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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Intolerância dos tolerantes. Contra a Fé Cristã todos são Doutores.

Pode parecer mania de perseguição, teoria da conspiração ou qualquer outra coisa; mas hoje, quem é cristão e principalmente católico, pode perceber uma tendência, que não é tão nova mas que hoje esta verdadeiramente na moda e a flor da pele.

Nos jornais, nas revistas, na TV, nas rodas de amigos, no trabalho, nas faculdades e etc.A história é sempre a mesma. Contra a fé cristã, até o mais inculto se transforma em doutor. E para nós católicos existe um agravante, não somos apenas “chulapados” por não cristãos; ainda temos que aguentar as alfinetadas protestantes. É como malhar o Judas no sábado de aleluia.

Mas existe uma pequena incoerência nesta historia. Reivindicam a tolerância a todo tipo de fé, a todo tipo de crença. Luta-se pelo respeito as diferentes religiões entre outras coisas.
Até ai , tudo bem. Respeito deve existir mesmo, mas se ele for real, sincero e incondicional.
Aceitam qualquer "deus", desde que leve ao “amor”, aceitam tudo, desde que “você se sinta feliz”, pois- “não é religião que salva”- eles dizem - “se é que existe deus”. Você tem é que “estar onde se sinta bem” e "bem consigo mesmo".

O intrigante é que não percebo esta mesma disposição ao respeito quando está em foco a Igreja Católica.
Contra a fé católica revela-se a intolerância dos tolerantes.
Quem já não teve a experiência de estar conversando com amigos, seja do trabalho, da faculdade ou mesmo vizinhos. De repente, como que por um passe de mágica, vê-se rodeado de “doutores” em história, teologia e filosofia; Afirmando e confirmando taxativamente, com a exatidão e a certeza de um ser divino, todos os “erros” que eles encontram na Igreja. E são tão confiantes e convincentes que até parecem conhecedores profundos do assunto. Mas são apenas frutos de um ensino superficial e tendencioso.

Ensaiados por alguns professores, muitos jovens, se tornam “catolicofóbicos”, "cristofobicos" e até ateus, com aquele ar de quem se sente intelectualíssimo por não precisar crer em um ser superior ou tendo o “poder” de cria o seu próprio, mas sem nunca ter parado para pensar em suas convicções e nas veracidades das fontes que o formaram.
Acham tão difícil ou até imbecil ter fé na Igreja, na bíblia ou mesmo em Deus, mas depositam total confiança nas instituições de ensino, nos seus livros e em seus professores.
Como poderíamos chamar esta confiança, já que a maioria destes jovens nunca contestará uma virgula do que lhes foi ensinado?
Fanatismo?
Fé sega?
No entanto é fé. A maior parte de todo o conhecimento humano não sai do campo especulativo e teórico. porém, são passadas adiante como verdades incontestáveis.
Observando deste ponto, da pra entender alguns fundamentalistas que acreditam em tudo que lhe é oferecido, sem raciocinar para digerir a informação.
É mais fácil deixar que raciocinem por mim. Só preciso repetir o que me passaram e fazer uma pose de intelectual.

Percebo que está em voga tudo o que não determina limites a moral do ser humano, com uma generosa dose de hedonismo e orgulho.
Rejeita-se qualquer coisa que queira traçar regras para um bem viver, mesmo vendo que é impossível viver em sociedade sem respeitar regras. Regas que estão implícitas em nós, homens.

Hoje, me arrisco a dizer, tornou-se psicologicamente tão difícil ser cristão quanto na época das perseguições imperiais.
É quase que uma covardia ser realmente católico dentro de uma sala de universidade, nas escolas ou no ambiente de trabalho. Poucos suportam a pressão e a falta de respeito, disfarçadas com uma falsa fonte histórica, pseudo-intelectual, deturpada a vontade do interlocutor.
Neste cenário , de um lado temos os ateus , de outro lado os protestantes e de outro os “espiritualizados" e a turma do “eu acredito em deus mas...” (que tanta força faz para desqualificar a Igreja, mas vivem se utilizando de seus símbolos e etc.) tentando manchar a moral da Igreja Católica Apostólica.

Muitos ignoram que a Igreja ensina moral e fé ao seus filhos e não a todos. As exortação da Igreja são para os que pretendem estar inseridos nela. Falam mal da Igreja com relação ao celibato e a castidade, mas aplaudem os budistas (que também o fazem), Ignoram também, todo o bem que a Igreja trouxe a humanidade. Inspirando nosso sistema universitário e judiciário, incentivando a cultura, arte e música, criando a ajuda para feridos de guerra (Cruz Vermelha), inúmeras instituições de caridade e ensino e etc.

Tolera-se tudo, menos a sã doutrina.
Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. .Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas. II Timóteo 4: 3-4

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