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domingo, 14 de março de 2010

Diga não à burrice e à ignorância que o Caio Rossi vai junto.



Em primeiro lugar, vou explicar o título do texto: permanecer no erro é burrice, ou a mente não consegue compreender o seu próprio erro, ou a pessoa escolhe o erro livremente. A ignorância, no sentido que eu empreo aqui, é um algo a mais do que o desconhecimento de um determinado assunto. Aliás, nós desconhecemos muito mais coisas do que conhecemos, somos mais ignorantes do que cultos. Podemos ser cultos em alguns assuntos e ignorantes em outros, etc. O sentido da ignorância que uso aqui é o de desconhecer um determinado assunto, e mesmo assim querer dissertar sobre ele. Como já dizia o ditado, 'não sabes, não falas'. Extamente isso, Caio Rossi deveria ficar calado sobre as coisas que desconhece, bem como sobre sua burrice.


A parte menos interessante da postagem:


1º Caio diz que sou gay, e publica uma imagem do meu perfil do Orkut em seu blog. O que isso tem a ver com o tema? Aliás, eu não sou gay; como muitos sabem, ainda estou reconstruindo meu Orkut, readicionando meus amigos, que foram deletados na invasão que fizeram em meu profile que deletaram todos os meus amigos, mexeram nas minhas configurações, e, por desatenção minha, não tinha reparado que o meu interesse no Orkut, estava marcado como namoro (homens). Mas isto passou longe da mente do Caio Rossi.

Caio Rossi é metralha ‘explicações’ que eu omiti a fim de colocá-lo em contradição. Não preciso disso, as contradições do Caio são as mesmas, com todas, com metade, ou com nenhuma explicação. Só as afirmações são necessárias. E eu não neguei a fonte do assunto nenhuma vez.

3º PELA ÚLTIMA VEZ, vou explicar que o Deus Cristão não abrogou de suas decisões na descida de Cristo aos ‘infernos’, muito menos que há 2 revelações.

“Deus dispôs amorosamente que permanecesse íntegro e fosse transmitido a todas as gerações tudo quanto tinha revelado para salvação de todos os povos.
Por isso, Cristo Senhor, em Quem toda Revelação do Deus altíssimo se consuma, mandou aos Apóstolos que pregassem a todos, como fonte de toda a verdade salutar e de toda a disciplina de costumes, o Evangelho prometido antes dos profetas e por Ele cumprido e promulgado pessoalmente, comunicando-lhes assim os dons divinos.
Isto foi realizado com fidelidade, tanto pelos Apóstolos que, na sua pregação oral, exemplos e instituições, transmitiram aquilo que tinham recebido dos lábios, intimidade e obras de Cristo, e o que tinham aprendido por inspiração do Espírito Santo, como por aqueles Apóstolos e varões apostólicos que, sob a inspiração do mesmo Espírito Santo, escreveram a mensagem da salvação”.( Dei Verbum, n.7.)

Desta forma a Sagrada Tradição e a Sagrada Escritura constituem o meio pelo qual nos chega a Revelação salvadora de Deus:

“Portanto a Sagrada Tradição, e a Sagrada Escritura estão intimamente unidas e compenetradas entre si. Com efeito, derivando ambas da mesma fonte divina, fazem como que uma coisa só e tendem ao mesmo fim” ( Dei Verbum,n.9).

O certo, Caio, seria dizer que a revelação de Deus se dava através da inspiração dos profetas, e sua plenitude se deu em Cristo. Isso é uma revelação inspirada, não uma revelação ditada, como crêem os mulçumanos. Não há duas revelações, guarde isso para você e seu Deus. Aprenda essa comigo, já que sua fonte ortodoxa não te ensinou direito. Muito bem, sobre a descida de Cristo aos ‘infernos’, a alma é eterna, sendo assim, ela tem que ir para algum ‘lugar’ depois da morte. Por que os justos não foram para o céu? Ora, Cristo veio salvar todos! O inferno consiste na pena da privação da visão beatífica, bem como a dor da condenação pelos pecados. Os justos, estavam privados da visão beatífica, pois esperavam pela redenção de Cristo, mas não estavam sofrendo condenações. Então, Caio, pegue a sua exegese tosca e diga que é sua, e não do Cristianismo, e nem no blog mais ralézinho de qualquer ‘ortodoxo’, você vai encontrar algo que corrobore a sua tese.

4º Caio e seus delírios quando pressionado: Caio diz: Jesus, que para os cristãos é o Logos, que para eles também é Deus, não sabia em que estação estava as frutas dessa estação, e ainda se sentiu ofendido com isso e culpou não a Si mesmo, o Logos de onde saíram as estações e suas frutas típicas e que teve um “pequeno” lapso em sua Memória Divina, mas a pobre da figueira que, ainda mais do que as aves do céu, está totalmente entregue ao Pai celestial.

Quer os cristãos tenham inteligência e sinceridade o suficiente para admiti-lo ou não, suas escrituras dizem aí que o que chamam indevidamente de Deus errou – ao não saber se a figueira tinha ou não frutos -, mentiu – ao não assumir responsabilidade pela falta de frutos da figueira – e pecou – ao se revoltar gnosticamente contra a estrutura da realidade. Duvido que isso seja revelação ou inspiração: só pode ser interpolação mesmo, confirmando a afirmação corânica de que não mantiveram o Evangelho integral.

Muito bem, Caio conseguiu fazer a exegese tão protestantizada que Lutero, Calvino, Jhon Knox, Edir Macedo, e tantos outros mestres da heresia sentiram inveja desse pensamento. O que dizer de uma coisa dessas? Ora, se o Caio disse honestamente que isso prova que Cristo errou, eu tenho que enfiar a minha cabeça numa privada lotada de esterco de cavalo e dar uma descarga por eu estar perdendo meu tempo com um ser que ao invés de estar jogando pokemon, vem pra internet querer ser formador de opinião fazendo aberrações com a bíblia. Nessa passagem, Cristo nos mostra que ele não cobrará de nós apenas o básico, ou ainda o que nós fazemos por fazer, como a figueira, Cristo quer muito mais do fiel, ele quer a alma por completo. Se Tomás, Aristóteles e Platão são armas em minhas mãos, a bíblia na mão do Caio é a própria prostituta do Apocalipse. Senhor, voltai depressa.

O que será que o Caio quis fazer aqui:

Ele conseguiu, não obstante, produzir mais pérolas:

Mas, Caio insiste e diz: A contradição está na decisão de colocar as almas no inferno e depois tirá-las [expliquei isso para ele, mas ele não entendeu ou não deu atenção]. Digo, isso demonstra que Deus é totalmente livre para tomar decisões, mm que sejam em sentido contrário das anteriores, o que, por extensão, e esse era o meu ponto, inclui a abrogação de revelações anteriores, e até, caso pretendesse, a manutenção da validade de todas elas simultaneamente.

AGORA É GRAVE: Caio diz que Deus é ‘relativista’…

Vamos lá, se o relativismo é a manutenção de várias verdades de um mesmo objeto, ao dizer que Deus pode manter a validade de todas as suas ‘revelações’ SIMULTÂNEAMENTE, Caio por acaso não disse que Deus estaria sendo analisado num mesmo instante por várias tradições, todas divinas, todas válidas? Se isso não é relativismo é o que? Ora, se abrogar uma revelação faz Deus se tornar um nada, acredito que Deus manter validamente várias revelações deve ser algo divino mesmo, pois para o Caio, Deus pode tudo, inclusive dizer algo contrário de si mesmo e esse algo ainda sim ser mantido como verdade por Deus.

Por fim, vou apresentar minha argumentação sobre a eternidade de Deus, e sobre a eternidade da verdade, da revelação e as conseqüências que a tese do Caio traz necessariamente ao conceito de Deus.

O conceito de Deus: Ele é imaterial; Ele é uma inteligência, ele é pensamento de pensamento, e esse pensar é ele mesmo. Se Deus pudesse pensar em algo que não seja ele mesmo, ele deixaria de ser Deus, isto é, ele se degradaria ontologicamente. Isto está claro, Caio?

Quanto mais material for a forma do ente, mais a possibilidade de mudança do ente é externa. Uma mesa, por ser apenas material, ela só pode ser movida por força externa.

Todos os entes, geraram e se corromperam, aumentaram e se diminuíram, isso na dimensão metafísica. Acontece que esse movimento é eterno, não possui início nem um fim, não possui variação. E isto é lógico, pois se algo teve fim é por que teve começo. E o que geraria esse começo? O NADA, nada pode gerar. Dessa forma, está provada a eternidade de Deus. Mas, Caio não questionou a ‘eternidade de Deus’ (pensa que não, é claro). É o que veremos...

O conceito de verdade: A verdade é uma certa adequação entre a inteligência e o objeto. A verdade não é algo isolado, ela é uma relação, e essa relação possui várias características. O conceito de verdade é realista, porque ele pressupõe um ente real. Elas não existem por que penso, eu penso por que elas são. A raiz do pensar é o ser, se não houvesse o ser, o que poderíamos pensar? Neste sentido, a verdade está primeiramente nas coisas, e se dá formalmente na inteligência. Temos a verdade como fonte, o homem é capaz de formalmente apreendê-la, mas ela precisa ser UMA e estar ligada no próprio ser. Caso contrário, ela se torna uma opinião. Desse modo, quem pode criar a verdade? Algo muito interessante é que a verdade é inexaurível, nenhum filósofo conseguiu 'esgotar a essência de uma mosca'. Santo Tomás diz: “A verdade não precisa ser minha, nem sua, para que ela seja nossa”.

Se a verdade se encontra no intelecto que por sua vez converte-se com o ser. É possível dizer que a verdade está primeiramente no intelecto, ao passo que o ser está, primeiramente, nas coisas. Dessa forma, a verdade só pode ser o próprio Deus, sendo que Deus é um ser infinito.

Se Deus é eterno, a verdade é eterna, a revelação é eterna. Se temos por revelação a manifestação que Deus faz aos homens do Seu próprio Ser e das verdades necessárias à salvação, ela não pode ser abrogada. Só há uma verdade (Deus) pelas quais todas as coisas são verdadeiras. As verdades enunciáveis existem no intelecto, pois, o enunciável existe no intelecto e nos termos. Ora, enquanto no intelecto, tem a verdade por si mesmo. Mas, enquanto nos termos, diz-se verdadeiro, por significar alguma verdade do intelecto, e não, por nenhuma verdade nele próprio, como num sujeito. Como disse acima, as coisas se chamam verdadeiras pela verdade do intelecto, por onde, se nenhum intelecto fosse eterno, nenhuma verdade sê-lo-ia; mas, porque só o intelecto divino é eterno, só nele a verdade tem a sua eternidade. Por isso que Deus não pode abrogar de suas verdades, pois, como demonstrei, a verdade maior é ele, e todas as verdades estão no seu intelecto, e todas coisas dependem de Deus.

O que acarretaria a abrogação que o Caio tanto insiste?

Se algo tem fim, é por que teve início e foi movido a um fim, pois algo necessariamente existe para alguma coisa, dessa forma, ele deixa de ser o eterno, Deus deixa de ser Deus. Se Deus é movido para um fim, quem move Deus? Se a verdade teve fim, então o Deus criou a verdade e teve uma queda [alteração] na sua essência? A verdade caiu, Deus caiu. Sem Deus como ATO puro de todos os movimentos, o que garante que o mundo ficará 'de pé'? Existe a potência passiva, que é a potência de corruptibilidade do ente, mas essa potência só existe em seres materiais. Quem ainda crê nesse Deus do Caio Rossi?

Aqui fica o argumento que sobrevive por quase 800 anos. Será que Caio vai derrubá-lo ?

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