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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cruzados... Precisam-se!

http://saudedalma.blogspot.com/2010/11/cruzados-precisam-se.html

(Sua Santidade, o Papa Pio XII, Radiomensagem de natal em 1942)
Imagine uma tarde de sexta-feira em Detroit, com uma mesquita cheia de seguidores de Maomé, reunidos para rezar. De repente, vários terroristas “cristãos” armados invadem o local, matam o imã e fazem reféns os presentes. Quando começam a perder o tiroteio que se seguiu com a polícia e militares que acorreram ao local, eles explodem seus cinturões-bomba. O resultado é de 58 mortos e 75 gravemente feridos ou mutilados.
Qual seria a reacção da assim chamada opinião pública mundial, ou melhor, da media liberal, “celebridades” e líderes políticos? Haveria um coro ensurdecedor contra esse grande ato de crueldade e infâmia: Como alguém pode atacar pessoas pacíficas, no próprio ato de orar?

Então, por que o espectáculo do sangrento ataque de Al-Qaeda à catedral siríca católica de Nossa Senhora da Salvação, em Bagdá, no passado dia 31 de Outubro (que deixou mais de cinquenta mortos e quase uma centena mutilados) não provoca o mesmo alvoroço e indignação? As notícias, análises e comentários de jornalistas, “celebridades” e funcionários governamentais foram discretos e comedidos.
Nos dias em que o comunismo dominava metade do mundo e influenciava os intelectuais na outra metade, o “politicamente correto” estabelecia que a indignação devia manifestar-se somente quando era a esquerda que sofria um ataque. Os massacres comunistas foram ignorados ou relatados em linguagem “neutra” e soporífera. A mesma “correcção política” parece estar sendo agora aplicada ao terrorismo islâmico.
Mas voltemos ao massacre na catedral católica siríaca de Bagdá.
“Em todo lugar há sangue. A atmosfera está muito tensa. Eles entraram no confessionário e atiraram no padre “, disse um jovem de 18 anos que não quis ser identificado e sobreviveu ao pesadelo.
Foi um massacre lá …. Nós cristãos não temos protecção suficiente. O que devo fazer agora? Deixar o país e pedir asilo?” − comentou Raed Hadi, membro da família de uma das vítimas.
De acordo com um jovem que estava presente e sobreviveu, os terroristas “entraram na igreja com as suas armas, vestindo uniformes militares. Invadiram o local de orações e imediatamente mataram o padre.
Monsenhor Pio Kasha, da Igreja Católica Siríaca, comentou: “Foi uma carnificina”.
O mesmo Monsenhor descreveu o ataque: “Os homens que realizaram os ataques eram muito bem organizados, [como fica patente] pela maneira como entraram … bem preparados e armados com metralhadoras, cintos de explosivos, e tudo o mais que poderiam precisar …. Como eles rapidamente fecharam as portas e encerraram os fiéis. Então, as forças de segurança vieram e …. foi uma verdadeira tragédia, tantas vidas perdidas …”
O Pe. Douglas Yousef Al-Bazy, que fora sequestrado em 2006 e trabalhara com os dois padres executados, fez a seguinte declaração: “Aqueles que dizem que estamos seguros, que podemos viver em paz no Iraque, são mentirosos. Mas nós vamos ficar neste país, porque ainda há pessoas cristãs aqui e ainda temos uma missão aqui”.
O Pe. Wassim Sabih, um dos dois sacerdotes assassinados na igreja, empunhou um crucifixo e pediu aos terroristas que matassem a ele e poupassem os fiéis: a resposta deles foi jogá-lo no chão e crivar o seu corpo de balas.
Marie Freij, uma paroquiana, foi ferida na perna e ficou por três horas no chão, encharcada no próprio sangue e no dos padres. Sua declaração no hospital mostra a sublimidade da fé: “Eu pensei que talvez escapasse com vida, mas mesmo que não conseguisse, eu estava na igreja, e estaria bem”.
“Vários sobreviventes”, relata The New York Times, “disseram que muitas das mortes ocorreram quando os homens armados entraram e começaram a disparar indiscriminadamente nas pessoas, nos ícones da igreja e até mesmo nos vitrais das janelas. Eles descreveram a ferocidade dos atacantes, alguns dos quais falavam em dialectos de outros países árabes, como se a própria visão do interior da igreja os tivesse enraivecido. ‘Eles pareciam loucos’, disse Ban Abdullah, um sobrevivente de 50 anos de idade.
O bárbaro acto de terrorismo foi reivindicado por um grupo terrorista ligado a Al-Qaeda, o “Estado Islâmico do Iraque”. De acordo com o site na Internet Intelligence Group, esse grupo divulgou o seguinte comunicado:
“Os Mujahidins invadiram um imundo ninho do politeísmo, que tem sido há muito considerado pelos cristãos do Iraque como quartel-general de uma guerra contra a religião do Islão, e foram capazes, pela graça de Deus e Sua glória, de capturar aqueles que estavam ali reunidos e assumir pleno controle de todas as entradas do local”.
A Missa é a renovação sacramental incruenta do Santo Sacrifício do Calvário, em que nosso Redentor derramou seu sangue por nós na mais terrível das mortes, aceita voluntariamente para nossa salvação. Nesta Missa em Bagdá, no domingo 31 de outubro, o sangue dos fiéis se misturou com o do Salvador, fazendo com que o Santo Sacrifício, que é sem derramamento de sangue em sua essência, se tornasse sangrento em seus acidentes.
“O sangue dos mártires é semente de cristãos” (sanguis martyrum semen Christianorum), segundo a expressão consagrada de Tertuliano. Possa o sangue derramado pelos nossos irmãos na Fé, oprimidos pelo islamismo no Iraque e noutros países, obter do Deus Todo-Poderoso a graça de despertar no Ocidente, a coragem necessária para enfrentar os inimigos do Cristianismo bem como a vontade de lutar pela verdadeira Fé de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A agência de Notícias AsiaNews, publicou mais um ataque brutal contra Cristãos no Iraque. Dessa vez dois fiéis foram mortos ontem, 07 de Novembro,Louay Daniel Yacoub, 49 anos, estava na frente de seu apartamento quando desconhecidos o mataram a tiros. Outro cristão foi assassinado no mesmo dia, mas sua identidade ainda não foi divulgada, segundo fontes locais, por questões de segurança.
As mortes acontecem, uma semana depois do massacre na Igreja Nossa Senhora da Salvação, em Bagdá.

Os Cristãos de Bagdá realizaram ontem a primeira missa na catedral católica-sírio de Nossa Senhora da Salvação, após o massacre de 31 de Outubro. O interior estava sem bancos, por toda a extensão do corredor centenas de velas foram colocadas no chão, formando uma grande cruz no meio dos quais foram colocados os nomes de 46 vítimas do massacre do domingo. "Hoje nós rezamos por aqueles que que atacaram nossa igreja e mataram os nossos fiéis e nossos sacerdotes", disse o padre Mukhlas Habash em sua homilia, citando os nomes de dois padres de 32 e 27 anos de idade que morreram no ataque. Seus rostos sorridentes são exibidos em cartazes colados nas paredes crevadas de bala da catedral.

* * *
É POR ISTO QUE NÃO ADMITO QUE ALGUÉM FALE, INSINUE, CRITIQUE OU SE INSURJA À MINHA FRENTE, CONTRA AS GLORIOSAS CRUZADAS!


CRUZADOS DO SÉCULO XXI
CONTRA OS INFIÉIS, POR DEUS, POR CRISTO, PELA CRUZ

Os tempos mostrarão e porão a nu toda A VERDADE sobre a História.

Foram e sempre serão plenamente legítimas as Cruzadas.
Isso será mostrado, pelos tempos, aos melosos sentimentalistas - mesmo católicos - defensores dos malditos "respeitos humanos", dos assassinos e criminosos.
Isto é o começo desses tempos.

Fonte: Blog Saúde da Alma.
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Comentários de Leonardo Campos/ Apostolado Shemá

Todos nós temos o direito de culto e temos o dever de respeitar o culto alheio. Em contra partida, não se igualando a terroristas, também temos o dever Católico de defender nossa fé tal como ela é e denfender nosso direito de culto.
Isso foi o que fizeram as cruzadas de outrora, estas que os inimigos da igreja com muita competência conseguiram desfigurar e torcer, trasformando a verdade no engodo do ódio aos Cruzados. 
Estes honrados homens que defenderam os fiéis católicos destas mesmas barbáries que vemos nesta postagem devem clamar nos céus pelo surgimento de seus herdeiros.
Muitos deram suas próprias vidas em troca de vidas inocentes.
Que sejamos hoje novos Cruzados.

3 comentários:

  1. A "Cruzada" de hoje não é feita com espadas mas é igualmente difícil e requer grande quantidade de pessoas corajosas e são poucos os que se aventuram a fazê-la: a "Cruzada do Santo Rosário", que consiste em rezar o Rosário por 24 horas do dia, de forma ininterrupta e perpétua, com as horas do dia e da semana distribuídas entre os grupos de fiéis.

    Quantas paróquias você conhece que fazem a Cruzada do Rosário, que o reza de forma ininterrupta e perpétua? Quantas capelas de oração do Rosário Perpétuo você conhece? Se houvesse gente suficiente rezando junta, Deus já haveria tido misericórdia de nós há muito tempo.

    Da mesma forma no século XII, quando a Igreja investiu armada contra os cátaros, mas esta heresia só foi definitivamente vencida quando a Mãe de Deus trouxe o Rosário a São Domingos de Gusmão e depois ao Beato Alano de la Roche.

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  2. Lembre-se da advertência de Jesus Cristo ao nosso primeiro Papa: "Guarda a tua espada na bainha, porque todo aquele que viver pela espada, pela espada haverá de morrer."

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  3. t1k9
    Sim, mas Cada caso é um caso. No caso de Jesus, ele deveria ser entregue, ententar impedir era inútil. Contra os mouros duas lutas eram travadas, uma espiritual e outra corpórea. Lógico que sempre é melhor a luta espiritual do que a corporal, pois nesta Deus atua totalmente, mas as vezes (não em nossos dias, espero que nunca precisemos mais disso) a luta corporal é necessária. E ela foi. Algumas ordens militares foram criadas ao Mando de Nossa Senhora, todas para a legítima defesa, que antes de um direito é um dever do cristão. Dar a vida pela vida de outros. Muitos cruzados se entregavam no lugar de civis aprisionados. Eles não foram apenas um bando de homens que pegaram em armas para atacar os mouros, foram religiosos que pegaram em armas para defender o povo de Deus.
    Nós católicos somos e sempre fomos pacíficos, mas nunca pacifistas. Se preciso for e Deus nos pedir (como pediu ao várias ordens militars solicitadas por Maria Santíssima)iremos nós a luta. O povo de Deus nunc fugiu a batalha que Deus afirmou ser necessária.
    Obrigado pelo comentário.

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