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terça-feira, 31 de maio de 2011

Degradação moral programada.

Liberação das drogas, ligações com as FARC no foro de São Paulo, aborto, casamento, adoção e reconhecimento de direitos gays em detrimento dos direitos de toda a sociedade, demarcação de terras indígenas através de invasões inconstitucionais, criminalização das escrituras sagradas (bíblia), cotas para negros, gays, índios e etc., desrespeito a propriedade privada, destruição intencional da educação através de livros carregados de ideologia socialista e com manuais de como se tornar gay, Ligações com Iran, Venezuela e outros países comunistas, intervenção em Honduras para impedir a execução da constituição do País, não extradição de Battisti para a Itália, Formação da Brics que integram os países socialistas mais poderosos do mundo, apoio a movimentos terroristas como o MST.
Existe ainda alguma dúvida dos planos que o governo brasileiro  e todos os governos socialistas tem?

  Na década de 80, Yuri Bezmenov , ex-agente da KGB e que atuava em países estrangeiros, como a Índia, com a missão de implodir culturalmente as nações alvos, ministrou uma palestra esclarecedora e muito atual. 28 anos depois suas informações são importantíssimas para entender o que , hoje, ocorre no mundo e, como percebemos, no Brasil.

Abaixo se encontra a lista de reprodução com toda a palestra de Yuri em 1983, realizada em los Angeles, mais uma entrevista a um programa de TV da época:

http://www.youtube.com/watch?v=cj0Id3BLFco&playnext=1&list=PL66245842658CE1AF

http://www.youtube.com/watch?v=aZ1yoKcaAT0&playnext=1&list=PL9FDFF65EC9152693

Alertas como este não são tão incomuns, no entanto, misteriosamente não alcançam as massas. Por quê?

  Hoje ainda ressoam bravamente vozes que demonstram com provas documentais as intenções de do comunismo no mundo e no Brasil. Vozes como do Padre Paulo Ricardo, Olavo de Carvalho e Julio severo, que nos apresenta, detalhe por detalhe, os planos dos revolucionários, que hoje são os poderosos e queridinhos da mídia e, consequentemente, da massa que os assiste.

Abaixo segue link para a palestra do Padre Paulo Ricardo:

http://www.youtube.com/watch?v=4oG7XoGvleo&playnext=1&list=PL7E533F8FB64AC574

Blog e Site de Olavo de Carvalho:

http://www.olavodecarvalho.org/index.html?index.htm

http://www.blogtalkradio.com/olavo

Site de Julio Severo

http://juliosevero.blogspot.com/

Vale apena ganhar um tempo ouvindo o que eles têm para dizer.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Uma geração de doutrinados

Por Márcio Leopoldo Maciel

( Reprodução do Site Filosofia Cirúrgica)

Ele é um dos maiores sucessos do mercado editorial brasileiro. Em 2007, segundo dados da Revista Época, seus livros alcançaram 10 milhões de exemplares vendidos. De acordo com seu editor, eles são usados por mais de 50 mil professores, tanto em escolas públicas, quanto em escolas privadas. Desde 1998, estimativas do MEC, mais de 20 milhões de estudantes usaram a coleção de livros didáticos. O MEC contribui bastante, só em 2005 adquiriu 3,5 milhões de exemplares. Em 2010 as compras foram modestas, mesmo assim, o MEC gastou 2,5 milhões de reais na compra de 77 mil exemplares do volume único para o Ensino Médio. Parece pouco, mas esses números colocam o título entre os mais comprados em 2010 pelo MEC para o ensino de História. Assim, a dicotomia abaixo é conhecida pela maioria dos estudantes brasileiros. 
Antes de ligar o milagre ao santo, vejamos o que o MEC diz sobre um dos livros do autor. No Catálogo do Programa Nacional do Livro para o Ensino Médio de 2008, material que auxilia os professores na escolha dos livros didáticos que serão adotados nas escolas, podemos ler o seguinte:
[a obra] problematiza o conhecimento histórico e valoriza a diversidade de possibilidades interpretativas.
É priorizado o ensino voltado para a formação do aluno como um cidadão autoconsciente e crítico.
Há preocupação com a construção da cidadania.
Embora não haja uma discussão explícita sobre conceitos e noções, alguns deles são empregados de forma adequada ao longo da obra.
Embora as imagens acima não façam parte do livro analisado pelo MEC, o conteúdo dele é praticamente o mesmo das outras obras do autor, obras em que encontramos as imagens. Se as palavras ainda significam o que normalmente significam e se não houve torções semânticas nos termos usados pelo MEC na avaliação, os livros da coleção Nova História Crítica, de Mario Schmidt, desmentem de modo cabal o que vai escrito acima.
Primeiro é importante fazer um esclarecimento: em 2007 houve uma grande polêmica envolvendo os livros de Mario Schmidt.  O diretor da Central Globo de Jornalismo e colunista do Jornal O Globo Ali Kamel escreveu um artigo denunciando a doutrinação ideológica presente no livro Nova História Crítica 8ª série. Na ocasião, diversos setores da imprensa trataram do tema, entre eles o Estado de São Paulo, a Folha de São Paulo e a Revista Época, da qual extraí alguns dos números citados. O jornalista Reinaldo Azevedo também deu destaque à polêmica,  é dele o crédito pela pesquisa das compras do MEC no ano de 2005. Olavo de Carvalho, já em 1998, alertava para o conteúdo doutrinário da Nova História Crítica.
Um segundo esclarecimento: li diversas reportagens, artigos de jornal e entrevistas sobre os livros de Mário Schmidt. Das reportagens quero destacar as opiniões dos especialistas (a maioria professores universitários) que pareciam concordar em um ponto: todo e qualquer livro é ideologicamente orientado. Assim minimizavam as críticas ao conteúdo doutrinário da coleção Nova História Crítica. Concluo que ou eles desconhecem os livros, ou concordam com o que está lá, porque o que está lá vai muito além do “um pouco de ideologia todo livro tem”.
Nos blogs, o mais criticado foi Ali Kamel e, por tabela, a Rede Globo. Segundo muitos, “queriam proibir o melhor livro de história”. O principal argumento de alguns blogueiros: o jornalista havia selecionado pequenos trechos do livro, o que altera a percepção da obra. Além disso, dizem, ele escondeu as críticas que Mario Schmidt faz ao socialismo. Essa tese é falsa. Em favor de Kamel poderia ser dito o óbvio, ele não poderia reproduzir o conteúdo de um livro em um artigo de jornal.
Naquela ocasião o MEC avisou que o livro de Mario Schmidt havia sido rejeitado por uma comissão avaliadora e não faria parte do guia do livro didático para o Ensino Fundamental em 2008. Entretanto, como vimos, o livro Nova História Crítica para o Ensino Médio – volume único participou normalmente do processo e foi recomendado pelo Catálogo. No ano passado, registre, o MEC adquiriu 77 mil exemplares desse mesmo livro. 
A COLEÇÃO NOVA HISTÓRIA CRÍTICA
A linguagem é chula, o maniqueísmo é escancarado, há simplificações grosseiras, deturpações e omissões propositais. E, claro, muita doutrinação ideológica.
Dizem que um bom texto não leva tantos adjetivos, mas como qualificar certas coisas? Ora, justificando cada um dos adjetivos empregados. É o que pretendo fazer.
Comecemos pela foto acima, talvez o mais simbólico. Seria irônico se não fosse trágico constatar que um autor dito humanista e claramente marxista reificou um ser humano para satisfazer seus propósitos ideológicos. Transformou um indivíduo em coisa em nome de seu proselitismo político vulgar. Ali não há uma crítica à sociedade capitalista, ali há, sim, uma evidente exploração da condição lamentável daquele homem. É pior, Schmidt força o indivíduo a debochar de sua própria condição. O que ele diria, que os fins justificam os meios? Seria coerente com a ideologia que defende. A crítica em si é esdrúxula do ponto de vista histórico, político e econômico, mas, mesmo assim, se ele pretendia fazê-la, que a fizesse sem recorrer à piada de muito mau gosto. Ele poderia ter exposto a imagem e ter dito que aquela situação é causada pelo capitalismo ou pelo neoliberalismo. Continuaria errado, mas não seria tão desumano. Deixo aqui um recado ao leitor: se o teu sistema moral permite esse escárnio, teu sistema moral permite muitas coisas. Infelizmente aquela imagem não é a única nos livros da coleção Nova História Crítica, observe:
(clique nas imagens para melhor visualizá-las sem sair desta página) 
Segundo o MEC, no Guia de 2008, no livro é “priorizado o ensino voltado para a formação do aluno como um cidadão autoconsciente e crítico”. Temos um problema semântico aqui. Aliás, dois. O que significa para o MEC ‘autoconsciente’ e ‘crítico’? O indivíduo ‘autoconsciente’ é consciente de que? É uma questão importante. O problema da palavra ‘crítica’ é pior. No Dicionário Houaiss, uma de suas acepções é “capacidade de julgar, de examinar racionalmente livre de preconceitos e sem julgamento de valor”, porém, sabemos que ‘crítica’ é usada em alguns contextos pedagógicos como adoção de certo conteúdo ideológico muitas vezes eivado de preconceito e dogmatismo. A apresentação de Ronald Reagan abaixo se encaixa em qual definição?
Compare o que você acabou de ler com aquilo que o MEC afirma sobre o livro: [a obra] problematiza o conhecimento histórico e valoriza a diversidade de possibilidades interpretativas. É possível qualquer interpretação além daquela em que Reagan foi um idiota nazista? O que vai acima não uma exceção, é a regra. O maniqueísmo do livro não é só perceptível, ele está na letra fria do texto. O que Mario Schmidt diz sobre a visita de Reagan à Alemanha é, no mínimo, escandaloso. Aliás, no livro não há qualquer referência ao discurso de Reagan em frente ao Portão de Brandemburgo em 1987. Sim, aquele discurso em que Reagan diz “Senhor Gorbatchev, derrube este muro!” Um dos fatos mais relevantes do Século XX é sonegado dos estudantes, que recebem a versão “Reagan foi à Alemanha louvar seus heróis nazistas”.
De qualquer forma, os alunos não entenderiam o pedido de Reagan, pois segundo Mario Schmidt, os americanos foram os principais responsáveis pela construção do Muro de Berlim. Isso mesmo. A história resumida é a seguinte: no fim da Segunda Guerra os americanos estavam ricos, os russos, arruinados pela invasão nazista. Assim, os americanos puderam investir na Berlim Ocidental e criaram a falsa ideia de prosperidade capitalista. Os russos, acuados, construíram o muro. Schmidt diz que nada justifica a construção do muro, mas ele já havia justificado. O procedimento é amplamente utilizado por Schmidt no relato de diversos eventos históricos.
Preste a atenção no seguinte trecho, o contexto são as ditaduras na América do Sul, mas Schmidt está falando do Brasil: “O que a ditadura teve de bom” – “Mas as ditaduras não tiveram nada de bom”?, as pessoas costumam perguntar. Na verdade essa é uma falsa pergunta pois não leva em conta que o positivo serviria de desculpa esfarrapada para o negativo.” Uma flagrante contradição com o conteúdo dos livros, o que manifesta certo desdém pela inteligência dos estudantes, já que Schmidt gasta muitas páginas para propagar a superioridade intelectual, moral e econômica das ditaduras socialistas e a infalibilidade de algumas de suas lideranças. As críticas que ele faz são pálidas e laterais, diluídas pela imagem perfeccionista que constrói do socialismo.
Não é preciso provar que os livros são pura doutrinação ideológica, isso está escrito em um deles. Em Nova História Crítica da América podemos ler: "Contra a História Tradicional (HT). A História Tradicional nos faz decorar os heróis da classe dominante.”  Schmidt está entre aqueles historiadores que acreditam que apelar para a “luta de classes”, ou qualquer outro conceito, torna a História 100% permeável. A História aceita muitas interpretações, é verdade, mas não todas as possíveis. Algumas são risíveis porque precisam apagar centenas de fatos para manter a versão, a fábula, de pé.
Repare no herói abaixo, Che Guevara aparece associado ao que os jovens normalmente apreciam. Ardil recorrente nos livros, forçar a crença de que para ser descolado, inteligente e humano é preciso ser de esquerda.
 
Em um quadro destacado “O QUE PENSAVAM OS JOVENS DOS ANOS 60” (nas entrelinhas: O QUE VOCÊ DEVE PENSAR), Schmidt apresenta seu ideal de jovem (um roteiro para compreender os livros). Ele pergunta: “O que você estaria pensando se fosse um estudante nos anos 60?” E responde: “Provavelmente você seria de esquerda. Teria lido a História da Riqueza do Homem, de Leo Huberman… Lenin seria sempre citado. Che Guevara venerado como herói. Você teria ódio dos EUA, mas desconfiaria que o socialismo soviético era burocratizado.”  E ele termina dizendo: O problema é que muitos [daqueles jovens] se tornariam, nos anos 90, empresários gananciosos, executivos cínicos… Aí está o que ser e o que não ser, o que pensar e, principalmente, o que odiar.
O cerne da obra, falo especificamente de quando trata da política nos séculos XIX e XX, pode ser assim resumido: o capitalismo é nefasto; os EUA, a expressão desse mal. Qualquer coisa positiva vinda de um ou de outro é obra do acaso, a motivação certamente era pérfida. Por outro lado, o socialismo é o sonho possível, obra dos homens sábios e de bom coração. Infelizmente foi vítima dos EUA e da burocracia stalinista; porém, nada diminui o fato de que a intenção era nobre. Nada! Aliás, “havia socialismo naquilo?”, isto é, na URSS, é uma das poucas perguntas não retóricas dos livros. Um dos raros momentos em que o autor não induz a resposta. É a dúvida que interessa, então ele apresenta cinco versões para o que havia na URSS. Entretanto, não há dúvidas de que o socialismo em Cuba e na China foi um sucesso. Esses dois países legaram à humanidade grandes estadistas, Fidel Castro e Mao Tsé-tung.
 
 
 
 
 
 
 

A Venezuela começa sua profunda transformação social (semiótica)
O que há em comum entre Che, Mao e Chávez? São de esquerda, certo, mas além disso? São intelectuais! Outra das dicotomias apresentadas por Schmidt, a esquerda reúne a nata intelectual do planeta, na direita só há brucutus. Che escreveu sobre economia e política; Mao foi professor, também autor de livros sobre economia e política; Chávez, filho de professores, formado em Sociologia e pós-graduado em Ciência Política.
Marcuse, Althusser, Lukács, Gramsci, Leo Huberman, o estudante que utilizar a coleção Nova História Crítica ficará com a impressão de que a teoria política no século XX se resume ao que é discutido por esses autores e mais alguns outros, todos de esquerda, em sua maioria comentaristas da obra de Marx. Hayek e Friedman são citados en passant como ideólogos do neoliberalismo em um pequeno quadro que “explica” as ideias políticas de Reagan e Thatcher. Na maioria dos livros de Schmidt, esse quadro é ilustrado pelas imagens daquele homem “dizendo” “Aí, galera: viva o capitalismo neoliberal!” (ou liberal, dependendo do contexto) e daquelas crianças “dizendo” “ainda bem que meu país não é socialista…”
Repare como os conceitos são adequadamente apresentados no pequeno trecho abaixo:
ESQUERDA X DIREITA (a definição de Mario Schmidt)
A esquerda é favorável às transformações sociais, está sempre querendo mais direitos para os trabalhadores. Os Social-Democratas (socialistas reformista) eram de esquerda. Os comunistas eram de extrema esquerda.
O centro é uma espécie de direita moderada.
A direita é bastante conservadora, repudiando mudanças sociais profundas e dizendo que medidas a favor dos trabalhadores prejudicam à nação. A extrema-direita defende ditaduras violentas e o fim dos direitos mais elementares do povo. Os fascistas são de extrema-direita.

Agora a diferença entre o capitalismo e o socialismo:
CAPITALISMO X SOCIALISMO (a definição de Mario Schmidt)
Uma das principais diferenças entre o capitalismo e o socialismo é que no capitalismo a economia é subordinada ao mercado e no socialismo a economia é planificada. Por exemplo, o que é mais importante para o bem-estar social, que o país fabrique sapatos ou secadores de cabelos? Num país capitalista, quem decide o que vai ser produzido é o dono da empresa, baseado nas necessidades do mercado. Se fabricar sapatos ou secadores de cabelos der mais lucro, ele irá investir em secadores de cabelo. Isso não é resultado da insensibilidade do burguês, mas da própria realidade do mercado. Na selva, temos que ser selvagens.
São exemplos tão contundentes de doutrinação ideológica que merecem uma análise exaustiva em outro momento. Foram essas definições que levaram o MEC a declarar que Embora não haja uma discussão explícita sobre conceitos e noções, alguns deles são empregados de forma adequada ao longo da obra”?
Mario Schmidt não deixa espaço para incerteza ou contestação. O marxismo nunca sofreu de humildade epistêmica. Os críticos da esquerda são apresentados como monstros insensíveis ou idiotas irreversíveis, na maioria das vezes, dignos de escárnio. Cabe destacar, mesmo sendo uma obviedade, que a ridicularização de personalidades ou de ideias por si só não é convincente; pelo contrário, gratuita, tende a chocar. O recurso é mais utilizado para consolidar um conteúdo prévio ou concomitante. Assim, aquilo que Schmidt diz sobre Reagan, entre outros, embora seja parte da doutrinação, também é indício ou prova de uma doutrinação ainda maior, isto é, a imagem que ele constrói ao longo da obra, o que torna a “piada engraçada” e não chocante. Por isso é má estratégia de defesa argumentar que os trechos selecionados distorcem a percepção das obras. Schmidt oferece uma narrativa coesa, e isso não é um elogio, mas uma constatação. O marxismo é apresentado como ciência que explica as ocorrências de outras teorias na história da humanidade. É esse aparente rigor científico que “autoriza” o deboche. Tome como exemplos disso as definições conceituais de esquerda x direita e capitalismo x socialismo acima. O didatismo (no bom sentido) está apenas na forma, o conteúdo é mera propaganda e desinformação.
A ridicularização como mecanismo de convencimento é uma evidente desonestidade intelectual, mas que estudante é capaz de contestar o professor e o livro didático chancelado pelo Ministério da Educação? No mais das vezes acata por desinteresse ou adquire um entusiasmado interesse alicerçado pelo profundo convencimento. Os primeiros são as pessoas comuns que normalmente não gostam de política; quando questionadas, tendem a expressar o que estudaram no colégio. Os segundos são os militantes que trasbordam certeza e intolerância.
Limitar horizontes nunca esteve entre os objetivos da educação, mas é característica da doutrinação imposta às crianças e aos jovens brasileiros patrocinada pelo Ministério da Educação e recebe o nome absurdo, dado o contexto, de ‘crítica’. Ora, isso é precisamente o seu oposto. Muitos dos que advogam essa posição, alguns deles com boas intenções, sustentam que o “bem” não precisa de argumentos, mas de aceitação. Esse é o axioma de todas as ditaduras. Em outras palavras, o povo brasileiro paga para que seus filhos tenham uma educação que pouco qualifica tecnicamente para tentar compreender o mundo, não obstante, forma o “homem pleno”, consciente de meia dúzia de preconceitos e ideias irrefletidas – com o mundo na palma dos cascos.     
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Ali Kamel: O que ensinam às nossas crianças (link do Escola sem Partido)
Olavo de Carvalho: Neutralidade e ortodoxia

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Onda de perseguição Católica no Mundo

Depois das denuncias contra obama, que inclui ser muçulmano e socialista, começam os frutos do serviço que prestou ao egito. Segue abaixo:
 
Perseguição: Aumenta violência contra cristãos no Egito

17.06.2008 - El Gîza - O bispo copta católico de El Gîza, no Egito, Dom Antonios Aziz Mina, denunciou o aumento da violência e do extremismo contra os cristãos desde o início deste mês de junho. Em declaração à obra pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre, ele disse que é importante que as comunidades cristãs resistam aos ataques e apresentem um rosto de amor, amizade e fraternidade.

Para Dom Antonios, "é importante que as pessoas consigam estar em paz consigo mesmas, com Deus e com os outros". Ele considera que os fatores que desencadeiam a violência extremista são a pobreza e a ignorância.

O bispo explicou que a Igreja dá testemunho do amor "sem falar diretamente de Cristo nem recorrer à Bíblia", fazendo muito em favor da convivência pacífica entre cristãos e muçulmanos. A diocese de El Gîza tem cerca de 9 mil católicos, distribuídos em nove paróquias. (CM/BF)

Fonte: Rádio Vaticano

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Extremistas muçulmanos atacam lojas e igreja cristã no sul do Egito

18.12.2007 - Treze negócios pertencentes a cristãos assim como a fachada de uma igreja foram atacados por extremistas muçulmanos durante a última semana na Isna, na região sul do Egito.

Conforme informam fontes da segurança egípcia, ao menos sete muçulmanos foram presos por ser suspeitos de ter participado de algum dos ataques.

De acordo à agência Agi, "as tensões entre a comunidade cristã local e a muçulmana se incrementaram a última quarta-feira quando um grupo de seguidores islâmicos rodeou um negócio de um cristão e destruiu as vitrines, provavelmente a maneira de vingança".

A agência também indica que dois dias antes, um cristão tinha denunciado um roubo por parte de uma muçulmana quem foi em seguida presa e libertada de imediato sem mediar acusação alguma.

Fonte: ACI

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Mas isso tudo parece ser uma onda mundial. O Brasil conduz o país a uma ditadura gay contra cristão, no egito eles (cristãos) são mortos e na Europa:

Denunciam ante a ONU violações à liberdade religiosa na Espanha



A Associação Estatal de Advogados Cristãos (AEAC), pediu ao Alto Comissário para os Direitos humanos da ONU, Navi Pillay, que investigue as mais de 150 violações ao direito à liberdade religiosa na Espanha e sancione o Governo espanhol "em caso de responsabilidade provada".

A AEAC informou na segunda-feira que entregou um relatório que apresenta as "violações reiteradas, persistentes e manifestas dos direitos humanos relacionados com a liberdade de religião ou de crenças na Espanha".

Entre as denúncias estão as declarações públicas de membros do Governo ou altos cargos, como o ex-comissário para as vítimas do terrorismo Gregorio Peces-Barba, que no dia 11 de abril fez comentários denigrantes aos católicos, em referências às medidas considerava que deveriam ser adotadas contra a Igreja.

Os advogados pediram que  Pillay investigasse esta "crescente onda de ataques laicistas ou anti-religiosos" e obrigue o Estado espanhol a cumprir com as resoluções da ONU sobre liberdade religiosa. "Em caso de comprovar os fatos, as sanções poderiam contemplar a retirada do direito a voto da Espanha na Comissão de Direitos humanos", indicaram em uma nota de imprensa.

A AEAC também se referiu aos ataques contra igrejas ou a recente procissão atéia organizada pela Associação da Madrilenha de Ateus e pensadores livres que convocava a "castigar a consciência católica" e "fazer dano sem contemplações".
Fonte : ACI

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Socialismo. Luta de classe até na língua. Tudo, sem exceção, será revolucionado.

Eles não deixam nada em paz mesmo.  Quando Maria avisou em Fátima que a Rússia poderia espalhar seus erros pelo mundo nunca imaginei que estes também seriam gramaticais. Não sou o melhor dos escritores ou mesmo leitores, pode notar isso com apenas 3 minutos lendo o que escrevo, mas sei avaliar a importância das normas da minha língua. Ela é o ponte de encontro de todos ou nos tornamos uma nova Babel. Segue texto de Reinaldo Azevedo.

Marcos Bagno: fez fama e fortuna afirmando que o que seus leitores ignoravam não tinha mesmo a menor importância e era só autoritarismo...
Marcos Bagno: ele fez fama e fortuna afirmando que aquilo que seus leitores ignoravam não tinha mesmo a menor importância e era só autoritarismo...

Que burrice a tropa de choque dos amigos do professor Marcos Bagno tentar me intimidar na base do “sabe com quem está falando?” Desde quando eu dou bola pra isso? Fico ainda mais animado. Eu adoro chutar o traseiro de especialistas arrogantes, especialmente quando convertem ideologia vagabunda em ciência não menos. Marcos Bagno? Quem é esse há de se perguntar o leitor desavisado.
Às 17h55 desta segunda, escrevi o texto que segue no pé deste post, apontando a responsabilidade intelectual de Bagno nessa história de vale-tudo da língua portuguesa. Eu sabia bem o que estava fazendo. Seria mais grave do que chutar a santa. Bagno é um notório depredador da norma culta da língua e da gramática e transformou isso numa profissão rentável. Está para a lingüística como Gabriel Chalita está para a filosofia. E é quase tão prolífico quanto, mas com um agravante: Chalita é desprezado no mundo acadêmico; fazem chacota dele em qualquer circulo universitário com alguma seriedade. Seus livros, com aquela ignorância palavrosa cut-cut, dão motivos de sobra pra isso.
Já o tal Bagno, o “lingüista”, é visto como um verdadeiro aiatolá da língua alternativa. É também autor de livros infanto-juvenis, adorado pelos professores — em particular por aqueles que são incapazes de entender um manual de gramática. Bagno lhes dá a sensação de que sua ignorância é irrelevante ou é uma inteligência alternativa, e eles acabam achando que não ensinam gramática aos alunos ou porque não querem ou porque seria inútil. O fato é que não sabem.
Bagno é aquele tipo perigoso que, dada a constatação de que níveis de linguagem reproduzem, por óbvio, desigualdades sociais, logo conclui que a língua é causa da desigualdade, não uma conseqüência dela. Então ele tenta mudar a sociedade mudando, ora vejam!, a língua! Fez-se um teórico supostamente refinado do assunto e convence os ignorantes e os incautos com as suas facilidades. Uma coisa é constatar, e todos estamos de acordo, que, no geral, as aulas de gramática têm um nível sofrível; outra é decretar a sua inutilidade.
Segundo os dados do Programa Internacional de Avaliação dos Alunos 2009 (Pisa), da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil ainda ocupa o 53º lugar no ranking geral, num total de 65 países que fizeram o exame. Uma vergonha!  Os alunos brasileiros ficaram em 53º em ciências e leitura  — superando Argentina, Panamá e Peru na América Latina, mas atrás de Chile, Uruguai, México e Colômbia —  e em 57º em matemática. No ranking geral dos países avaliados na América Latina, o Brasil fica à frente de Argentina e Colômbia, mas aparece 19 pontos atrás do México (49º), 26 pontos do Uruguai (47º) e 38 do Chile (45º). Foram avaliados os processos educativos em 65 países, 34 deles da OCDE. Vinte mil estudantes brasileiros nascidos em 1993 responderam às provas de leitura, matemática e ciências.
Ora, é vergonhoso que uma economia do porte da brasileira — que, atenção!, investe, sim, relativamente bastante em educação — apresente um resultado miserável como esse. Como se dará o salto necessário? Com a professora Heloísa Ramos, ancorada nas teses de Bagno, a fazer a apologia da ignorância em nome do fim do preconceito lingüístico? Que língua será cobrada desses alunos na vida profissional?
Essa meninada não tem dificuldade nenhuma de se comunicar, por exemplo, na estranha língua das redes sociais, com seus códigos específicos. Ocorre que serão outros os textos que serão chamados a interpretar. A norma, a língua padrão, há de ser o eixo em torno do qual se organizam as demais experiências da linguagem. E ela não pode ser um código para iniciados, a que só alguns poucos têm acesso. É o padrão que nos unifica, já que a desejável diversidade nos separa. Não entender isso é não compreender coisa nenhuma e investir na bagunça. No caso de Bagno e desses professores que têm livros adotados pelo MEC, trata-se de uma bagunça muito rentável.
Pode-se ficar rico no Brasil fazendo profissão de fé na ignorância e ainda posar de democrata e libertador. Pra cima de mim? A turminha bocuda dos “especialistas bagnistas” pode pôr seu burro na sombra; aqui não se cria. A escola existe para tratar da norma. A vida se encarrega da diversidade, e ninguém precisa de professor para ensinar o erro. Uma das qualidades da democracia é permitir que cada um erre segundo a sua própria ignorância. Ninguém precisa de um Marcos Bagno e de Heloísa Ramos como organizadores da ignorância.
Segue o texto sobre Bagno que deixou a turma dele invocada. É assim que eu gosto. Quanto mais bravos ficam esses valentes, mais convicto estou de que foram pegos no pulo. Adoraria ver essa gente toda submetida a uma prova de gramática para testar seu conhecimento da língua. Há muitos malandros ocupados em referendar os erros dos alunos porque eles próprios não sabem o que é o acerto.
Se você já leu o que segue, vá para os comentários.
Este é o sacerdote do erro; é ele o burguês do socialismo na língua portuguesa; é ele quem faz de Lula uma teoria de resistência lingüística!
A professora Heloísa Ramos, a autora do tal livro que faz a apologia do erro, é, do ponto de vista intelectual, apenas uma noviça na área. O verdadeiro sacerdote dessa bobajada se chama Marcos Bagno, professor da Universidade de Brasília. É esse que vocês vêem acima.
O valente tem uma página na Internet. Ele é o propagador, nas escolas brasileiras, do conceito do “preconceito lingüístico”. Bagno denuncia o que não existe e  propõe métodos profiláticos contra o mal que ele mesmo inventou. Professores de língua portuguesa, a maioria incapaz de entender e de ensinar gramática, apegam-se a seus textos como o náufrago busca uma bóia: “Ah, finalmente alguém diz que essa conversa de regra é bobagem!”. É batata, queridos! O sujeito radicalmente contrário a que se ensine o que é uma oração subordinada substantiva completiva nominal reduzida de infinitivo costuma não saber o que é uma oração subordinada substantiva completiva nominal reduzida de infinitivo. E ele sente, então, a necessidade de combater aquilo que ignora.
Resultado: professores de português se tornam “debatedores”. Essa praga está em todo lugar. Não pensem que floresce apenas em escolas públicas, em que não há critérios para medir o desempenho do professor. Textos do tal Bagno são debatidos também nas escolas privadas. Alguns tarados, sob o pretexto de “problematizar” o preconceito lingüístico, brincam mesmo é de luta de classes. A única função meritória de um professor de português é cuidar da harmonia de classes — da classe das palavras.
Na página de Bagno, encontro essas pérolas:
“As pessoas que falam e escrevem sobre a língua na mídia em geral são jornalistas, advogados ou professores de português que não estão ligados à pesquisa, não participam do debate acadêmico, não estão em dia com as novas tendências da Lingüística - são os que eu chamo de gramatiqueiros”, critica Bagno. Para ele, esses “pseudo-especialistas”, ao tentar fazer as pessoas decorarem regras que ninguém mais usa, estariam vendendo “fósseis gramaticais”, fazendo da suposta dificuldade da língua portuguesa um produto de boa saída comercial.Outro “mito” tratado no livro Preconceito lingüístico: o que é, como se faz é a idéia, bastante difundida, de que a língua portuguesa é difícil. Bagno afirma que a dificuldade de se lidar com a língua é resultado de um ensino marcado pela obsessão normativa, terminológica, classificatória, excessivamente apegado à nomenclatura. Um ensino que parece ter como objetivo a formação de professores de português e não a de usuários competentes da língua. E que ainda por cima só poderia formar maus professores, já que estaria baseado numa gramática ultrapassada, que não daria conta da realidade atual da língua portuguesa no Brasil.
Viram? É mais um que ataca a norma culta, alegando, para isso, a sua condição de especialista. E todos os que discordam dele seriam meros “gramatiqueiros”.  Bagno se tornou a referência culta dos militantes da ignorância. Bagno fez afama e, acho, fortuna afirmando essas coisas. Seus livros sobre preconceito lingüístico são um sucesso. Qualquer um que combata a gramática sem saber gramática é só um vigarista. Bagno é uma espécie de autor de auto-ajuda dos despossuídos da norma. Convenham: o ignorante  fica feliz ao ler que aquilo que ignora não teria mesmo importância…
Não por acaso, quem apareceu ontem no jornal O Globo em defesa do tal livro adotado pelo MEC? Ele próprio. E encontrou uma saída típica dos petistas, acusando adivinhem quem… Sim, FHC!!! Leiam:
“Não é coisa de petista. Já no governo Fernando Henrique, sob a gestão do ministro Paulo Renato, os livros didáticos de português avaliados pelo MEC começavam a abordar os fenômenos da variação lingüística, o caráter inevitavelmente heterogêneo de qualquer língua viva falada no mundo transforma qualquer idioma usado por uma comunidade humana.”
Oh,  não me diga! Quem nega que a língua seja viva? Quem nega a existência de diferenças entre a norma culta e a fala?  Quem nega a criatividade do falante no uso do próprio idioma? Uma coisa é descrever esses fenômenos, tentar entender a sua gênese, ver como podem servir ao ensino; outra, distinta, é negar as virtudes da norma. É a sua compreensão que permitirá ao aluno, é bom deixar claro, entender direito o que lê.
A ser como quer esse valentão todo cheio de si, muito cônscio da sua especialidade, os brasileiros se dividirão em grupos com determinado domínio da língua e viverão, como dizia aquela musiquinha, presos “a seu quadrado”. O especialista Bagno, tão “progressista”, é um notável exemplo de reacionarismo. A seguir seu modelo, em breve, a língua portuguesa será um arcano cujo domínio pertencerá à elite dirigente. O “povão”, este de que os petistas dizem gostar tanto, que se contente com o domínio precário do idioma. Por que ter mais? Para as universidades vagabundas do ProUni, tá bom demais!
Professor que usa as aulas para debater “preconceito lingüístico” está enganando. Ou joga fora o dinheiro público, se escola pública, ou o dos pais dos estudantes, se escola privada. É como se um professor de matemática ocupasse seu tempo provando a inutilidade da matemática. Muitos se espantam: “Mas por que os nossos alunos são, na média, incapazes de interpretar um texto”. Bagno diria que isso é mentira. É que deram ao jovens o texto errado… Eles precisa ler alguma coisa que seja própria de sua classe. ..
Bagno sai em defesa do petismo porque ele próprio floresce junto com o PT.  É o “intelectual”  símbolo da cultura disseminada pelos petistas, pouco importa se filiado ou não.
Para todos os efeitos, ele seria o amigo do “povão”, não os seus críticos. Questionado, imediatamente evoca a sua condição de “especialista”, o que não seria o caso dos adversários intelectuais. Propagando a ignorância, tornou-se um nababo da sua própria especialidade: depredar a norma culta da língua. Se alguém tem ainda alguma dúvida sobre qual é a dele, leiam este outro trecho de uma entrevista:
“Outro grande perpetuador da discriminação linguística são os meio de comunicação. Infelizmente, pois eles poderiam ser instrumentos maravilhosos para a democratização das relações linguísticas da sociedade. No Brasil, por serem estreitamente vinculados às classes dominantes e às oligarquias, assumiram o papel de defensores dessa língua portuguesa que supostamente estaria ameaçada. Não interessa se 190 milhões de brasileiros usam uma determinada forma linguística, eles estão todos errados e o que apregoam como certo é aquela forma que está consolidada há séculos. Isso ficou muito evidente durante todas as campanhas presidenciais de que Lula participou. Uma das principais acusações que seus adversários faziam era essa: como um operário sem curso superior, que não sabe falar, vai saber dirigir o país? Mesmo depois de eleito, não cessaram as acusações de que falava errado. A mídia se portava como a preservadora de um padrão linguístico ameaçado inclusive pelo presidente da República. Nessas sociedades e nessas culturas muito centradas na escrita, o padrão sempre se inspira na escrita literária. Falar como os grandes escritores escreveram é o objetivo místico que as culturas letradas propõem. Como ninguém fala como os grandes escritores escrevem, a população inteira em teoria fala errado, porque esse ideal é praticamente inalcançável.”
A pergunta que não quer calar: por que ele próprio se expressa segundo a norma culta? Mais: nessa entrevita, Bagno, agarrado à demagogia, diz que podemos, sim, cultivar e gostar da nossa língua, mas sem esquecer quantas pessoas sofreram para que ela se impusesse. Entendeu, leitor? A cada vez que você ler, sei lá, um verso de Camões, acenda uma vela para o grande cacique Touro Sentado…

Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, 17 de maio de 2011

Agenda esquerdista de vento em pop pelo mundo 2 _ No Brasil é a regra

Pra quem ainda tem dúvidas (não sei como isso é possível) que o esquerdismo quer destruir tudo o que seja "normativo" ou "hegemônico" (pela forma distorcida como enxergam o mundo) vão abaixo alguns links importantes. Se puderem leia-os primeiro depois termine por ler a postagem:

Quer dizer, André Petry, que Obama é gay? (Mídia sem mascaras)

O mal que os doutor do MEC faz (Mídia sem mascaras) 

Consulte o juiz!(Mídia sem mascaras)

Macho, macho man - Cabral estimula PMs e bombeiros gays a desfilar de uniforme em parada; pode usar até viatura, ele anunciou (Reinaldo azevedo)

Gramática diferenciada 1 - Procuradora da República prevê ações contra uso de livro com erros pelo MEC; autora se defende (reinaldo Azevedo)

Gramática diferenciada 2 - Para presidente da ABL, livro adotado pelo MEC valida erros grosseiros; entidade emite nota de protesto (Reinaldo Azevedo)

As Barbies lésbicas e os dois Kens na banheira. Ou: Professor de “homocultura” quer “desnaturalizar a heterossexualidade” e revela real objetivo do “kit gay” nas escolas (Reinaldo Azevedo)

É um fato que o princípio do Marxismo (ferramenta ideológica pseudo-intelectual do socialismo) se baseia na luta de classe, e como vimos aqui, esta gente vê luta de classes em tudo.

Vimos como Leonardo Boff afirma em seu livro Fé , Carisma e Poder que o povo, espoliado (palavra típica de marxistas) é oprimido pelo clero que é detentor dos meios de produção (outra expressão típica) do sagrado. Vimos como a TL encaminha todo o pensamento para o conflito de classes.

Agora podemos perceber a que ponto tudo isso pode chegar. O Olhar é sempre o da revolução e que tudo que aparenta uma norma, força ou dominância deve ser revolucionado.  Esta é a chave.. REVOLUÇÃO.

Nos links acima vemos que tudo é dirigido para o campo do conflito de classes, sistematicamente acabam como alvos da revolução esquerdista, encabeçada pelos herdeiros de 64 e suas proles, que incluem pessoas do nosso governo (se não todo ele) . 

Logo irão reivindicar que o corpo humano não use mais genes dominantes (coitado dos japoneses),  que não se permita mais que o leão como uma gazela ou um antílope, e que, se possível, sirvam um pouco de Leão a esses dois. Estas são especulação minhas, mas certeza temos uma, pelo link anterior já vemos que será um problema ser hetero no Brasil nos próximos anos.

Já tem até uns metidos a filósofos (Paulo Ghiraldelli) que afirmam que é um absurdo e uma ditadura que a mãe tenha que amar seu próprio filho (acreditem se quiser): http://ghiraldelli.wordpress.com/2011/01/18/a-ditadura-do-amor/

É notório que esta ideologia transloucada sempre leva a absurdo como estes e posteriormente a piores, e todos começam aos poucos. Foi assim com Lenin e o partido comunista bolshevick, foi assim com Hitler e o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (em alemão Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei - NAZI), foi assim na Venezuela de Hugo Chaves, na Cuba de Fidel, na China de Mao e em muitos outros lugares. Acham mesmo que será diferente aqui?


 

 


quarta-feira, 11 de maio de 2011

Agenda Esquerdista de vento em popa pelo mundo.

Vendo o Governo (digo Obama) americano passando por cima do congresso e ajudando a rebeldes anti-americanos a chegar ao poder em países como Egito e Líbia, ou Presidente Americano com fortes indício de que não seja realmente americano, ou ainda provas de que pessoas do e o próprio governo brasileiro e outros governos latino americanos ligados as FARC; não esquecendo do forte crescimento (as custas sabe-se lá de que e de quem) da China no mercado mundial; sem contar destruição sistemática de todas as colunas que sustentam o EUA (la vai Obama ser citado novamente), a Destruição sistemática dos valores familiares em todo o mundo, mais recentemente no Brasil, a sistemática destruição da memória cristã na Europa e a igual tentativa em todo o globo servem ou não servem de provas para que consigamos enxergar que algo organizado vem ocorrendo para que toda a cultura ocidental seja destruída de forma global?

É praticamente impossível não ver. 


A invasão islâmica na Europa e nas Américas é nítida e junto com isso, sem dúvidas, vem também a semente do fundamentalismo, A ponto de termos nosso primeiro atentado terroristas aos moldes fundamentalistas na Escola de Realengo aqui no Rio de Janeiro.


Focando mais o nosso país, vemos os tentáculos socialistas do governo-Estado do PT nos abraçando cada vez mais forte ao mesmo tempo que ficam mais nítidas sua ligação organizada com todas as entidades socialistas mundiais , sejam elas terroristas ou não (se é que isso é possível), atravez do foro de São Paulo ou seja qualquer outra reunião de esquerdistas. Uma organizada tomada de todos os governos dos países latino americanos.
Denúncias e mais denuncias de que terroristas muçulmanos usam o Brasil e outros países da América latina como base estratégica.

As alianças feitas pelo presidente Lula ao longo de seu governo e o maior estreitamento com a China.


Os moldes Leninistas ficam evidentes quando pretendem tomar as armas do cidadão de bem mas a vista grossa para as armas do narcotráfico continuam (porque será?). 
Mas sem esquecer do velho Gramisc eles ocupam as novelas, reportagens, igrejas e tudo mais que possa penetrar nossa mente.


Verifique que a  agenda ideológica gay colocou um ou mais gays em quase todos os programas de TV em quase todos os canais. O SBT agora reconta, aos moldes gramscinianos e sob a ótica revolucionária, a estória da ditadura, enquanto deixa de lado a História(com H maiúsculo) dos anos 60.


Uma organização homegênea, com financiamentos incessantes(adivinhe você de onde vem o dinheiro) e uma militância incansável trabalhando 24h por dia.


É amigos cristão... Abramos os olhos, pois já tenho minhas dúvidas se posso dizer "antes que seja tarde demais".

Apostolado Shemá
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