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domingo, 30 de agosto de 2009

Ateísmo - a Ciência é onipotente?

Por Nilson Pereira dos Santos Júnior

O ateísmo é uma atitude que vai se difundindo em nossa sociedade, nem sempre sob a forma de militância anti-religiosa, mas freqüentemente como indiferentismo; dir-se-ia que o homem contemporâneo não precisa mais de Deus, pois consegue, mediante os avanços da ciência e da técnica, criar para si mesmo um bem-estar que lhe dá certa satisfação, tida como suficiente.

1 - Ciência e Fé são opostas?
A ciência é vista como a maior "inimiga" da religião, o que não é verdade. “Quaisquer que sejam as descobertas das ciências naturais, elas nunca contradirão a fé, já que no final das contas a verdade é uma só”. Ou, explicitando melhor, podemos dizer: “As verdades verdadeiras da fé e as verdades verdadeiras da ciência nunca se contradizem”.

Por que “verdades verdadeiras”? Porque houve “verdades” que não eram verdadeiras. Da parte da ciência temos como exemplo a “verdade” – que durou séculos – segundo a qual a terra era o centro do universo e o sol girava em redor dela e não o contrário. Da parte da fé, acreditou-se – por muitos séculos – que o mundo fora criado em 6 dias e que a terra tinha apenas 6 mil anos, com base em cálculos derivados de uma interpretação ao pé da letra do livro do Gênesis (não por determinação da Igreja).
O fundamento desse princípio é simples: tanto as verdades da fé como as verdades da ciência têm um único autor – Deus – que nunca se contradiz. Daí resulta uma conclusão importante tanto para o cientista como para o teólogo: ninguém deve ter medo da verdade, porque a verdade é de Deus, ou melhor dizendo, Deus é a verdade.

2 – As competências da ciência e da fé

“Compete às ciências naturais explicar como a árvore da vida em particular continua crescendo, e como novos ramos brotam dela. Esta não é uma questão para a fé”. A evolução busca entender e descrever os desenvolvimentos biológicos, ao passo que a fé tenta explicar de onde vem o “projeto” do ser humano, a origem e a natureza particular dele. A evolução situa-se no campo da ciência experimental ou empírica; a fé, no campo da filosofia ou da metafísica e da religião.

Enumerarei alguns pontos que não podem ser sistematizados pela ciência.

A Ciência não pode determinar crenças éticas: A ciência não tem como avaliar com métodos científicos o que é ou não ético, pois isto não se pode equacionar numa conta com números. O que Hitler fez com os "Campos de Concentração" era algo maligno, e isso não se pode ser provado pela ciência.

A ciência não pode determinar nada em questões metafísicas: o homem tem várias necessidades que vão além do campo material, e que sem elas ele se sente incompleto, necessidades que não se determinam com contas matemáticas, ou pela herança genética.

A ciência não pode se auto-justificar: A ciência não pode se auto-explicar, isso seria peticismo. A ciência é o método que explica alguma coisa, mas esse método não pode se auto-explicar. A ciência, muitas vezes, usa seu potencial para o mal e deixa de lado sua verdaderia face, que é unir-se a fé e trabalharem para o bem da humanidade, isso que faz muitas vezes elas parecerem opostas.

Segue abaixo um pequeno debate sobre a "Onipotência" da ciência.

sábado, 29 de agosto de 2009

PROTESTANTES ACEITAM ENCÍCLICA PAPAL

56 personalidades assinam uma mensagem de apoio à encíclica


Por Inma Álvarez

WASHINGTON, sexta-feira, 28 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Cinquenta e seis personalidades do mundo protestante evangélico norte-americano, entre professores universitários, editores de imprensa e representantes de diversas instituições, assinaram, em 27 de julho passado, uma mensagem de apoio à última encíclica do Papa Bento XVI, Caritas in Veritate.

Nesta declaração, titulada Doing the Truth in Love (Fazendo a Verdade no Amor), à qual ZENIT pôde ter acesso, os signatários “aplaudem” o texto e pedem “aos cristão de todas as partes, e especialmente a nossos membros evangélicos no Norte global”, que a leiam e se sensibilizem com ela.

Também apelam a todos os cristãos a um “sério diálogo” sobre as propostas da encíclica.

Os signatários felicitam especialmente “a forma como esta encíclica considera o desenvolvimento econômico em termos da trajetória do verdadeiro florescimento humano”.

Coincidem em pedir com ela “uma nova visão do desenvolvimento que reconheça a dignidade da vida humana em sua plenitude, o que supõe a “preocupação pela vida desde a concepção até a morte natural, pela liberdade religiosa, pelo alívio da pobreza, e pelo cuidado da criação”.

Particularmente, mostram seu acordo com o conceito de “desenvolvimento humano integral” e sua visão do fenômeno da globalização.

“Afirmamos com esta encíclica que a globalização deve converter-se em um processo de integração centrado na pessoa e orientado à comunidade”, assinala o texto.

Também apreciam que a Caritas in Veritate não entre em uma análise simplificadora da polarização entre o livre mercado e a excessiva intervenção estatal, mas que enquadre a economia dentro das relações humanas e, portanto, sujeita à normas morais.

“A vida econômica não é amoral ou autônoma. As instituições econômicas, inclusive os próprios mercados, devem estar marcados por relações internas de solidariedade e confiança”.

Apoiam também a “ênfase da Caritas in Veritate na empresa social, ou seja, no esforço do negócio guiado por um princípio mutualista que transcende a dicotonomia do lucro sim, lucro não”.

“Em termos mais gerais, motivamos os evangélicos a considerar o convite do Papa Bento XVI de refletir sobre quem deve ser considerado agente empresarial e sobre o significado moral do investimento”.

Contudo, sentem falta na encíclica “de uma crítica mais forte para com a elevação do dinheiro a um estado de idolatria e o predomínio atual resultante dos mercados financeiros sobre outros elementos da economia mundial”.

Por último, apoiam a preocupação da encíclica com a decadência dos sistemas de segurança social, com o cada vez menor poder dos sindicatos e a pressão de uma mobilidade trabalhista socialmente destrutiva.

Também coincidem no temor ante o “crescimento de um Estado de bem-estar arrogante, que degrada o pluralismo social e cívico. Portanto, estamos de acordo em que a subsidiariedade e a solidariedade devem andar juntas, como propõe a Caritas in Veritate”. Não “mais Estado” mas “melhor Estado”.

“Com a Caritas in Veritate, nos comprometemos a não ser vítimas da globalização, mas seus protagonistas, trabalhando pela solidariedade global, a justiça econômica e o bem comum, como normas que transcendem e transformam os motivos do benefício econômico e do progresso tecnológico”, conclui a mensagem.

fONTE:http://www.zenit.org/article-22503?l=portuguese

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

10 Anos de Falecimento do DOM


Décimo-primeiro filho de João Eduardo Torres Câmara Filho jornalista, crítico teatral e funcionário de uma firma comercial e da professora primária Adelaide Pessoa Câmara, desde cedo manifestou sua vocação para o sacerdócio.
Ingressou no Seminário Diocesano de Fortaleza em 1923, o Seminário da Prainha de filosofia e teologia. Foi ordenado padre no dia 15 de agosto de 1931, em Fortaleza, aos 22 anos de idade, com autorização especial da Santa Sé, por não possuir a idade mínima exigida. No mesmo ano, fundou a Legião Cearense do Trabalho e em 1933, a Sindicalização Operária Feminina Católica, que congregava as lavadeiras, passadeiras e empregadas domésticas. Atuou na área da educação, participando de políticas governamentais do estado do Ceará na área da educação pública. Foi nomeado diretor do Departamento de Educação do Ceará. Para aprofundar seus estudos nesta área, foi transferido em 1936 para a cidade do Rio de Janeiro, então capital da república. Aí dedicou-se a atividades apostólicas. Foi Diretor Técnico do Ensino da Religião.
Neste período, sente-se atraído pela Ação Integralista Brasileira, que propunha o resgate dos valores de "Deus, Pátria e Família". Entretanto, afastou-se de qualquer compromisso político-partidário ao perceber as implicações ideológicas desta opção.
No Rio de Janeiro, teve como diretor espiritual o Pe. Leonel Franca, criador da primeira universidade católica do Brasil - a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. No período pós-guerra, fundou a Comissão Católica Nacional de Imigração, para apoio à imigração de refugiados.
Foi nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro no dia 3 de março de 1952. Foi ordenado bispo, aos 43 anos de idade, no dia 20 de abril de 1952, pelas mãos de Dom Jaime Cardeal de Barros Câmara, Dom Rosalvo Costa Rego, Dom Jorge Marcos de Oliveira.
Foi um grande promotor do colegiado dos bispos e da renovação da Igreja Católica, fortalecendo a dimensão do compromisso social. Em 1950, D. Hélder entrou em contato com o Monsenhor Giovanni Batista Montini, então subsecretário de estado do Vaticano e futuro papa Paulo VI, que o apoiou e conseguiu a aprovação, em 1952, para a criação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, com sede no palácio arquiepiscopal do Rio de Janeiro. Nesta instituição, exerceu a função de secretário geral até 1964. O mesmo Mons. Montini apoiou a criação do Conselho Episcopal Latino-Americano - CELAM, fundada em 1955, com sede em Bogotá. A fundação ocorreu na Primeira Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano realizada no Rio de Janeiro, tendo D. Hélder como articulador. Ele viria a participar das conferências gerais do CELAM como delegado do episcopado brasileiro, até 1992: além da conferência do Rio de Janeiro, esteve presente na Segunda Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano (Medellín, 1968), na Terceira Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano (Puebla, 1979) e na Quarta Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano (Santo Domingo, 1992).
Sua capacidade de articulação torna realidade o XXXVI Congresso Eucarístico Internacional, em 1955, no Rio de Janeiro, que contou com a presença de cardeais e bispos do mundo inteiro.
Em 1956, fundou a Cruzada São Sebastião, com a finalidade de dar moradia decente aos favelados. Desta primeira iniciativa, outros conjuntos habitacionais surgiram. Em 59, fundou o Banco da Providência, cuja atuação se desenvolve no atendimento a pessoas que vivem em condições miseráveis.
Teve participação ativa no Concílio Ecumênico Vaticano II: foi eleito padre conciliar nas quatro sessões do concílio. Foi um dos propositores e signatários do Pacto das Catacumbas, um documento assinado por cerca de 40 padres conciliares no dia 16 de novembro de 1965, nas catacumbas de Domitila, em Roma, durante o Concílio Vaticano II, depois de celebrarem juntos a Eucaristia. Este pacto teve forte influência na Teologia da Libertação.
Diante da conturbada situação sociopolítica nacional, a divergência de posições com Cardeal Dom Jaime Câmara torna difícil sua permanência no Rio de Janeiro. No dia 12 de março de 1964 foi designado para ser arcebispo de Olinda e Recife, Pernambuco, múnus que exerceu até 2 de abril de 1985. Instituiu um governo colegiado nesta diocese, organizada em setores pastorais. Criou o Movimento Encontro de Irmãos, o Banco da Providência e a Comissão de Justiça e Paz daquela diocese. Forteleceu as comunidades eclesiais de base.
Estabeleceu uma clara resistência ao regime militar. Tornou-se líder contra o autoritarismo e pelos direitos humanos. Nâo hesitou em utilizar todos os meios de comunicação para denunciar a injustiça. Pregava no Brasil e no exterior uma fé cristã comprometida com os anseios dos empobrecidos. Foi perseguido pelos militares por sua atuação social e política, sendo acusado de comunismo. Foi chamado de "Arcebispo Vermelho". Foi-lhe negado o acesso aos meios de comunicação social após a decretação do AI-5, sendo proibido inclusive qualquer referência a ele. Desconhecido da opinião pública nacional, fez frequentes viagens ao exterior, onde divulgou amplamente suas idéias e denúncias de violações de direitos humanos no Brasil. Foi adepto e promotor do movimento de não-violência ativa.
Em 1984, ao completar 75 anos, apresentou sua renúncia. Em 15 de julho de 1985, passou o comando da Arquidiocese a Dom José Cardoso Sobrinho. Continuou a viver em Recife, nos fundos da Igreja das Fronteiras, onde vivia desde 1968.
Em fevereiro de 2008 foi encaminhado à Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano, o pedido de beatificação de D. Hélder pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP), vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O Regional Nordeste 2 da CNBB, a arquidiocese de Olinda e Recife, o Instituto Dom Hélder Câmara (IDHeC) e a Universidade Católica de Pernambuco estão promovendo a comemoração do centenário de Dom Hélder, a ser celebrado em 7 de fevereiro de 2009. O objetivo é manter viva a sua memória e a sua luta pela solidariedade e justiça social.
PS do BLOG: assistam o DVD O SANTO REBELDE.

CÂMARA APROVA ESTATUTO DA IGREJA CATÓLICA

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. O documento prevê a instrução religiosa facultativa nas escolas públicas brasileiras de ensino fundamental e permite que alterações sejam feitas a partir de negociação direta entre o governo brasileiro e o Vaticano.

O Projeto de Decreto Legislativo 1.736/09 aprova o acordo internacional, mas determina que passe pelo Congresso qualquer alteração no documento que acarrete encargos ou compromissos contra o patrimônio nacional.

A votação avançou mediante acordo para determinar regime de urgência para o Projeto de Lei 5598/09, do deputado George Hilton (PP-MG), que regulamenta o direito constitucional de livre exercício de crença e cultos religiosos.

O projeto de decreto legislativo segue agora para análise do Senado.

Estatuto

Entre outros temas, o texto estabelece um compromisso do Brasil em destinar espaços para fins religiosos no plano diretor das cidades. Também fica determinado que a atuação de ministros ordenados e fiéis consagrados não geram vínculo empregatício com as dioceses ou institutos religiosos em que exerçam a atividade religiosa.

O acordo foi assinado pelo Brasil com a Santa Sé em novembro do ano passado. O projeto foi aprovado no último dia 12 na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara.

PS do Blog : Retirando os parlamentares protestantes, qual o deputado q teria coragem de votar contra ? sabendo que a maioria do povo é catolica e isso irá sem sombras de dúvidas influenciar nas eleições em 2010, quem votaria contra a Igreja ??? Bom para a Igreja e para o povo que agora tem fins garantidos por lei, ao menos nao estamos na mao de chavismo e fidelistas nem de nazistas que a qualquer momento possam declarar o fechamento de instituições. Parabéns a Igreja, parabéns ao povo de Deus

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Promiscuidade em Nome de Deus! Exército das Sensuais do Senhor!

Promiscuidade em Nome de Deus!

Segue abaixo um pequeno trecho retirado de um blog na web, onde é divulgada a campanha “ Namorar para Salvar. Apenas nos responsabilizamos com os grifos. No final da página contém a fonte do texto.

BEM-VINDO À MISSÃO NAMORAR PARA SALVAR!

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Olá, meu nome é Tamara! Como você provavelmente sabe, eu sou uma mulher cristã que ama Jesus Cristo e se importa com todos os seres humanos, mesmo os ímpios. O que você provavelmente não sabe é que sou sensual. Quero usar a minha beleza para o serviço da obra de Deus, e quero incentivar as mulheres cristãs (minhas irmãs em Cristo) a fazer o mesmo, a fim de cumprir a Grande Comissão. “Namorar para Salvar Pessoas do Inferno.”
APELO A TODOS AS MULHERES SENSUAIS DO SENHOR!

Eu criei esta página na web para obter informações relativas à convocação de irmãos que desejam ser missionários namoradores. Primeiro de tudo, quero ajudar você a desenvolver um visual atraente. A palavra de Deus diz: Romanos 12:1 - “ROGO-VOS, pois, irmãos, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo”. Desde que nossos corpos são o templo do Espírito Santo (1 Coríntios. 6:19), faz sentido que devamos usar nossos lindos corpos para glorificar o nome Dele através do namoro, e o Espírito Santo fará o resto uma vez que Ele é a parte mais forte em nós, certo? Essa é a melhor maneira de começar o trabalho!

Queremos não só pegar caras fogosos (como só poderiam fazer direito meninas crentes sensuais), mas espero que possamos levá-los a Deus e ajudá-los a obter a salvação. Eu já organizei algumas dicas para ajudar você a começar, passo a passo. Jesus está salvando através do contato intimo com caras do mundo!

Além disso, se você acredita neste ministério evangelístico através do namoro e sentir-se inclinado a apoiá-lo, tenho algumas camisetas e outros materiais que você pode começar a usar e demonstrar o seu apoio. Fale com o Jeff, Ele Foi o nosso terceiro missionário namorador.” Nós não estamos mais namorando, mas Jesus segue amando-o.” “

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Vejam, caríssimos, até onde a “Sola Scriptura” pode levar.

Não me alongarei neste assunto, deixo que a racionalidade de vocês faça o julgamento correto.

Mat VII, 15-16 "Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores, pelos seus frutos os conhecereis"

II Tim 3, 5 "Ostentarão a aparência de piedade, mas desdenharão a realidade. Dessa gente, afasta-te!"

Luc XXI, 8 "Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em MEU NOME"

Mat XXIV, 11-12 "Levantar-se-ão muitos falsos profetas e seduzirão a muitos. E, ante o progresso crescente da iniqüidade, a caridade de muitos esfriará"

II Cor XI, 13-15
"Esses tais são falsos apóstolos, operários desonestos, que se disfarçam em apóstolos de Cristo, o que não é de espantar. Pois, se o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz, parece bem normal que seus ministros se disfarcem em ministros de justiça, cujo fim, no entanto, será segundo as suas obras"

Vale lembrar:

"Recomendo-vos, irmãos, que tomeis cuidado com os que produzem divisões contra a doutrina que aprendestes. Afastai-vos deles" (Rm 16, 17)

Fonte do texto retirado: http://plugadoscomdeus.blogspot.com/2008/11/nova-moda-evangelical-prostitutas-para.html

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Santa Teresa de Jesus

Santa Teresa nasceu em Ávila, Espanha, em 1515. Seu nome era Teresa de Cepeda Y de Ahumada. Foi grande amiga do seu conselheiro espiritual São João da Cruz, também doutor da Igreja, místico e reformador da parte masculina da Ordem carmelita. Por meio de contatos místicos e com a orientação de São João da Cruz, iniciou aos 40 anos de idade, com saúde abalada, a reforma do Carmelo feminino. Começou pela fundação do Carmelo de São José, fora dos muros de Ávila. Daí partiu para todas as direções da Espanha, criando novos Carmelos e reformando os antigos. Provocou com isso muitos ressentimentos por parte daqueles que não aceitavam a vida austera que propunha para o Carmelo reformado. Chegou a ter temporariamente revogada a licença para reformar outros conventos ou fundar novas casas.
Santa Teresa foi também mestra de muitos místicos e manteve correspondência com o rei Felipe II da Espanha e personagens ilustres da sua época. São suas essas palavras : “Teresa sem a graça de Deus é uma pobre mulher, com a graça de Deus uma força; com a graça de Deus e muito dinheiro, uma potência “. Por solicitação do seu confessor escreveu a história da sua vida, um livro de confissões.
Desde a sua infância S. Teresa mostrou um temperamento exuberante. Aos sete anos fugiu de casa para procurar o martírio na África. S. Teresa deixou-nos várias obras, principalmente escritas para as suas filhas do Carmelo : “O Caminho da Perfeição”, “Pensamentos sobre o Amor de Deus”, “Castelo Interior”, "A Vida"..
Morreu em Alba de Tormas na noite de 15 de outubro de 1582 aos 67 anos, e em 1622 foi proclamada santa. No dia 27 de setembro de 1970 o Papa Paulo VI reconheceu-lhe o título de Doutora da Igreja. Sua festa litúrgica é no dia 15 de outubro.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A Igreja Católica - Infalivel e Santa.

Por Nilson Pereira dos Santos Júnior

Em tempos de relativismo religioso, onde cada vez mais a doutrina da Igreja é desprezada e ignorada, torna-se um desafio pregar a doutrina de Cristo e de sua Igreja. Mas isto não deve nos amedrontar, pois a verdade nunca perecerá.

A Igreja e o Cristo.

"Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da Verdade!" (1Tm 2,4)

Para o Apóstolo Paulo chegar à salvação é o mesmo que "chegar ao conhecimento da verdade". É essa verdade (a sã Doutrina) que Jesus confiou aos apóstolos, e lhes incumbiu de ensinar a todas as nações, que leva a salvação.

Antes de voltar ao Céu, na Ascensão, Jesus disse aos Apóstolos (à Igreja):

"Toda autoridade me dada no céu e na terra. Ide pois, e ensinai a todas as nações... Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi"(

Mt 28,20).

Jesus envia a Igreja, a "ensinar a todas as nações" a Sua doutrina. Deus ainda nos Deu a graça para que esta missão seja cumprida: "Eis que estarei convosco todos os dias até o fim do mundo"(Mt 28,20).

Jesus está no seio de sua Igreja! Dizer que a Igreja desvirtuou o caminho da salvação é dizer acima de tudo que Jesus abandonou a sua Igreja, que Ele não cumpriu a sua promessa. Mas isto jamais, Jesus é fiel a sua Igreja, pois a ama: "Cristo amou a Igreja e se entregou por ela" (Ef 5,25).

Voltando ao Apóstolo Paulo, ele diz ao seu discípulo fiel

:

"A Igreja é a coluna e o sustentáculo da verdade".(2Tm 2,4).

Dizer isto é o mesmo de dizer que sem a Igreja a verdade se esfacela, e junto com a verdade se esfacela os ensinamentos de Cristo. É o mesmo que dizer que a Igreja é infalível, através de seu Magistério.

"Quando,pelo Magistério supremo, a Igreja propõe alguma coisa a crer como sendo revelada por Deus, e como ensinamento de Cristo, é preciso aderir na obediência da Fé a tais definições. Esta tem a mesma extensão da revelação Divina".(Lg 25)

S. Clemente de Alexandria (†215), mártir:

"Assim como a vontade de Deus é um ato e se chama mundo, assim também sua intenção é a salvação dos homens, e se chama Igreja" (Paed, 1,6

Por isso é possível afirmar : Não existe portanto ninguém, e nenhuma outra instituição, fora da Igreja Católica, que detenha a verdade Infalível, em matéria de Fé e Moral.

Todas estas passagens mostram a importância da verdade, a qual vivida, liberta de todo mal e salva. É essa verdade que Jesus garantiu a Igreja ensinar até o fim do mundo sem erro. E o nosso Catecismo afirma com todas as letras:

851. O motivo da missão. É ao amor de Deus por todos os homens que, desde sempre, a Igreja vai buscar a obrigação e o vigor do seu ardor missionário: «Porque o amor de Cristo nos impele...» (2 Cor 5, 14) (348). Com efeito, «Deus quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tm 2, 4). Deus quer a salvação de todos, mediante o conhecimento da verdade. A salvação está na verdade. Os que obedecem à moção do Espírito da verdade estão já no caminho da salvação. Mas a Igreja, à qual a mesma verdade foi confiada, deve ir ao encontro dos que a procuram para lha levar. É por acreditar no desígnio universal da salvação que a Igreja deve ser missionária.

São Cipriano (†258) – Bispo de Cartago:

"A Esposa de Cristo não pode adulterar, é fiel e casta. Aquele que se separa dela saiba que se junta com uma adúltera, e que as promessas da Igreja já não o alcança. Aquele que abandona a Igreja não espere que Jesus Cristo o recompense, é um estranho, um proscrito, um inimigo. Não pode ter Deus por Pai no céu quem não tem a Igreja por mãe na terra".

Na noite memorável em que Jesus proferia suas mais importantes promessas, para em seguida sofrer, por amor a ela, a sua dolorosa Paixão, Jesus disse aos seus Apóstolos:

"Disse-vos estas coisas enquanto estou convosco. Mas o Advogado, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos À TODAS AS COISAS, e vos recordará TUDO o que vos tenho dito." (Jo 14, 25-26)

Que garantia maior de infalibilidade Jesus poderia ter dado a Igreja do essa Promessa de que o Espírito Santo "ensinar-vos à todas as coisas, e vos recordará tudo o que vos prescrevi" ?

A Igreja é infalível por ser uma intituição divina e mesmo os pecados dos teus filhos não lhe tiram da condição de Sacramento Universal da humanidade:

"A Igreja é santa, mesmo tendo pecadores em seu seio, pois não possui outra vida senão a da graça: é vivendo de sua vida que seus membros se santificam; é subtraindo-se à vida dela que caem nos pecados e nas desordens que impedem a irradiação da santidade dela. É por isso que ela sofre e faz penitência por essas faltas, das quais tem o poder de curar seus filhos, pelo sangue de Cristo e pelo dom do Espírito Santo."

(SPF 19 / CIC §827).

O apóstolo Paulo já previa os tempos atuais:

"Porque virá tempos em que os

homens já não suportarão a sã doutrina da Salvação. E apartarão para si falsas doutrinas de falsos profetas.(2Tm 4,3)"

"Mesmo dentre vós surgirão de surgir homens

que professarão doutrinas perversas.(At 20,30)"

"Não há dois evangelhos: Há pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem derrubar o Evangelho de Cristo. Se alguem – um ser humano ou um anjo baixado do Céu- lhes apresentarem um Evangelho diferente do que vós conheceis que seja ele ignorado, e se vos apresentarem uma doutrina diferente da que vós conheceis que seja tida como maldita!" (Gl 1 7-10)

Assim como há um só Deus há uma só fé e um só batismo.( Ef 4,5)


Não se pode receber de si mesmo a autoridade de anunciar a Cristo:
CIC 875:
"Ninguem pode dar a si mesmo o mandato de anunciar o Evangelho. O enviado do Senhor fala e age não por autoridade própria, mas em virtude da autoridade de Cristo!"

Como Então a Igreja poderia se enganar? Para aceitar o Protestantismo, que negou "Quinze Séculos" de caminhada da Igreja, guiada dia a dia pelo Espírito Santo, a Igreja teria de reconhecer em Cristo a mentira!

O bom Católico, o Católico fiel e convicto, não pode duvidar de nada que a Santa Igreja Católica ensina. São maus filhos da Igreja aqueles que discordam dos seus ensinamentos oficiais. Discordar da Igreja nesses pontos é o mesmo que Discordar do próprio Cristo.

Reflexão

“Sejamos sinceros: por que ainda não renovamos a sociedade? Porque ainda não temos aquela força que arrasta?
Falta-nos a fé, uma fé vibrante! Vivemos pouco de Deus e muito do mundo! Vivemos uma vida espiritual tísica, falta aquela verdadeira vida de fé e de Cristo em nós, que implica toda uma aspiração da verdade e do progresso social, que abrange tudo e todos e chega até os mais humildes operários. Falta-nos uma fé que faz da vida um apostolado vibrante em favor dos excluídos e dos oprimidos, como é toda a vida e o evangelho de Jesus Cristo.”


São Luis Orione


terça-feira, 18 de agosto de 2009

Apostolado Shemá - a serviço da Igreja Católica.


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Caríssimos leitores, este é um vídeo com um breve resumo das graças alcançadas nesse curto peíodo de 6 meses do Apostolado Shemá.

Obrigado a Todos os leitores, seguidores e comentaristas, e acima de tudo, obrigado Deus pelos frutos colhidos.

Que Deus continue derramando suas bençãos para que o nosso trabalho se multiplique, Amém!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Trabalhar procurando só a Deus

Ontem eu estava na casa de um bom padre e lá bati os olhos nestas palavras: Deus só!
Naquele momento meu olhar estava cheio de cansaço e minha mente repleta de jornadas exaustivas e dolorosas como tinha sido o dia de ontem; sobre aquele torvelinho de angustias e o zumbido confuso de tantos suspiros, parecia que a voz suave e amiga do meu anjo da guarda me viesse sussurrando: Deus só, ó alma desolada, Deus só!
Sobre o beiral de uma janela estava um vaso de flores; mais a frente estavam uns padres piedosos meditando e, mais para frente ainda um crucifixo, um crucifixo querido que me recordava anos belos e inesquecíveis; meu olhar cheio de dor foi se acabando lá aos pés do Senhor. Parecia que a minha alma ressurgisse e que uma voz de paz e de conforto descesse do Coração traspassado de Cristo e me convidasse a voar para o alto, a entregar para Deus minhas penas e rezar!
Silêncio doce e cheio de paz!... E no silêncio as palavras: Deus só!
Eu ia repetindo para mim mesmo: Deus só! Sentia uma atmosfera benéfica e calma inundando minha alma!... E foi então que vi dentro de mim as razões das angústias presentes: vi que ao invés de buscar no meu trabalho agradar só a Deus, eram anos e anos que eu andava mendigando os louvores humanos, vivia numa procura constante, num afadigar-se incessante querendo encontrar quem me visse, quem me aplaudisse... e concluí comigo mesmo: tenho que começar vida nova, vida nova agora mesmo: trabalhar buscando só a Deus, Deus só!

São Luis Orione

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Bento XVI e sua análise sobre o Marxismo

Do Livro: Jesus de Nazaré; Ratzinger, Joseph; pág.: 45. Ed.: Planeta, Brasil – 2007.

A Segunda historia do pão aponta já para a terceira e e preparação para ela: a Ultima Ceia se torna Eucaristia da Igreja e o permanente milagre do pão de Jesus. Jesus mesmo se tornou o grão de trigo que deve morrer para que de muitos frutos (Jo 12.24). Ele mesmo se tornou o pão para nos e esta multiplicação dos paes e essa multiplicação dos paes dura ate o fim dos tempos inesgotavelmente. Assim compreendemos agora a palavra de Jesus, que ele retirou do Antigo Testamento (Dt, 8.3), para com ela repelir o tentador: “O homem não vive só de pão mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4,4). A este respeito há uma expressão do Jesuíta alemão Alfed Delp que foi condenado a morte pelo Nazistas: “O pão e importante, a liberdade e mais importante, mas o mais importante de tudo e a adoração”.

Onde esta ordem dos bens não for respeitada, mas invertida, não haverá nenhuma justiça, não haverá mais cuidado com os homens que sofrem; mas precisamente ai o domínio dos bens materiais será desordenado e destruído. Onde Deus e considerado uma grandeza secundaria, onde pode ser deixado de lado por algum tempo, ou por todo o tempo por causa de coisas mais importantes, ai precisamente fracassam essas coisas pretensamente mais importantes. Não e só o desfecho negativo da experiência marxista que o demonstra.

A ajuda do Ocidente para o desenvolvimento com base em princípios puramente técnicos e materiais – que não só deixa Deus de lado, mas obriga o homem a d’Ele se afastar com o orgulho de saber fazer melhor – foi precisamente esse tipo de ajuda que criou o terceiro mundo no sentido que hoje se entende. Esta “ajuda” empurrou para o lado as estruturas religiosas, morais e sociais e instaurou no vazio a sua mentalidade tecnológica. Ela julgava poder transformar pedras em pão, mas gerou pedras em vez de pão. Trata-se do primado de Deus. Trata-se de O reconhecer como realidade, como realidade sem a qual nada pode ser bom. A historia não pode ser regulada longe de Deus por estruturas puramente materiais. Se o coração do homem não for bom então nada pode tornar-se bom. E a bondade do coração só pode, em ultima instancia, vir daquele que e bom, que e o bem em si mesmo.

Abuso contra a mulher, contra a Mãe.




Com os anos o pensamento coletivo humano está tomando moldes preocupantes.

Muitas bandeiras têm sido levantadas por ONGs socialistas (eu a meu ver, essas sim são entidades terroristas) para a inclusão da mulher em todas as áreas da sociedade.

Mas, como deveria ser um costume de todos, se pararmos para pensar um pouco e nos perguntarmos o porquê desta campanha, será que chegaremos à conclusão que o único motivo deste fervilhamento feminista é o simples bem estar e a promoção da mulher frente a uma sociedade “machista”?

Infelizmente não.


É fácil chegarmos a uma conclusão lógica para essa promoção.

Mulher ocupada (Com muitas responsabilidades) e bem sucedida (Financeiramente falando) não tem filhos.

A consideração acima pode parecer preconceituosa, mas não é.

Em conjunto com campanhas anticoncepcionais, abortivas e homossexuais, esta também tem a intenção de promover a redução da natalidade para fins de controle populacional (projetos esses promovidos pela ONU e financiados pelos EUA).


Trecho retirado do Site MSM.

No documento da ONU (Uma organização que esta na vanguarda das técnicas de destruição familiar) que se intitula "National Security Study Memorandum 200: Implications of Worldwide Population Growth for U.S. Security and Overseas Interests" (Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200: Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e os Interesses Externos dos Estados Unidos), classificado sob o código "NSSM 200", documento confidencial elaborado pela Casa Branca em 1974. O NSSM 200 diz:


"A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são particularmente importantes para a redução do tamanho da família. Para as mulheres, trabalhar fora de casa oferece um incentivo para se casarem e engravidarem mais tarde, e para terem menos filhos após o casamento. As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho da mulher fora do lar". (NSSM 200, pág. 151)


Com real intenção de controle populacional, sem que se tenha direito a escolha, mas usando de meios perniciosos, induzem a mulher e a sociedade em geral a crer que mulheres com muitos filhos, donas de casa, que deixam seus empregos para educar os filhos ou que não são também provedoras de rendas do seu lar são derrotadas.

Como a campanha pró homossexualismo, pro aborto e pró contraceptivos, esta também tem como intenção primeira a redução da fertilidade humana.

Todo o documento citado tem o teor de controle populacional, propondo, para efetivar este planejamento, a difusão do aborto como um direito humano, a promoção da homossexualidade, a introdução (meio que forçada) da mulher em cargos de importância, a propagação da idéia de que uma mulher que cuida da família é diminuída e etc. (Ta ai a Dilma que não me deixa mentir).

Isso é uma profunda covardia e vemos os efeitos destrutivos que esta mentalidade imposta causa a sociedade e a Família.

Os casamentos têm cada vez menos durabilidade e estabilidade, a juventude respeita cada vez menos as regras sociais que regem um bom convívio entre os indivíduos, e a mulher esta ficando gradativamente menos preparada para desempenhar um papel que só ela pode ter - Ser mãe. Tudo isso é o sintoma de que a família esta desmoronando.


Desta forma somos meros joguetes dos interesses das lideranças globais

Deixo claro que a mulher tem competência para ser ativa na sociedade conforme suas capacitações, só que isso deve dar-se de forma natural e não por meios tão burramente planejados e sem esquecer que o gênero humano continua precisando da Mulher-Mãe.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Aquecimento Global. Pura farsa. Ultima Parte.




Este texto, como já deixei claro, não tem o intuito de converter todos os pensamentos da humanidade em um total descrédito aos problema relacionados ao meio-ambiente. Os problemas existem sim, mas não são inreversíveis, apocalípiticos ou cataclísmicos, como querem fazer acreditar algumas entidades ativistas pro-terra anti-seres humanos.

Não podemos, quanto seres dominantes (isso é um fato) nos minimizarmos desta forma. Alguns afirmam que é questionável a ideia de que o ser humano é o ser dominante na terra. No entanto esses são os mesmos (geralmente) que afirmam que é o ser humano o responsável pelos problemas climáticos globais. Hora, isso é um tento quanto contraditório. Como poderia o homem ser tão responsável e ao mesmo tempo não ser tão importante?

Pois essa ideia quer implantar em nosso pensamento que uma terra sem seres humanos, ou pelo menos com seres humanos "selecionados" (o que não difere muito da ideia de Hitler e outros modelos totalitários) seria muito mais funcional e correta.


Nesta linha de pensamento Feder adverte:


Embora muitos alarmistas do aquecimento global se contentem apenas em repelir a revolução industrial, e outros favoreçam o fim da civilização por meio de uma redução gradual da população (a nível mundial, os índices de fertilidade caíram em 50% no século passado, mas eles continuam com sua propaganda de uma explosão populacional), outros são mais ambiciosos.

O ódio para com a humanidade sempre esteve por trás da agenda da esquerda. Os filósofos do Iluinismo odiavam a humanidade porque nossa natureza não queria se adaptar às idéias utópicas deles.

Os marxistas nos odiavam porque éramos animais egoístas que estupidamente se recusavam a adotar o socialismo científico. Ah, o mau uso da ciência.

Uma geração anterior de ecologistas nos odiava por poluir, por saquear as florestas virgens com arranhacéus e shopping centers, por não permitir que eles contemplassem a natureza original de suas casas de férias.

Os ativistas de direitos dos animais nos odeiam por dominar outras espécies

E os alarmistas do aquecimento global nos odeiam por ter filhos, por não dirigir carros híbridos, por destruir a camada de ozônio com emissões de C02, por tornar a vida de pingüins e ursos polares miseráveis e de acordo com o cenário de pesadelo que eles pintam - por acabar fazendo a Terra inabitável.

Daí, a conclusão inevitável: O mundo ficaria melhor se todos nós estivéssemos mortos.

"Considerando o desaparecimento total e absoluto do homo sapiens, então não só a comunidade de vida da Terra continuaria a existir, mas com toda a probabilidade, seu bem estar melhoraria. Em resumo: nossa presença não é necessária", comenta Paul Taylor em "Respeito pela Natureza, uma Teoria de Ética Ambiental".

"Não temos problemas em princípio com seres humanos reduzindo seus números matando uns aos outros. É um excelente jeito de extinguir os seres humanos", disse uma criatura porta-voz da Frente de Liberação Gaia.

"Os seres humanos, como espécie, não são mais valiosos do que uma lesma", declarou john Davis, editor da revista Earth First (Em Primeiro Lugar, a Terra).

No livro "O Mundo Sem Nós", Alan Weisman celebra o que ele vê como a extinção inevitável da humanidade, à medida que as florestas e os animais selvagens reivindicam nossas cidades.

Há até um Movimento Voluntário da Extinção Humana (MVEH), que se descreve como "a alternativa humanitária aos desastres humanos". O MVEH explica que "a alternativa promissora para a extinção de milhões de espécies de plantas e animais é a extinção voluntária de uma espécie! Homo sapiens... nós".


Percebe-se aqui as intenções e a soluções propostas por essa mentalidade. Quem se habilita em tirar sua própria vida para ajudar na causa da terra?

Don Feder Conclui que embora haja extremistas e amenos na situação deste terrorismo velado, o resultado final de ambos é um só, a morte de boa parte da população mundial. E afirma:

Mas em vez de terem a decência de simplesmente se matarem (Feder refere-se ao ativistas e principalmente ao MVEH), eles sentem necessidade de deixar uma mensagem - como as pobres caras insociáveis que foram a um shopping center com um rifle para ver quantos inocentes eles poderiam levar junto com eles.

Se você vir AI Gore num shopping center com o que parecer um rifle corra.


Feder trata essa ultima parte com um bom humor sarcástico, mas esta situação é bem séria. Acusam o ser humano de ser como praga. Como afirmou o agente Smith em MATRIX, (Pra quem viu. E pode acrescenta essa cena como mais uma para a coleção de mídias que nos empurram essa ideia perniciosas garganta abaixo.), o ser humano se enquadraria como vírus e não mamífero, pois consome todos os recursos de uma área e se transfere para outra. Seria mesmo verdade? Como explicar a residência fixa do homem durante séculos, deixando de ser andarilho e estabelecendo raízes (Países, reinos e etc.)


Leia abaixo uma matéria publicada no Jornal Correio do Povo?

Matéria Publicada no jornal Correio do Povo (retirada do Site Instituto Liberdade)

"O mundo esteve na Polônia para discutir o aquecimento global. Como fez em Ba/i e fará no futuro na Dinamarca. Os resultados, nenhuma surpresa, pífios. Discute-se muito. Acorda-se pouco. AI Gore esteve lá. Festa, como sempre, para o profeta do apocalipse climático.

Gore, que no seu filme prevê cidades inundadas pela elevação do mar, certamente, não ouviu os números divulgados há poucos dias pela Universidade do Colorado que mostraram uma diminuição nos níveis dos oceanos desde 2005.

Os dados dos últimos 15 anos revelam uma elevação, em média, de ridículos 0,4 milímetro / ano. Experimente calcular quantos anos são necessários com esta média para ser alcançada a previsão de Gore de oceanos seis metros mais altos neste século.

A conferência ocorreu na mesma semana que o Met Office, a Meteorologia da Inglaterra, anunciou que 2008

será o ano mais frio da década no mundo e que o começo deste inverno 2008/2009 está sendo o mais frio em 30 anos no país.

A conferência se deu ainda enquanto Houston e Nova Orleans, na terra de Gore, registravam a neve mais cedo no inverno até hoje observada nestas cidades.

Proteção ambiental é crucial, caro leitor, mas não fundada em catastrofismo.

Se você acredita cegamente no aquecimento global, ao menos pare e pense nestas informações.

Fonte: www.heitordepaola.com, Mídia Sem Máscaras, Instituto liberdade, Metsul.

sábado, 8 de agosto de 2009

Ciência e Fé em Harmonia- Cientista de Oxford fala de Deus!

Cientista de Oxford fala de Deus!

A revista Época (09/05/2008 ; Edição nº 520) trouxe uma entrevista com o Dr. Alister Mc Grath, irlandês, professor de Teologia Histórica da Universidade de Oxford, na Inglaterra; entre outras coisas ele afirma que “a fé ajuda a explicar o que a ciência não consegue”. Ao contrário de seu colega ateu e propagador do ateísmo, Richard Dawkins, autor do livro “Deus, um delírio”, é um pesquisador cristão.

McGrath não abandona seus estudos científicos. Para ele, a ciência é capaz de explicar o mundo natural, mas não de entender valores e o significado da vida. Ambos são estudiosos das ciências naturais.

McGrath tornou-se doutor em biofísica molecular, apresentou trabalhos relevantes e conquistou uma cadeira em Oxford. McGrath e Dawkins se conheciam. Encontravam-se em congressos de biologia e participavam de grupos de discussão sobre ateísmo. Ambos escreviam para a publicação americana Skeptical Magazine.

A diferença entre eles é que a mesma ciência levou Dawkins a pregar o ateísmo e McGrath a falar de Deus. Para combater Dawkins, McGrath publicou no ano passado o livro “O Delírio de Dawkins” (Editora Mundo Cristão), escrito em parceria com a mulher Joanna Collicutt, neuropsicóloga, especialista em teologia cristã. O livro de McGrath vendeu 60 mil exemplares na edição inglesa e foi traduzido para sete idiomas, e o nome de McGrath passou a circular entre os mais influentes da Europa.

A revista Época afirma que: “O mais irônico é que Dawkins, hoje rival, já foi ídolo de McGrath. Na época em que foi aprovado para cursar Biofísica Molecular em Oxford, em 1975, McGrath estava convencido de que a religião era a causa de conflitos e mortes pelo mundo e abraçou o ateísmo. Seu livro de cabeceira, “O Gene Egoísta”, publicado em 1976 por Dawkins, era a bíblia de quase todo universitário”.

Em seu livro, McGrath afirma que Dawkins confunde crença e prática religiosa. “Pode-se crer em algo sobrenatural sem que seja preciso haver prática religiosa”, diz McGrath. “Dawkins confunde tudo e ataca as duas coisas ao mesmo tempo.” O livro de Dawkins traz citações de internet, opiniões, hipóteses e frases de pessoas ilustres. “Ele faz isso para conseguir tecer suas idéias, já que falha na abordagem científica”, diz McGrath.

Dr. Alister considera que a existência de Deus pode ajudar o conhecimento científico. Entre outras coisas ele afirma que “há partes da vida que a ciência não pode explicar” e que “as duas [ciência e fé] podem trabalhar muito bem juntas”. Ele confirma que “há um grande preconceito dentro da universidade, especialmente contra cristãos”. Ele aceita o processo evolutiva do mundo sem excluir Deus.

Mc Grath conta que na juventude esteve “apaixonadamente persuadido pela veracidade e relevância do ateísmo. Quando fui para Oxford estudar química, comecei a refletir sobre se aquilo faria sentido. Mais tarde conheci Joanna (sua atual esposa) e percebi que a força dos argumentos que levam a Deus é mais satisfatória do que a que leva ao ateísmo”.

Sobre Richard Dawkins ele diz que não são amigos, mas apenas professores da mesma universidade. “Nós estamos presentes em alguns congressos e nos encontramos. Somos cordiais. Mas não posso dizer que somos amigos. Nós nos conhecemos mais pelas publicações que um e outro produziu. E nossas divergências também aparecem no que escrevemos”.

Mc Grath afirma que Dawkins se tornou um fanático e que “a sua agressividade é reflexo de sua frustração. Ele passou a ser mais agressivo porque sabe que a religião está cada vez mais presente na vida das pessoas. Ele convoca seus leitores para militar contra a religião e rompe com sua própria argumentação. Seu único argumento é de que a religião não descobriu nenhum indício sobre a existência de qualquer realidade que não seja a natural. É por frustração que ele afirma que toda a religião é perniciosa e deve ser banida da sociedade”.

Dr. Alister afirma que em seu livro não dá argumentos para acreditar em Deus, mas quer rebater as teses de Dawkins. “A forma como você acredita em Deus dá sentido ao mundo. Acreditar em Deus traz esperança e motivação para se manter vivo e se relacionar com as pessoas”, afirma.

Ao responder a pergunta do repórter se acredita na evolução, McGrath diz discordar de Dawkins em sua insistência de que a evolução biológica exclui Deus do processo. Ele diz que “não entendo como ele chegou a essa conclusão. Na minha opinião, as duas coisas são compatíveis”.

Sobre a questão se as pessoas religiosas têm a moral mais desenvolvida que os ateus, ele responde:Não quero dizer que ateus são pessoas ruins. O que quero dizer é que acreditar em Deus dá habilidade e ferramentas para tratar melhor deste assunto”.

McGrath acha que é importante submeter a fé a um exame crítico.Acredito que todo mundo deveria submeter suas crenças a um exame crítico. Sempre. A razão pela qual sou cristão é porque submeti minhas crenças [no ateísmo] e descobri que elas não ficavam em pé. Para mim, acreditar em Deus tem razões muito mais robustas”.

Quando lhe é perguntado quando a ciência não pode explicar Deus, ele responde:Penso que a ciência é extremamente efetiva para explicar o mundo natural. Mas quando tenta explicar questões como valores ou significados, não acredito que ela consiga com êxito. Dawkins diz que a ciência pode explicar todas as coisas. Eu digo que acreditar em Deus ilumina partes da vida que a ciência não pode explicar. As duas podem trabalhar muito bem juntas”.

Sobre a pergunta se ele votaria em um candidato ateu, responde: “Eu não escolheria meu candidato considerando a religiosidade dele. Dawkins exagerou no preconceito. Eu não cultivo o preconceito que ele próprio tem. Há um grande preconceito dentro da universidade, especialmente contra cristãos”.

Dr. Alister Mc Grath é mais um cientista de renome internacional, que juntamente com outros como o Dr. Francis Collins, Diretor do Projeto Genoma Humano; Dr. Peter Grynn; Dr. Thomas Woods, e muitos outros, dá um testemunho atual de que a fé não é obstrução para a ciência, ao contrário, a ajuda. Obscurantismo hoje é afirmar que a fé é inimiga da ciência ou um obstáculo em seu caminho.

Fonte:http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2008/06/06/cientista-de-oxford-fala-de-deus/


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