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terça-feira, 22 de junho de 2010

Quem propaga a Confusão? Em CNBB?!

Inscrito no Site da CNBB como catequista (O que fiz por pura curiosidade) eis que recebo um email da própria, dirigido a todos os catequistas, desejando os parabéns pelo seu dia (dia 29 de Agosto) e anexado a este email um arquivo em PDF para ser usado como manual liturgico para o dia em questão (Quem quiser ler, click aqui).


Neste email consta a forma que deve ser celebrado o dia do catequista. Preste bem atenção nos detalhes.


O texto diz em uma de suas parte:"Querido/a Catequista, recomendamos que a Celebração seja preparada com antecedência pela equipe de liturgia juntamente com a equipe de cantos. Cuide para que a simbologia, o ambiente, a procissão, os ritos, os gestos, os cantos estejam de acordo com o que está sendo sugerido. Poderão ser feitas as adaptações necessárias, mas que não diminuam o significado, o sentido daquilo que está sendo celebrado."


Temos a lógica ideia de que a CNBB, não só concorda com o que esta divulgando (Se não não o faria) como propaga como a forma correta de celebrar.


Adiante encontramos um texto de Ione Buyst sobre liturgia e seus símbolos:


“Como superar séculos de divisão entre matéria e espírito, corpo e alma, sentimento e ideia? Como recuperar a vivência unitária de nossa pessoa? Como tomar consciência dos nossos corpos? Como recuperar o realismo corporal dos gestos sacramentais? Os sacramentos, assim como toda liturgia, nos propõem um conjunto de ações simbólicas, gestos corporais que permitem à comunidade entrar em comunhão com o Senhor e se engajar em seu caminho, aqui e agora. Quando levantamos as mãos em prece, elas expressam o desejo que brota do fundo de nós mesmos? Deixamo-nos envolver pela beleza das flores, ou das cores que o sol projeta na parede, ou das formas arquitetônicas do local? Vibramos com o toque do atabaque ou do violão e acompanhamos o ritmo com movimentos do corpo?” (Ione Buyst, Liturgia de Coração, p.64)


Achou algo estranho?


Para quem não conhece Ione buyst leia:


http://www.mitranh.org.br/s1/index.php?option=com_content&view=article&id=1558:ione-buyst-e-sua-doutrina-da-confusao-dos-sacerdocios&catid=124:gerais&Itemid=81

http://www.salvemaliturgia.com/2010/02/ione-buyst-e-sua-doutrina-da-confusao.html

http://www.mensagensdemaria.org/estudos_ver.php?codigo_estudo=19



Dai por diante segue todo "manual" da celebraçào do dia do catequista. Algo familiar com a "forma" TLista de celebrar? Qualquer semelhança é meramente... Não! é TL mesmo.


Porque será que as missas necessitam, ano após ano, de novidades para serem apreciadas?

O afastamento da liturgia ,da forma correta, esta enfraquecendo o rito quando não o tornando inlícitos ou inválidos.

Padres fazem o que querem com a liturgia, em contra partida, o leigo sente-se no mesmo direito e toda a ideia TLista os coloca, Sacerdote e leigo, no mesmo patamar liturgico. Isso é um erro grave.


Pelos aspectos deste pequeno manual elaborado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética e, logicamente, sancionado pela CNBB, percebemos que a propria CNBB está de acordo com uma maior expressão humana da celebração (levando em consideração o texto e a pessoa que o escreveu e que dá inicio a meditação da celebração).

Expressão esta que nos leva ao mero teatro litúrgico, esvaziando o verdadeiro sentido do sacrifício do cordeiro.

Não precisamos fingir a adoração a Deus quando ela brota do nosso coração.


lamentável.

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