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terça-feira, 15 de setembro de 2009

O Ateísmo científico – O Ateísmo contra à ciência.

Ao contrário do que muitos pensam a mensagem cristã é sim iluminada pela razão e pelo estudo da ciência humana. A ciência foi dada por Deus ao homem para que este chegue ao conhecimento das coisas materiais, mas para que também entenda que Deus é o principio e fim de todas as coisas. O ateísmo com seu ufanismo ideológico cego encontrou na ciência obstáculos para o seu próprio embasamento. Todos sabem que o ateísmo usa a razão humana para argumentar sobre a existência de Deus, mas o que poucos sabem é que o ateísmo chega a extremo de negar verdades científicas para poder explicar suas teorias sobre a não existência de Deus.


Os filósofos pré-socráticos (Platão, Aristótales, Plotino, e outros...) julgavam que o universo era divino; que os astros fossem feitos de substâncias divinas e que não evoluíam nem envelheciam; e que o universo seria eterno, sem começo e sem fim, enfim, um Deus, um Ser Absoluto.


A ciência moderna desfez todos esses erros. No século XIX, alguns pensadores racionalistas e ateus, para não pronunciar o nome de Deus, como Marx, Engels, Friederich Nietzsche, Augusto Comte, etc. retomaram – por interesse – a concepção dos antigos gregos (um absurdo!), segundo a qual o universo estaria em movimento cíclico eterno; um Ser Absoluto, sem começo e sem fim, nem envelhecimento. Ignoram conscientemente – contra a lógica científica tão defendida por eles mesmos – o princípio termodinâmico de Carnot e Clausis, que estabelece a degradação da energia (entropia). Esta lei que a energia mecânica se converte em calor (energia térmica) mas o calor não se converte em movimento. Em conseqüência, o universo em expansão tende a se estagnar e ou estabilizar.” (Aquino, Prof. Felipe, Ciência e fé em harmonia, – Ed. Cléofas, 2009 – 3ª Edição, Pág 88-89.)


Os filósofos marxistas da antiga “cortina de ferro” entraram em crise quando os físicos quiseram desenvolver as conseqüências da lei da entropia. Esta contradizia as premissas do ateísmo, que, para subsistir, tem de admitir a eternidade da matéria, ignorando as conclusões da física atual.


A metafísica é outra atormentadora dos ateus. A metafísica foi muito valorizada até a Idade Moderna, mas filósofos como Immanuel Kant, Augusto Conte, etc. quiseram dar-lhe um golpe mortal, afirmando que só conhecemos os fenômenos sem poder penetrar nas causas, sem poder atingir a realidade em si mesma; assim, recusaram todo o conhecimento que vão além das ciências naturais.


Os materialistas ateus não entendem o sofrimento e não sabem sofrer, pois não têm o sentido dado pela fé; o sofrimento torna-se então, um “caos sem sentido”.


Marx reconheceu a importância de Feuerbach precisamente na proclamação do materialismo, que não consiste somente na luta contra a religião e a teologia existentes, mas também na luta contra toda a metafísica” (1)


Isto influenciou os materialistas, e até cristãos; vários destes embora creiam na existência de Deus e dos valores transcendentais, pensam que não se pode chegar a Deus e às verdades religiosas usando a razão. A Igreja sempre ensinou o contrário. Crer é um ato de fé, mas que não dispensa o uso da inteligência humana.


- (1) K. Marx, F. Engels, de Lenine, Editorial Dietz, Pág. 10

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