Ravena
1099
1118
161
Gelásio II
Gaeta
1118
1119
162
Calisto II
Borgonha
1119
1124
163
Honório II
Fagnano
1124
1130
164
Inocêncio II
Roma
1130
1143
165
Celestino II
Castelo
1143
1144
166
Lúcio II
Bolonha
1144
1145
167
Beato Eugênio III
Pisa
1145
1153
168
Anastácio IV
Roma
1153
1154
169
Adriano IV
Inglaterra
1154
1159
170
Alexandre III
Siena
1159
1181
171
Lúcio III
Lucca
1181
1185
172
Urbano III
Milão
1185
1187
173
Gregório VIII
Benevento
1187
1187
174
Clemente III
Roma
1187
1191
175
Celestino III
Roma
1191
1198
176
Inocêncio III
Anagni
1198
1216
177
Honório III
Roma
1216
1227
178
Gregório IX
Anagni
1227
1241
179
Celestino IV
Milão
1241
1241
180
Inocêncio IV
Gênova
1243
1254
181
Alexandre IV
Anagni
1254
1261
182
Urbano IV
Troyes
1261
1264
183
Clemente IV
França
1265
1268
184
Beato Gregório X
Placência
1271
1276
185
Beato Inocêncio V
Savóia
1276
1276
186
Adriano V
Gênova
1276
1276
187
João XXI
Portugal
1276
1277
188
Nicolau III
Roma
1277
1280
189
Matinho IV
França
1281
1285
190
Honório IV
Roma
1285
1287
191
Nicolau IV
Ascoli
1288
1292
192
São Celestino V
Isérnia
1294
1294
193
Bonifácio VIII
Anagni
1294
1303
194
Beato Bento XI
Treviso
1303
1304
195
Clemente V
França
1305
1314
196
João XXII
Cahors
1316
1334
197
Bento XII
França
1335
1342
198
Clemente VI
França
1342
1352
199
Inocêncio VI
França
1352
1352
200
Bento Urbano V
França
1362
1370
201
Gregório XI
França
1370
1378
-
Grande Cisma do Oriente - Papas Romanos



202
Urbano VI
Nápoles
1378
1389
203
Bonifácio IX
Nápoles
1389
1404
204
Inocêncio VII
Sulmona
1404
1406
205
Gregório XII
Veneza
1406
1415
-
Papas depois do Grande Cisma



206
Martinho V
Roma
1417
1431
207
Eugênio IV
Veneza
1431
1447
208
Nicolau V
Sarzana
1447
1455
209
Calisto III
Valência
1455
1458
210
Pio II
Siena
1458
1464
211
Paulo II
Veneza
1464
1471
212
Sisto IV
Savona
1471
1484
213
Inocêncio VIII
Gênova
1484
1492
214
Alexandre VI
Valência
1492
1503
215
Pio III
Siena
1503
1503
216
Júlio II
Savona
1503
1513
217
Leão X
Florença
1513
1521
218
Adriano VI
Ultrecht
1522
1523
219
Clemente VII
Florença
1523
1534
220
Paulo III
Roma
1534
1549
221
Júlio III
Roma
1550
1555
222
Marcelo II
Montepulciano
1555
1555
223
Paulo IV
Nápoles
1555
1559
224
Pio IV
Milão
1559
1565
225
São Pio V
Bosco
1566
1572
226
Gregório XIII
Bolonha
1572
1585
227
Sisto V
Grottammare
1585
1590
228
Urbano VII
Roma
1590
1590
229
Gregório XIV
Cremona
1590
1591
230
Inocêncio IX
Bolonha
1591
1591
231
Clemente VIII
Florença
1592
1605
232
Leão XI
Florença
1605
1605
233
Paulo V
Roma
1605
1621
234
Gregório XV
Bolonha
1621
1623
235
Urbano VIII
Florença
1623
1644
236
Inocêncio X
Roma
1644
1655
237
Alexandre VII
Siena
1655
1667
238
Clemente IX
Pistóia
1667
1669
239
Clemente X
Roma
1670
1676
240
Beato Inocêncio XI
Como
1676
1689
241
Alexandre VIII
Veneza
1689
1691
242
Inocêncio XII
Nápoles
1691
1700
243
Clemente XI
Urbino
1700
1721
244
Inocêncio XIII
Roma
1721
1724
245
Bento XIII
Roma
1724
1730
246
Clemente XII
Florença
1730
1740
247
Bento XIV
Bolonha
1740
1758
248
Clemente XIII
Veneza
1758
1769
249
Clemente XIV
Rimini
1769
1774
250
Pio VI
Cesana
1775
1799
251
Pio VII
Cesena
1800
1823
252
Leão XII
Fabriano
1823
1829
253
Pio VIII
Cingoli
1829
1830
254
Gregório XVI
Belluno
1831
1846
255
Pio IX
Sinigáglia
1846
1878
256
Leão XIII
Carpineto
1878
1903
257
São Pio X
Riese
1903
1914
258
Bento XV
Gênova
1914
1922
259
Pio XI
Milão
1922
1939
260
Pio XII
Roma
1939
1958
261
João XXIII
Sotto II Monte
1958
1963
262
Paulo VI
Concesio
1963
1978
263
João Paulo I
Belluno
1978
1978
264
João Paulo II
Polônia
1978
2005
265
Bento XVI
Alemanha
2005
data atual


De qual fé eram os fieis que, já no século 3 , iam as catacumbas orar nos tumulos dos martires, desenhavam imagens nas paredes destas catacumbas, esculpiam imagens que simbolizavam a Cristo , os apóstolos e Maria? Se não acredita:
R.:A Igreja Católica
Fonte: Apostolado Shemá / Mane Nobiscum Domine

Leia:

As Imagens por quê?

As mais antigas imagens dos apostolos e de Jesus.

Pedro, o primeiro Papa.

 Veja:

      século VI

Imagem do apóstolo André
Afresco com a face de São Paulo pintada   
Afresco com a imagem do apóstolo João também foi restaurado

 http://www.gaudiumpress.org/view/show/16973-reveladas-as-imagens-mais-antigas-dos-apostolos-nas-catacumbas-de-santa-tecla-


 


De qual fé era Inácio de Antioquia quando, no século I, disse:
“Considerai legítima a EUCARISTIA [missa] realizada pelo bispo ou por alguém que foi encarregado por ele. Onde aparece o bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que onde está Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA” (Inácio de Antioquia, bispo cristão martirizado por volta de 107 d.C. por sua fidelidade a Cristo – Carta aos Esmirniotas cap. 8).
R.:A Igreja Católica Não acredita? Veja:

O NOME “IGREJA CATÓLICA”, DESDE OS APÓSTOLOS – CITAÇÕES DOS CRISTÃOS PRIMITIVOS

OS PADRES DA IGREJA parte 1

Santo Irineu, Bispo – Séc. II

A Igreja na era primitiva parte I

Igreja Primitiva parte II

Igreja Primitiva parte III

Nossa fé está na palavra de Deus, palavra esta que não é só a bíblia, mas é o próprio Cristo, Pois Ele é o Verbo Divino (para quem não sabe, Verbo é uma palavra que trasmite ação. Ou seja Jesus é a palavra de Deus agindo). Jesus também é cabeça da Igreja e Ela se torna parte em seu mistério e também é depósito de fé tudo o que esta Igreja guarda como tradição, pois antes que houvesse a Bíblia já havia a Igreja. A Bíblia é fruto da Igreja e não o contrário.

Se realmente faz o que alguns protestantes fazem o que dizem (estudar a fé católica) que fassam isso com padres que tenham gabarito, e não com os pastores. quer entender tudo? Então Veja:

Tem mais ( quem reinvindica o uso da bíblia para atestar tudo , mal que não sofrem nós católicos, leia este texto):

A SUA IGREJA É BÍBLICA?

Ultima pergunta:

Se a bíblia é a unica fonte de tudo que um cristão precisa, onde esta nela o indice dos livros que nela precisavam conter? Quem deu a ordem dos livros que seriam bíblicos?




Veremos o que respondem.

Apostolado Shemá
Seja nosso parceiro. Cole o código em seu blog.

VISITE TAMBÉM