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sábado, 25 de dezembro de 2010

Submundo Intelectual - Idade Média!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Porque católicos não podem seguir a mentalidade marxista de Boff.



Não é novidade para ninguém (ao menos não deveria ser, principalmente para as autoridades eclesiais que vez ou outra visitam este blog) que Leonardo Boff é base teológica para muitos seminários e cursos de teologia católica no Brasil. Isso acaba me levando a algumas questões:

Será que ninguém conhece a posição da Igreja sobre este cidadão?
Ela ( a posição) mudou?
Ele tem gabarito teológico para ensinar ou ser objeto de estudo de ortodoxia católica?

Para que a posição da Igreja mudasse em relação a ele teria que ter acontecido o arrependido frente a seus posicionamentos e analises a cerca da própriaq Igreja. Isto leva uma nova questão:

Quando e onde Ele se arrependeu das HERESIAS que o levou ao Silencio Obsequioso e posteriormente ao seu auto afastamento do sacerdócio?


Respondendo as minhas próprias questões, ao que me parece, ninguém (entende-se boa parte dos que deveriam) se dá ao trabalho de ler os documentos da Igreja, principalmente relacionados a TL e a análise marxista que boa parte de suas correntes, se não todas, faz da Igreja, ninguém sabe ao certo o motivo porque este cidadão foi punido, ninguém conhece suas heresias ou ao menos não sabem o que é heresia e por ultimo, nunca encontrei nenhum texto ou pronunciamento de arrependimento do próprio sobre as suas heréticas análises.

Para demonstrar o posicionamento da Igreja que não mudou em relação a Boff, logicamente, porque não mudou o posicionamento do próprio leonardo frente as analises que fez e faz sobre Ela, veremos abaixo um resumo do documento da Congregação para a Doutrina da Fé intitulado NOTIFICAÇÃO SOBRE O LIVRO «IGREJA: CARISMA E PODER. ENSAIOS DE ECLESIOLOGIA MILITANTE» DE FREI LEONARDO BOFF, O.F.M.

Abaixo veremos algumas das mais importantes exortações da Congregação:

No inicio do documento a CDF (Congregação para a Doutrina da Fé) faz uma analise preliminar que ditará o tom do livro do sitado teólogo.
A analise acerca da ¨praxis¨ revela que esta, no ponto de vista do Teólogo Boff, é relativa ao tempo e ao contexto histórico-cultural e esta praxis deve influenciar diretamente a interpretação das comunidades sobre diferentes aspectos influenciando assim a própria Igreja.
Este posicionamento dá o primeiro passo ao relativismo doutrinário que veremos mais a frente.

A CDF afirma assim:

Examinadas à luz dos critérios de um autêntico método teológico — aqui apenas brevemente assinalados — certas opções do livro de L. Boff manifestam-se insustentáveis.
Veremos que o sitado livro fere drasticamente diversos pontos da fé católica, mas a CDF dá atenção primeira aos pontos que dizem respeito A ESTRUTURA DA IGREJA, A CONCEPÇÃO DO DOGMA, O EXERCÍCIO DO PODER SAGRADO E O PROFETISMO.

Tentarei dar uma linguagem simples para que o entendimento seja fácil, no entanto trata-se de uma exortação a um material teológico, logo poderá existir linguagem técnica que exigirá atenção para a compreensão.


A Estrutura da Igreja.


Leonardo Boff afirma que a organização da Igreja enquanto instituição não foi querida por Cristo e esta não passou de uma mundanização da Igreja. Essa mentalidade, logicamente vai de encontro a estruturação Eclesiástica de Padres, Bispos e incluindo do Próprio Papa.

Isso é claramente uma heresia pois bate de ferente com o Dogma do Primado de Pedro e de que a Igreja Católica é a única igreja fundada por Cristo na pessoa de Pedro (Papa), sem contar que afeta toda a organização da Igreja nos primeiros séculos entorno dos Bispos e sobre a tutela do Papa.
A CDF afirma:


Para justificar esta concepção relativizante da Igreja — que se encontra na base das críticas radicais dirigidas contra a estrutura hierárquica da Igreja católica — L. Boff apela para a Constituição Lumen gentium (n. 8) do Concílio Vaticano II. Da famosa expressão do Concílio « Haec Ecclesia (se. única Christi Ecclesia) ... subsistit in Ecclesia catholica », ele extrai uma tese exatamente contrária à significação autêntica do texto conciliar, quando afirma: de fato, « esta (isto é, a única Igreja de Cristo) pode subsistir também em outras Igrejas cristãs » (p. 125). O Concílio tinha, porém, escolhido a palavra « subsistit » exatamente para esclarecer que há uma única « subsistência » da verdadeira Igreja, enquanto fora de sua estrutura visível existem somente « elementa Ecclesiae », que — por serem elementos da mesma Igreja — tendem e conduzem em direção à Igreja católica (LG 8). O Decreto sobre o ecumenismo exprime a mesma doutrina (UR 3-4), que foi novamente reafirmada pela Declaração Mysterium Ecclesiae, n. 1 (AAS LXV [1973], pp. 396-398).
A subversão do significado do texto conciliar sobre a subsistência da Igreja está na base do relativismo eclesilógico de L. Boff, supra delineado, no qual se desenvolve e se explicita um profundo desentendimento daquilo que a fé católica professa a respeito da Igreja de Deus no mundo
.

Neste Ponto a CDF é bem clara e não deixa margem para erros.

Placar: CDF 1 x 0 Heresias de Boff

A Concepção do Dogma.

Sabemos que Heresia é o ato de negar, livremente, aquilo que a Igreja nos apresenta como verdade de fé reveladas e inquestionáveis. Hora, então o que seria negar exatamente a concepção de dogma? Seria a heresia das heresias, a mãe de todas elas.
É exatamente o que faz Leonardo Boff no livro alvo da exortação por parte da CDF.
O Teólogo em questão afirma que os Dogmas devem ser encarados com validade apenas momentânea e que a sua interpretação pode e deve ser modificadas conforma a contextualização histórico-cultural no qual o Dogma está inserido.
A Praxis seria, neste caso, a detentora da interpretação dos dogmas e tudo a eles relacionado. A consequência disso seria a total relativização da doutrina católica, que não mais estaria sujeita a própria palavra (Jesus Cristo) mas sim sujeita a interpretação da comunidade e do contexto histórico, cultural e social. Uma verdadeira torre de Babel.
A CDF afirma:

No passado, esta Congregação teve ocasião de mostrar que o sentido das fórmulas dogmáticas permanece sempre verdadeiro e coerente, determinado e irreformável, embora possa ser ulteriormente esclarecido e melhor compreendido (cf. Mysterium Ecclesiae, n. 5: AAS LXV [1973], pp. 403-404).
Para continuar na sua função de sal da terra, que nunca perde o seu sabor, o « depositum fidei » deve ser fielmente conservado na sua pureza, sem deslizar no sentido de um processo dialético da história e em direção ao primado da praxis.
 

Placar CDF 2 x 0 Hesresias de Boff.

O EXERCÍCIO DO PODER SAGRADO 

Na próxima analise da CDF fica bem explícito o método utilizado por Boff para explicar a Igreja. Este método nada mais é que a ótica marxista empregando o pressuposto das lutas de classe e meios de produção, onde existe um opressor e um oprimido. Também é claro que o opressor é o clero e o oprimido são os leigos.

Enxergar isso dentro da Igreja e mais ainda no exercício dos sacramentos é um absurdo, mas é exatamente o que faz Boff. Cabe lembrar que o marxismo e as ideologias materialistas similares são condenadas pela igreja por seu caráter materialista totalmente imanente, ou seja, preocupado somente com o material esquecendo-se do transcendente que está, por exemplo, na recompensa da vida eterna em resposta a fidelidade cristã. O pensamento materialista leva, irreversível, a incompatibilidade com a mensagem cristã.
Vejamos:

Uma «grave patologia » de que, segundo L. Boff, a Igreja romana deveria livrar-se, é provocada pelo exercício hegemónico do poder sagrado que, além de torná-la uma sociedade assimétrica, teria também sido deformado em si mesmo.
Dando por certo que o eixo organizador de uma sociedade coincide com o modo específico de produção que lhe é próprio, e aplicando este princípio à Igreja, L. Boff afirma que houve um processo histórico de expropriação dos meios de produção religiosa por parte do clero em prejuízo do povo cristão que, em consequência, teria sido privado de sua capacidade de decidir, de ensinar etc. (cf. pp. 75, 215 ss., 238-239). Além disso, após ter sofrido esta expropriação, o poder sagrado teria também sido gravemente deformado, vindo a cair deste modo nos mesmos defeitos do poder profano em termos de dominação, centralização, triunfalismo (cf. pp. 98, 85, 91 ss.)
. Para remediar estes inconvenientes, propõe-se um novo modelo de Igreja, no qual o poder seria concebido sem privilégios teológicos, como puro serviço articulado de acordo com as necessidades da comunidade (cf. pp. 207, 108).

É fácil notar que a CDF exorta Boff por aplicar o método marxista ao uso dos sacramentos e por afirmar que mesmo os sacramentos teriam sido deformados pelo clero. Vejamos mais:

Não se pode empobrecer a realidade dos sacramentos e da palavra de Deus enquadrando-a no esquema da « produção e consumo », reduzindo deste modo a comunhão da fé a um mero fenômeno sociológico. Os sacramentos não são «material simbólico », a sua administração não é produção, a sua recepção não é consumo. Os sacramento são dom de Deus. Ninguém os « produz ». Todos recebemos por eles a graça de Deus, os sinais do eterno amor. Tudo isto está além de toda produção, além de todo fazer e fabricar humano. A única medida que corresponde à grandeza do dom é a máxima fidelidade à vontade do Senhor, de acordo com a qual todos seremos julgados — sacerdotes e leigos — sendo todos « servos inúteis » (Lc 17, 10). Existe sempre, decerto, o perigo de abusos; põe-se sempre o problema de como garantir o acesso de todos os fiéis à plena participação na vida da Igreja e na sua fonte, isto é, na vida da Senhor. Mas interpretar a realidade dos sacramentos, da hierarquia, da palavra e de toda a vida da Igreja em termos de produção e de consumo, de monopólio, expropriação, conflito com o bloco hegemónico, ruptura e ocasião para um modo assimétrico de produção, equivale a subverter a realidade religiosa. Ao contrário de ajudar na solução dos verdadeiros problemas, este procedimento leva, antes, à destruição do sentido autêntico dos sacramentos e da palavra da fé.

A CDF exorta Boff mais uma vez a não reduzir a Igreja e seus sacramentos a meros acontecimentos humanos, menos ainda a usar o método marxista de analise e aplicá-lo a Ela.
Usando esta análise, Boff tenta destruir, propositalmente ou não, todo o depósito de fé da Igreja. Os heresias históricas como o arianismo, pelagianismo, as heresias valdenses e albigenses e etc eram contrárias a um ou algumas verdades de fé, no entanto eram bem definidas e se detinham a esses assuntos. Já a teologia de Boff, que torna-se comumente a base de raciocínio da Teologia da libertação, vemos uma macro heresia que nega a revelação contida na igreja como um todo. Uma heresia que tenta destruir todas as verdades de fé.

Placar: CDF 3 x 0 Heresias de Boff

O PROFETISMO NA IGREJA

Nesta ultima analise a CDF afirma que Boff nega toda a hierarquia da igreja, dando a ela um caráter meramente burocrático como podemos ver:

O livro « Igreja: Carisma e Poder » denuncia a hierarquia e as instituições da Igreja (cf. pp. 65-66, 88, 239-240). Como explicação e justificação para semelhante atitude reivindica o papel dos carismas e, em particular, do profetismo (cf. pp. 237-240, 246, 247). A hierarquia teria a simples função de « coordenar », de « propiciar a unidade, a harmonia entre os vários serviços », de « manter a circularidade e impedir as divisões e sobreposições », descartando pois desta função « a subordinação imediata de todos aos hierarcas » (cf. p. 248).
Não há dúvida de que todo o povo de Deus participa do múnus profético de Cristo (cf. LG 12); Cristo cumpre o seu múnus profético não só por meio da hierarquia, mas também por meio dos leigos (cf. ib. 35). Mas é igualmente claro que a denúncia profética na Igreja, para ser legítima, deve permanecer sempre a serviço, para a edificação da própria Igreja. Esta não só deve aceitar a hierarquia e as instituições, mas deve também colaborar positivamente para a consolidação da sua comunhão interna; além disso, pertence à hierarquia o critério supremo para julgar não só o exercício bem orientado da denúncia profética, como também a sua autenticidade (cf. LG 12). 

CONCLUSÃO 

Ao tornar público o que acima ficou exposto, a Congregação sente-se na obrigação de declarar, outrossim, que as opções aqui analisadas de Frei Leonardo Boff são de tal natureza que põem em perigo a sã doutrina da fé, que esta mesma Congregação tem o dever de promover e tutelar. 

Com esta conclusão, acho que eu não preciso dizer mais nada.

Placar: CDF 4 x 0 Heresias de Boff


Fato igualmente importante é que este pensamento Booffista vai de encontro a outro Dogma e deixa lastro a interpretaçòes erróneas. E isso é mais uma heresia.
O Dogma afetado agora é o dogma promulgado no IV Concílio de Latrão (Denziger 430)

O Concílio de Latrão Exclamou DOGMATICAMENTE:
E uma só é a Igreja universal dos fiéis, fora da qual ninguém absolutamente se salva”

E ainda o Catecismo da Igreja Católica ensina (Catecismo atualizado pelo Papa Bento XVI em 2005, portanto em total acordo com a Mogistério da Igreja).

171. Que significa a afirmação: «Fora da Igreja não há salvação»?
846-848
Significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é o seu corpo. Portanto não poderiam ser salvos os que, conhecendo a Igreja como fundada por Cristo e necessária à salvação, nela não entrassem e nela não perseverassem. Ao mesmo tempo, graças a Cristo e à sua Igreja, podem conseguir a salvação eterna todos os que, sem culpa própria, ignoram o Evangelho de Cristo e a sua Igreja mas procuram sinceramente Deus e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade, conhecida através do que a consciência lhes dita.
Os Documentos DECLARAÇÃO "DOMINUS IESUS" SOBRE A UNICIDADE E A UNIVERSALIDADE SALVÍFICA  DE JESUS CRISTO E DA IGREJa, DECLARAÇÃO MYSTERIUM ECCLESIAE  ACERCA DA DOUTRINA CATÓLICA SOBRE A. IGREJA PARA A DEFENDER DE ALGUNS ERROS HODIERNOS, RESPOSTAS A QUESTÕES RELATIVAS A ALGUNS ASPECTOS DA DOUTRINA SOBRE A IGREJA e COMENTÁRIO ÀS RESPOSTAS A QUESTÕES RELATIVAS A ALGUNS ASPECTOS DA DOUTRINA SOBRE A IGREJA mantém o mesmo tóm, e não poderiam ser diferentes, pois estariam contrariando um Dogma que é definitivo.



Abaixo coloco o trecho do documento Dominus Iesus que confirmam o Dogma do concílio de Latrão e o ensinamento do CIC (Catecismo da Igreja Católica):



IV. UNICIDADE E UNIDADE DA IGREJA
16.  O Senhor Jesus, único Salvador, não formou uma simples comunidade de discípulos, mas constituiu a Igreja como mistério salvífico: Ele mesmo está na Igreja e a Igreja n'Ele (cf. Jo 15,1ss.; Gal 3,28; Ef 4,15-16; Actos 9,5); por isso, a plenitude do mistério salvífico de Cristo pertence também à Igreja, unida de modo inseparável ao seu Senhor. Jesus Cristo, com efeito, continua a estar presente e a operar a salvação na Igreja e através da Igreja (cf. Col 1,24-27),47 que é o seu Corpo (cf. 1 Cor 12,12-13.27; Col 1,18).48 E, assim como a cabeça e os membros de um corpo vivo, embora não se identifiquem, são inseparáveis, Cristo e a Igreja não podem confundir-se nem mesmo separar-se, constituindo invés um único « Cristo total ».49 Uma tal inseparabilidade é expressa no Novo Testamento também com a analogia da Igreja Esposa de Cristo (cf. 2 Cor 11,2; Ef 5,25-29; Ap 21,2.9).50
Assim, e em relação com a unicidade e universalidade da mediação salvífica de Jesus Cristo, deve crer-se firmemente como verdade de fé católica a unicidade da Igreja por Ele fundada. Como existe um só Cristo, também existe um só seu Corpo e uma só sua Esposa: « uma só Igreja católica e apostólica ».51 Por outro lado, as promessas do Senhor de nunca abandonar a sua Igreja (cf. Mt 16,18; 28,20) e de guiá-la com o seu Espírito (cf. Jo 16,13) comportam que, segundo a fé católica, a unicidade e unidade, bem como tudo o que concerne a integridade da Igreja, jamais virão a faltar.52
Os fiéis são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica — radicada na sucessão apostólica53 — entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica: « Esta é a única Igreja de Cristo [...] que o nosso Salvador, depois da sua ressurreição, confiou a Pedro para apascentar (cf. Jo 21,17), encarregando-o a Ele e aos demais Apóstolos de a difundirem e de a governarem (cf. Mt 28,18ss.); levantando-a para sempre como coluna e esteio da verdade (cf. 1 Tim 3,15). Esta Igreja, como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste [subsistit in] na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele ».54 Com a expressão « subsistit in », o Concílio Vaticano II quis harmonizar duas afirmações doutrinais: por um lado, a de que a Igreja de Cristo, não obstante as divisões dos cristãos, continua a existir plenamente só na Igreja Católica e, por outro, a de que « existem numerosos elementos de santificação e de verdade fora da sua composição »,55 isto é, nas Igrejas e Comunidades eclesiais que ainda não vivem em plena comunhão com a Igreja Católica.56 Acerca destas, porém, deve afirmar-se que « o seu valor deriva da mesma plenitude da graça e da verdade que foi confiada à Igreja Católica ».57
17.  Existe portanto uma única Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele.58 As Igrejas que, embora não estando em perfeita comunhão com a Igreja Católica, se mantêm unidas a esta por vínculos estreitíssimos, como são a sucessão apostólica e uma válida Eucaristia, são verdadeiras Igrejas particulares.59 Por isso, também nestas Igrejas está presente e actua a Igreja de Cristo, embora lhes falte a plena comunhão com a Igreja católica, enquanto não aceitam a doutrina católica do Primado que, por vontade de Deus, o Bispo de Roma objectivamente tem e exerce sobre toda a Igreja.60
As Comunidades eclesiais, invés, que não conservaram um válido episcopado e a genuína e íntegra substância do mistério eucarístico,61 não são Igrejas em sentido próprio. Os que, porém, foram baptizados nestas Comunidades estão pelo Baptismo incorporados em Cristo e, portanto, vivem numa certa comunhão, se bem que imperfeita, com a Igreja.62 O Baptismo, efectivamente, tende por si ao completo desenvolvimento da vida em Cristo, através da íntegra profissão de fé, da Eucaristia e da plena comunhão na Igreja.63
« Os fiéis não podem, por conseguinte, imaginar a Igreja de Cristo como se fosse a soma — diferenciada e, de certo modo, também unitária — das Igrejas e Comunidades eclesiais; nem lhes é permitido pensar que a Igreja de Cristo hoje já não exista em parte alguma, tornando-se, assim, um mero objecto de procura por parte de todas as Igrejas e Comunidades ».64 « Os elementos desta Igreja já realizada existem, reunidos na sua plenitude, na Igreja Católica e, sem essa plenitude, nas demais Comunidades ».65 « Por isso, as próprias Igrejas e Comunidades separadas, embora pensemos que têm faltas, não se pode dizer que não tenham peso no mistério da salvação ou sejam vazias de significado, já que o Espírito Se não recusa a servir-Se delas como de instrumentos de salvação, cujo valor deriva da mesma plenitude da graça e da verdade que foi confiada à Igreja Católica ».66
A falta de unidade entre os cristãos é certamente uma ferida para a Igreja; não no sentido de estar privada da sua unidade, mas « porque a divisão é um obstáculo à plena realização da sua universalidade na história ».67
O Ensinamento do magistério afirma que os elementos de salvação contidos em outras religiões apontam o caminho e conduzem a verdadeira igreja de cristo que subsiste, somente, na Igreja Católica apostólica Romana.

Por isso, como afirma o CIC, não se pode salvar quem nela, reconhecendo-a como igreja fundada por cristo em Pedro, não perseverar. Portanto é lógico que fora da igreja católica salvam-se apenas os que ignoram esta verdade. Portanto salvam-se por ignorância. O Magistério identifica estes fiéis como ¨fiéis em ignorância invencível¨.

 





Fonte:
Congregação para a doutrina da fé :
NOTIFICAÇÃO SOBRE O LIVRO «IGREJA: CARISMA E PODER. ENSAIOS DE ECLESIOLOGIA MILITANTE» DE FREI LEONARDO BOFF, O.F.M. 

Mysterium Ecclesiae.

IGREJA: CARISMA E PODER.

DECLARAÇÃO "DOMINUS IESUS" SOBRE A UNICIDADE E A UNIVERSALIDADE SALVÍFICA  DE JESUS CRISTO E DA IGREJA.

DECLARAÇÃO MYSTERIUM ECCLESIAE  ACERCA DA DOUTRINA CATÓLICA SOBRE A. IGREJA PARA A DEFENDER DE ALGUNS ERROS HODIERNOS.

Congregação para a doutrina da fé :RESPOSTAS A QUESTÕES RELATIVAS A ALGUNS ASPECTOS DA DOUTRINA SOBRE A IGREJA.
Congregação para a doutrina da fé :COMENTÁRIO ÀS RESPOSTAS A QUESTÕES RELATIVAS A ALGUNS ASPECTOS DA DOUTRINA SOBRE A IGREJA.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

NÃO RECLAMEM AO BISPO

Nos últimos anos com o crescimento da blogosfera católica, iniciamos o processo de separar o joio do trigo, ou seja, começamos a distinguir os Bispos dos bispos, na última semana vimos um caso real do poder dos blogs católicos, o Sr. Bispo Goiás D. Eugenio Rixem emitiu uma nota oficial pedindo desculpas pelo ocorrido em sua Catedral http://exercitocatolico.blogspot.com/2010/12/heresia-diocese-de-goias-distribui.html

Anteriormente o Arcebispo de Olinda e Recife teve que se explicar perante uma declaração sua publicada no Diário de Pernambuco sobre o aborto, isso é muito bom, pois prova que muitas vezes a verdades de fé são negadas justamente por quem prometeu defende-las, não somente as verdades de fé mas também o zelo litúrgico que todo sacerdote deveria ter e sobretudo os Bispos por possuírem a plenitude da Ordem, ou seja, os três graus da Ordem, o Diaconato, Presbiterato e Episcopado, volto a dizer que hoje, em nosso mundo “pós moderno” parece que ser tradicionalista ou conservador é um erro ou um palavrão.

Ontem fui chamado de conservador safado, por uma autoridade eclesiástica de minha Arquidiocese, como se ser conservador fosse sinônimo de herege,. Pedi ao revmo. Padre que estudasse um pouco mais a Historia da Igreja dele e analisasse se sou eu o errado ou ele. Infelizmente essa resposta nunca terei, mas o que me conforta é ter ouvido da boca do Núncio que todos os dias chovem cartas na Nunciatura de escândalos realizados por sacerdotes e Bispos que são denunciados ao Vaticano, e sobretudo essas denuncias são de jovens comprometidos com a verdadeira evangelização e com os rumos que a Igreja brasileira esta tomando, espero e confio na misericórdia divina que o Santo Padre não deve tardar a tomar providências, os galhos começam a serem podados.
Comenta-se que no próximo ano a CNBB estará reformulada, a próxima eleição terão candidatos mais conservadores e alinhados com a Santa Sé, comenta-se também que Dom Guimarães estará entre um dos líderes da Conferência brasileira por pressão do próprio Vaticano que anda meio chateado com as políticas da CNBB, sonho ou não, só nos resta esperar e rezar, mas em 2010 os blogs filhos da Tradição tiveram uma vitória, é certeza. Deus nos abençõe e nos proteja e que em 2011 possamos ser mais fiéis a Roma.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Um prostituto e o preservativo na opinião do Papa

Fonte: MSM

Márcia Vaz | 08 Dezembro 2010
Artigos - Religião

O Papa Bento XVI não está preocupado em receber parabéns pelo que não disse ou em agradar a ONU, a Organização Mundial de Saúde, França, Inglaterra, Brasil ou o G7, 8, 9...

O Papa Bento XVI não mudou, absolutamente, nada no Magistério da Igreja Católica quanto à sábia proibição do uso de preservativos para casados, solteiros, viúvos, separados, juntados...

A questão é simples. Porém, sempre existe a turma que precisa de uma, duas, três explicações ou até que se faça uso de desenho para que possam finalmente entender.

Para os que querem usar o preservativo para evitar filhos a Igreja não o permite porque ensina que moralmente é errado um ato sexual que não esteja aberto à vida (filhos). Ou seja, o casal objetivamente não deverá tentar impedir com a camisinha (preservativo) ou outro meio artificial o nascimento de uma nova vida. O usuário de preservativos quer usufruir do prazer do sexo, mas não quer as bênçãos que podem vir como consequência dos seus atos: os filhos. Então, essa gente ficaria mais a vontade se o Papa mudasse o que diz o Magistério da Igreja para que eles não se sentissem incomodados na sua consciência ou incontinência. Só que o Santo Padre não mudou nada.

Além do mais a Igreja e toda uma gama de cientistas católicos, ou não, sabem que a camisinha não é segura por permitir que espermatozóides (pequenos o bastante) passem entre os poros do látex (grandes o suficiente) podendo ocorrer o "milagre" da fecundação. Quantos casais foram enganados quanto à falsa eficácia dos preservativos e podem dar testemunho sobre mais uma vida que geraram.

Muito pior ainda é para os que desejam somar desgraças usando o preservativo para tentar evitar a AIDS ou outras doenças sexualmente transmissíveis, além de tentar impedir o nascimento dos filhos. Ora, os cientistas afirmam e as fecundações confirmam que pela camisinha passa o espermatozóide. O que não dizer então do vírus HIV da AIDS que é 450 vezes menor que o espermatozóide. (Clique aqui: Provas científicas de que a camisinha falha)

Sendo assim, o Papa continua a declarar com firmeza e insistência que o uso do preservativo pode alastrar a AIDS mundo afora. Sua fala é questão de caridade, sinceridade e conhecimento de informações científicas que deveriam ser espalhadas pela mídia aos quatro cantos do planeta "se ele fosse quadrado ou retangular" como disse o presidente Lula.

O Papa Bento XVI não está preocupado em receber parabéns pelo que não disse ou em agradar a ONU, a Organização Mundial de Saúde, França, Inglaterra, Brasil ou o G7, 8, 9...

A turma dos parabéns faz parte dos que não entenderam, se fazem de desentendidos, não querem entender e vão continuar mentindo, enganando e afundando mais e mais gente na lama. Como fizeram os desentendidos (?)da Igreja Santana de Anápolis - GO, no último dia 1º de dezembro - dia mundial do combate à AIDS - ao distribuir kits com camisinhas e exibir cartazes com frases sobre sexo e prazer mesmo com o Papa Bento XVI afirmando que tal atitude só agrava o problema. Eles estão sempre precisando que alguém explique melhor ou que faça como Jesus que expulsou a chicotadas os profanadores do templo.

Existem relações sexuais que fogem à natureza, ao que é natural. A Igreja ensina que, além de ser pecado grave, são relações que clamam aos céus castigo ainda nesta vida. Por exemplo: um homem que tem relação com outro homem (homossexualismo) ou com um bode (bestialidade). Numa relação contra a natureza de nada adiantará este homem estar aberto ou não à vida (filhos) porque a própria natureza já não o permite. Sendo assim, presume-se que usar o preservativo seria para não contaminar ou não ser contaminado com alguma doença o outro homem ou o bode.

O Papa Bento XVI disse que "Pode existir um fundamento no caso de alguns indivíduos, como quando um prostituto use o preservativo (wenn etwa ein Prostituierter ein Kondom verwendet), e isto pode ser um primeiro passo na direção de uma moralização, um primeiro passo para assumir a responsabilidade no caminho da redescoberta que nem tudo é permitido e que não se pode fazer tudo o que se quer. Mas não é o verdadeiro modo de enfrentar o mal da infecção do HIV."

Então, segundo a opinião do Papa, "Pode existir um fundamento...", mas não quer dizer que "exista" um fundamento. "Pode ser um primeiro passo na direção de uma moralização...", mas não foi dito que "é" um primeiro passo na direção de uma moralização. Tudo suposição, menos a conclusão da fala que foi uma afirmação clara quanto ao uso do preventivo: "Mas não é o verdadeiro modo de enfrentar o mal da infecção do HIV."

Se um prostituto não enxerga o pecado do homossexualismo, mas enxerga, erroneamente, no uso do preservativo um meio de evitar a AIDS, o Papa ou qualquer um que tenha caridade para com o próximo poderia aproveitar esta primeira brecha do "pseudo amor" do prostituto pelo seu companheiro para orientá-lo(s) sobre seus dois gravíssimos erros dizendo-lhe(s) a VERDADE: O uso de preservativo não impede a AIDS, mas pode até induzir seus usuários à morte - fato científico. E homossexualismo é pecado grave - ensinamento do Magistério da Igreja Católica.

Nada impede também que o Papa Bento XVI dê nova entrevista sobre o assunto ou até diga que não foi muito preciso o exemplo usado do prostituto que se relaciona com outro homem, caso mais comum de contaminação com o HIV. Sem contar que pode ter havido os famosos enganos por parte de jornalistas, tradutores ou especuladores.

Importantíssimo ressaltar que a opinião pessoal do Papa Bento XVI é sempre a opinião dele. A nacionalidade alemã é só dele e dos alemães. O time de futebol dele também é gosto pessoal. Mas o que ensina o Magistério da Igreja é para toda a Igreja Católica. Entrevistas, conversas pessoais, brincadeiras, mal entendido de jornalistas, piadas não fazem parte da infalibilidade papal.

Se, por mera e absurda hipótese, o Papa desejasse infalivelmente mudar o ensinamento da Igreja, que nunca foi mudado, sobre o uso de preservativos seriam necessárias quatro condições simultâneas no pronunciamento dele: que o Papa falasse como Chefe da Igreja Católica Apostólica Romana (não como alemão ou teólogo); para toda a Igreja (não para um ou meia dúzia de jornalistas); em matéria de fé ou moral (realmente, quanto ao uso do preservativo, trata-se de matéria de moral); e com intenção de definir (não de dar entrevistas).

Portanto, para os católicos nada muda quanto à matéria da imoralidade dos preservativos e muito menos sobre os antídotos contra a degradação sexual. A saber: castidade, continência, pureza, oração. Resta refletir, obedecer ou continuar pecando e se enganando ao pensar que gerar um filho (benção de Deus) ou adquirir uma doença são possibilidades que só acontecem na vida dos outros, os que não são "espertos".

Aliás, não raramente, os que se acham mais "espertos" acabam recebendo a graça de dar mais um bebê ao mundo ou recebendo a notícia da desgraça de doenças quando agem sexualmente de forma imprudente sem querer (desinformados), querendo (mesmo informados) ou o tradicional "sem querer, querendo" (informados e desobedientes). A todos a Igreja, como boa Mãe, está sempre a ensinar e orientar para que possam ser capazes sim de exercer o fundamental autodomínio sexual e ter uma vida mais próxima da dignidade de seres humanos racionais e não de animais irracionais.





Márcia Vaz, escritora e palestrante.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Eles são intelectualmente mais honestos quando abertamente desonestos

Por Reinaldo Azevedo


A manchete da Folha de hoje, com trecho da reportagem reproduzido abaixo, indica que a proposta do governo é mesmo controlar o conteúdo do rádio e da televisão. Está no papel. É oficial. É isso que será remetido a Dilma Rousseff. Segundo Luiz Inácio Lula da Silva, o Apedeuta “sainte” (para empregar mais uma contribuição sua à língua), a presidente eleita concorda. Já trato desse aspecto em particular. Todos aqueles que apontávamos essa intenção — negada por Franklin Martins num seminário da TV Cultura há meros 11 dias — estávamos certos.
A propósito: critiquei a emissora por chamar gente como Franklin para um evento destinado a debater liberdade de imprensa e regulação. Alguns leitores reclamaram: “Então você só quer encontro entre pessoas que concordem?” Não! O debate tem de se dar entre pessoas intelectualmente honestas e dispostas a falar a verdade. O ministro da Supressão da Verdade tem outros compromissos.
Ele continua a ser aquele esquerdista de sempre, o seqüestrador do embaixador. Não faz tempo, vocês se lembram, tratando da possibilidade real à época de matar Charles Elbrick, Franklin gargalhou. Por que uma pessoa que gargalha ao falar de um homicídio não proporia o controle de conteúdo da TV e do rádio? Imaginem se quem justifica a supressão do direito que o outro tem à vida vai acender uma vela que seja pela liberdade de imprensa!
Mas a questão não é só de caráter. Há também o aspecto político. As esquerdas odeiam a liberdade. Elas se fizeram, todas elas, contra a suposição de que somos dotados de uma consciência, de vontades, de direitos. Ora, se elas têm um “projeto histórico” e se, num determinado momento, forças da sociedade atrapalham a realização desse projeto, o que fazer (para lembrar uma pergunta clássica de Lênin)? Eliminar os entraves. Como, hoje em dia, não é possível passar fogo na tigrada, elas tentam a eliminação do adversário pela via legal.


O truque e o controle remoto


Durante a campanha eleitoral e mesmo depois, Dilma negou que o governo e ela própria tivessem o intento de controlar conteúdo. Segundo disse, o único controle que ela admite é o remoto. Vamos ver. A coisa toda está com cheiro de bode na sala. Eu não acredito no “descolamento” da criatura de seu criador. É bem possível que o projeto de Franklin, que sai ao gosto de Lula, peça o absolutamente inaceitável para obter o parcialmente inaceitável. Afinal, como pontificou o homem que gargalha, a regulação sai com diálogo ou sem ele.
Não adianta! Controlar a imprensa e a “mídia” é uma obsessão do PT. Foram muitas as tentativas ao longo de oito anos, todas elas malsucedidas. Lembrem-se que, em 2007, o Dejus, órgão do Ministério da Justiça, apresentou uma proposta que instituía a censura prévia no país — nada menos do que isso! Contra a Constituição! Acabou sendo retirada. O chefe da turma era aquele jovem rapaz — tinha 32 anos à época — que apelidei de Romão Chicabon (José Eduardo Elias Romão): tinha cara de criança e idéias de moleque malvado, que não gosta de brincar de democracia. Ele queria ser dono da bola — ele e uns menudos amestrados, na sua faixa etária, que faziam a classificação indicativa de filmes. Por isso eu pedia que lhe dessem um picolé: era para se divertir, uma forma de ver se parava de encher o saco do estado de direito com suas molecagens institucionais… Como o governo nos achava idiotas para escolher o melhor para nossos filhos, apresentou-se para fazer isso em nosso lugar. O rapaz não está mais no cargo.
Alguns bobinhos se divertem um tantinho achando que a intenção do governo é interferir só na área de radiodifusão, que é concessão pública. Jornais, revistas e Internet estariam livres. Besteira! Quem quer praticar uma violência contra a liberdade não precisa de motivo, só de pretexto. Começariam com os serviços sobre concessão e tentariam controlar a imprensa como um todo. Não se esqueçam de que o Programa Nacional-Socialista de Direitos Humanos, por exemplo, que teve a chancela de Dilma, não poupava ninguém: instituía a censura a todos em nome dos nobilíssimos direitos humanos!


Ainda voltarei ao assunto mais tarde. Dilma tende a rejeitar a proposta. Direi por quê.


Anotem aí: se há petistas na jogada, desconfiem de qualquer aparência de boa intenção. Eles são muito mais honestos quando são abertamente desonestos. Não sei se me fiz entender. “Ah, que preconceito!” Não é, não! Só experiência…


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Comento eu:


O PT, bem como todo planejamento socialista, usa uma estratégia bem conhecida. A que nos filmes é chamada de Tira bom e Tira mal.
Para quem não sabe, esta estratégia consiste em aterrorizar um suspeito pela coação de um policial que beira a insanidade, para que, evitando a violência do Tira Mal, Este possa se abrir mais facilmente ao Tira bom. No entanto ambos (tira Bom e Tira Mal) estão em acordo.


Muitas instituições socialistas usam este método.
Um exemplo é o Green Peace e o Sea Shepherd. Ambos foram fundados pelos mesmos ativistas, as mesmas lideranças. No entanto um (Sea Shepherd) beira o Terrorismo e é totalmente radical, forçando as autoridades a considerar o diálogo com o Green Peace, que também é radical, mas posa de diplomático se comparado ao outro.
Não fosse a existência do Sea Shepherd o Green Peace seria encarado com a mesma face de terror.


No caso do PT, se pedirá o impossível para se conseguir o improvável. Assim aconteceu com o próprio PNDH-3, que propunha absurdos.
Sofrendo pressões, provavelmente já esperadas, reduziu seu texto o que nos fez aceitar o que restou. No entanto o Texto continua com problemas sérios.
E assim seguimos nesta dinâmica. Pede-se R$ 1000 reais emprestado ao amigo e ele se assusta. Em seguida você diz: “me empresta então só R$ 10,00?”
Você acha segunda proposta mais razoável e prontamente atende, porém a intenção do pedinte nunca foi os R$ 1000,00, pelo menos não agora
Se a proposta inicial fosse logo R$ 10,00, provavelmente você também negaria.


Veremos quanto mais nos pedirá emprestado o governo.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

IGREJA NA LUTA CONTRA A AIDS

Fonte: Rádio Vaticana

Roma, 03 dez (RV) - Do total de pessoas infectadas no mundo com o HIV/AIDS, aproximadamente 25% é atendida por alguma instituição da Igreja Católica, o que a converte na instituição mais importante em nível mundial neste tema. Esta porcentagem aumenta no caso da África, onde a Igreja cuida de quase 50% dos afetados por este flagelo.

Em entrevista concedida à plataforma multimídia da organização Ajuda à Igreja que Sofre, o Padre Michael Czerny, fundador da Rede Jesuíta para luta contra a AIDS na África, destaca que em alguns lugares afastados das grandes cidades, a quantidade de pessoas que sofrem esta enfermidade e que são atendidas pela Igreja chega inclusive a 100%. “Com freqüência os únicos serviços para lutar com a AIDS em áreas remotas são as clínicas da Igreja”, acrescenta o sacerdote jesuíta.

O religioso ressalta em seguida que “a Igreja no mundo é a entidade que mais cuida de doentes de HIV, dos que padecem a AIDS e cuida além do mais dos que são afetados por este flagelo, ou seja, as viúvas, os órfãos e demais pessoas que têm que lutar com este problema”.

“Dado que o HIV e a AIDS não são somente uma infecção ou doença, mas também um problema pessoal, familiar, social e espiritual, o que a Igreja pode fazer e o que efetivamente faz, é acolher as pessoas de maneira integral, considerando sua dimensão psicológica e espiritual, e não só no nível médico”, explica o sacerdote. (SP)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A besteira do ''Estado laico".


Quem nunca ouviu a expressão "o estado é laico"?
Mas quem realmente a entende?

Então vamos pensar um pouco a respeito.
A idéia de um estado laico tem uma razão de ser e não é simples aversão ao religioso, como se Estado e Religião fossem água e óleo. Dando um exemplo sobre a construção do Estado democrático norte americano podemos ver a preocupação e a necessidade da construção imaginária de um Estado laico, pois existindo várias vertentes religiosas cristãs que contribuíram para a formação da sociedade americana, todas, logicamente, exigiam seus direitos de acordo com suas próprias convicções. Desta forma se o Estado defendesse religiosamente uma vertente, logo teria que combaterem as outras. Isso tornaria o Estado incapaz de preservar os direitos de todos.
A Idéia de um Estado laico se dá quando as instituições e organismos que compões o Estado não desfavoreçam outras religiões simplesmente por não se enquadrarem em religião A ou B. É ai que está à confusão.
Muitas pessoas julgam que um Estado laico é aquele que despreza qualquer religião e não pode com ela ter nenhuma representação e com isso deve banir de todas as suas estruturas qualquer vestígio religioso. Isso é uma enorme besteira.
Primeiramente devemos definir o que e o Estado (Governo).
O Estado (Governo) é um conjunto de instituições e representações (Algumas eleitas pelo povo outras não) que tem a função de fazer a sociedade funcionar, garantido a execução de uma série de regras e normas e com isso presta serviços importantes para o bem comum.
Mas de onde são tirados estes representantes?
Da própria sociedade, certamente. Não são alienígenas.
Portanto estas instituições e representações devem transparecer a própria sociedade e não formá-la ou moldá-la.
Nesta lógica percebemos que o estado deve sim ser laico, mas não laicista, pois a sociedade é composta de cidadãos religiosos em sua maioria. Sempre.
Não existe uma só nação que não tenha a maioria religiosa, pois foram justamente às religiões as responsáveis por lançar os fundamentos de todas as civilizações, tornando possível sua existência.
Olhando desta forma percebe-se ai o erro.
Como pode o Estado (como no exemplo brasileiro, que é um país cristão de maioria católica) tentar tirar de sua raiz cultural e institucional toda a marca do cristianismo?
Um exemplo disso é do caso do Capitão Bombeiro Militar José Natalino de Camargo que, com a desculpa de que o Estado é laico mandou retirar todos os crucifixos dos quartéis sob sua responsabilidade (lembre-se que este é apenas um recente exemplo, e muitos outros estão por ai). O que isso quer dizer?
O Estado, pela lógica, deve ter influencias da sociedade, pois é composta dela própria e é evidente que o contrário nunca pode acontecer.
O Estado não pode influenciar o comportamento da sociedade, pois se transforma, imediatamente, em um Estado totalitário.
A idéia de Estado democrático de representação é justamente que seja um governo onde as idéias sejam votadas e a maioria vença, Lógico que deve ser garantido direitos de existência das minorais, desde que estes direitos não sobreponham ao direito da maioria de tal forma que sejam como superpoderes para o controle do restante da sociedade.
No entanto, nos últimos tempos, o estado (entendam estado neste caso como representantes políticos da situação e autoridades representativas do estado diversas) tem tentado moldar toda a sociedade conforme sua própria ideologia. Isso se chama totalitarismo. Onde poucos detêm o poder para controlar a muitos.
Gostem ou não, a nossa sociedade está banhada, até as raízes, da cultura Católica e ela ainda é a religião majoritária do País. Não só isso, ela foi construtora de boa parte, através das ações dos Jesuítas. Posteriormente, fugidos de Portugal, a família Real portuguesa fixou-se aqui.
Então pensem:
Como pode um Estado de raízes católicas e de maioria católica rechaçar a cultura de sua própria sociedade?
Traduzindo:
Como pode a sociedade brasileira aceitar que alguns representantes, ideologicamente movidos, consigam tirar dela o que a ela é valioso?
Isso serve para este caso dos crucifixos, mas também serve para outras situações, como é a situação das leis que favorecem os homossexuais em detrimento de toda a maioria.
O Homossexualismo é, até o momento, apenas uma preferência sexual e como tal não é o suficiente para dar direitos particulares a seus praticantes e não é sacrossanto que não possa ser criticado. Devemos respeito aos homossexuais? Sim, como a qualquer outro ser humano, seja ele católico, ateu, islâmico, budista e etc. Todos têm o direito de ser respeitados. Não merecemos respeitos pelo que somos (ideologicamente ou religiosamente falando), mas pelo que somos realmente (seres humanos).
Com isso levanto uma reflexão para o que o Estado têm nos imposto, quando percebe-se claramente que a maioria da sociedade não o quer.
Estado laico? Sim.
Laicista? Não.
O Estado deve refletir a vontade da maioria da sociedade e não a vontade da ideologia-partidária ou pessoal do representante eleito, concursado ou indicado.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mídia mundial e a enganação como ferramenta de trabalho.

    

   Sem sombra de dúvidas as distorções e mentiras sobre o pronunciamento do Papa ao reporte alemão Peter Seewald revela o espírito da mídia mundial a respeito igreja. Este acontecimento demonstra não só o desrespeito pela fé católica, mas o desrespeito a verdade (que deveriam prezar) e a vontade de que Ela (Igreja) se renda aos anseios delirantes desta (mídia), como se a Igreja fosse uma enorme pedra no sapato da alma humana. O que não deixa de ser, pois, como disse o próprio Papa no mesmo pronunciamento que a mídia faz questão de não divulgar na integra e distorce o significado para que pareça concordante com seus próprios interesses, precisamos chegar à consciência "de que nem tudo está permitido e de que não se pode fazer tudo o que se quer.” (Bento XVI ao reporte Peter Seewald dobre a camisinha). O clero e os leigos católicos deveriam se pronunciar severamente sobre esta tentativa de ludibriar o fiel católico a cerca de sua própria doutrina. Levá-los ao tribunal não é má idéia.
    Hoje pela manhã o Jornal do SBT mais uma vez afirmou categoricamente que o Papa Bento XVI liberou o uso da camisinha.
Se isso não é enganar o telespectador eu não sei mais o que é. E independente de que, você leitor, concorde, discorde, acredite ou rejeite a fé e a doutrina católica (isso é uma escolha pessoal de cada um), todos deveríamos exigir a verdade de quaisquer veículos de notícias e não engolir mentiras deste naipe.

     Isto é muito sério. Eles nos (des) informam com aquilo que queriam que fosse e não com o que realmente é. Deformam-nos com suas fantasias e não com realidade.

     Com toda essa discussão sobre uma imprensa livre, nestes últimos meses, percebemos que ela já não é livre há muito tempo, pois está presa a uma ideologia anticristã que mente sistematicamente, constroem verdades (sabemos que a verdade não podem ser construída, apenas observada e constatada), criam e distorcem diálogos e ninguém toma alguma atitude.

     E parte do clero da Igreja Católica leva culpa nisso justamente, pois não toma as atitudes cabíveis, não processa os enganadores e não exige o direito de resposta que deveria lhe ser garantido.
     Com isso Ela acaba deixando muitos católicos a mercê destes enganadores e, infelizmente, alguns deles se escondem dentro do próprio clero.

     Alguma atitude concreta precisa ser tomada, pois não somos ovelhas sem pastor e o repórter precisa ter liberdade, mas também responsabilidade sobre o que escreve.
Se um pronunciamento tão simples se torna uma bandeira contra a doutrina católica de sempre, graças a distorções e frases retiradas de seu contexto, tente então imaginar o prejuízo que semelhantes acontecimentos causaram e causam, há séculos, a construção moral do fiel católico.
     Seguindo desta forma, não é a toa que a Igreja tem enormes dificuldades para prosseguir sua missão de evangelizar no mundo de hoje.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O Papa Bento XVI NÃO liberou o uso de preservativos.

 
Fonte: Blog do Marcelo Maia.

As grandes mídias mundiais e até parte do clero estão vinculando a “noticia” que o Papa Bento XVI teria liberado o uso de preservativos como a camisinha para prostitutas. Essas Notícias são mentirosas e são baseadas em Trechos do livro, que tem como título “Luz do Mundo: O Papa, a Igreja e os Sinais do Tempo”, que é baseado em 20 horas de entrevistas conduzidas pelo jornalista alemão “Peter Seewald”.
Veja algumas manchetes absurdas que circularam nos jornais de hoje:

G1 Uso de preservativo pode ser justificado, diz Papa (Líder cita uso na prostituição como possível ‘passo para moralização’);

Folha.com Papa Bento 16 defende uso da camisinha em casos de prostituição

As matérias chegam ao absurdo de dizer que o Papa DEFENDE o uso de camisinhas

A VERDADE:
O Papa Bento XVI em sua entrevista diz que a relação sexual com preservativos perde a expressão de amor que ela deve ter e é considerada uma espécie de droga e banaliza a sexualidade humana. Ele completa ainda que é necessário um grande esforço no sentido de VALORIZARMOS os corretos sentidos da sexualidade humana que é o Amor e a procriação conforme nos diz a Palavra de Deus:
“Crescei, disse ele, e multiplicai-vos” (Gn 1, 28)
Em casos de prostituição, onde não existe nenhum valor moral na relação sexual, onde a relação deixa de ser uma relação sexual humana (ou seja dentro do plano de Deus) o Papa diz que a utilização do preservativo PODE ser UM PASSO para desenvolver de novo a consciência do real valor da sexualidade humana. PODE SER UM PASSO para que essa pessoas compreendam que ELAS NÃO PODEM FAZER TUDO O QUE SE QUER!
Veja a integra do que disse Bento XVI sobre o assunto:
“Concentrar-se só no preservativo quer dizer banalizar a sexualidade e esta banalização representa precisamente o motivo pelo qual muitas pessoas já não veem na sexualidade a expressão de seu amor, mas só uma espécie de droga, que se fornecem por sua conta. Por este motivo, também a luta contra a banalização da sexualidade forma parte do grande esforço para que a sexualidade seja valorizada positivamente e possa exercer seu efeito positivo no ser humano em sua totalidade. Pode haver casos justificados singulares, por exemplo, quando uma prostituta utiliza um preservativo, e este pode ser o primeiro passo para uma moralização, um primeiro ato de responsabilidade para desenvolver de novo a consciência sobre o fato de que nem tudo está permitido e de que não se pode fazer tudo o que se quer. No entanto, este não é o verdadeiro modo para vencer a infecção do HIV. É verdadeiramente necessária uma humanização da sexualidade.”
O Texto esta muito claro . Em nenhum momento ele liberou o uso ou muito menos incentivou o uso de preservativos. Ele esta dizendo que em casos extremos onde a relação sexual não tem nenhuma das sua finalidades (Unitiva e procriativa), mas tem uma finalidade financeira, nesses casos onde a relação sexual não tem nenhuma moral e está totalmente desviada e desumanizada, a utilização de preservativos seria considerado como um passo para um dia essas pessoas possam ENTENDER que NÃO EXISTE “SEXO SEM COMPROMISSO”, que não pode ser feito de qualquer maneira ate um dia santificarem a sua sexualidade.
O Papa não iria contra o seu próprio discurso em viagem aos Camarões e Angola de 2009:
“Não se pode superar o HIV com a distribuição de preservativos: ao contrário, aumentam o problema.” (viagem apostólica do Santo Padre Bento XVI aos Camarões e Angola -17-23 de março de 2009) [1]
O Vaticano já se pronunciou contra essas falsas notícias dizendo:
“O Papa considera uma situação excepcional em que o exercício da sexualidade representa um verdadeiro risco para a vida do outro. Nesse caso, o Papa não justifica moralmente o exercício desordenado da sexualidade, mas considera que a utilização do preservativo para diminuir o perigo de contágio é ‘um primeiro ato de responsabilidade’, ‘um primeiro passo para o caminho para uma sexualidade mais humana’, em lugar de não utilizá-lo, colocando em risco a vida de outra pessoa”. [2]
Deus Abençoe nossas Famílias
Marcelo Maia
Sempre em busca da Verdade


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cruzados... Precisam-se!

http://saudedalma.blogspot.com/2010/11/cruzados-precisam-se.html

(Sua Santidade, o Papa Pio XII, Radiomensagem de natal em 1942)
Imagine uma tarde de sexta-feira em Detroit, com uma mesquita cheia de seguidores de Maomé, reunidos para rezar. De repente, vários terroristas “cristãos” armados invadem o local, matam o imã e fazem reféns os presentes. Quando começam a perder o tiroteio que se seguiu com a polícia e militares que acorreram ao local, eles explodem seus cinturões-bomba. O resultado é de 58 mortos e 75 gravemente feridos ou mutilados.
Qual seria a reacção da assim chamada opinião pública mundial, ou melhor, da media liberal, “celebridades” e líderes políticos? Haveria um coro ensurdecedor contra esse grande ato de crueldade e infâmia: Como alguém pode atacar pessoas pacíficas, no próprio ato de orar?

Então, por que o espectáculo do sangrento ataque de Al-Qaeda à catedral siríca católica de Nossa Senhora da Salvação, em Bagdá, no passado dia 31 de Outubro (que deixou mais de cinquenta mortos e quase uma centena mutilados) não provoca o mesmo alvoroço e indignação? As notícias, análises e comentários de jornalistas, “celebridades” e funcionários governamentais foram discretos e comedidos.
Nos dias em que o comunismo dominava metade do mundo e influenciava os intelectuais na outra metade, o “politicamente correto” estabelecia que a indignação devia manifestar-se somente quando era a esquerda que sofria um ataque. Os massacres comunistas foram ignorados ou relatados em linguagem “neutra” e soporífera. A mesma “correcção política” parece estar sendo agora aplicada ao terrorismo islâmico.
Mas voltemos ao massacre na catedral católica siríaca de Bagdá.
“Em todo lugar há sangue. A atmosfera está muito tensa. Eles entraram no confessionário e atiraram no padre “, disse um jovem de 18 anos que não quis ser identificado e sobreviveu ao pesadelo.
Foi um massacre lá …. Nós cristãos não temos protecção suficiente. O que devo fazer agora? Deixar o país e pedir asilo?” − comentou Raed Hadi, membro da família de uma das vítimas.
De acordo com um jovem que estava presente e sobreviveu, os terroristas “entraram na igreja com as suas armas, vestindo uniformes militares. Invadiram o local de orações e imediatamente mataram o padre.
Monsenhor Pio Kasha, da Igreja Católica Siríaca, comentou: “Foi uma carnificina”.
O mesmo Monsenhor descreveu o ataque: “Os homens que realizaram os ataques eram muito bem organizados, [como fica patente] pela maneira como entraram … bem preparados e armados com metralhadoras, cintos de explosivos, e tudo o mais que poderiam precisar …. Como eles rapidamente fecharam as portas e encerraram os fiéis. Então, as forças de segurança vieram e …. foi uma verdadeira tragédia, tantas vidas perdidas …”
O Pe. Douglas Yousef Al-Bazy, que fora sequestrado em 2006 e trabalhara com os dois padres executados, fez a seguinte declaração: “Aqueles que dizem que estamos seguros, que podemos viver em paz no Iraque, são mentirosos. Mas nós vamos ficar neste país, porque ainda há pessoas cristãs aqui e ainda temos uma missão aqui”.
O Pe. Wassim Sabih, um dos dois sacerdotes assassinados na igreja, empunhou um crucifixo e pediu aos terroristas que matassem a ele e poupassem os fiéis: a resposta deles foi jogá-lo no chão e crivar o seu corpo de balas.
Marie Freij, uma paroquiana, foi ferida na perna e ficou por três horas no chão, encharcada no próprio sangue e no dos padres. Sua declaração no hospital mostra a sublimidade da fé: “Eu pensei que talvez escapasse com vida, mas mesmo que não conseguisse, eu estava na igreja, e estaria bem”.
“Vários sobreviventes”, relata The New York Times, “disseram que muitas das mortes ocorreram quando os homens armados entraram e começaram a disparar indiscriminadamente nas pessoas, nos ícones da igreja e até mesmo nos vitrais das janelas. Eles descreveram a ferocidade dos atacantes, alguns dos quais falavam em dialectos de outros países árabes, como se a própria visão do interior da igreja os tivesse enraivecido. ‘Eles pareciam loucos’, disse Ban Abdullah, um sobrevivente de 50 anos de idade.
O bárbaro acto de terrorismo foi reivindicado por um grupo terrorista ligado a Al-Qaeda, o “Estado Islâmico do Iraque”. De acordo com o site na Internet Intelligence Group, esse grupo divulgou o seguinte comunicado:
“Os Mujahidins invadiram um imundo ninho do politeísmo, que tem sido há muito considerado pelos cristãos do Iraque como quartel-general de uma guerra contra a religião do Islão, e foram capazes, pela graça de Deus e Sua glória, de capturar aqueles que estavam ali reunidos e assumir pleno controle de todas as entradas do local”.
A Missa é a renovação sacramental incruenta do Santo Sacrifício do Calvário, em que nosso Redentor derramou seu sangue por nós na mais terrível das mortes, aceita voluntariamente para nossa salvação. Nesta Missa em Bagdá, no domingo 31 de outubro, o sangue dos fiéis se misturou com o do Salvador, fazendo com que o Santo Sacrifício, que é sem derramamento de sangue em sua essência, se tornasse sangrento em seus acidentes.
“O sangue dos mártires é semente de cristãos” (sanguis martyrum semen Christianorum), segundo a expressão consagrada de Tertuliano. Possa o sangue derramado pelos nossos irmãos na Fé, oprimidos pelo islamismo no Iraque e noutros países, obter do Deus Todo-Poderoso a graça de despertar no Ocidente, a coragem necessária para enfrentar os inimigos do Cristianismo bem como a vontade de lutar pela verdadeira Fé de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A agência de Notícias AsiaNews, publicou mais um ataque brutal contra Cristãos no Iraque. Dessa vez dois fiéis foram mortos ontem, 07 de Novembro,Louay Daniel Yacoub, 49 anos, estava na frente de seu apartamento quando desconhecidos o mataram a tiros. Outro cristão foi assassinado no mesmo dia, mas sua identidade ainda não foi divulgada, segundo fontes locais, por questões de segurança.
As mortes acontecem, uma semana depois do massacre na Igreja Nossa Senhora da Salvação, em Bagdá.

Os Cristãos de Bagdá realizaram ontem a primeira missa na catedral católica-sírio de Nossa Senhora da Salvação, após o massacre de 31 de Outubro. O interior estava sem bancos, por toda a extensão do corredor centenas de velas foram colocadas no chão, formando uma grande cruz no meio dos quais foram colocados os nomes de 46 vítimas do massacre do domingo. "Hoje nós rezamos por aqueles que que atacaram nossa igreja e mataram os nossos fiéis e nossos sacerdotes", disse o padre Mukhlas Habash em sua homilia, citando os nomes de dois padres de 32 e 27 anos de idade que morreram no ataque. Seus rostos sorridentes são exibidos em cartazes colados nas paredes crevadas de bala da catedral.

* * *
É POR ISTO QUE NÃO ADMITO QUE ALGUÉM FALE, INSINUE, CRITIQUE OU SE INSURJA À MINHA FRENTE, CONTRA AS GLORIOSAS CRUZADAS!


CRUZADOS DO SÉCULO XXI
CONTRA OS INFIÉIS, POR DEUS, POR CRISTO, PELA CRUZ

Os tempos mostrarão e porão a nu toda A VERDADE sobre a História.

Foram e sempre serão plenamente legítimas as Cruzadas.
Isso será mostrado, pelos tempos, aos melosos sentimentalistas - mesmo católicos - defensores dos malditos "respeitos humanos", dos assassinos e criminosos.
Isto é o começo desses tempos.

Fonte: Blog Saúde da Alma.
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Comentários de Leonardo Campos/ Apostolado Shemá

Todos nós temos o direito de culto e temos o dever de respeitar o culto alheio. Em contra partida, não se igualando a terroristas, também temos o dever Católico de defender nossa fé tal como ela é e denfender nosso direito de culto.
Isso foi o que fizeram as cruzadas de outrora, estas que os inimigos da igreja com muita competência conseguiram desfigurar e torcer, trasformando a verdade no engodo do ódio aos Cruzados. 
Estes honrados homens que defenderam os fiéis católicos destas mesmas barbáries que vemos nesta postagem devem clamar nos céus pelo surgimento de seus herdeiros.
Muitos deram suas próprias vidas em troca de vidas inocentes.
Que sejamos hoje novos Cruzados.

Apostolado Shemá
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