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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

EXTRA ECCLESIAE NULLA SALUS - Fora da Igreja não há Salvação!

Papa Pio IV (1559-1565), um dos papas do Concílio de Trento: "... Esta verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode se salvar..." (Profissão de fé da Bula "Iniunctum nobis" de 1564)

O que mais ouvimos hoje são as expressões mais amadas dos incansáveis relativistas: “mais Jesus, menos religião”, “placa de Igreja não salva ninguém”, “Jesus não deixou nenhuma Igreja no mundo”, etc. Estamos aqui para declarar de modo claro: “FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO”, e deixar claro a posição da Igreja católica como meio único de salvação da humanidade.

"Como é possível separar o nosso amor a Jesus Cristo daquele que devemos à sua Igreja?

Jesus Cristo associou misticamente em si os filhos dos homens para formar com esses uma coisa só, deixando, todavia, subsistir a própria personalidade de todos aqueles que se teriam unido a ele. E como em Jesus Cristo não existe se não uma só pessoa, assim todos os cristãos devem formar com ele um só corpo. Ele será a cabeça e esses os membros.

A Igreja é o preço do sangue de Jesus Cristo e o objeto do seu amor infinito pelos homens. Amou-a mais do que a sua vida e, através dele, esta é cara a Deus Pai que desde toda a eternidade a tinha amado até ao ponto de dar o seu Filho único:

“Deus amou de tal modo a humanidade que lhe entregou o seu Filho único” (Jo 3,16).

Também o Espírito Santo, prometido pelo Salvador Divino, veio para se unir a ela e nunca mais se separar, para ser como que a sua alma, para inspirá-la, iluminá-la, dirigi - lá, sustentá-la e realizar nela as grandes obras de Deus (cf. Act 2, 11).

Todos aqueles que são membros da Igreja vivem na casa espiritual de Deus, ou melhor, são esses mesmos aquela casa, um templo imenso no qual todo o universo deve entrar e cujas pedras são todas vivas. Foi Deus mesmo que construiu esta casa com cimento divino.

O Dogma:

Sem a Igreja não salvação, isto é fato e dogma, católico nenhum pode dizer o contrário.

O que temos que entender e está no que citei do Catecismo, é que podem se salvar aqueles que pela ignorância desconhece Cristo e sua mensagem, vivendo este dentro da lei moral, lógico. “Aqueles, portanto, que sem culpa ignoram o Evangelho de Cristo e sua Igreja, mas buscam a Deus com coração sincero e tentam, sob o influxo da graça, cumprir por obras a sua vontade conhecida por meio do ditame da consciência podem conseguir a salvação eterna”.


O que não podemos é cair no erro chamado Irenismo (Cristo salva independentemente da Igreja, todos são iguais, o que importa é ser bom e cristão),

E também no feeneyismo (confundir o "fora da Igreja não salvação" como se fosse um "fora das estruturas visíveis da Igreja não salvação").

Vejamos os documentos, o que nos dará credibilidade e certeza da verdade:

Sendo a Igreja “projeto visível do amor de Deus pela humanidade” (Sua Santidade, o Papa Paulo VI. Discurso de 22 de junho de 1973), “coluna e sustentáculo da verdade” (1 Tm 3,15), fundada por Jesus Cristo para, como instrumento do Espírito Santo, salvar e santificar os homens (cf. Concílio Ecumênico Vaticano II. Constituição Dogmática Lumen Gentium, de 21 de novembro de 1964, nº 8), fora da qual não remissão dos pecados (cf. Sua Santidade, o Papa Bonifácio VIII. Bula Unam Sanctam, de 18 de novembro de 1302; Concílio Ecumênico Vaticano II. Constituição Dogmática Lumen Gentium, de 21 de novembro de 1964, nº 14; Catecismo da Igreja Católica, 846), de se crer na absoluta necessidade de a ela pertencerem todos os seres humanos.
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“Os fiéis são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica – radicada na sucessão apostólica – entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica: Esta é a única Igreja de Cristo (...) que o nosso Salvador, depois da sua ressurreição, confiou a Pedro para apascentar (cf. Jo 21,17), encarregando-o a Ele e aos demais Apóstolos de a difundirem e de a governarem (cf. Mt 28,18ss.); levantando-a para sempre como coluna e esteio da verdade (cf.1 Tm 3,15).

Algumas pessoas ao saber sobre o dogma afirma que de maneira nenhuma a salvacão acontece em outro lugar que não seja dentro dos muros da Igreja católica, o que não é verdade, outros podem se salvar pelos elementos católicos que lá estão...." As Igrejas que, embora não estando em perfeita comunhão com a Igreja Católica, se mantêm unidas a esta por vínculos estreitíssimos, como são a sucessão apostólica e uma válida Eucaristia, são verdadeiras Igrejas particulares. Por isso, também nestas Igrejas está presente e atua a Igreja de Cristo, embora lhes falte a plena comunhão com a Igreja católica, enquanto não aceitam a doutrina católica do Primado que, por vontade de Deus, o Bispo de Roma objetivamente tem e exerce sobre toda a Igreja.

As Comunidades eclesiais, invés, que não conservaram um válido episcopado e a genuína e íntegra substância do mistério eucarístico, não são Igrejas em sentido próprio. Os que, porém, foram batizados nestas Comunidades estão pelo Batismo incorporados em Cristo e, portanto, vivem numa certa comunhão, se bem que imperfeita, com a Igreja. O Batismo, efetivamente, tende por si ao completo desenvolvimento da vida em Cristo, através da íntegra profissão de fé, da Eucaristia e da plena comunhão na Igreja.”

(Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé. Declaração Dominus Iesus, de 6 de agosto de 2000, nsº 16-17)

“Os fiéis não podem, por conseguinte, imaginar a Igreja de Cristo como se fosse a soma – diferenciada e, de certo modo, também unitária – das Igrejas e Comunidades eclesiais; nem lhes é permitido pensar que a Igreja de Cristo hoje já não exista em parte alguma, tornando-se, assim, um mero objecto de procura por parte de todas as Igrejas e Comunidades.” (Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé. Declaração Mysterium Ecclesiae, in AAS 65, em 1973, nº 1)

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