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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Abuso contra a mulher, contra a Mãe.




Com os anos o pensamento coletivo humano está tomando moldes preocupantes.

Muitas bandeiras têm sido levantadas por ONGs socialistas (eu a meu ver, essas sim são entidades terroristas) para a inclusão da mulher em todas as áreas da sociedade.

Mas, como deveria ser um costume de todos, se pararmos para pensar um pouco e nos perguntarmos o porquê desta campanha, será que chegaremos à conclusão que o único motivo deste fervilhamento feminista é o simples bem estar e a promoção da mulher frente a uma sociedade “machista”?

Infelizmente não.


É fácil chegarmos a uma conclusão lógica para essa promoção.

Mulher ocupada (Com muitas responsabilidades) e bem sucedida (Financeiramente falando) não tem filhos.

A consideração acima pode parecer preconceituosa, mas não é.

Em conjunto com campanhas anticoncepcionais, abortivas e homossexuais, esta também tem a intenção de promover a redução da natalidade para fins de controle populacional (projetos esses promovidos pela ONU e financiados pelos EUA).


Trecho retirado do Site MSM.

No documento da ONU (Uma organização que esta na vanguarda das técnicas de destruição familiar) que se intitula "National Security Study Memorandum 200: Implications of Worldwide Population Growth for U.S. Security and Overseas Interests" (Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200: Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e os Interesses Externos dos Estados Unidos), classificado sob o código "NSSM 200", documento confidencial elaborado pela Casa Branca em 1974. O NSSM 200 diz:


"A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são particularmente importantes para a redução do tamanho da família. Para as mulheres, trabalhar fora de casa oferece um incentivo para se casarem e engravidarem mais tarde, e para terem menos filhos após o casamento. As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho da mulher fora do lar". (NSSM 200, pág. 151)


Com real intenção de controle populacional, sem que se tenha direito a escolha, mas usando de meios perniciosos, induzem a mulher e a sociedade em geral a crer que mulheres com muitos filhos, donas de casa, que deixam seus empregos para educar os filhos ou que não são também provedoras de rendas do seu lar são derrotadas.

Como a campanha pró homossexualismo, pro aborto e pró contraceptivos, esta também tem como intenção primeira a redução da fertilidade humana.

Todo o documento citado tem o teor de controle populacional, propondo, para efetivar este planejamento, a difusão do aborto como um direito humano, a promoção da homossexualidade, a introdução (meio que forçada) da mulher em cargos de importância, a propagação da idéia de que uma mulher que cuida da família é diminuída e etc. (Ta ai a Dilma que não me deixa mentir).

Isso é uma profunda covardia e vemos os efeitos destrutivos que esta mentalidade imposta causa a sociedade e a Família.

Os casamentos têm cada vez menos durabilidade e estabilidade, a juventude respeita cada vez menos as regras sociais que regem um bom convívio entre os indivíduos, e a mulher esta ficando gradativamente menos preparada para desempenhar um papel que só ela pode ter - Ser mãe. Tudo isso é o sintoma de que a família esta desmoronando.


Desta forma somos meros joguetes dos interesses das lideranças globais

Deixo claro que a mulher tem competência para ser ativa na sociedade conforme suas capacitações, só que isso deve dar-se de forma natural e não por meios tão burramente planejados e sem esquecer que o gênero humano continua precisando da Mulher-Mãe.

2 comentários:

  1. Mulher no mercado de trabalho, casando mais tarde, tendo menos filhos, casamento desfeito, a mulher menos preparada para ser mãe. E onde entra o homem em toda essa questão? É só a mulher que tem que se preparar para a maternidade? O gênero humano também continua precisando do Homem-Pai.

    Não defendo o feminismo e suas campanhas. A mulher deve sim ter tempo para os filhos, trabalhando ou não fora de casa. Mas o simples fato da mulher ser apenas dona de casa não é garantia de família estruturada. Olha-se muito o lado da mãe e esquece-se o papel do pai. Lembra-se muito que a mulher deve ser submissa e respeitar o marido, mas quase não se lembra que o marido deve amar e dar a vida pela mulher assim como Cristo pela Igreja.

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  2. Sharla, Acho que você não entendeu bem o contexto.
    Mujito é feito para a destruição da família. Por isso o insentivo ao homossexualismo e entre muitas outras coisas a infidelidade.
    Esta já não é novidade pra ninguém. A ideia de o homem pode ser infiel (o que acaba destruindo uma família também) não é nova. Basicamente tudas as cartas relacionadas as homens foram jogadas, no entanto verificou-se ser bem mais eficaz para a destruição de uma família fazer com que não se tenha filhos (Levando em conta que marido e mulher já são família).
    Outra coisa que é muito importante notar e de forma alguma podemos negar e a relação de ligação e dependência que a mãe tem com o filho. Portanto a família, que tem como objetivo a formação de um novo indivíduo, é impossível sem a mãe. Embora não seja o ideal e talvez também não seja o correto, outro homem pode ocupar facilmente o lugar de pai, mas o lugar da mãe é bem mais complicado.
    Quanto ao papel do homem, ninguém disse o contrário de você, so salientamos que sem a mãe não existe nova vida ou melhor, Sem mulher não existe mãe e sem mãe não existe nova vida.

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