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domingo, 6 de setembro de 2009

Grito dos Excluidos


Meus queridos blogueiros e blogueiras,

Todos os anos no dia 07 de setembro em contraposição ao desfile cívico de Independência do Brasil a Igreja Católica (CNBB), movimentos sindicais como CUT,MST,e todos aqueles que se acham excluídos da sociedade ( Nao sei porque a Igreja se acha excluida, quando ela mesmo é quem poromove a inclusão do povo de Deus, mais um sintoma de uma Igreja brasileira que agoniza com a TL marxista, que aliena e nao edifica) ahhhh vale ressaltar que a "ala" da Igreja que aprova o Grito é a ala das CEB's,Cebi"s,Encontro de Irmãos,Pastoral da Terra, Pastoral Operaria,PJ, PJMP, JAC.JEC,JIC,JOC,JUC. ou seja, os grupo dissidentes da fiel doutrina Petrina, movimentos GLS's, segundo o site do Grito q ue agora transcrevo e comento algusn trechos vamos entender o que realmente é o grito:

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.
O Grito dos Excluídos, como indica a própria expressão, constitui-se numa mobilização com três sentidos:

  • Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social;
  • Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome;
  • Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.

As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos - e se estendem por todo o território nacional.

[Resumindo, não podemos dizer que o Grito dos Excluidos é católico, por que

1- Nao está alinhado as leis da Igreja

2- Não foi aporvado pelo Santo Padre, apenas uma parte de Bispos desobedientes e padres de profissão que comparecem a este Carma pseudo cristão]


Por que Grito dos Excluidos ?

O pressuposto básico do Grito é o contexto de aprofundamento do modelo neoliberal [O que a Igreja tem a ver com isso ? Acaso o neoliberalismo é dogma de fé ?] como resposta à crise generalizada a partir dos anos 70 e que se agrava nas décadas seguintes. A economia capitalista globalizada, a precarização das relações de trabalho e a guerra por novos mercados geram massas excluídas por todo o mundo, especialmente nos países periféricos.
Os movimentos sociais reagem. No Brasil, as Igrejas cristãs juntamente com outros parceiros promovem na década de 90 as Semanas Sociais. Cresce a consciência das causas e efeitos da exclusão social, como o desemprego, a miséria e a violência, entre outros. O fruto amadurece e nasce o Grito dos Excluídos. Trata-se de uma forma criativa de levar às ruas, praças e campos o protesto contra esse estado de coisas. Os diversos atores sociais se dão conta de que é necessário e urgente dar visibilidade sócio-política à indignação que fermenta nos porões da sociedade, os excluídos/as. Se o mercado tem o direito de dobrar as autoridades políticas com seu “nervosismo”, os setores marginalizados [Mais uma frase Bettista e Boffista, o que seria um setor marginalizado ? ahhh digo sim um setor ateu, sem fé e que só visa o próprio lucro assim com o MST,CUT,CONLUTAS E MARXISTAS E SOCIALISTAS DE 5º CATEGORIA] da população também podem e devem tornar pública sua condição de excluídos.

Não perca seu tempo nesta ponte que liga o nada ao coisa alguma, vá a missa que com certeza você ganha mais, deixe o Grito para os companheiros e companheiras que não tem o que fazer a não ser demagogia que "luta" por uma Igreja mais "democrática", que o celibato seja opção ( como se nao fosse), que a ordenação de mulheres seja válida,que dêem longa vida aos petralhas, que vivamos todos em paz e amor até que Buda ou Jah volte e nos leve a espiritualidade onde vamos esperar sermos reeintroduzidos numa sociedade, em outra vida, como um cachorro,gato ou até mesmo veado, Paz e Bem seja fiel a Igreja de Cristo e com certeza cristo será fiel a você.

Referências:

http://www.gritodosexcluidos.org/historia/

6 comentários:

  1. A Campanha da Fraternidade traz como lema, em 2009, A PAZ É FRUTO DA JUSTIÇA. Vale lembrar que a Campanha é promovida pela CNBB, pela Santa Sé e, enquanto tal, devidamente aprovada pelo Vaticano. Caso contrário, todos os bispos brasileiros seriam ex-comungados por desobediência...

    Há alguns pontos que precisam ser reavaliados: o pobre é a personificação simbólica do pobre que corporifica Christo entre nós. Teresa de Calcutá - beatificada pelo Papa João Paulo II, tendo as virtudes heróicas exigidas pela Santa Sé - gostava de lembrar que o pobre possui posição central na Igreja. É por ele que nós cristãos existimos e por quem trabalhamos.

    Santo Agostinho de Hipona - que se auto-denomina filósofo, não como teólogo, como dirá o exegeta Christoph Horn - traça importante distinção entre o que chamará de Civitate Dei e Terrena Civitas - será essa uma reminiscência da filosofia maniqueísta? -, O Reino de Deus e o Reino dos Homens, o Estado de Deus e o Estado Humano. O primeiro é marcado pelo aion, o tempo não mensurado, o segundo por chronos, o tempo mensurado, contado. Essa contra-posição é ponto culiminante de reflexão filosófica para o modelo de Estado que os cristãos tentam alcançar. Um Estado onde Deus se faça presente (Civitate Dei), onde as pessoas se sintam conduzidas por Ele, como o povo do Egito no Êxodo. A marginalização sempre foi combatida nas Escrituras, seja pela libertação da escravidão do faraó, seja pela libertação da escravidão romana; várias vezes Christo pronunciava o Civitate Dei como pedra angular de sua proposta, a partir da inclusão do leproso, da mulher adúltera, dos famintos alimentados na multiplicação dos pães.

    Christo convidava a todos a participar desse modelo de Estado, onde a paz somente seria possível pela ausência dessa exclusão. Os excluídos de hoje não são mais os leprosos ou as adúlteras. A imagem arquetípica foi transferida para o trombadinha da Central do Brasil, para o engraxate da Praça da Sé, para o operário explorado pelo empregador, pelo seringueiro da Amazônia, pelo trabalho escravo nas carvoarias da Bahia, pela população de rua nas grandes capitais, pelos que morrem sem atendimento adequado do Sistema Único de Saúde, pelos analfabetos funcionais engendrados pelo Ministério da Educação - que não disponibiliza professores de Matemática e História, mas de Ensino Religioso -, pelos idosos que que possuem sua dignidade corrompida pelo salário mínimo,... Existem muitos exemplos de exclusão. Beata Teresa tinha razão.

    Tevemos parar e pensar, pensar e ponderar se é isso que queremos para nós cristãos, judeus, muçulmanos, hindus, espíritas, candomblecistas. O Reino está aberto a todos; todos são convidados, ninguém será rejeitado.

    Termino proclamando a seguinte sentença:

    "... porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; estava na prisão e vistes a mim. Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes." Mt, 25:35-36; 40



    Paz e Bem!


    Breno Bastos
    Gerente do Portal Veritas

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  2. ótimo blog.
    bom conteúdo, vou começar frequentar.

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  3. CNBB mancomunada com ideais socialistas novamente?!

    Puxa, que novidade...

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  4. Breuno, deixei seu comentário sem resposta, pois o Anderson iria responder, mas ele me solicitou.

    Você disse:

    "A Campanha da Fraternidade traz como lema, em 2009, A PAZ É FRUTO DA JUSTIÇA. Vale lembrar que a Campanha é promovida pela CNBB, pela Santa Sé e, enquanto tal, devidamente aprovada pelo Vaticano. Caso contrário, todos os bispos brasileiros seriam ex-comungados por desobediência..."

    Não estamos questionando( falo em nome de todos) o tema social abordado pela CF ou pelo evento, e sim, ele não é aprovado pelo Santo Padre, e suas características elementares não são Católicas. E, concerteza, os grupos "parceiros" que realizam esse evento não são nem de longe compactuantes com os ideais Católicos, são tão distantes de nós quanto os que promovem a fome e a miséria. Comunismo não é mais caso de Excomunhão Latie Sententicie desde a década de 50.

    "Há alguns pontos que precisam ser reavaliados: o pobre é a personificação simbólica do pobre que corporifica Christo entre nós. Teresa de Calcutá - beatificada pelo Papa João Paulo II, tendo as virtudes heróicas exigidas pela Santa Sé - gostava de lembrar que o pobre possui posição central na Igreja. É por ele que nós cristãos existimos e por quem trabalhamos."

    A Igreja existe para a salvação das almas, tanto pobres quanto ricos, e o que Madre Teresa disse foi que não podemos dar as costas aos pobres, pois estaríamos dando as costas para Deus. Mas, quem é mesmo a maior entidade Cariativa do Mundo? A Igreja Católica. Nunca deixamos nosso papel social, uma das grandes herenças católicas para o planeta é a civilização ocidental que é a única que realmente pode ser considerada uma civilização.

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  5. "Santo Agostinho de Hipona - que se auto-denomina filósofo, não como teólogo, como dirá o exegeta Christoph Horn - traça importante distinção entre o que chamará de Civitate Dei e Terrena Civitas - será essa uma reminiscência da filosofia maniqueísta? -, O Reino de Deus e o Reino dos Homens, o Estado de Deus e o Estado Humano. O primeiro é marcado pelo aion, o tempo não mensurado, o segundo por chronos, o tempo mensurado, contado. A marginalização sempre foi combatida nas Escrituras, seja pela libertação da escravidão do faraó, seja pela libertação da escravidão romana; várias vezes Christo pronunciava o Civitate Dei como pedra angular de sua proposta, a partir da inclusão do leproso, da mulher adúltera, dos famintos alimentados na multiplicação dos pães. "
    .
    SIM, vc está certo. Mas, antes de Cristo reintrodizir uma pessoa dentro de um contexto material, ou social, Ele a regenerava espiritualmente. Sem a ordem espiritual restabelecida, não a como restabelecer mais nada de proveitoso para o homem. É o que o Papa diz nesse trecho estraído do seu livro: http://www.apostoladoshema.com/2009/08/bento-xvi-e-sua-analise-sobre-o.html
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    E, de acordo com a Igreja, a salvação da alma vem em primeira instância, não a pobreza.
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    Os excluídos de hoje não são mais os leprosos ou as adúlteras. A imagem arquetípica foi transferida para o trombadinha da Central do Brasil, pelos analfabetos funcionais engendrados pelo Ministério da Educação - que não disponibiliza professores de"

    Ora, é claro que Cristo não quer isto para o povo. Mas a Igreja faz a sua parte, como disse, se a Igreja para suas obras sociais hoje no mundo, o planeta trava! Mas não é por caminhos não cristãos que se deve chegar ao bem estar social de todos. João Pulo II é conhecido por derrubar o Comunismo no leste Europeu, que tanto queria combater a fome, mas gerou mais fome e mais miséria.

    "Tevemos parar e pensar, pensar e ponderar se é isso que queremos para nós cristãos, judeus, muçulmanos, hindus, espíritas, candomblecistas. O Reino está aberto a todos; todos são convidados, ninguém será rejeitado.

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  6. Termino proclamando a seguinte sentença:

    "... porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; estava na prisão e vistes a mim. Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes." Mt, 25:35-36; 40"
    .
    Também termino proclamando a seguinte passagem:
    .
    Assim disse o Papa João Paulo II:

    “Neste ponto é indispensável ter presente a importante reflexão da Instrução Libertatis conscientia (n. 23 e 71) sobre as duas dimensões constitutivas da libertação na sua concepção cristã: quer no nível da reflexão quer na sua práxis, a libertação é, antes de tudo, soteriológica (um aspecto da Salvação realizada por Jesus Cristo, Filho de Deus) e depois ‚ético-social (ou ético-política), Reduzir uma dimensão à outra suprimindo as praticamente a ambas ou antepor a segunda à primeira ‚ subverter e desnaturar a verdadeira libertação cristã. O dever dos Pastores, portanto, anunciar a todos os homens, sem ambigüidades, o mistério da libertação que se encerra na Cruz e na Ressurreição de Cristo. A Igreja de Jesus, nos nossos dias como em todos os tempos, no Brasil como em qualquer parte do inundo, conhece uma só sabedoria e uma só potência: a da Cruz que leva à Ressurreição (cf. l Cor 2,1´5; Gl 6,14). Os pobres deste País, que têm nos Senhores os seus Pastores, os pobres deste Continente são os primeiros a sentir urgente necessidade deste evangelho da libertação radical e integral. Sonegá-lo seria defraudá-los e desiludi-los. Por outro lado, os Senhores e com os Senhores toda a Igreja no Brasil mostram-se prontos à empreender, em seu setor próprio e na linha do próprio carisma, tudo aquilo que deriva, como conseqüência, da libertação soteriológica. É, aliás, o que a Igreja, desde os seus albores, sempre procurou fazer por meio de seus santos, seus mestres e seus pastores e por meio de seus fiéis engajados nas realidades temporais. Permitam-me, Irmãos no episcopado, que, com plena confiança, os convide a uma tarefa menos visível mas de alta relevância, além de profundamente conexa com nossa função episcopal: a de educar para a libertação, educando para a liberdade. (cf. Libertatis conscicntia, n. 80, 81 e 94).

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