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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O PIEDOSO USO DO VÉU

Por Arnaldo Siroma

O uso do véu é um costume piedoso muito adequado, e deve ser incentivado sempre, pois retrata a dignidade da Celebração Eucarística, o respeito e o amor das mulheres para com o Santíssimo Sacramento. De acordo com São Paulo, as mulheres usam o véu como sinal da Gloria de DEUS (não da nossa), deve ser o foco de Adoração, como sinal de submissão á autoridade. É o reconhecimento e um sinal de se ter Deus e o marido (ou pai, de acordo com cada caso) como cabeças, é um sinal de respeito á presença dos Santos Anjos e da Liturgia Divina. Usando o véu, se reflete a ordem invisível divina; e fazem as mesmas visíveis.



Cân. 1262 do CDC de 1917:"Que a mulher tem que cubrir suas cabeças--especialmente quando se aproximam da mesa sagrada' ".


Quando o Código de Direito Canônico de1983 foi produzido, a questão do véu simplesmente não foi mencionada De qualquer forma muitos gostam de utilizar os Cân 20-21 achando que a nova lei só abole a Velha Lei Canônica quando eles escreverem explicitamente isto, e que em caso de dúvidas, a Lei Antiga não deve ser revogada, pelo contrario, o código de direito canônico de 1917 foi revogado in totu. O antigo Código ficou abrogado pelo cânon 6 do novo Código.
E antes que invoquem o cânon 20 do novo Código, adianto que ele não se aplica, pois trata do conflito de normas extravagantes na vigência do próprio Código de 1983. É uma explicação de como se resolve esse conflito.


Invocar o cânon 20 é desconhecer os princípios básicos do Direito. O cânon 20 está se referindo a outra coisa, i.e., às leis extravagantes que, regra geral, quando novas revogam as antigas, exceto nos casos no próprio cânon disciplinados. Não tem nada a ver com a validade do Código de 1917. Tanto que o cânon 6 é claro que dizer que o de 1917 está revogado. Aliás, abrogado, que é a revogação de modo absoluto.

Creio que todos aqui sabem que a esposa de Cristo é a Igreja. Neste aspecto - e sem diminuir a dignidade de qualquer gênero - na Liturgia a mulher está para o homem, assim como a Igreja está para Cristo. Por isso, a mulher, simbolizando a submissão da Igreja a Cristo, cobre a cabeça com um véu; o homem, simbolizando o senhorio de Cristo, a deixa descoberta.
Infelizmente o novo Direito Canônico omitiu a prescrição de modéstia aos fiéis (prescrita anteriormente no Cânon 1262 do Código de 1917 como no parágrafo 2º do Decreto 223 do Concílio Plenário Brasileiro), sobretudo mulheres. Como quer que seja, a orientação de São Paulo é sempre válida.



“” Tornai-vos os meus imitadores, como eu o sou de Cristo. 2. Eu vos felicito, porque em tudo vos lembrais de mim, e guardais as minhas instruções, tais como eu vo-las transmiti. 3. Mas quero que saibais que senhor de todo homem é Cristo, senhor da mulher é o homem, senhor de Cristo é Deus. 4. Todo homem que ora ou profetiza com a cabeça coberta falta ao respeito ao seu senhor. 5. E toda mulher que ora ou profetiza, não tendo coberta a cabeça, falta ao respeito ao seu senhor, porque é como se estivesse rapada. 6. Se uma mulher não se cobre com um véu, então corte o cabelo. Ora, se é vergonhoso para a mulher ter os cabelos cortados ou a cabeça rapada, então que se cubra com um véu. 7. Quanto ao homem, não deve cobrir sua cabeça, porque é imagem e esplendor de Deus; a mulher é o reflexo do homem.”” (1 Coríntios 11,1-7)



Os católicos (não só as mulheres) por respeito e o amor ao Santíssimo Sacramento devem incentivar essa prática. Pois esse santo costume, deixou de ser incentivado, pois muitas ideologias mundanas querem secularizar tudo que é sagrado, não só o véu, mas muitas outras riquezas da nossa Santa Igreja. Podemos e devemos restaurar todos os tesouros da nossa Igreja que foram sendo esquecidos por falhas humanas e interpretações erradas que surgiram.



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