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sábado, 2 de maio de 2009

A Infiabilidade Papal

Por Nilson Pereira dos Santos Júnior

A Infiabilidade Papal é alvo de muitas críticas por parte dos Protestantes, que “confundem” a questão da infiabilidade com a da Impecabilidade do nosso Santo Padre. O Papa sempre exerceu na Igreja a Jurisdição Universal, ou seja, o poder de chefe maior da Igreja de Cristo, não há nada que a Igreja aponte como verdade de Fé que não tenha sido aprovada pelo Papa. Vejamos estas Citações:

Macedônio, patriarca de Constantinopla:
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"Macedonius declarou, quando designado pelo Imperador Anastasius para condenar o Concilio de Calcedonia, que 'tal passo sem um Sínodo Ecumênico presidido pelo Papa de Roma é impossível.'"
(Macedonius, Migne PG 108:360a [Theophan Chronogr, pagina 234-346])
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João VI, patriarca de Constantinopla:
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"O Papa de Roma, a cabeça do sacerdócio cristão, que em Pedro, o Senhor ordenou para confirmar os seus irmãos [Luke 22:31-32]."
(John VI, anúncio de Epist anúncio de Constantin Pap Combefis Auctuar Bibl)
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São Nicéforo, Patriarca de Constantinopla:
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"Sem quem(os Romanos que presidem o Setimo Concilio) uma doutrina apresentada na Igreja não poderia, embora confirmada por decretos canônicos e pelo uso eclesiástico, alguma vez obter a aprovação total ou a aceitação geral. Já que são eles (os Papas de Roma) quem tiveram destinado a eles a regra em coisas sagradas, e quem receberam nas suas mãos a dignidade da Chefia entre os Apóstolos." (Santo. Nicephorus, Niceph Cpl pro s imag c 25)

Como podemos ver, sem o Papa, nada teve seu aprovamento, no que se diz respeito a Doutrina da Igreja


A infalibilidade Papal foi definida no ano de 1870, no Concílio Vaticano I


"Aderindo fielmente à tradição recebida desde o princípio da fé cristã..., declaramos e definimos, como dogma de fé divinamente revelado, que o Pontífice Romano, quando fala D ex-cáthedra, isto é quando, no desempenho do seu múnus de pastor e doutor de todos os cristãos, define, com a sua suprema autoridade Apostólica, doutrina respeitante à fé e à moral, que deva ser crida pela Igreja universal, pois possui, em virtude da assistência divina, que lhe foi prometida na pessoa do Bem-aventurado Pedro, a infalibilidade de que o Divino Redentor revestiu a sua Igreja, ao definir doutrina atinente à fé e à moral; e que, portanto, as definições do Romano Pontífice são irrefragáveis por si mesmas, e não em virtude do consenso da Igreja" (e Ecclesia Christi, c.IV).


Para completar eu vou utilizar o Catecismo da Igreja Católica:

889: Para manter a Igreja na pureza da fé transmitida pelos apóstolos, Cristo quis conferir à sua Igreja uma participação na sua própria infalibilidade, ele que é a Verdade. Pelo "sentido sobrenatural da fé", o Povo de Deus "se atém indefectivelmente à fé", sob a guia do Magistério vivo da Igreja.

890: A missão do Magistério está ligada ao caráter definitivo da Aliança instaurada por Deus em Cristo com seu Povo; deve protegê-lo dos desvios e dos desfalecimentos e garantir-lhe a possibilidade objetiva de professar sem erro a fé autêntica. O ofício pastoral do Magistério está assim ordenado ao cuidado para que o Povo de Deus permaneça na verdade que liberta. Para executar este serviço, Cristo dotou os pastores do carisma de infalibilidade em matéria de fé e de costumes. O exercício deste carisma pode assumir várias modalidades.

891: "Goza desta infalibilidade o Pontífice Romano, chefe do colégio dos Bispo, por força do seu cargo quando, na qualidade de pastor e doutor supremo de todos os fiéis, e encarregado de confirmar seus irmãos na fé, proclama, por um ato definitivo, um ponto de doutrina que concerne à fé e aos costumes...A infalibilidade prometida à Igreja reside também no corpo episcopal quando este exerce seu magistério supremo em união com o sucessor de Pedro", sobretudo em um Concílio Ecumênico (LG 25; cf. Vaticano I: DS 3074). Quando, pelo seu Magistério supremo, a Igreja propõe alguma coisa "a crer como sendo revelado por Deus" (DV 10) e como ensinamento de Cristo, "é preciso aderir na obediência da fé a tais definições" (LG 25). Esta infalibilidade tem a mesma extensão que o próprio depósito da Revelação divina (cf. LG 25).

892: A assistência divina é também dada aos sucessores dos apóstolos, ao ensinamento em comunhão com o sucessor de Pedro e, de modo particular, ao Bispo de Roma, Pastor de toda a Igreja, quando, mesmo sem chegarem a uma definição infalível e sem se pronunciam de uma "forma definitiva", propõem no exercício do magistério ordinário um ensinamento que leva a uma compreensão melhor da Revelação em matéria de fé e de costumes. A este ensinamento ordinário os fiéis devem "ater-se com religioso obséquio do espírito" [eique religioso obsequio adhaerere debent] (LG 25), o qual, embora se distinga do assentimento da fé, todavia o prolonga.

O que diz o CDC:

Cân. 750 – § 1. Deve-se crer com fé divina e católica em tudo o que se contém na palavra de Deus escrita ou transmitida por Tradição, ou seja, no único depósito da fé confiado à Igreja, quando ao mesmo tempo é proposto como divinamente revelado quer pelo magistério solene da Igreja, quer pelo seu magistério ordinário e universal; isto é, o que se manifesta na adesão comum dos fiéis sob a condução do sagrado magistério; por conseguinte, todos têm a obrigação de evitar quaisquer doutrinas contrárias.

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