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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Onde vamos parar?

Primeiramente o lobby gay consegui de forma terrorista tirar o homossexualismo da lista de doenças da ONS. Pois bém, não é para surpresa de quem acompanha o caso, a pedofilía vem no vácuo do homossexualismo e sabem lá quais outras desordens virão depois. Só tenho uma certeza. Elas Virão.

Fonte: Blog do Julio Severo

Anarquia sexual

2 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — No filme “Batman”, o Coringa retoricamente pergunta a um jovem Bruce Wayne: “Diga-me, garoto — você já dançou com o diabo sob a pálida luz da lua?” Pois bem, eu já. Não sob a pálida luz da lua, mas sob a brilhante luz do hotel Four Points Sheraton na cidade de Baltimore, Maryland.
Na quarta-feira, 17 de agosto, eu — junto com a respeitável defensora das crianças Dra. Judith Reisman — participamos de uma conferência patrocinada pela organização pedófila B4U-ACT. Por volta de 50 indivíduos estavam presentes, inclusive muitos pedófilos assumidos (ou “pessoas que sentem atração por menores” como eles preferem dizer de modo eufemístico), alguns indivíduos que se descreviam como “ativistas gays” e vários profissionais de saúde mental que estavam ali dando apoio. O mundialmente renomado “sexólogo” Dr. Fred Berlin da Universidade de Johns Hopkins deu a palestra de abertura, dizendo: “Quero apoiar completamente a meta do B4U-ACT”.
Eis alguns dos pontos principais da conferência:
Os pedófilos são “injustamente estigmatizados e demonizados” pela sociedade. Havia preocupação acerca dos “critérios de diagnóstico carregados de vícios” e “bagagem cultural de conceitos do que é considerado errado”. “Não somos forçados a interferir ou inibir a sexualidade de nosso filho”. “Crianças não são inerentemente incapazes de dar consentimento” para ter relações sexuais com um adulto. “Na cultura ocidental, o sexo é levado a sério demais”. “O padrão anglo-americano de idade de consentimento é novo [e ‘puritano’]. Na Europa, foi sempre fixado em 10 ou 12 anos. Idades de consentimento fora disso são relativamente novas e muito estranhas, principalmente para meninos. Eles sempre puderam ter sexo em qualquer idade”. E o desejo que um adulto tem de ter sexo com crianças é “normativo”. Nossa sociedade precisa “maximizar a liberdade individual… Temos uma sociedade altamente moralista que não é compatível com a liberdade”. “Presumir que as crianças são incapazes de dar consentimento serve para criminalizações e estigmatizações”. “Essas coisas não são preto e branco; há várias tonalidades de cinza”. Uma convicção que estava em consenso, tanto por parte dos palestrantes quanto dos pedófilos que estavam presentes, era que, pelo fato de que calunia pessoas que sentem atração por menores, a pedofilia deveria ser removida como desordem mental do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM) da Associação Americana de Psiquiatria, do mesmo modo como a homossexualidade foi removida em 1973. O Dr. Fred Berlin reconheceu que [essa remoção foi consequência de] ativismo politico, semelhante à estratégia incrementalista testemunhada na conferência, em vez de um cálculo científico que com sucesso tivesse levado à desclassificação da homossexualidade como desordem mental: A razão por que a “homossexualidade foi removida do MDEDM é que as pessoas não queriam o governo interferindo no que se faz no quarto de dormir”, disse ele. O MDEDM ignora que os pedófilos “têm sentimentos de amor e romance para com crianças” do mesmo jeito que os adultos amam uns aos outros. “A maioria dos pedófilos é gentil e racional”. O MDEDM deveria “colocar sua atenção nas necessidades” dos pedófilos, e deveria ter “um foco mínimo na fiscalização social”, em vez de ficar numa obsessão sobre a “necessidade de proteger as crianças”. Jacob Breslow, palestrante que se descreve como ativista gay, disse que as crianças podem de modo adequado ser “o objeto de nossa atração”. Além disso, ele tratou as crianças como objetos, sugerindo que, assim como ninguém precisa de consentimento para colocar um sapato no pé, os pedófilos não precisam ganhar o consentimento da criança para ter sexo com ela. Ele então usou gírias explícitas para descrever de maneira favorável o ato do orgasmo (ejaculação) “na criança ou com a criança”. Nenhum dos que estavam presentes fez objeção a essa descrição explícita de violência contra as crianças. Houve até risos.
(Com toda justiça, o Dr. Berlin mais tarde disse ao sr. Breslow que suas palavras poderiam “indignar” algumas pessoas e que ele [Berlin] é categoricamente oposto ao sexo entre adultos e crianças “pré-pubescentes”. Quando indagado se o sexo de adultos com crianças pubescentes é um comportamento indecente e violento, o Dr. Berlin não dá nenhuma resposta clara.)
Portanto, será que estou sendo um fanático intolerante, “pedofóbico”? Ao que tudo indica, sim. Aliás, o Dr. Berlin diz que a pedofilia é apenas outra “orientação sexual”. Alguns dos participantes da conferência “dos que sentem atração por menores” insistem em que “nasceram assim”. Soa familiar?
Isso é anarquia sexual — o cumprimento do sonho relativista moral.
Na década de 1940, Alfred Kinsey, psicopata homossexual e messias do humanismo secular, declarou que a meta era destruir, na sociedade, a ética sexual judaico-cristã. Em grande parte, ele alcançou essa meta.
Aliás, durante sua “pesquisa” sexológica, Kinsey facilitou o estupro de milhares de crianças — algumas até de 2 meses de idade — colocando cronômetros e livros de registros nas mãos dos “indivíduos que sentem atração por menores” para documentarem suas “descobertas”. Ele então registrou tudo no que é geralmente mencionado como os “Relatórios Kinsey”.
Kinsey definiu, entre muitas outras coisas, que as crianças não são prejudicadas pelo sexo com adultos e que pode ser uma experiência positiva. O velho Kinsey acabou conseguindo estabelecer seu próprio Instituto Kinsey, ainda em existência hoje na Universidade de Indiana.
Não muito tempo atrás, a Associação Americana de Psicologia pareceu concordar com a avaliação de Kinsey, divulgando um relatório que sugeria que os danos causados por estupros contra crianças eram “exagerados” e que “a vasta maioria dos homens e mulheres não relatou nenhum efeito sexual negativo de suas experiências de abuso sexual na infância”.
Além disso, o relatório da AAP sugeriu que o termo “abuso sexual de crianças” fosse trocado por “sexo entre adultos e crianças”, indicando, como fez Kinsey, que tal “intimidade intergeracional” pode ser “positiva”. A “tolerância” não é maravilhosa?
Oh, e a “progressista” AAP, em seu ativismo político, também fez o que achou certo para se juntar como amigo do tribunal em favor do tão chamado “casamento de mesmo sexo”. O que isso tem a ver com psiquiatria? Seu palpite é tão bom quanto o meu.
Não há a menor dúvida: as crianças são o alvo do que chamo de o “movimento de anarquia sexual”. Seja a ala pedófila do movimento que busca literalmente estuprar crianças, ou seja suas alas radicais pró-aborto, gayzistas e feministas, que buscam estuprar a mente das crianças, o movimento de anarquia sexual maior tem uma meta comum: Atacar, corromper e destruir o projeto de Deus para a sexualidade humana. As crianças são apenas danos secundários.
Os anarquistas sexuais sabem que para possuir o futuro, eles precisam possuir a mente de nossos filhos. Daí, organizações como B4U-ACT, REGLH (Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero), a Federação de Planejamento Familiar e outras entidades utilizam os meios acadêmicos da pré-escola aos cursos universitários de pós-graduação para fazer lavagem cerebral e doutrinar. Contudo, os anarquistas sexuais não são restritos ao mundo da defesa da perversão sem fins lucrativos. Eles também permeiam o governo de Obama.
Considere, por exemplo, que o site oficial do Ministério da Saúde dos EUA recentemente deu um link com “dicas de como criar os filhos” que fazia referência às crianças como “seres sexuais” e sugeriu que elas deveriam ter experiências com a homossexualidade.
É pouca surpresa quando consideramos que Kathleen Sebelius, radical feminista pró-aborto, foi a escolha de Obama como ministra da Saúde.
Talvez você também se recorde de que o sr. Obama nomeou Kevin Jennings, fundador da REGLH mencionada acima, para o posto de “secretário de segurança nas escolas”. A posição agora não existe mais, pelo que parece devido à indignação nacional por causa da nomeação de Jennings.
De acordo com as metas dissimuladas da B4U-ACT, a REGLH parece estar “dando assistência” aos pedófilos, tendo tacitamente defendido o sexo entre adultos e crianças por meio de sua “lista de literatura recomendada” para crianças.
De novo, não é de surpreender quando consideramos que um dos mentores ideológicos de Jennings é Harry Hay, pioneiro ativista gay. “Uma das pessoas que sempre me inspirou é Harry Hay”, disse ele de forma ardorosa.
O que o sr. Hay pensava? Deixarei que ele fale por si. Em 1983, enquanto estava dando uma palestra para a Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (conhecida pela sigla em inglês NAMBLA), Hay disse o seguinte:
“Parece-me que na comunidade gay as pessoas que deveriam estar ajudando a NAMBLA são os pais e amigos de gays, pois se os pais e amigos de gays são realmente amigos de gays, eles saberiam, a partir da experiência de seus filhos gays, que relacionamentos com um homem mais velho são precisamente o que os meninos de 13, 14 e 15 precisam mais do que qualquer outra coisa mais no mundo. E eles receberiam isso com alegria, e saudariam a oportunidade de meninos gays terem o tipo de experiência de que eles precisariam”.
(Estranhamente, há outra organização gayzista, Pais, Famílias e Amigos de Lésbicas e Gays [cuja sigla em inglês é PFLAG], que frequentemente faz parceria com a REGLH. Fico pensando de onde foi que eles arrumaram esse título capcioso.)
Fortalecida pelo apoio vindo da Associação Nacional de Educação, a REGLH tem acesso aos seus filhos por meio dos currículos de educação sexual que fornece para milhares de escolas públicas no país inteiro, e por meio das “Alianças Gays Heteros”, patrocinadas por adultos e hospedadas nessas mesmas escolas.
Ai de nós! Vivemos num país pós-Kinsey, em que nossa cultura, junto com nossa herança judaico-cristã, apodrece em pleno calor do dia. O fedor da anarquia sexual é mascarado pela retórica ascendente e velhaca de “tolerância”, “diversidade” e “educação sexual abrangente”.
Está passando mal do estomago? Eu estou. Por que é que esses anarquistas não deixam nossos filhos em paz e não deixam as crianças serem crianças?
Matt Barber é um jurista de direito constitucional. Ele trabalha como vice-presidente do Liberty Counsel Action

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Porque desarmar o cidadão de bem? Falácias propagadas.


 http://desarmamento.tripod.com/articles/Tiroteio_Vila_Isabel.mp3


Como Cristão Católico começo com o Catecismo da Igreja Católica:
2264. O amor para consigo mesmo permanece um princípio fundamental de moralidade. E, portanto, legítimo fazer respeitar o seu próprio direito à vida. Quem defende a sua vida não é réu de homicídio, mesmo que se veja constrangido a desferir sobre o agressor um golpe mortal:
«Se, para nos defendermos, usarmos duma violência maior do que a necessária, isso será ilícito. Mas se repelirmos a violência com moderação, isso será lícito [...]. E não é necessário à salvação que se deixe de praticar tal acto de defesa moderada para evitar a morte do outro: porque (Neste caso)se está mais obrigado a velar pela própria vida do que pela alheia» (41).
2265. A legítima defesa pode ser não somente um direito, mas até um grave dever para aquele que é responsável pela vida de outrem. Defender o bem comum implica colocar o agressor injusto na impossibilidade de fazer mal. É por esta razão que os detentores legítimos da autoridade têm o direito de recorrer mesmo às armas para repelir os agressores da comunidade civil confiada à sua responsabilidade.

A vida é um bem inalienável e o Estado não pode limitar o poder do indivíduo de defendê-la.”
(Eduardo Carlos Bittar, professor de Filosofia da USP).
"Aqueles que esquecem o passado estão condenados a repetí-lo"- George Santayana, 1905
"É irracional esperar que [...] um homem desarmado deva permanecer salvo e seguro quando seus servidores estiverem armados."
Machiavelli, 1532

"[Leis proibindo o porte de armas] desarmam somente aqueles que não estão nem dispostos nem determinados a cometer crimes."
Beccaria, 1764
Com a falácia de que o desarmamento da população pode acabar com as mortes por armas de fogo, o governo promove a “debate” (que só acaba quando eles vencem) sobre a proibição da venda de armas para o cidadão comum. Em 2005 um referendo foi realizado, a escolha do povo foi contra a lei 10.826 que proibia o cemercio de armas de fogo a civis, no entanto o governo, ignorando a vontade popular, não desiste da ideia e quer tentar novamente. Impulsionado, inacreditavelmente, pelo evento de Realengo, onde um rapaz, após comprar uma arma ilegal feriu e matou vários alunos em uma escola aqui do Rio.
Daí vale tudo na propaganda. Artistas globais, cantores, falsos intelectuais e toda a cambada politicamente correta e sem cérebro.
Mortes e as armas no Brasil
Tivemos em 2010 cerca de 50 mil mortes por assassinato, onde 35 mil foram por armas de fogo.
Em reportagem publicada no site PB Agora em 2008/2009 encontramos o número de 7.154.522 armas legais no país. Armas estas que incluem Policiais federais, Civis e militares; bombeiros, Atiradores esportivos, Colecionadores e caçadores. Com um total de cerca de 1200 concessões de porte de arma em 2009. Considero difícil que os anos seguintes, com toda a dificuldade que o governo criou, o numero de concessões tenha aumentando absurdamente.
No entanto o Governo e ONGs ligadas a campanha de desarmamento mostram que existem 17 milhões de armas nas mãos de brasileiros, e informam que pouco mais de 40% são Ilegais. Pera ai! Como duas simples pergunta você desmistifica estes números e esta falácia.
De onde Vieram os outros 10 milhões de armas em um ano?
Como conseguir um total contabilizado de armas Ilegais?
Isso mesmo. Como contabilizar o número de armas ilegais?
Acredito firmemente que alguém tenha ido perguntar aos traficantes, assaltantes, terroristas, etc..  Sem dúvidas fizeram um senso público e, prontamente, essas pessoas admitiram ter armas ilegais e ainda se comprometeram a registrá-las ou devolvê-las.

Enganação.
Com base em reclamações de usuários tradicionais de armas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Maranhão e Distrito Federal, a Associação Nacional de Indústrias de Armas e Munições (Aniam) montou um dossiê com um rol de irregularidades apontas pela entidade como prova da tentativa de o governo burlar a lei para salvar a campanha do desarmamento. A estratégia, acusa, tem o objetivo de, até março de 2012, forçar a devolução de cerca de 2 milhões de armas legalmente registradas, mas impossibilitadas de serem renovadas por causa de um súbito endurecimento da Polícia Federal no setor, por ordem de Cardozo, com base em interpretação própria sobre o Estatuto do Desarmamento
Fonte: http://www.meionorte.com/maiaveloso/o-brasil-tem-8-milhoes-de-armas-ilegais-173069.html
Ou seja, a Polícia federal está dificultando ou não está permitindo a renovação do porte de armas, logo estas armas passam a ser ilegal, o que força o seu dono a devolvê-la por medo da pena.
Mas não para por ai.Todo este circo cínico tenta empurrar as 35 Mil mortes anuais para a conta das armas legais. Lembre-se que temos 50 Mil assassinatos por ano, de onde 35 mil são por armas de fogo. Os outros 15mil são realizados com o que estiver a mão. Alguém realmente acha que se , por um milagre, a lei do desarmamento tirasse todas as armas das mãos dos civis honestos e de bem, estes números cairiam significativamente?
Pelo Contrário.
Estudos realizados pelo John R. Lott Jr. Da universidade de Direito de Chicago demonstraram que a utilização de armas de fogo por parte de civis em diversos estados americanos inibiram os assassinatos em 8,5%, estupros em 5%, roubos em 3% e assaltos em 7%.
Os benefícios do porte de arma não se limitam apenas àqueles que as portam ou as utilizam em defesa própria. O simples fato dessas armas estarem ocultas mantém os criminosos incertos quanto a capacidade da vítima em potencial retrucar com força letal. A possibilidade de que qualquer um pode estar armado torna pouco atraente o ataque a qualquer pessoa. De fato, os cidadãos desarmados pegam carona na segurança provida por seus colegas armados.
Nosso estudo revelou que, enquanto alguns criminosos passam a evitar crimes potencialmente violentos após a adoção das leis do porte livre, eles não abandonam, necessariamente, a vida criminosa. Alguns voltam-se para atividades onde a possibilidade de um confronto armado com uma vítima é menor. De fato, um sub-produto das leis do porte livre é que, enquanto caem as taxas de crime contra as pessoas, aumentam os crimes contra a propriedade (furtos de automóveis e roubos em máquinas de venda automática, por exemplo). Entendo que está é uma troca aceitável para a sociedade.
(John R. Lott Jr)

Índice das mortes.
Com certeza, em vista de todo o gasto e burocracia que exige a aquisição de uma arma legal (seu custo,custo do documento, manutenção, munição, curso e recadastramento de 3 em 3 anos, e ainda ter que passar pelo julgamento de um Delegado da PF que irá decidir se você realmente precisa ou não da arma)é certo que esta nunca será adquirida por pessoas de baixa escolaridade e renda ou moradores de áreas de risco. Segundo este mesmo governo, estas condições sociais estão diretamente ligadas ao ingresso na vida criminosa. Não concordo com isso, acho que os princípios morais são muito mais responsáveis por este ingresso do que qualquer condição social veja como não é raro pessoas pobres, mas honestas e pessoas não tão pobres que não valem o ar que respiram.
Então eu fico em um impasse.
Se na maioria dos mortos por arma de fogo estão os negros e a população de baixa renda e o local onde acontece boa parte dos crimes são áreas carentes, levando em conta que a aquisição das armas legais é burocrática e cara, tirando do pobre o direito de possuir uma arma, quais armas matam 35 mil pessoas por ano no Brasil?
Estudos aponta o número de mortes desta forma:


Claro que dentro deste número também estão as mortes causadas por policiais no estrito cumprimento do dever ou não. Logo o Estado também tem uma parcela destas mortes, e outra parcela é de bandidos, enquanto a população esta, indefesa, no meio deste fogo, hora cruzado, hora paralelo.
A própria Polícia federal evidenciou, mas o governo e as ONGs desarmamentícias insistem em não falar, que nos estados com o menor número de armas legais é onde ocorrem os maiores índices de mortes por armas de fogo. Nestes lugares, geralmente os bandidos já devem saber que a população não anda armada. Assim fica mais fácil acertar o alvo.
No entanto o governo usa o número de mortes causadas por armas ilegais em conjunto com um suposto número contabilizando a quantidade de armas ilegais em circulação (como se isso fosse possível) e chega a incrível conclusão que para acabar com todas as mortes deve acabar com as concessões de armas legais ao cidadão comum. Deixando-o totalmente indefeso.
Seguindo a linha de raciocínio do Filósofo Olavo de Carvalho, existirão 2 classe de pessoas com o desarmamento. Veja:

Transformação: Em um arquivo intitulado, Armas e Revolução Passiva o senhor levanta a possibilidade de que a lei sobre o desarmamento teria como objetivo final uma revolução silenciosa que estabeleceria um novo critério de estratificação social. O senhor não acha um tanto exagerada a sua conclusão já que o senhor mesmo diz que para isso seria necessário estarmos vivendo um tempo de desordem e violência? Ou para o senhor esses tempos que vivemos são de desordem e violência.
Olavo de Carvalho: Em primeiro lugar isso não é uma conclusão minha. Isso é uma decorrência imediata do próprio texto do desarmamento porque, uma vez desarmada a população civil, não estão desarmados nem os altos funcionário públicos, nem os homens ricos que têm guardas particulares a seu serviço. Hoje em dia existem duas possibilidades de defesa: se você é rico, tem a guarda pessoal; se é pobre tem um revolvinho calibre 32. Daí fica proibido o revolvinho calibre 32 e só haverá duas classes, os totalmente desarmados e os armados até os dentes. Os armados até os dentes serão, de um lado, evidentemente, os bandidos e traficantes; e de outro os homens ricos e os altos funcionários que têm direito a ter um pequeno exército a seu serviço. Isso, da estratificação social, não é uma conclusão minha; é o próprio sentido do desarmamento. É conseqüência imediata e material da sua aplicação, não há como fugir disso. (Olavo de Carvalho em entrevista concedida a revista transformação.)


Porte de armas.
Vejam abaixo o Número de portes de aramas concedidos em todo o ano de 2009:
Porte de armas concedido no Brasil em 2009 Estados Número de porte para cidadão comum

Acre 9

Alagoas 34

Amapá -

Amazonas 26

Bahia 78

Ceará 58

Distrito Federal 182

Espírito Santo 48

Goiás 22

Maranhão 61

Mato Grosso 20

Mato Grosso do Sul 21

Minas Gerais 60

Pará 23

Paraíba 10

Paraná 33

Pernambuco 11

Piauí 6

Rio de Janeiro 18

Rio Grande do Norte 6

Rio Grande do Sul 426

Rondônia 16

Roraima 2

Santa Catarina 15

São Paulo 47

Sergipe 23

Tocantins 1

Total - Brasil 1.256

Fonte: pbagora.com.br
As informações estão em um levantamento feito pelo Instituto Sou da Paz e divulgado nesta quarta-feira. O estudo aponta que essa categoria teve um aumento significativo no número de pedidos de autorizações após o Estatuto do Desarmamento, em vigor desde 2003. Em março de 2009 eram contabilizados 66.400 armas de colecionadores, 77.805 de atiradores e 10.317 de caçadores.

O recadastramento dessas armas deve ser feito a cada dois anos. Além disso, são feitas visitas de oficiais do Exército --responsável pelo controle de armas desse grupo. Em média, um colecionador legal, no Brasil, tem mais de seis armas em sua residência. Já os atiradores e caçadores têm em média duas armas.

Além de caçadores, atiradores, colecionadores e corporações da Polícia Militar, há mais de 7,3 milhões de armas nas mãos de pessoas civis, empresas de segurança privada, guardas municipais, além de policiais civis e federais. Outras 240 mil armas são particulares de policiais militares e bombeiros. Só não são incluídas na contagem as armas das Forças Armadas.
*(Aqui colocam os civis no grupo junto com Polícia federam, Polícia Civil e Guarda Municipal. Em quais rupos estão a maioria das armas?)

Antes do Estatuto de Desarmamento, o país não tinha um levantamento de armas de fogo, segundo o instituto. Isso porque o cadastro e a concessão de porte eram feitos pelos Estado. Já a venda de armas caiu cerca de 90%, de acordo com o instituto. Como reflexo disso, o numero de lojas de armas caiu de 2.400 em 2002 para 280 em 2008.

A concessão de porte de armas também registrou queda, informa o levantamento. Apenas no Estado de São Paulo, foi concedido porte de arma para cerca de 73 mil pessoas em 1997. Já em 2009, esse número foi de 47. O Estado com maior número de concessões de porte de arma é o Rio Grande do Sul, que autorizou o uso de armas para 426 pessoas no ano passado.

*(Os dados também informaram que em 2007 só houveram 7 concessões em São Paulo)

De acordo com o diretor do instituto, Denis Mizne, o elevado número de concessão de porte de arma no Rio Grande do Sul em relação a outros Estados mostra uma diferença de critérios da Polícia Federal em cada local na hora de autorizar o uso de armas e mostra a necessidade de unificação.

*(mostra que é necessário driblar a escolha do povo no referendo e que a Polícia Federal, como vem fazendo, deve dificultar ao ponto de não conceder mais nem concessões nem renovações de porte de arma no Brasil. Ou seja, o Governo não respeita a escolha do povo Brasileiro.)
Ou isso é muita burrice ou os métodos comunistas de dominação estão sendo aplicados novamente. Quase todos os países tomados pelo comunismo também desarmaram sua população antes da implantação total do sistema. Temos como exemplo, Cuba, URSS e a Alemanha do partido Nasista (Nacional Socialista) Alemão. Tem dúvidas que isso está acontecendo novamente? Mas quem sabe ou quer saber disso? Por isso os mesmos métodos ainda funcionam.
"Quem controla o passado, controla o futuro. Quem controla o presente, controla o passado."
George Orwell


http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20100429090243&cat=brasil&keys=mais-mil-armas-fogo-registradas-brasil-estao-colecionadores-pb-tem-nove
http://www.institutobrasilverdade.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=6541&Itemid=96
http://www.brasil247.com.br/pt/247/brasil/30035/Taxa-de-homic%C3%ADdios-no-Brasil-mais-do-que-dobra-em-30-anos.htm

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Abraço totalitário.






A Cada dia em que os escândalos desse governo canhoto adormecem a consciência do povo, ao mesmo tempo em que vemos todos os tentáculos do mesmo a abraçar, com um apetite destruidor, tudo o que vai ao encontro da moral Cristã, ao melhor estilo Gramsci, fico preocupado com o silêncio colossal dos poucos de quem era esperado alguma manifestação.

Não, não espero um despertar utópico da população nem uma repentina tomada de consciência nacional acompanhada de um belo e heroico levante caudilho. Sei bem que tudo isso é impossível pelas vias normais e só ocorrem pelo poder da influencia calcado pelos mesmos métodos hoje empregado por quem nos governa.
O que me incomoda é que as lideranças que deveriam prestar atenção ao espírito dos tempos ou fingem que não veem ou estão em tamanha letargia metal que não conseguem projetar o panorama a médio e longo prazo, Pior ainda, não conseguem visualizar o panorama atual.

"Quem controla o passado, controla o futuro. Quem controla o presente, controla o passado."
George Orwell

Dentro desta realidade só consigo me questionar sobre uma coisa: Estamos perdidos?
Com alguns poucos exemplos percebo a articulação ardilosa destes sanguessugas, mas percebo também que muitos que tem o pensamento alinhado com o conservadorismo não tem qualquer tipo de articulação, plano, unidade ou organização que seja realmente um adversário a altura do que nos reserva esta corja. Não me excluo dessa percepção porque não temos reação. Não estamos preparados.

Sei bem que Deus está do lado do bem e ele pode prover todo o necessário para que se enfrente esta luta, mesmo que assimétrica. No entanto estaríamos nós religiosos, conservadores, liberais de direita conservando aquilo que Deus nos deixou, ou seja, sendo fiel ao seu legado? Ou somente nos dando conta que nossos desvios, mergulhando em uma cultura hedonista, deu força e respaldo à quilo que abominávamos?

A Realidade é que nos enlambuzamos com o que nos ofereceu esta mentalidade, mas na mesma embalagem do presente prazeroso vieram consequências que despertam agora a nossa atenção.
Muitos de nós não lutaram pela liberação sexual, mas quantos de nós se utilizaram dela.
Muitos de Nós não deram força alguma ao feminismo, mas quantos de nós espelharam-se nele para gozar de certas “liberdades”.

Muitos de nós não foram às praças defender o aborto, mas quantos de nós escondeu a "vergonha" de uma gravidez indesejada desta forma?
Muitos de nós não apoiam a discriminação da fé nas universidades, mas quantos de nós não teve a coragem de abrir a boca para denunciar isso?
Hoje colhemos os efeitos da libertinagem sexual que tanto destroem ou constroem famílias capengas.
Temos crianças que não tem o que mais precisam, suas mães.
Temos crianças que são mortas nos ventres maternos
Não temos liberdade para professar nossa fé nos meios acadêmicos.
Em contra partida a esquerda amplia seu alcance abraçando instituições privadas em suas teias. Umas por que querem estar no esquema de poder, outras para sobreviver, visto que quem não se alinha pode ser facilmente tirado do mercado controlado pelo Governo-Partido.
Não deu outra. Bons exemplos temos aos montes, mas um em especial é o caso do SBT.

O Grupo Silvio Santos, após problemas com seu Banco panamericano, cuja recuperação se deu de forma não muito clara a meus olhos leigos , com o resgate financeiro feito pelo BTG Pactual  (O Mesmo do escândalo do Sérgio Cabral que, para resumir, teve pago um apartamento, avaliado em 9milhões, pelo Banco BTG Pactual que tem com um dos seu dirigentes o Irmão de Eduardo Paes, prefeito do Rio. Cabral também fez , como governador do Estado do Rio, palestras com temas sobre a economia e investimentos do Estado. Esta palestra teve como público sócios e clientes do banco . Banco este envolvido com o governo federal em várias áreas. Só para lembrar, Cabral e Paes são da base aliada do governo.  Veja aqui: http://noticias.r7.com/economia/noticias/bancos-dizem-que-resgate-do-panamericano-era-a-unica-saida-20101114.html
 ), danou a aderir a vários lobbys governamentais.

Primeiramente uma novelinha mesquinha chamada Amor e revolução (versão Piorada de anos rebeldes) onde de um lado estão os simpáticos, jovens, destemidos, bonitos, bem intencionados, santos e democráticos comunistas tentando restaurar a democracia do Brasil que fora usurpada e do outro os próprio usurpadores e inimigos da democracia. Vis, corruptos, violentos, conspiradores, desumanos e assassinos. Nada menos que os militares.

Uma completa inversão de papeis, pois historicamente quem defendeu o país da invasão foram os militares e quem promovia o caos público eram os comunistas financiados por Rússia, China e Cuba, que são paraísos da democracia mundial.
Esta novelinha é tão ardilosa que tem de tudo, inclusive o lobby da ditadura gay.
Podemos notar também que o SBT vem promovendo sozinho a campanha para o desarmamento. Será aqui que iremos nos atentar em um próximo texto.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Quando o óbvio não importa mais.

Hoje mais uma vez me divirto com o que faz o movimento gay, torcendo a realidade para que se enquadre em sua agenda.

Em um texto profundamente sentimentalista um rapaz lamenta a morte de mais um gay no Brasil. Mais um crime para entrar para as estatísticas de aproximadamente 200 e poucos gays mortos por ano no Brasil. Estatística inflada, diga-se de passagem, e que não destaca a motivação das mortes colocando todas como crimes por preconceito. Ignorando os 50.000 brasileiros que morrem assassinados todos os anos, tirando os 200 pseudo assassinatos homofóbicos teríamos 49.800 assassinatos de brasileiros e não vemos nenhuma campanha que destaque a necessidade de pararmos com estes outros assassinatos.

Pois bem, no texto, que segue abaixo para quem tiver vontade de lê-lo, o ativista gay destaca a brutalidade e o machismo com que o crime foi executado, destaca também que um outro jovem gay está sendo ameaçado pelo assassino que ainda está foragido.

O crime não deve ser ignorado de forma alguma, pois como ser humano todos, gays ou não, estão amparados pela lei, e esta pessoa deve pagar pela atrocidade que cometeu. Mas quem seria este machista e homofóbico, como o texto quer tratar, que realizou este crime?

É meus amigos, o assassino era o próprio parceiro da vítima, era o namorado do rapaz assassinado. Que machismo motivou um gay a matar outro gay?

Poderíamos perguntar melhor: Quem matou o outro era o “macho” da relação?

O texto é profundamente tendencioso a colocar a culpa de todos os crimes nos homens ou ao menos nos “machos”, que por sua virilidade e brutalidade tendem a tentar dominar o lado ... digamos, mais sensível.

Pura palhaçada.

É só lembrarmos de casos onde mulheres mataram seus companheiros, e não são poucos. Tivemos um nestes dias.

Em resumo é que este será mais um crime colocado na conta dos “machos” e, consequentemente, héteros e também será tratado como crime de homofobia. Se eles, gays, são os assassinos ou as vítimas não importa, tudo será homofobia.

Tudo será usado como propaganda para promover uma falsa impressão de que existe uma sistemática matança de gays no Brasil. Mesmo que para isso tenha que se torcer um assassinato de um gay por outro gay, atribuindo ao assassino o status de “machista”.

O Brasil é o único país onde shows de travestis acontecem em rede nacional em horário nobre e todos da família param pra assistir e ainda opinam sobre quem vai ganhar o concurso de dublagem, é o país onde concursos de travestis acontecem as 3 horas da tarde e a vovó vai assistir junto com o netinho sem a menor preocupação (já dizia o Olavo de Carvalho). Onde esta toda esta homofobia que dizem haver aqui?

Alguma semelhança com os casos dos negros, índios, quilombolas e feministas? Nesta mentalidade eles sempre serão as vítimas, sejam agentes ou passivos na situação.
E, como nos casos acima, tudo será usado para promover a ideia de preconceito, dívida e reparação, intolerância e exclusão. Tudo será torcido para que se adéqüe a realidade inventada nas mentes de ativistas tarados por jogar o peso de suas vontades ao restante da sociedade.

Não é à toa que estes sempre são os programas preparatório dos governos comunistas.

Segue abaixo o texto:

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terça-feira, 2 de agosto de 2011

O Fedor da verdade na Noruega.

Pessoas mais próximas a mim puderam conversar comigo a respeito do atentado em Oslo na Noruega e são testemunha de que eu achei tudo muito estranho e nebuloso desde o princípio.
Um ataque completamente sem sentido e propósito, sem dizer nefasto e desumano. Não é um padrão comportamental da Direita. Nunca foi.
Como sabemos bem, tendo Lenin como exemplo, marxistas e orgãos ilãmicos, atribuiram aos cristãos e judeus a responsabilidade do ataque ao melhor estilo "Acuse-os do que fazemosXingue-os do que somos."
 Com uma rapidez ímpar a mídia mundial em total consonância com estes grupos imputaram aos cristãos, sionistas e conservadores a autoria deste pútrefo episódio. 
Até mesmo o Hamas, quem diria, manifestou-se contrário ao atentado, profundamente entristecido e bestificado com o ocorrido.
Cada qual atribuiu o ataque a seus inimigos, os Terroristas do Hamas aos Judeus e os marxistas aos cristãos conservadores.
Vários políticos de Direita foram acusados de incutir estas ideias no terrorista norueguês, Mas tudo que é podre não demora a feder e a mostrar de onde vem. Leia abaixo:


Fonte: Mídia Sem Máscaras por Olavo de Carvalho.


Breivik esteve várias vezes na Belorússia, aí recebendo treinamento terrorista da seção local da FSB.
A facilidade com que o comentário político se deleita em miudezas, deixando de lado o essencial, impõe a quem compreende a gravidade do fenômeno a obrigação de avisar ao distinto público que aquilo que hoje lhe vendem como jornalismo é na verdade um produto novo e distinto, com finalidade inversa à daquilo que uma geração atrás se consumia sob essa denominação.
A palavra "notícia" vem do verbo "notar", que quer dizer captar, apreender, perceber. Quando as notícias que você recebe de vários canais vêm com conteúdo uniforme e num tom acachapantemente idêntico, é claro que elas não expressam a percepção humana, variada e individualizada por natureza, e sim um trabalho de engenharia, um molde prévio imposto aos fatos, não para refleti-los e sim para substituí-los. O caso dos atentados em Oslo é exemplar, sob esse aspecto. Informações flagrantemente erradas disseminaram-se pelo mundo em poucos minutos, num tom de certezas universalmente reconhecidas, ao passo que seus desmentidos só vieram aparecendo aos poucos, um aqui, outro ali, sem força de rechaçar a massa homogênea de falsidades que, como a "bolha assassina" do famoso thriller, já havia engolido multidões inteiras. Atentados terroristas, convém repetir, nunca são a finalidade de si mesmos. Estão sempre inseridos em alguma estratégia geral que, por meios políticos e midiáticos incruentos, prepara o seu advento e colhe (ou produz) os seus resultados. A destruição física deve ser precedida e seguida de empreendimentos de demolição moral ou chantagem política que transfigurem a mera carnificina em vantagem política concreta.
Só para dar dois exemplos clássicos, o 11 de setembro apoiou-se numa década inteira de propaganda anti-americana crescente e em seguida conseguiu inverter a impressão inicial de horror ao terrorismo, transformando-a numa onda mundial de ódio aos EUA (v. http://www.olavodecarvalho.org/traducoes/ terrorism2.htm); na Espanha, menos de 24 horas depois do atentado de 2004 já estava nas ruas uma gigantesca manifestação popular, não contra os terroristas, mas contra... o governo conservador do primeiro-ministro Aznar (v.http://www.olavodecarvalho.org/semana/040325jt.htm).
Mas nem precisaríamos ir tão longe: no Brasil, entre 1964 e 1988, cada bomba, cada roubo de armas, cada sequestro foi seguido de intensa propaganda baseada no slogan de que a culpa desses crimes não era de seus autores, e sim do governo que combatiam. A lenda dos "jovens idealistas em luta contra a tirania" veio
a render seus frutos com o retorno maciço dos comunistas ao país e sua irresistível ascensão ao poder (http://www.olavodecarvalho.org/semana/110428dc.html). Cito os meus artigos anteriores para enfatizar a continuidade das análises que venho fazendo, capítulos aliás de um estudo de muitos anos sobre o fenômeno da mentalidade revolucionária.
Ora, no caso norueguês a única campanha de propaganda que se observou foi voltada contra o próprio terrorista, mas associando-o a evidentes bodes expiatórios, os sionistas e os cristãos conservadores. A regra áurea, na análise de atentados terroristas, é: veja contra quem vai a campanha que se segue,
e entenda que a autoria do crime vem necessariamente da direção oposta.
O próprio Anders Behring Breivik deu-nos uma indicação preciosa ao declarar, no seu Manifesto, que não era um cristão, mas apenas um darwiniano persuadido de que a civilização cristã Ocidental era evolutivamente superior às outras. Isso não apenas desmentia a versão oficial da "grande mídia", mas alinhava decididamente Breivik no padrão ideológico da Nouvelle Droite Francesa, materialista e evolucionista, chefiada por Alain de Benoist.
E outra coisa que os iluminados comentaristas políticos não sabem é que a Nouvelle Droite é uma aliada incondicional... do "projeto Eurasiano" de Alexandre Duguin e Vladimir Putin!
Baseado nessa informação, anunciei no meu programa True Outspeak, de 27 de julho último, que, por trás de
todas tentativas perversas de inculpar sionistas e cristãos, a verdade não tardaria em aparecer ostentando na testa um rótulo de três letras: K,G,B, ou, em versão modificada pela enésima vez, F,S,B.
Não tardou nem 48 horas: sexta-feira, 29, recebi da minha amiga romena Anca Cernea esta notícia da agência russa RiaNovosti: Breivik esteve várias vezes na Belorússia, aí recebendo treinamento terrorista da seção local da FSB (v.http://en.rian.ru/world/ 20110728/165436665.html).
É verdade que aí ele teve também contato com um "extremista de direita", Viacheslav Datsik, mas Datsik, preso na Noruega por contrabando de armas, acabou confessando que trabalhava para a FSB.
Para tornar as coisas ainda mais claras, Breivik, no seu Manifesto (v. http://www.asianews.it/news-en/Russia-as-the-mass-murderer%E2%80%99s-political-model-22193.html) declara
que o alvo ideal de sua luta seria substituir a estrutura política europeia, que ele qualifica de "disfuncional", por um modelo de democracia autoritária "similar à da Rússia" (sic).
E, de quebra, faz os maiores louvores a Vladimir Putin.
Completando o quadro, o interesse russo em desestabilizar o governo norueguês é o mais óbvio possível: a Noruega é o único concorrente da Rússia no fornecimento de gás ao continente europeu - quer dizer, o único obstáculo que se opõe ao sonho de Vladimir Putin, de um dia colocar a Europa de joelhos mediante a simples ameaça de fechar a torneira.

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Sem mais...

terça-feira, 26 de julho de 2011

Terrorista se proclamava darwinista, não cristão

As reportagens dos meios de comunicação caracterizavam McVeigh como um "cristão", embora ele tivesse de forma categórica negado toda e qualquer convicção e crença religiosa - colocando sua fé na ciência.
WASHINGTON, EUA - Uma análise do manifesto de 1.500 páginas de Anders Behring Breivik mostra que a atitude dos meios de comunicação de apressadamente caracterizarem o terrorista norueguês como "cristão" pode ser incorreta do mesmo jeito que foi incorreto chamar Timothy McVeigh, o terrorista do ataque a bomba na Cidade de Oklahoma, de cristão.
Breivik foi preso no final de semana, acusado de dois ataques brutais em Oslo, Noruega, e nas redondezas dessa cidade, inclusive uma explosão na capital que matou 7 pessoas e uma orgia de tiros num retiro político de jovens na ilha de Utoya que matou mais de 80 vítimas.
Juntando os pedaços das várias postagens de Breivik na internet, muitas reportagens dos meios de comunicação caracterizaram o terrorista - que diz que estava transtornado com as políticas multiculturalistas impulsionadas pelo Partido Trabalhista da Noruega - como "extremista de direita e cristão fundamentalista". Entretanto, embora McVeigh tivesse rejeitado Deus completamente, Breivik escreve em seu manifesto que ele não é religioso, tem dúvidas acerca da existência de Deus, não ora, mas afirma a supremacia da "cultura cristã" da Europa bem como sua própria cultura nórdica pagã. Por outro lado, Breivik louva Charles Darwin, cujas teorias da evolução se opõem às afirmações da Bíblia, e afirma: "Quanto à Igreja e à ciência, é essencial que a ciência tenha uma prioridade indiscutível sobre os ensinos da Bíblia. A Europa sempre foi o berço da ciência, e deve sempre prosseguir desse jeito. Com relação ao meu relacionamento pessoal com Deus, imagino que não sou um homem excessivamente religioso. Sou em primeiro lugar um homem de lógica. Contudo, apoio uma Europa cristã monocultural".
O terrorista de forma franca também confessa que não encontra apoio, nem nas igrejas protestantes nem católicas, para suas ideias violentas.
"Tenho a confiança de que a futura liderança de uma hegemonia conservadora cultural na Europa garantirá que a atual liderança eclesiástica seja substituída e os sistemas sejam de certo modo reformados", escreve ele. "Temos de ter uma liderança eclesiástica que apoie uma futura cruzada com a intenção de libertar os Bálcãs, a Anatólia e criar três estados cristãos no Oriente Médio. São necessárias inciativas para facilitar a desconstrução das igrejas protestantes, cujos membros devem se converter de volta ao catolicismo. As igrejas protestantes tiveram um papel importante em outros tempos, mas suas metas originais já foram alcançadas e contribuíram para reformar a Igreja Católica também. A Europa tem de ter uma Igreja unida liderada por um papa justo e não suicida que tenha disposição de lutar pela segurança de seus súditos, principalmente com relação às atrocidades islâmicas".
Embora Breivik tenha dito que se considera "100 por cento cristão", ele também expressa orgulho em suas raízes genealógicas.
"Tenho orgulho de minha herança Viking", escreve ele. "Meu nome, Breivik, é o nome de uma localidade do Norte da Noruega, e dá para datá-lo até mesmo antes da era Viking. Behring é um nome germânico de antes da era cristã, o qual é derivado de Behr, a palavra germânica que significa Urso (ou 'aqueles que são protegidos pelo urso')".
E embora ele tivesse se caraterizado como "cristão" e "protestante", Breivik disse que apoia "uma reforma do protestantismo que o leve a ser absorvido pelo catolicismo".
De forma semelhante, as reportagens dos meios de comunicação caracterizavam McVeigh como um "cristão", embora ele tivesse de forma categórica negado toda e qualquer convicção e crença religiosa - colocando sua fé na ciência.
Breivik acrescenta: "Fui de moderadamente agnóstico para moderadamente religioso".
Numa seção de perguntas e respostas de seu manifesto, Breivik se pergunta: "Quais deveriam ser nossos objetivos civilizacionais? Como você imagina uma Europa perfeita?"
Sua resposta dificilmente se parece com a resposta de um "utópico cristão": "O pensamento 'lógico' e racional (certo grau de darwinismo nacional) tem de ser a base fundamental de nossas sociedades. Apoio a propagação do pensamento racional coletivo, mas não necessariamente num nível pessoal".
O manifesto de Breivik nunca menciona adoração e estudo religioso como parte da rotina dele para se preparar para sua missão de assassinatos em massa. Ao discutir seus preparativos para o ataque, ele escreve: "Tem sido um processo de longo prazo desde que decidi pela primeira vez que eu queria contribuir. Mas não é como se eu tivesse estado isolado há anos. Tenho vivido uma vida quase normal até agora. Ainda tenho um relacionamento íntimo com meus amigos e família, não tão estreito quanto costumava ser. Quanto à minha situação atual, venho trabalhando num livro agora por quase dois anos. É essencial que você se recompense e goze a vida nesse período. Você pode fazer coisas que normalmente você não faria. Você pode basicamente viver uma vida normal se escolher; você tem de ter cuidado extra. Venho praticando certos rituais e meditação para fortalecer minhas crenças e convicções. Para mim, o ritual mais comum é dar uma longa caminhada escutando minha música favorita no meu iPod".
Breivik também aponta para o fato de que sua ligação com os valores culturais cristãos tem como base a conveniência política, não a fé ou um compromisso religioso.
"Minha escolha não tem nada a ver com o fato de que não tenho orgulho de minhas próprias tradições e herança", explica ele. "Minha escolha foi baseada puramente no pragmatismo. Todos os europeus estão neste barco juntos. Portanto, temos de escolher uma plataforma mais moderada que possa apelar para um número maior de europeus - preferivelmente até 50 por cento (realisticamente até 35 por cento)".
Breivik também afirma ser membro da maçonaria, que muitos cristãos consideram como uma organização religiosa esotérica.
Mais especificamente, ele se chama de juiz dos Templários e explica o que isso significa na medida do possível como crença no Cristianismo:
"Considerando que essa é uma guerra cultural, nossa definição de ser cristão não necessariamente significa que você é obrigado a ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus", escreve ele. "Ser cristão significa muitas coisas; que você crê e quer proteger a herança cultural cristã da Europa. A herança cultural europeia, nossas normas (inclusive códigos morais e estruturas sociais), nossas tradições e nossos modernos sistemas políticos são baseados no Cristianismo - protestantismo, catolicismo, cristianismo ortodoxo e o legado do iluminismo europeu (a razão é a principal fonte e legitimidade para a autoridade). Você não é obrigado a ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus a fim de lutar por nossa herança cultural cristã e os costumes europeus. De muitas formas, nossas modernas sociedades e secularismo europeu são consequência da Cristandade europeia e do iluminismo. Portanto, é essencial entender a diferença entre uma 'teocracia fundamentalista cristã' (tudo o que não queremos) e uma sociedade europeia secular baseada em nossa herança cultural cristã (o que queremos). Por isso, não, você não precisa ter um relacionamento pessoal com Deus ou Jesus para lutar por nossa herança cultural cristã. Basta que você seja um agnóstico cristão ou ateu cristão (um ateu que quer preservar pelo menos os fundamentos do legado cultural cristão da Europa (feriados cristãos, Natal e Páscoa). Por isso, os PCCTS, os Cavaleiros Templários não são uma organização religiosa, mas em vez disso uma ordem militar 'culturalista' cristã".
De modo bastante repetitivo, Breivik faz tudo o que pode para deixar claro para os leitores de seu manifesto que ele não é motivado pela fé cristã.
"Não vou fingir que sou um homem muito religioso, já que isso seria uma mentira", diz ele. "Sempre fui muito pragmático e influenciado por meu ambiente secular. No passado, lembro-me de que costumava pensar: 'A religião é uma muleta para as pessoas fracas. De que vale crer num poder mais elevado se tenho confiança em mim mesmo!? É de dar pena'. Talvez isso seja verdade em muitos casos. A religião é uma muleta para muitas pessoas fracas, e muitas abraçam a religião por razões egoístas como uma fonte de onde extrair força mental (para alimentar sua fraca condição emocional, por exemplo, durante uma enfermidade, morte, pobreza, etc.). Já que não sou hipócrita, direi diretamente que essa é a minha agenda também. No entanto, não senti ainda a necessidade de pedir força a Deus, ainda".


Tradução:
Julio Severo

sexta-feira, 15 de julho de 2011

HEREGE ! DOM TOMÁS BALDUÍNO DENUNCIA CONSTRUÇÃO DE CATEDRAIS "SUNTUOSAS"

Em carta aberta aos bispos da Igreja Católica, o bispo Dom Tomás Bulduíno critica a construção de catedrais suntuosas. De acordo com o bispo, as comunidades precisam de belos, dignos e venerados para se reunirem e terem seu culto. Entretanto, "o templo é símbolo da comunidade e não o instrumento do poder clerical ou episcopal, construído nos mesmos critérios dos templos que antigamente legitimavam o domínio dos poderosos do mundo."

Leia a íntegra da carta.



Goiânia, GO, 18 de julho de 2008.

Queridos Irmãos no episcopado, do Regional Centro-Oeste,
A paz do Senhor esteja com vocês!

Peço-lhes licença para colocar aqui umas reflexões que venho tendo com outros colegas, inclusive dando a forma de carta. Trata-se da concepção de igreja e, de modo especial, de igreja catedral. Fui motivado sobretudo pelo fato da catedral de Goiânia ter de se mudar para uma obra que ficará próxima do atual Paço municipal, em terreno doado por Lourival Lousa, dono do Flamboyant, porém do outro lado da rodovia 153, em local de acesso difícil e distante do povão. Será então uma catedral tipo monumento moderno, atualizado, tudo bem planejado, de concepção semelhante à de Brasília, a mesma que vai se reproduzir futuramente também em Palmas. Enquanto isso, por exemplo, as chamadas catedrais da Igreja Universal do Reino de Deus, que não deixam de ser também portentosas construções, ficam bem perto do povo e se enchem de gente. O que pensar, então, a respeito de nossas igrejas? Isso também faz parte da nossa responsabilidade pastoral.Digite aqui o resto do post
1. O sacramento do Templo na Bíblia

O Senhor nos deu um ensinamento bem preciso e nos evangelizou sobre o templo. Enquanto as nações vizinhas do Povo de Israel tinham todas seu templo, os profetas do Senhor diziam que Deus não quer templo. Deus quer acampar com seu povo nômade. Construir um templo seria traição desse caminhar de Deus com seu povo. Até mesmo quando o rei Davi quis levantar um templo, o Senhor mandou o profeta Natan lhe dizer: "Desde que Deus tirou o seu povo do Egito, sempre morou em tenda e nunca pediu templo". (2 Sm 7,7).
Segundo Isaías (Is 66,1), Deus é aquele que o universo inteiro não pode conter. Tem o céu por seu trono e a terra como escabelo de seus pés. Como pode morar em uma casa edificada pelo homem? O problema é que, de fato, desde o começo, até hoje, o templo tem servido de legitimação do poder dos reis e dos donos do poder. Não é, pois, de graça que o rei e os poderosos dão todo apoio econômico à sua construção suntuosa e em lugar privilegiado. Por isso, os profetas sempre criticaram o templo e pediram que a fé se libertasse e fosse para além do templo.
Alguns profetas, como Isaias e Jeremias, tiveram que assumir o templo como um fato consumado, mas tiraram partido dele como lugar do ensino da Palavra, não como lugar de sacrifício. E Jesus retomou esta tradição profética. Na hora da sua prisão declarou aos seus algozes: "Todos os dias eu ensinava no templo e não me prendestes". (Mc 14,49). O templo, com efeito, não era tradicionalmente lugar de ensino, mas sim de sacrifício. Fazer daquele lugar um lugar de profecia foi um ato crítico e subversivo.
Depois do exílio da Babilônia, os judeus fiéis se reuniam em sinagogas (casas da comunidade). Começou, então, uma tensão entre o judaísmo da sinagoga (baseado na Palavra) e o judaísmo do templo (baseado nos sacrifícios e no culto). O Cristianismo surgiu no meio do judaísmo das sinagogas e não no do templo. As reuniões dos primeiros cristãos, que marcaram a liturgia até hoje, seguiram o esquema da sinagoga, não do templo. Das sinagogas para as casas. E, de casa em casa, o Evangelho foi irradiando.
Na cena da limpeza do templo o zelo vigoroso demonstrado por Jesus não foi em defesa daquela obra feita pela mão do homem. "Ele se referia ao templo do seu corpo" (Jo 2,21) e também à morada de Deus, isto é "àquele que o ama e cumpre sua palavra" (Jo 14,23) e sobretudo ao faminto, ao sedento, ao migrante, ao nu, ao doente, ao preso, às vítimas da opressão e da exploração. (Cf. Mt 23). Jesus se proclama maior do que o templo (Mt 12,6). Ele veio construir um templo não feito por mão humana (Mc 14,58). Ao celebrar sua oblação perfeita ao Pai Ele optou por fazê-la fora do templo e fora da cidade. O templo novo é o seu corpo ressuscitado (Jo 2,20). No Apocalipse, quando é anunciada a nova Jerusalém, o autor insiste que ela não tem mais templo porque o próprio Deus é o seu templo (Ap 21,22).

2. Templos e catedrais na história da Igreja
Há um paradoxo e uma contradição no fato dos judeus, para os quais o templo se tinha tornado o sacramento da presença divina, não terem querido reconstruir o templo depois de sua destruição no ano 70, enquanto os cristãos, que receberam tantas advertências de Jesus, multiplicaram os lugares de culto.
À medida que a Igreja se incorporou ao Império e se tornou uma Igreja Cristandade, ocupou os antigos templos pagãos e os transformou em templos da nova religião oficial que era a Igreja cristã. Da Idade Média até os nossos dias, as catedrais, construídas nas praças centrais e ao lado do poder político se tornaram símbolos de uma Igreja que o Concílio Vaticano II procurou superar. Segundo a Lúmen Gentium, "Assim como o Cristo consumou a obra da redenção na pobreza e na perseguição, assim a Igreja é chamada a seguir o mesmo caminho. Cristo foi enviado pelo Pai para ‘evangelizar os pobres, sanar os contritos de coração' (Lc 4,18), semelhantemente a Igreja cerca de amor todos os afligidos pela fraqueza humana, reconhece mesmo nos pobres e sofredores a imagem do seu Fundador pobre e sofredor" (LG nº 8). Dom Hélder Câmara, por exemplo, fiel a este novo espírito, foi na direção da periferia. Escolheu "a igreja das fronteiras" e fez das comunidades de periferia o lugar da cátedra do pastor. Dom Paulo Evaristo Arns, em 1973, vendeu o palácio episcopal e com o dinheiro construiu inúmeros centros comunitários na periferia de São Paulo, onde as Comunidades Eclesiais de Base passaram a se reunir para círculos bíblicos, celebrações da Palavra e da vida e lutar pelos direitos humanos. Mesmo em plena Cristandade, pastores como João Crisóstomo, Basílio e, no Ocidente, Ambrósio e Agostinho insistem que o verdadeiro templo de Deus e a glória da Igreja são os pobres. E João Crisóstomo fazia os pobres sentarem em sua cátedra na Igreja de Constantinopla.
A celebração dos sacramentos polarizada pelo altar, assim como a devoção e o culto dos santos polarizados pelo santuário, tornaram-se, durante séculos, a marca característica das igrejas católicas, infelizmente esvaziadas da Palavra. Inversamente, as igrejas da Reforma protestante deram um lugar primordial ao púlpito e à Bíblia, lida e assumida, com muito empenho, por todos os membros da comunidade. Foi o Concílio Vaticano II que, através das Constituições Dei Verbum e Sacrosanctum Concilium, restabeleceu o equilíbrio original entre o altar e o púlpito, valorizando a Palavra, que passou a integrar as celebrações dos sacramentos e readquiriu o lugar que ela tinha na vida da primitiva Igreja dos Apóstolos e dos mártires. Na construção das novas igrejas começaram até a aparecer soluções arquitetônicas criativas preocupadas em garantir a boa acústica, que favoreça a audição clara, para todos os participantes, de tudo o que é proclamado na liturgia.
As comunidades precisam sim de lugares para se reunirem e terem seu culto. Elas gostam que estes lugares sejam belos, dignos e venerados. Entretanto, é importante esclarecer que o templo é símbolo e sacramento da comunidade viva e deve ser o lugar da comunidade e não o instrumento do poder clerical ou episcopal, construído nos mesmos critérios dos templos que antigamente legitimavam o domínio dos poderosos do mundo.
"Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro (Mamon)", disse Jesus. (Mt 6,24). O termo "servir" refere-se ao culto e o nome "Dinheiro" é sinônimo de "Mamon", o ídolo. O povo de Deus, povo sacerdotal, ao mesmo tempo que no templo ou fora do templo, isto é, na vida prática, cultua o Senhor, deve ser uma clara denúncia da monstruosa idolatria que domina no mundo. Em l989, para preparar a conferência do Conselho Mundial de Igrejas sobre "Justiça, Paz e Defesa da Criação", Ulrich Ducrow escrevia: "Quando vemos os mecanismos de um sistema econômico que, ano após ano, cria milhões de vítimas da fome e milhões de desempregados, quando vemos as florestas morrerem para permitir o lucro das empresas e vemos as superpotências continuarem a louca corrida armamentista, devemos admitir que estamos diante de um monstro demoníaco. De fato, os capítulos 13 a 18 do Apocalipse, com a sua descrição da Fera que sobe do abismo, são ainda a melhor descrição do atual sistema econômico, político e de seus meios de comunicação". Pois bem, esta terrível idolatria tem seus "Templos". Os bancos centrais superam em visibilidade arquitetônica qualquer catedral de qualquer parte do mundo. Eles são Templos. Têm seus sacerdotes, seu santo dos santos, seus sacrários de segurança máxima, acessíveis a poucos e onde guardam seu deus. Vamos nos contrapor a isso usando os mesmos critérios de grandiosidade e de poder ou seguiremos os caminhos da pequenez e do não-poder apontados por Jesus como força imbatível na construção do Reino de Deus?
Eram estas reflexões, Irmãos, que queria lhes comunicar, com simplicidade, na certeza de que podem surtir algum efeito prático. Do meu lado fico à disposição de vocês para qualquer reação a isto que não deixa de ser uma fraterna provocação.

Saúdo-os com fraterna amizade no Senhor Jesus, nosso Templo vivo.

Dom Tomás Balduino

Bispo emérito de Goiás

dombalduino@cptnacional.org.br

fonte:http://www.cebi.org.br/noticia.php?secaoId=1¬iciaId=2144

COMENTO: Nosso "querido" bispo, mais uma vez perde a oportunidade de ficar calado, deveria utilizar o pouco tempo que resta de vida para pedir perdão a Deus pelos desfavores que prestou a Igreja e quantas vezes ensinou o erro aos seus filhos, a Igreja não precisa desse tipo de pastor, será que ele esquece que é sempre o melhor para Deus? O "povão" ao qual ele se refere não é digno de uma bela Igreja? ou será que o dinheiro da construção da Igreja deveria ser dividido entre os bandidos do MST, ou "partilhado" com os irmãos da CPT da qual ele tanto defende ? Será que ao menos uma vez na cabeça desse senil episcopo passou o sentimento de estar em desacordo com a Intituição que ele jurou fidelidade e obediência? Mais o que esperar de um senhor que concordou com o pseudoBispo Lugo assumiu os seus filhos bastardos? Que Deus tenha misericórdia de Dom Tomás e que o mesmo se arrependa antes da morte, pq se ele morrer nao haverá ninguem para rezar pela alma dele porque os irmãos da CPT não acreditam no poder da oração, somente no poder da enxada no chão.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Carta resposta ao jornalista Marcos Rolim e Zero Hora e ELIANE BRUM (Porto Alegre)

Caríssimo senhores(as) jornalistas e jornal Zero Hora 

Estou encaminhando este email em razão da publicação no jornal, de matéria a meu respeito, baseada em textos de outras pessoas, que não exprimem a verdade. 

Sou jornalista, MTB 123. Sei como é fácil retirar uma palavra ou alguma expressão ou um trecho de um contexto escrito, ou de uma entrevista, ou distorcer e criar um fato polêmico com ela. A intenção de criar uma onda odiosa contra mim por parte da imprensa, por causa da defesa da vida, que fizemos nas eleições de 2010. 
Cristo foi crucificado, os apóstolos foram martirizados e os cristãos continuam a ser perseguidos. No ano passado, 50 pessoas ligadas à Igreja Católica – bispo, padres, religiosos - foram assassinadas no mundo, conforme registrado em Cristofobia em nosso blog (AQUI)
A  jornalista do Valor Econômico, que me entrevistou, distorceu o exemplo que dei, para diferenciar estupro de relação sexual consentida,  publicou informações erradas e incluiu falas que eu não disse. Por exemplo, leu errado e informou errado aos leitores quando publicou que afirmamos haver  uma “conspiração da Unesco transformará metade do mundo em homossexuais” . Quem disse isso foi o Cardeal Antonelli,  como está em nosso blog sob o título Bispo católico afirma haver conspiração da Unesco que transformará metade do mundo em homossexuais. (AQUI)
A jornalista afirmou que nós escrevíamos um artigo com este título - "A ditadura gay não vai poupar ninguém, nem mesmo nossos filhos”, que não estávamos escrevendo.  Pesquisando, descobrimos que o líder dos gays, Luiz Mott, em entrevista ao Jô Soares, foi quem disse que a ideologia gay precisa de todos os filhos das famílias brasileiras(Veja-se no vídeo a frase final) "Nós precisamos de vocês heterossexuais, amamos vocês, para que reproduzam filhos que se tornem homossexuais, novos gays, novas lésbicas."

Em relação ao aborto, o que queremos mostrar é a diferença entre o ato sexual forçado ou presumidamente forçado (estupro)  e o ato sexual consentido, no qual a mulher participa por vontade própria.  

Seria interessante a imprensa discutir e prestar relevantes serviços para as mulheres brasileiras esclarecendo o seguinte:  os(as) defensores da liberação do aborto falam em "gravidez indesejada", para justificar sua opção pela matança generalizada de crianças e para transformar as mulheres em assassinas de seus próprios filhos. 

A imprensa poderia esclarecer aos leitores que existem dois tipos de gravidez, para efeitos legais: a gravidez indesejada, decorrente do estupro, porque a vítima é forçada (o ato sexual acontece contra a vontade da vítima, um crime hediondo);  e a gravidez inesperada, que acontece quando a mulher participa da relação sexual por livre e espontânea vontade.   

Na gravidez indesejada, mediante o B.O e abertura do inquérito, para punir o agressor do crime hediondo praticado, a lei permite o abortamento depois da autorização judicial. 

Na gravidez inesperada, ninguém pode autorizar o abortamento, por vários motivos: não há previsão legal;  a relação sexual foi consentida, portanto não há crime; e a criança inocente e indefesa, em gestação, receberia e cumpriria uma pena de morte aplicada unilateralmente pela mãe. 

Mesmo no caso de estupro, a criança pode e merece ter vida.  Isso é o que a Igreja Católica defende. A vida para todos. 

O caso da deputada federal Fátima Pelaes é exemplo disso.  A mãe dela foi estuprada na prisão. Hoje, a bebê que seria abortada, é a deputada federal, que presta relevantes serviços ao Brasil. O depoimento da deputada está em vídeo na Internet (AQUI).   

Em nosso blog, em Bebê fruto de violência sexual contra a mãe menor é disputado na Justiça, temos a disputa judicial entre a mãe biológica e a mãe adotiva por uma criança gerada num crime sexual (AQUI).

Fizemos uma representação ao Ministério Público de Guarulhos, que a aceitou e mandou notificar o Conselho Regional de Medicina e o Sindicato dos Profissionais de Saúde locais da proibição de realizar abortos sem autorização judicial. (AQUI) 

A imprensa poderia esclarecer que a falta de atendimento médico e de exames, no período pré-natal,  são as causas principais da morte das mulheres no parto. Veja em nosso blog os casos da mulher que ficou com a criança morta em seu útero por oito dias e da mãe que recebeu o feto num vidro, ambos os casos na capital do país, Brasília. (AQUI) 

A imprensa poderia esclarecer que até 30% de todas as gravidezes não chegam ao final, a criança não nasce viva, mesmo com todos os exames e atendimentos do pré-natal, por causas naturais.  São abortos espontâneos, que abortistas transformam em números de abortos clandestinos, para assustar o povo.  Em 2009, as curetagens do SUS somaram 183.000, decorrentes de abortos espontâneos. 

Estou desenvolvendo um trabalho em defesa da vida, em defesa da mulher e em defesa dos valores morais, bastante relativizados nestes dias. O jornal  poderia visitar o meu blog  - www.domluizbergonzini.com.br e verificar que minha postura é totalmente contrária ao que foi publicado. 

Sei que nossa luta é difícil. O poder do inferno não prevalecerá sobre a Igreja. Lutarei um bom combate e guardarei a minha fé. 

Vamos publicar esta resposta em nosso blog. Gostaríamos que a publicassem no seu jornal  ZERO HORA, atendendo ao direito constitucional de resposta.  


As minhas bênçãos. 
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
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Carta resposta à jornalista ELIANE BRUM

Caríssima jornalista Eliane Brum

Estou respondendo ao texto da senhora O teste da caneta e o motorista gay, publicado no site da revista Época, hoje, 04.07.2011.

Sou jornalista, MTB 123. Sei como é fácil retirar uma palavra ou alguma expressão ou um trecho de um contexto escrito, ou de uma entrevista, e criar um fato polêmico com ela. A intenção de criar uma onda odiosa contra mim é notória em parte da imprensa.  Cristo foi crucificado, os apóstolos foram martirizados e, no ano passado, 50 pessoas ligadas à Igreja Católica – bispo, padres, religiosos - foram assassinadas no mundo, conforme anotado com o título Cristofobia em nosso blog. 
A senhora e a sua colega do Valor Econômico leram errado e informam errado seus leitores, dizendo que afirmei que uma “conspiração da Unesco transformará metade do mundo em homossexuais” . Quem disse isso foi o Cardeal Antonelli,  em Zaragoza, como está em nosso blog sob o título Bispo católico afirma haver conspiração da Unesco que transformará metade do mundo em homossexuais.
Não estamos tentando explicar nada, como a senhora diz, mas trazer os fatos para dentro do contexto da entrevista, que era a diferença entre a mulher forçada a praticar o ato sexual (estupro)  e a que participa do ato sexual por vontade própria.  

A senhora poderia discutir e prestar relevantes serviços para as mulheres esclarecendo o seguinte:  os(as) defensores do aborto livre falam em "gravidez indesejada", para justificar sua opção pela matança de crianças e para transformar as mulheres em assassinas de seus próprios filhos. 

A senhora poderia esclarecer suas leitoras que existem dois tipos de gravidez, para efeitos legais: a gravidez indesejada, decorrente do estupro, porque a vítima é forçada e o ato sexual acontece contra a sua vontade;  e a gravidez inesperada, que acontece quando a mulher participa da relação sexual por livre e espontânea vontade.   

Na gravidez indesejada, mediante o B.O e abertura do inquérito, para punir o agressor, a lei permite o abortamento depois da autorização judicial. 

Na gravidez inesperada, ninguém pode autorizar o abortamento, por vários motivos: não há previsão legal;  não há o crime de estupro porque a relação sexual foi praticada de comum acordo;  e a criança inocente e indefesa, em gestação, recebe e cumpre uma pena de morte aplicada unilateralmente pela mãe. 

Mesmo no caso de estupro, a criança pode e merece ter vida.  

O caso da deputada federal Fátima Pelaes é exemplo disso.  A mãe dela foi estuprada na prisão. Hoje, a bebê que seria abortada, é a deputada federal, que presta relevantes serviços ao Brasil. O depoimento da deputada está em vídeo na Internet.   

Aqui em nosso blog, em Bebê fruto de violência sexual contra a mãe menor é disputado na Justiça, temos a disputa judicial entre a mãe biológica e a mãe adotiva pela criança gerada num crime sexual.

A senhora deveria esclarecer suas leitoras que fizemos uma representação junto ao Ministério Público de Guarulhos, que a aceitou e mandou notificar o Conselho Regional de Medicina e o Sindicato dos Profissionais de Saúde da proibição de realizar abortos sem autorização judicial. 

A senhora poderia esclarecer  para suas leitoras que a falta de atendimento médico e de exames pré-natal são as causas principais da morte das mulheres no parto. Veja em nosso blog os casos da mulher que ficou com a criança morta em seu útero por oito dias e da mãe que recebeu o feto num vidro, ambos os casos na capital do país, Brasília. 

A senhora poderia esclarecer que até 30% de todas as gravidezes não chegam ao final, a criança não nasce viva, mesmo com todos os exames e atendimentos pré-natal.  São abortos espontâneos, que abortistas transformam em números de mortes maternas, para assustar o povo.

O jornalismo não deveria ser usado para causas partidárias, mas para mostrar os dois lados dos fatos, para o leitor tirar suas conclusões. Se a senhora for partidária, deve se identificar para que o leitor saiba quem está defendendo.   Quem é partidário defende uma parte contra as outras.  

A senhora diz que seu amor é diferente do praticado por mim.  
A senhora defende a liberalização do aborto ?  
Condenar à morte crianças inocentes e indefesas é praticar o amor ?  
É o mesmo amor dos homens que matam as mulheres por amor ? 

O amor não significa falta de punição. Dar amor aos filhos significa, também, corrigi-los. 
O pecador tem a penitência. O criminoso precisa cumprir a pena do crime que cometeu.  

No amor que defendo,  a pessoa está disposta a dar a própria vida pela pessoa amada,  como fez Jesus Cristo e pregou aos seus seguidores, entre os quais me coloco.

Colocarei o nome da senhora em minhas orações, para que Deus a ilumine.  

Respeitando o meu direito de resposta, solicito que a senhora publique esta carta, que estou encaminhando para seu endereço eletrônico. 

As minhas bênçãos. 

Dom Luiz Bergonzini
Bispo Diocesano de Guarulhos 
Atualizado em 05.07 às 12:41
Bispo Diocesano de Guarulhos

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