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quinta-feira, 5 de março de 2009

Concílios da Igreja - Trento 1ª Parte

19. Concílio de TRENTO

Data: 13/12/1545 a 04/12/1563 (em três períodos)

Papas: Paulo II (1534-1549) ; Júlio III (1550-1555) e Pio IV (1559-1565)

Decisões principais:

- contra a Reforma de Lutero;

- doutrina sobre a Escritura e a Tradição: reafirmação do Cânon das Sagradas Escrituras e declarou a Vulgata isenta de erros teológicos.

- doutrina do pecado original, justificação, os sacramentos e a missa, a veneração e invocação dos santos, Eucaristia, purgatório, indulgências, etc.

- decretos de reforma.

" Quando Deus toca o coração do homem pela iluminação do Espírito Santo, o homem não é insensível a tal inspiração que pode também rejeitar; e no entanto, ele não pode tampouco, sem a graça divina, chegar, pela vontade livre à justiça diante dele"(DS 1525).

"Tendo recebido de Cristo o poder de conferir indulgências, já nos tempos antiqüíssimos usou a Igreja desse poder, que divinamente lhe fora doado..."(DS, 1935).

Na Sessão VI, cânon 30, afirmou:

"Se alguém disser que a todo pecador penitente, que recebeu a graça da justificação, é de tal modo perdoada a ofensa e desfeita e abolida a obrigação à pena eterna, que não lhe fica obrigação alguma de pena temporal a pagar, seja neste mundo ou no outro, purgatório, antes que lhe possam ser abertas as portas para o reino dos céus - seja excomungado."(DS 1580,1689,1693)

" A Igreja ensina e ordena que o uso das indulgências, particularmente salutar ao povo cristão e aprovado pela autoridade dos santos concílios, seja conservado na Igreja, e fere com o anátema aos que afirmam serem inúteis as indulgências e negam à Igreja o poder de as conceder"(Decreto sobre as Indulgências).

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