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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Opus Dei e a Mortificação Corporal

O Código Da Vinci despertou a atenção do público para a prática católica da mortificação corporal.



Michael Barrett, sacerdote do Opus Dei, responde a algumas perguntas sobre o tema.É exata a imagem que o Código Da Vinci apresenta da mortificação corporal?



As descrições sangrentas que O Código Da Vinci faz da mortificação corporal são exageros grotescos que nada têm a ver com a realidade. Evidentemente, o que o filme quer é impressionar, e o uso real que normalmente se faz do cilício e das disciplinas acabaria por ser demasiado banal.



O incômodo que esses instrumentos causam é pouco: pode ser comparado, por exemplo, ao que é causado pelo jejum. Não provocam sangramentos, nem feridas, nem nada que prejudique a saúde pessoal ou seja traumático. Se causassem qualquer dano, não seriam permitidos pela Igreja.Os membros do Opus Dei usam o cilício?



Alguns membros celibatários do Opus Dei usam o cilício. Trata-se de uma pequena corrente de metal leve, com pontas, que se coloca ao redor da coxa. O cilício é incômodo – sim, porque do contrário não teria razão de ser –, mas de modo nenhum atrapalha as atividades normais de uma pessoa, e muito menos causa sangramentos.E o que o senhor nos diz das disciplinas?

É o mesmo caso do cilício.
Alguns membros celibatários as usam, geralmente uma vez por semana durante um ou dois minutos. Não causam sangramento nem prejudicam a saúde, mas apenas um breve incômodo.

Bem longe daquilo que pode dar a entender a flagelação a duas mãos do monge desequilibrado de O código Da Vinci, as disciplinas reais são de algodão trançado e pesam menos de cinqüenta gramas. Quando os membros ou antigos membros do Opus Dei assistem ao filme, não podem deixar de rir ao verem os ritos do monge: é coisa de loucos.

Fonte: www.opusdeibrasil.com.br

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